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Título: Estiolamento e regeneração na multiplicação in vitro de Anthurium andraeanum var. Eidibel.
Autoria: PINHEIRO, M. V. M.
DIAS, G. de M. G.
CARVALHO, A. C. P. P. de
BARROS, L. de M.
Afiliação: Marcos Vinícius Marques Pinheiro, UFC; Gabrielen de Maria Gomes Dias, UFC; Ana Cristina Portugal Pinto de Carvalho, CNPAT; Levi de Moura Barros, CNPAT.
Ano de publicação: 2007
Referência: In: ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA AGROINDÚSTRIA TROPICAL, 5., 2007, Fortaleza, CE. Resumos... Fortaleza: Embrapa Agroindústria Tropical, 2007.
Conteúdo: O objetivo do trabalho foi obter um protocolo de multiplicação in vítro de Anthurium andraeanum var. Eidibel induzindo o estiolamento de segmentos nodais e posterior regeneração de plântulas, para minimizar a variabilidade obtida nos métodos tradicionais de micropropagação. Foram utilizadas plãntulas regeneradas in vitro, a partir de folhas jovens de antúrio. Para a fase de estiolamento, utilizaram-se talos desfolhados com 2 cm a 4 cm inoculados individualmente em tubos de ensaio contendo 1 O ml do meio: 1) MS sem regulador de crescimento; 2) MS + 1 O µM de AIA; 3) MS + 1 O µM de AIB; 4) MS + 1 O µM de ANA; 5) Pierik sem regulador de crescimento; 6) Pierik + 1 O µM de AIA; 7) Pierik + 1 O µM de AIB; e 8) Pierik + 1 O µM de ANA. Os expiantes foram mantidos em sala de crescimento, a 25 ± 1 ºC, no escuro, por um período de 60 dias. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em esquema fatorial 2 X 4, dois meios de cultura (MS e Pierik) e três diferentes auxinas, constituído de 8 tratamentos, com 6 repetições e 5 parcelas. Após 60 dias no escuro, utilizaram-se os brotos já estiolados ín vitro para a regeneração. Estes brotos foram divididos em segmentos contendo dois nós e inoculados, horizontalmente, um por tubo de ensaio, nos seguintes tratamentos: 1) MS (sem regulador de crescimento); 2) MS + 2,22 µM de BAP; 3) MS + 4,44 µM de BAP; 4) MS + 6,66 µM de BAP; 5) Pierik sem regulador de crescimento; 6) Pierik + 2,22 µM de BAP; 7) Pierik + 4,44 µM de BAP; 8) Pierik + 6,66 µM de BAP. Os tratamentos foram mantidos em sala de crescimento com intensidade luminosa de 30 µmo1.m-2s-1, sob fotoperíodo de 16 horas e temperatura a 25 ± 1 2 C, durante 60 dias. Foram utilizadas 5 repetições/tratamento, em que a unidade experimental foi constituída por dois tubos de ensaio. Aos 60 dias foi avaliado o número de plântulas regeneradas por nó. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. No estiolamento, para as variáveis número de brotos/talo, comprimento dos brotos, número de nós/broto, número total de nós/talo e distância entre os nós, o meio Pierik diferiu estatisticamente do meio MS, exceto para o número de br9tos. O meio Pierik, sem regulador de crescimento, diferiu apenas para o meio contendo 1 O µM de ANA para as variáveis analisadas, exceto o número de nós. Para a regeneração das plântulas, o meio Pierik não diferiu estatisticamente do meio MS. Para as diferentes concentrações de BAP, o meio Pierik, sem regulador de crescimento, diferiu estatisticamente dos demais. Para o estiolamento, recomenda-se a utilização do meio Pierik sem regulador de crescimento, e para a regeneração das mudas a utilização do mesmo meio acrescido de 2,22 uM de BAP
Thesagro: Anthurium Andraeanum
Tipo do material: Resumo em anais e proceedings
Acesso: openAccess
Aparece nas coleções:Resumo em anais de congresso (CNPAT)

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