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http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187132| Título: | Viabilidade de larvas infectantes de Haemonchus contortus após sete anos de criopreservação. |
| Autoria: | BELLO, H. J. S.![]() ![]() COSTA, E. C. da ![]() ![]() CUNHA, A. F. da ![]() ![]() CHAGAS, A. C. de S. ![]() ![]() |
| Afiliação: | HORNBLENDA JOAQUINA SILVA BELLO, FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DE SÃO PAULO; ESTEVÃO CAMILLO DA COSTA, CENTRO UNIVERSITÁRIO CENTRAL PAULISTA; AMANDA FREITAS DA CUNHA, CENTRO UNIVERSITÁRIO CENTRAL PAULISTA; ANA CAROLINA DE SOUZA CHAGAS, CPPSE. |
| Ano de publicação: | 2025 |
| Referência: | In: JORNADA CIENTÍFICA EMBRAPA DE SÃO CARLOS, 17., 2025, São Carlos, SP. Anais... São Carlos, SP: 2025. p. 33. |
| Conteúdo: | Haemonchus contortus é a principal espécie causadora de verminose em ovinos. Destaca-se pela elevada capacidade de desenvolver resistência aos anti-helmínticos, atribuída ao seu alto potencial biótico e ampla variabilidade genética. A criopreservação possibilita a manutenção de linhagens com características desejáveis por um longo período de tempo a um baixo custo, além da redução drástica do número de animais mantidos como hospedeiros. O presente estudo objetivou avaliar a viabilidade de larvas infectantes (L3) de H. contortus (isolado Echevarria) após criopreservação, considerando a taxa de sobrevivência e de motilidade. Em 2018 as L3 foram centrifugadas e lavadas com água destilada e tiveram a cutícula removida com solução de hipoclorito a 0,1%. Após lavagem com solução salina (0,9% NaCl), as L3 foram contadas (111.500 em 9.000 μL), armazenadas em tubos criogênicos e mantidas a 4 °C por 12 h. Os tubos foram congelados por 2h30 no gargalo do botijão de nitrogênio líquido e armazenados a -80 °C. As larvas foram retiradas do freezer em 2025 e colocadas imediatamente em um balde com 6 L de água a 40 °C. Depois realizou-se centrifugação a 3000 rpm por 5 minutos, o sobrenadante foi descartado e 6500 μL de solução salina (0,9% NaCl) foi adicionada. A taxa de sobrevivência das L3 após a criopreservação foi realizada por meio da contagem das L3 vivas em uma fração total de 100 μL da suspensão homogeneizada de larvas, dividida em 10 alíquotas de 10 μL, após 2h do descongelamento. A taxa de motilidade recebeu classificação de alta, média e baixa, tendo como base o comparativo visual com larvas frescas, recém extraídas de coproculturas. Ambas as análises, quantitativa e qualitativa, foram realizadas em microscópico estereoscópico. Das 111.500 L3 congeladas, 5.525 estavam vivas (4,95%). Das larvas vivas, 0% apresentou motilidade alta, 0,16% apresentaram motilidade média e 99,84% motilidade baixa. As características morfológicas estavam preservadas, referentes a H. contortus, e idênticas às larvas recém extraídas das coproculturas. A criopreservação destas larvas por sete anos a -80 °C resultou em baixa taxas de sobrevivência e de motilidade. Apesar disso, a técnica se mostra promissora para a conservação de isolados, desde que sejam realizados ajustes no protocolo para melhorar os resultados. Além disto, a recuperação de uma pequena fração de larvas vivas permite a reinfecção de hospedeiros e recuperação de isolados em 28 dias. O benefício é claro, especialmente em situações nas quais a manutenção contínua em hospedeiros não é viável. Embora não haja muita informação quanto à viabilidade das L3 pós criopreservação, a técnica é prática, de fácil adoção e baixo custo quando comparada com a manutenção desses parasitas em hospedeiros, além da questão do bem estar animal. |
| Thesagro: | Haemonchus Contortus Ovino Ovinocultura Resistência Criopreservação Larva Verminose |
| Série: | (Embrapa Pecuária Sudeste. Eventos Técnicos & Científicos, 4) |
| ISSN: | 2966-0289 |
| Notas: | Financiamento: FAPESP (2024/19696-0, 2021/02535-5 e 2022/07720-8) e CNPq | PIBIC (163074/2024-0) |
| Tipo do material: | Resumo em anais e proceedings |
| Acesso: | openAccess |
| Aparece nas coleções: | Resumo em anais de congresso (CPPSE)![]() ![]() |
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| Arquivo | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|
| 2025-cppse-anais-17-acsc-viabilidade-larvas-infectantes-haemonchus-contortus-apos-sete-anos-criopreservacao-p-33.pdf | 1,43 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |







