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http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/426970| Título: | Fisiologia pós-colheita do melão galia submetido a injurias mecânicas. |
| Autoria: | COSTA, J. N. da![]() ![]() SILVA, E. de O. ![]() ![]() ROCHA, R. H. C. ![]() ![]() |
| Afiliação: | Juliana Nascimento da Costa, UFC; Ebenézer de Oliveira Silva, CNPAT; Railene Hérica Carlos Rocha, UFV. |
| Ano de publicação: | 2007 |
| Referência: | In: ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA AGROINDÚSTRIA TROPICAL, 5., 2007, Fortaleza, CE. Resumos... Fortaleza: Embrapa Agroindústria Tropical, 2007. |
| Conteúdo: | No Brasil, a região nordeste é a maior produtora de melão, com destaque para os Estados do Ceará e Rio Grande do Norte, cujo principal destino dos frutos no mercado externo é a comunidade Européia. Durante o manejo, os frutos estão sujeitos a injúrias mecânicas que podem modificar o metabolismo normal do produto e acelerar os processos de senescência. Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi avaliar a atividade respiratória (TA) e a produção de etileno (EE) durante o annazenamento do melão Gália 'Solar King' submetido a injúrias mecânicas. As injúrias foram induzidas no Laboratório de Físico- Química da Embrapa Agroindústria Tropical, sendo: T1, testemunha; T2, compressão de 12Kg por 5 min; T 3, impacto de queda a uma altura de 50cm sobre uma superfície de borracha com 2, 7mm de espessura; T 4, dois cortes paralelos, induzidos por uma lâmina com 6,5cm de comprimento e fenda de 1 mm de espessura; T5, frutos submetidos aos danos dos tratamentos T 2, T 3 e T4. Os melões foram analisados após a indução das injúrias e diariamente, pera manhã e a tarde, durante o armazenamento em câmara a 18 ± 2 CC e 90 ± 5% UR, por 18 dias. Para as anáJises, os mesmos foram pesados e colocados em recipientes hermeticamente fechados por 1 h. Utilizaram-se quatro repetições por .tratamento, sendo cada fruto uma repetição. Após esse período.. uma amostra de 5 ml da atmosfera interna dos frascos foi retirada e injetada em cromatógrafo a gás (CG/DANI 86.10), equipado com coluna Porapak-N (4 m x 3 mm, a 50 2 C) e os detectores de condutividade térmica (80 2 C) e ionização de chama (200gC) para C~ e ~H., respectivamente. O software Peak Simple n (Ciola & Gregori - CG) foi usado para registrar e integrar os picos cromatográficos. Padrões externos de C~ (5%) e ~H4 (10 ppm) foram utilizados para estimar a TR (mg CO2 Kg -1 hº1) e EE (µL C2H 4 kg· 1 hº1). Por ocasião da colheita, os melões tiveram TR de 21,50 mg CO 2 Kg_, h- 1 e EE de 19,79 µL C2H• kg·1 h·1• Durante o armazenamento, não foi constatado pico de produção de CO2, entretanto, as injúrias T3, T 4 e T5 proporcionaram maior TR, com valores médios de 27,42, 25,70 e 26,02 mg CO 2 Kg-1 h-1, respectivamente. Para a EE, verificou-se pico de produção aos 5 dias de armazenamento, com 50,37 µL C2H4•kg·1 h·1 (T1), aumentando-se estes valores para 120,97 e 101,23 µL C2H4 kg·1 h·1, nas iniúrias T3 e T5 também aos 5 dias, respectivamente. |
| Palavras-chave: | Melão galia |
| Tipo do material: | Resumo em anais e proceedings |
| Acesso: | openAccess |
| Aparece nas coleções: | Resumo em anais de congresso (CNPAT)![]() ![]() |
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