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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorSANTOS, L. R. dospt_BR
dc.contributor.authorGASPAR, E. B.pt_BR
dc.contributor.authorBENAVIDES, M. V.pt_BR
dc.contributor.authorTRENTIN, G.pt_BR
dc.date.accessioned2019-03-15T00:28:04Z-
dc.date.available2019-03-15T00:28:04Z-
dc.date.created2019-03-14
dc.date.issued2019
dc.identifier.citationIn: ANDREOTTI, R.; GARCIA, M. V.; KOLLER, W. W. (Ed.). Carrapatos na cadeia produtiva de bovinos. Brasília, DF: Embrapa, 2019. 240 p. il. color.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1107099-
dc.descriptionEmbora diversas riquetsioses, viroses e parasitoses sejam transmitidas por carrapatos, tanto para o homem quanto para os animais domésticos, pode-se considerar que a tristeza parasitária bovina (TPB) é a doença transmitida por carrapatos de maior importância econômica para a pecuária. No Brasil e em outros países do Cone Sul, dá-se o nome de TPB ao complexo de doenças causado por um ou mais dos seguintes agentes infecciosos: os protozoários Babesia bovis e B. bigemina e a riquétsia Anaplasma marginale. As babesioses e a anaplasmose são tratadas dentro do mesmo complexo de doenças por terem em comum diversas características. Todos os agentes etiológicos são parasitas intracelulares obrigatórios e infectam hemácias. Assim, os sintomas das infecções pelos três agentes são similares devido à destruição destas células. Além disso, todos os agentes são transmitidos principalmente por carrapatos da espécie Rhipicephalus (Boophilus) microplus e a infecção concomitante por dois ou três agentes é comum. O tratamento é outro ponto em comum entre estas doenças. Embora a anaplasmose possa ser tratada especificamente com antibióticos da classe das tetraciclinas e as babésias com diaceturato de diminazeno, na ausência de um diagnóstico definitivo que diferencie o agente etiológico, o dipropionato de imidocarb pode ser a droga de escolha. Este medicamento age tanto contra as babésias, quanto contra A. marginale, embora a dosagem efetiva contra a anaplasmose seja duas vezes e meia maior que a utilizada para tratar exclusivamente a babesiose.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.titleTristeza Parasitária Bovina - Medidas de controle atuais.pt_BR
dc.typeParte de livropt_BR
dc.date.updated2019-03-19T11:11:11Z
dc.subject.thesagroCarrapatopt_BR
dc.subject.thesagroDoençapt_BR
dc.subject.thesagroBabesiosept_BR
dc.subject.thesagroAnaplasmosept_BR
dc.subject.thesagroInfecçãopt_BR
dc.subject.thesagroControle Biológicopt_BR
dc.subject.thesagroBovinopt_BR
dc.format.extent2p. 87-97pt_BR
riaa.ainfo.id1107099pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2019-03-19 -03:00:00pt_BR
dc.contributor.institutionLENITA RAMIRES DOS SANTOS, CNPGC; EMANUELLE BALDO GASPAR, CPPSUL; MAGDA VIEIRA BENAVIDES, CPPSUL; GUSTAVO TRENTIN, CPPSUL.pt_BR
Aparece nas coleções:Capítulo em livro científico (CNPGC)

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