<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro científico (CPACT)</title>
  <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/146" />
  <subtitle>Capítulo em livro científico (CPACT)</subtitle>
  <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/146</id>
  <updated>2026-08-03T04:43:12Z</updated>
  <dc:date>2026-08-03T04:43:12Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Solos e aptidão vitícola.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188500" />
    <author>
      <name>FLORES, C. A.</name>
    </author>
    <author>
      <name>SARMENTO, E. C.</name>
    </author>
    <author>
      <name>WEBER, E. J.</name>
    </author>
    <author>
      <name>HASENACK, H.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188500</id>
    <updated>2026-07-26T13:54:36Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Solos e aptidão vitícola.
Autoria: FLORES, C. A.; SARMENTO, E. C.; WEBER, E. J.; HASENACK, H.
Conteúdo: O solo pode ser visto como uma coleção de corpos naturais, constituídos por partes sólidas, líquidas e gasosas, tridimensionais, dinâmicos, formados por materiais minerais e orgânicos, que ocupam a maior parte do manto superficial dos continentes, contendo matéria viva e podendo ser vegetados na natureza onde ocorrem, e terem sido modificados pela ação humana em muitos locais. Em geral o limite superior do solo é a atmosfera, enquanto os limites laterais são os contatos com corpos d’água, rochas, gelo, materiais detríticos inconsolidados, aterros ou terrenos permanentemente alagados. Já o limite inferior é difícil de ser definido, pois em profundidade o solo passa gradualmente para rocha dura, materiais saprolíticos ou sedimentos que não apresentam sinais da influência de atividade biológica. O material subjacente caracteriza-se pelo predomínio de propriedades mais relacionadas ao substrato rochoso ou ao material de origem não consolidado (Santos et al., 2018).</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Parâmetros fisiológicos para seleção de cultivares tolerantes ao déficit hídrico.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188507" />
    <author>
      <name>BRITO, G. G. de</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188507</id>
    <updated>2026-07-26T13:54:37Z</updated>
    <published>2014-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Parâmetros fisiológicos para seleção de cultivares tolerantes ao déficit hídrico.
Autoria: BRITO, G. G. de
Conteúdo: O algodão é a mais importante fonte de fibras naturais, e seu cultivo no Brasil é anterior à colonização europeia. Até o fim da década de 1980, o algodão foi cultivado em duas áreas principais, as regiões Nordeste e Centro- Sul do Brasil. Fatores socioeconômicos, ambientais e fitossanitários causaram o colapso da cotonicultura nas áreas tradicionalmente produtoras, e o algodoeiro praticamente desapareceu do país. Na Região Sul do Brasil, as áreas previamente ocupadas pela cultura do algodão foram utilizadas para espécies como cana-de-açúcar, soja e milho, o que não ocorreu na Região Nordeste, onde outras culturas, incluindo o algodoeiro herbáceo, não substituíram com sucesso a área anteriormente ocupada. Assim, aproximadamente 3 milhões de hectares cultivados com o algodoeiro do tipo Mocó (Gossypium hirsutum raça marie galante, L. Hutch) ficaram subutilizados, por conta, em parte, da ocorrência de clima quente e seco.</summary>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Manejo de micronutrientes em pessegueiro.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188273" />
    <author>
      <name>NAVA, G.</name>
    </author>
    <author>
      <name>VIEIRA, F. C. B.</name>
    </author>
    <author>
      <name>HAHN, L.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188273</id>
    <updated>2026-07-19T14:51:37Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Manejo de micronutrientes em pessegueiro.
Autoria: NAVA, G.; VIEIRA, F. C. B.; HAHN, L.
Conteúdo: Compreender o comportamento dos micronutrientes no solo e na planta, assim como as interações com práticas de manejo como a calagem e as adubações é fundamental para o sucesso da produção de pêssegos. Este capítulo aborda as particularidades do fornecimento e da disponibilidade de micronutrientes em solos intemperizados, comuns nas regiões tropicais e subtropicais de cultivo do pessegueiro do Brasil, destacando estratégias de diagnóstico e correção. São discutidas práticas como a análise foliar e do solo, o uso de fontes corretas, modos de aplicação (via solo e foliar) e épocas de aplicação, além da importância de práticas de manejo integradas com a calagem e a adubação para melhorar a eficiência do uso desses nutrientes. Finalmente são apresentados os principais sintomas visuais de deficiência de micronutrientes no pessegueiro, abordando suas manifestações típicas em folhas, com o objetivo de auxiliar no diagnóstico precoce e no manejo corretivo.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Adubação em pomares de pessegueiro no Rio Grande do Sul.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188266" />
    <author>
      <name>BRUNETTO, G.</name>
    </author>
    <author>
      <name>MARCHESAN, C.</name>
    </author>
    <author>
      <name>WELTER, P. D.</name>
    </author>
    <author>
      <name>ROZANE, D. E.</name>
    </author>
    <author>
      <name>NATALE, W.</name>
    </author>
    <author>
      <name>HAHN, L.</name>
    </author>
    <author>
      <name>NAVA, G.</name>
    </author>
    <author>
      <name>MOURA-BUENO, J. M.</name>
    </author>
    <author>
      <name>HINDERSMANN, J.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188266</id>
    <updated>2026-07-19T14:51:27Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Adubação em pomares de pessegueiro no Rio Grande do Sul.
Autoria: BRUNETTO, G.; MARCHESAN, C.; WELTER, P. D.; ROZANE, D. E.; NATALE, W.; HAHN, L.; NAVA, G.; MOURA-BUENO, J. M.; HINDERSMANN, J.
Conteúdo: O manejo adequado da fertilidade do solo e da nutrição mineral é um dos principais fatores para a sustentabilidade e a produtividade de pomares de pessegueiro. Devido às características dos solos tropicais e subtropicais, geralmente ácidos e com baixa disponibilidade natural de nutrientes, a aplicação de corretivos e fertilizantes torna-se prática essencial para garantir o desenvolvimento vegetativo, a formação do pomar e a produção de frutos com qualidade. Entretanto, a dinâmica dos nutrientes no solo, associada a processos como adsorção, lixiviação, volatilização etc., frequentemente reduz a eficiência de uso dos fertilizantes, elevando os custos de produção e os potenciais riscos ambientais. Nesse contexto, estratégias de manejo baseadas no diagnóstico da fertilidade do solo e do estado nutricional das plantas, bem como na adoção de práticas de adubação mais assertivas, considerando épocas de aplicação, melhores doses e fontes, além do modo de aplicação e uso de novas tecnologias como os bioinsumos, tornam-se fundamentais para aumentar a eficiência de aproveitamento dos nutrientes. Em função disso, este capítulo apresentará um compilado dos conhecimentos relacionados à nutrição e adubação do pessegueiro, incluindo adubação de pré-plantio, crescimento e produção, diagnóstico nutricional e alternativas de manejo voltadas à sustentabilidade dos sistemas de produção.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

