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http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187085| Título: | Caracterização fenotípica da raça Crioulo Lageano. |
| Autoria: | SPRITZE, A. L.![]() ![]() SERRANO, G. M. S. ![]() ![]() MCMANUS, C. M ![]() ![]() MARIANTE, A. da S. ![]() ![]() |
| Afiliação: | A. L. SPRITZE, FAV/UNB; G. M. S. SERRANO, FAV/UNB; C. M MCMANUS, FAV/UNB; ARTHUR DA SILVA MARIANTE, CENARGEN. |
| Ano de publicação: | 1999 |
| Referência: | In: SIMPÓSIO DE RECURSOS GENÉTICOS PARA AMÉRICA LATINA E CARIBE, 2., 1999, Brasília, DF. Recursos genéticos: segurança alimentar para o terceiro milênio: anais. Brasília, DF: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, 1999. |
| Conteúdo: | A erosão genética dos bovinos crioulos em virtude dos cruzamentos com raças exóticas tem despertado a consciência de alguns criadores e pesquisadores. A raça de bovino de Crioulo Lageano foi selecionada por mais de três séculos nas condições de solos ácidos e pedregosos, altitudes elevadas e invernos rigorosos do planalto sul brasileiro. Hoje existe apenas um rebanho na região de Lages, Santa Catarina, o qual apresenta um número considerável de cabeças (cerca de 400 animais). Foram estudados alguns dados fenotípicos destes animais referentes aos nascimentos entre 1967 e 1994. Quanto à cor de pelagem, de um total de 306 animais avaliados, a cor predominante foi a vermelha a qual apresentou 49,08%, a preta representou 21,38%, a branca 19,28%, a baia 9,48%, a amarela 0,65% e a cinza 0,33%. Quanto ao tipo de pelagem, de um total de 206 animais avaliados, o predominante foi o africano com 46,6%, o salino obteve 18,75%, o overo 11,06%, o osco 7,21% e o retinto 5,77%. Os demais tipos: araçá, mouro, nilo, pintado, barroso, brasino, jaguané, malhado e rosilho obtiveram, juntos um total de 10,61%. Quanto à mucosa, dos 281 animais avaliados, 59,79% apresentaram mucosa clara, 26,69% mucosa preta, 11,03% mucosa escura e 2,5% mucosa marmorizada. Outra característica estudada foi a época de nascimento, sendo que houve uma concentração entre os meses de agosto e dezembro. O intervalo entre gerações verificado foi de 6 anos e 4 meses para ambos os sexos. Pode-se concluir que existe uma grande variação na raça para cor do pelo, mucosa e tipo de pelagem, o que pode ser traduzido como uma falta de homogeneidade da raça. O intervalo entre gerações está de acordo com os encontrados em outras raças de bovinos. |
| Palavras-chave: | Bovinos crioulos |
| Tipo do material: | Resumo em anais e proceedings |
| Acesso: | openAccess |
| Aparece nas coleções: | Resumo em anais de congresso (CENARGEN)![]() ![]() |
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