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  <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro científico (CNPF)</title>
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  <subtitle>Capítulo em livro científico (CNPF)</subtitle>
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  <updated>2026-04-03T23:52:16Z</updated>
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    <title>Materialidade e stakeholders no cooperativismo: como priorizar temas ESG.</title>
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    <updated>2026-02-15T03:00:51Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Materialidade e stakeholders no cooperativismo: como priorizar temas ESG.
Autoria: RIBASKI, N. G.; RIBASKI, J.; BUNDT, C. F. da C.
Conteúdo: A priorização de temas ESG exige que organizações demonstrem quais assuntos são relevantes, por que são relevantes e como serão governados, superando abordagens baseadas apenas em listas de iniciativas. Essa mudança se relaciona ao fortalecimento da accountability e da legitimidade organizacional, isto é, à capacidade de sustentar a “licença para operar” diante de expectativas sociais, regulatórias e de mercado. Na perspectiva estratégica, a teoria dos stakeholders indica que a organização deve gerir relações com grupos que afetam ou são afetados por suas atividades, considerando diferenças de poder, legitimidade e urgência. No cooperativismo, essa lógica é estrutural, pois os cooperados são simultaneamente usuários, coproprietários e participantes do processo decisório, elevando a exigência por escolhas transparentes e verificáveis. A materialidade ESG pode ser compreendida por lentes complementares. A materialidade de impacto, associada aos padrões GRI, enfatiza os impactos mais significativos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas. A materialidade financeira, associada ao padrão IFRS S1 (ISSB/IFRS Foundation), orienta a divulgação de riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade que sejam materiais para usuários de relatórios financeiros, com foco em consistência e comparabilidade. A integração dessas perspectivas é frequentemente tratada como dupla materialidade, combinando impactos externos e implicações financeiras, abordagem especialmente pertinente às cooperativas. Propõe-se um método em oito etapas baseado no engajamento de stakeholders, pontuação por critérios transparentes e validação em instâncias de governança, culminando em uma Matriz de Materialidade e em uma agenda ESG executável com metas e indicadores. Para operacionalização, são apresentados um template de Matriz (Impacto × Negócio) e um checklist de perguntas para orientar a escuta e a devolutiva aos públicos consultados.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Affordable and scalable techniques and tools for field monitoring of carbon and greenhouse gas data.</title>
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    <updated>2025-12-06T13:41:31Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Affordable and scalable techniques and tools for field monitoring of carbon and greenhouse gas data.
Autoria: ZANATTA, J. A.; MARTIN NETO, L.; MILORI, D. M. B. P.; FONTANA, A.; HOLLER, W. A.; ROGERIO, M. C. P.; JANTALIA, C. P.; ALVES, B. J. R.; SOUZA, A. M. de; VAZ, C. M. P.
Conteúdo: This chapter highlights the collection and monitoring techniques adapted or developed by Embrapa to obtain technical coefficients for crops, estimate carbon stocks in different ecosystem compartments, measure GHG emissions released by soil and animals in production systems, as well as measure environmental and soil attributes that are essential for estimating emissions and removals, or even for understanding GHG emission and removal patterns.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Práticas sustentáveis para o eucalipto.</title>
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    <updated>2025-11-16T01:15:42Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Práticas sustentáveis para o eucalipto.
Autoria: ZANATTA, J. A.; SANTOS, A. M.; PULROLNIK, K.; MORESCO, E. R.; MOREIRA, J. M. M. A. P.
Conteúdo: Em um cenário global cada vez mais exigente por práticas produtivas sustentáveis, o setor de florestas plantadas no Brasil emerge como um modelo de sucesso. A história do setor florestal brasileiro é uma jornada de transformação e crescimento. Impulsionado por políticas de incentivo a partir dos anos 1960, o País viu suas plantações comerciais expandirem, ocupando hoje 10 milhões de hectares. No coração desse avanço está o eucalipto, uma espécie que passou a dominar 77% da área total de florestas plantadas no Brasil. O setor florestal nacional tem se destacado não apenas pela sua impressionante contribuição econômica, mas também pelo seu compromisso com a sustentabilidade e a bioeconomia. Mais do que um motor econômico que contribui para o superavit da balança comercial, esse setor tem se mostrado um pilar de inovação. Este capítulo detalha como a Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB) para o eucalipto pode colocar o Brasil na vanguarda da silvicultura sustentável, por meio de práticas de manejo sustentável como um papel fundamental na mitigação e adaptação às mudanças climáticas.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Macrofauna as indicators of soil health: earthworms and enchytraeids.</title>
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    <updated>2025-10-18T23:17:10Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Macrofauna as indicators of soil health: earthworms and enchytraeids.
Autoria: VIDAL, A.; PELOSI, C.; BROWN, G. G.; SCHON, N.; CALOGIURI, T.; VAN GROENIGEN, J. W.
Conteúdo: O capítulo trada das minhocas e enchytraeídeos (pequenos vermes brancos, também chamados de “potworms”) que podem ser usados para avaliar a saúde do solo. Esses organismos são muito importantes porque melhoram a estrutura do solo, aumentam a fertilidade, ajudam na decomposição da matéria orgânica e refletem as condições ambientais do lugar onde vivem. As minhocas, são maiores e vivem em diferentes camadas do solo podem ser: Epigeicas, Endogeicas e Anecicas. Enchytraeídeos são menores, vivem mais perto da superfície e têm reprodução rápida. Apesar de pouco estudados, também indicam mudanças no ambiente. O texto mostra que o uso do solo, o manejo agrícola e o clima influenciam muito essas populações. Práticas como plantio direto, adição de matéria orgânica e rotação de culturas aumentam a quantidade de minhocas. Já o uso excessivo de pesticidas, fertilizantes químicos, compactação do solo e arações profundas reduzem suas populações. Mudanças climáticas, como secas e enchentes, também afetam a sobrevivência e reprodução desses organismos. Os autores explicam ainda que: é possível medir a atividade das minhocas e enchytraeídeos, não apenas a presença deles. Existem várias técnicas de coleta e monitoramento, como escavação, uso de produtos químicos suaves (como mostarda) ou métodos elétricos. Métodos novos, como imagens, sensores acústicos e espectroscopia infravermelha, estão sendo testados para avaliar a atividade deles no solo. Por fim, o capítulo conclui que: Minhocas e enchytraeídeos são bons indicadores biológicos da saúde do solo porque são sensíveis às mudanças e desempenham papéis fundamentais no ecossistema. Entender suas populações ajuda a identificar se o solo está saudável, degradado ou se está respondendo bem ao manejo agrícola.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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