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http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/306333| Título: | Deposição de filmes protetores sobre madeira pela técnica do plasma frio. |
| Autoria: | MAGALHÃES, W. L. E.![]() ![]() |
| Afiliação: | Pesquisador da Embrapa Florestas. |
| Ano de publicação: | 2002 |
| Referência: | 2002. |
| Páginas: | 82 f. |
| Conteúdo: | A madeira maciça é um compósito polimérico natural que pode sofrer tratamentos para atender a diversas especificações técnicas. Uma característica da madeira é a sua higroscopicidade. A madeira úmida é vulnerável ao ataque de térmitas e fungos, além de perder estabilidade dimensional. Os tratamentos mais usados são a impregnação e/ou o revestimento com tintas e vernizes. Uma técnica promissora para o revestimento de madeira maciça é o plasma frio ou descarga luminescente. Neste trabalho produziu-se plasmas frios através de descargas elétricas luminescentes em gases rarefeitos. Os precursores gasosos usados foram o etileno, acetileno, 1-buteno, e vapor de metil metacrilato e de acetato de vinila. A superfície de madeira maciça tratada por estes plasmas ficaram hidrofóbicas, sendo que os melhores resultados foram alcançados usando 1-buteno como gás precursor. Apesar do tratamento promover repelência à água, a superfície tratada continuou permeável ao vapor d'água. Com o emprego de uma mistura gasosa formada por vapor de TEOS e O2, foi possível constatar a ineficiência da descarga luminescente capacitiva em revestir o interior de orifícios em madeira. A deposição de filmes finos a partir de plasmas de 1-buteno foi caracterizada, tendo apresentado propriedades distintas do polímero convencional. O filme depositado por plasma apresentou hidrofobicidade, resistência química, insolubilidade em solventes comuns, e resistência contra teste acelerado de intemperismo. A espectroscopia de infravermelho e a análise elementar também revelaram diferenças entre os filmes convencional e depositado por plasma. As reações químicas no plasma podem ser controladas através de ajustes na potência transferida ao reator, pressão da câmara, vazão dos gases, e tempo de exposição à descarga. Com o uso de plasmas menos energéticos é possível produzir filmes poliméricos com estruturas menos entrecruzadas. Duas técnicas distintas foram testadas neste trabalho: o plasma capacitivo e o jato de plasma. Ambas as técnicas são promissoras em função do baixo nível de vácuo necessário, baixas freqüências, pequeno consumo de energia, ausência de poluição e solventes, e o uso de reagentes disponíveis em escala industrial. |
| Thesagro: | Revestimento |
| Palavras-chave: | Madeira maciça Plasma frio Deposição polimérica Solid wood Coating Cold plasma Polymeric deposition |
| Notas: | Tese (Doutorado em Ciência e Engenharia de Materiais) - Departamento de Interunidades, Universidade de São Paulo, São Carlos. Orientador: Milton Ferreira de Souza. |
| Tipo do material: | Teses |
| Acesso: | openAccess |
| Aparece nas coleções: | Tese/dissertação (CNPF)![]() ![]() |
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