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  <title>DSpace Communidade: Embrapa Agrobiologia (CNPAB)</title>
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  <subtitle>Embrapa Agrobiologia (CNPAB)</subtitle>
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    <title>O potencial das redes multi-atores no desenvolvimento de sistemas agroflorestais: o caso da Rede Agroflorestal da Região de Ribeirão Preto e da rede de sistemas agroflorestais agroecológicos do sul do Brasil.</title>
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    <updated>2026-03-28T12:04:54Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O potencial das redes multi-atores no desenvolvimento de sistemas agroflorestais: o caso da Rede Agroflorestal da Região de Ribeirão Preto e da rede de sistemas agroflorestais agroecológicos do sul do Brasil.
Autoria: XAVIER, M. G. B.; RAMOS FILHO, L. O.; ASSIS, R. L. de; MORAIS, G. F. de
Conteúdo: Este artigo analisa o papel das redes sociais multiatores no desenvolvimento de sistemas agroflorestais no Brasil, com foco em dois casos de estudo: a Rede Agroflorestal de Ribeirão Preto (Estado de São Paulo) e a Rede de Sistemas Agroflorestais Agroecológicos do Sul do Brasil (Rede SAFAS-Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná). Por meio de uma metodologia qualitativa baseada em análise documental, examinamse as dinâmicas de cooperação entre agricultores familiares, pesquisadores, instituições públicas e outros atores sociais. Destacase como essas redes contribuem para o fortalecimento da transição agroecológica ao fomentar a troca de conhecimentos, a inovação social e a articulação de políticas públicas que apoiam práticas sustentáveis. Os resultados indicam que essas redes são essenciais para superar desafios comuns, como o acesso limitado a mercados, insumos e assistência técnica especializada. Além disso, atividades coletivas, como macro-oficinas, oficinas participativas e campanhas de conscientização, demonstraram ser ferramentas eficazes para promover a cocriação de soluções em diversos territórios. Apesar das limitações financeiras e institucionais, as redes multiatores emergem como espaços de aprendizagem e inovação cruciais para a viabilidade dos sistemas agroflorestais. Este estudo contribui para o debate sobre como as redes sociais podem desempenhar um papel estratégico na transição para modelos agrícolas mais resilientes e sustentáveis no Brasil.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Volatilização de amônia em latossolo cultivado com capim-piatã (Uroclhoa brizantha cv. BRS Piatã) no Cerrado brasileiro.</title>
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    <updated>2026-03-28T12:04:56Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Volatilização de amônia em latossolo cultivado com capim-piatã (Uroclhoa brizantha cv. BRS Piatã) no Cerrado brasileiro.
Autoria: ARCANJO, A. H. M.; ABREU, L. F.; GOMES, F. de K.; SILVA, K. T. da; SOUZA, F. A. de; ALVES, B. J. R.; TEIXEIRA, E. C.; CAMILO, M. G.; MATRANGOLO, W. J. R.; LANA, A. M. Q.
Conteúdo: As emissões globais de gases de efeito estufa (GEE) oriundos da agricultura, da silvicultura e de outros usos do solo representam a segunda maior fonte de GEE. Dessa forma, objetivou-se com esse estudo avaliar a volatilização de amônia (NH₃) em um latossolo cultivado com capim-piatã sob taxas crescentes de aplicação de uréia durante o final do verão e início do outono. O estudo foi conduzido no Campo Experimental Santa Rita, da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais em Prudente de Morais, Minas Gerais, Brasil. A área foi dividida em 20 parcelas de 3 m² cada, em delineamento em blocos ao acaso com quatro doses de nitrogênio (N) (0, 50, 75 e 100 kg N ha⁻¹) na forma de uréia e cinco repetições. Para avaliar os efeitos do N, foram avaliados dois ciclos: final do verão e outono. A volatilização de NH₃ foi estimada usando uma câmara estática semiaberta. Para extrair NH₃, o conteúdo foi diluído em 40 mL de água deionizada e agitado em um agitador orbital TE-1400 a 220 rpm por 15 min. A concentração de NH₄⁺ foi determinada usando um espectrofotômetro a 647 nm. A análise estatística foi realizada separadamente para os ciclos 1 e 2 utilizando testes não paramétricos de Kruskal-Wallis, seguidos por testes post hoc de Dunn para avaliar diferenças de médias de tratamentos (p &lt; 0,05). Nos dois ciclos as perdas cumulativas de NH₃ aumentaram consistentemente com o aumento das doses de N, atingindo 106,8, 277,4, 346,4 e 374,9 mg m². Esses resultados confirmam a forte influência da aplicação de fertilizantes na magnitude da volatilização, um padrão bem documentado em condições tropicais. Conclui-se que a volatilização foi dose-dependente e ocorreu principalmente nos dias seguintes à fertilização, os tratamentos com 75 e 100 kg de N ha⁻¹ apresentaram as maiores perdas de NH₃.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Biomass accumulation of Piatã grass (Uroclhoa brizantha cv. BRS Piatã) cultivated in clayey Latosol in the Brazilian Cerrado</title>
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    <updated>2026-03-28T12:05:11Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Biomass accumulation of Piatã grass (Uroclhoa brizantha cv. BRS Piatã) cultivated in clayey Latosol in the Brazilian Cerrado
Autoria: ABREU, L. F.; LANA, A. M. Q.; SOUZA, F. A. de; ALVES, B. J. R.; SILVA, E. A. da; TEIXEIRA, E. C.; CAMILO, M. G.
Conteúdo: O nitrogênio (N), é um dos nutrientes mais limitantes ao crescimento das gramíneas tropicais, promove maior acúmulo de biomassa e melhor qualidade da forragem. Dessa forma, objetivou -se, com esse estudo, avaliar o acúmulo de biomassa em Uroclhoa brizantha cv. BRS Piatã sob taxas crescentes de ureia. O estudo foi conduzido no Campo Experimental Santa Rita, da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais em Prudente de Morais, Minas Gerais, Brasil. A área foi dividida em 20 parcelas de 3 m² cada, em delineamento em blocos casualizados com quatro doses de nitrogênio (0, 50, 75 e 100 kg N ha⁻¹) na forma de ureia e cinco repetições. Foram avaliados dois ciclos: final do verão e outono. Antes do início de cada ciclo, a forrageira foi colhida a uma altura de restolho de 20 cm e ao final de cada ciclo foi colhida a uma altura de restolho de 3 cm. As amostras foram secas em estufa de ar forçado a 55°C até peso constante, pesadas e moídas em moinho Wiley. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA). Para o Ciclo 1, os resultados da biomassa da forragem não apresentaram diferença significativa (p = 0,817) entre os tratamentos (0, 50, 75 e 100 kg N ha⁻¹), o que pode estar associado à baixa disponibilidade de N após a aplicação de ureia a lanço. No Ciclo 2, o acúmulo de biomassa aumentou (p &lt; 0,001) em todos os tratamentos, com médias variando de 2.989,6 a 3.148,4 kg ha⁻¹, uma resposta tardia, porém positiva, à fertilização com N. Conclui -se que embora a produção de biomassa tenha melhorado com a entrada de nitrogênio no Ciclo 2, as respostas se estabilizaram em doses mais altas, indicando ganhos de eficiência limitados. Agradecimento: Fapemig e INCT-CA.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação do nitrogênio inorgânico do solo: amônio e nitrato em latossolo cultivado com capim-Piatã (Uroclhoa brizantha cv. BRS Piatã) no bioma Cerrado</title>
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    <updated>2026-03-28T12:04:36Z</updated>
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    <summary type="text">Título: Avaliação do nitrogênio inorgânico do solo: amônio e nitrato em latossolo cultivado com capim-Piatã (Uroclhoa brizantha cv. BRS Piatã) no bioma Cerrado
Autoria: CAMILO, M. G.; ABREU, L. F.; SILVA, E. A. da; GOMES, F. de K.; SILVA, K. T. da; SOUZA, F. A. de; ALVES, B. J. R.; TEIXEIRA, E. C.; MATRANGOLO, W. J. R.; LANA, A. M. Q.
Conteúdo: O estudo foi conduzido n oCampo Experimental Santa Rita da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais. No entanto,não houve diferença estatística significativa(p&gt;0,05) entre os tratamentos em nenhum dos eventos amostrais. Conclui que onitrogênio mineral do solo permaneceu semelhante entre os tratamentos,explicado,principalmente, pela alta variabilidade e rotatividade das formas</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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