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  <title>DSpace Coleção: Resumo em anais de congresso (CNPDIA)</title>
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  <subtitle>Resumo em anais de congresso (CNPDIA)</subtitle>
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  <updated>2026-04-07T18:48:25Z</updated>
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    <title>Rendimento do milho com e sem aplicação de hidrogel ao solo.</title>
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    <updated>2025-03-16T06:20:09Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Rendimento do milho com e sem aplicação de hidrogel ao solo.
Autoria: ZAGO, B. C.; ROCHA, L. A. L. da; BASSOI, L. H.
Conteúdo: O hidrogel é um material composto por redes poliméricas hidrofílicas capazes de absorver considerável quantidade de água sem comprometer sua forma tridimensional. O uso do hidrogel na agricultura pode ser uma alternativa para mitigar o efeito do déficit hídrico às plantas, pois retém a água, aumenta o seu armazenamento e a libera lentamente ao solo. Assim, este estudo investigou a aplicação ao solo de um hidrogel nanocompósito a base de argila montmorilonita de cálcio, e seus impactos na umidade do solo e na cultura do milho. O experimento avaliou três doses de hidrogel (1g, 3g e 5g) aplicados por metro linear de solo, além de uma testemunha que não recebeu hidrogel. Os tratamentos foram nomeados respectivamente como D0, D1, D2 e D3. Em 15 de setembro de 2023, foi realizada a semeadura mecânica por uma semeadora de quatro linhas a uma profundidade de 5cm, utilizando sementes de milho híbrido cv. P4285VYHR (Pioneer) de dupla aptidão. Os fertilizantes ureia, superfosfato simples e cloreto de potássio e o hidrogel foram aplicados manualmente a uma profundidade de 10 cm, em sulcos abertos paralelamente ao sulco de semeadura. As parcelas continham sete fileiras de plantas, espaçadas em 0,8 m, com cinco plantas por metro linear e 9 m de comprimento, totalizando uma área de 50,4 m². Aumidade do solo 3 -3 (ϴv (m *m )) foi monitorada durante o ciclo do milho na camada de 0-20 cm utilizando-se o sensor HydroSense II (Campbel, USA). A colheita das espigas ocorreu em 11 de janeiro de 2024 (118 DAS), quando foram medidos diversos índices agronômicos. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com repetição dentro do bloco e quatro tratamentos (D0, D1, D2 e D3). Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e aos testes de comparação de médias Tukey a 5% de probabilidade. A distribuição da chuva ocorreu durante todo o ciclo do milho, e o total precipitado 3 -foi de 384 mm. Os valores médios de ϴv foram 0,159, 0,162, 0,162 e 0,164 (ϴv (m *m3 3 -3 )); os valores máximos foram 0,229, 0,230, 0,245 e 0,239 (ϴv (m *m )); e valores mínimos foram 0,064, 0,069, 0,061 e 0,072 3 -3 (ϴv (m *m )), respectivamente para os tratamentos D0, D1, D2 e D3. Aaltura da planta, altura da inserção da espiga, diâmetro do colmo, diâmetro do colmo na inserção da espiga, número de internódios, internódio da inserção da espiga, a massa e diâmetro do sabugo, diâmetro da espiga, massa da palha, comprimento do grão, número de fileiras de grãos por espiga e massa seca de 100 grãos por espiga não apresentaram diferenças entre os tratamentos. Maiores comprimento de espiga, massa da espiga com e sem palha, maior número de grãos por fileira, número de grãos por espiga, massa úmida e massa dos grãos a 13% de umidade por espiga ocorreram no tratamento D2.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Condições para o ensaio mecânico do fruto Baru.</title>
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    <updated>2025-03-16T06:19:09Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Condições para o ensaio mecânico do fruto Baru.
Autoria: PESSOA, D. B.; GONCALVES, H. M.; BERTUCCI NETO, V.; PESSOA, J. D. C.
Conteúdo: As árvores Dipteryx alata, popularmente conhecidas como baru ou cumbaru, permitem diversas aplicações para sua madeira e fruto. Sua amêndoa, além de comestível possui um grande valor nutricional, que se popularizou apenas recentemente. Sua inserção no mercado, porém depende de soluções específicas para problemas gerais no escopo da Tecnologia de Alimentos, como a técnica de despolpamento, a caracterização do fruto, a técnica de extração da amêndoa e o desenvolvimento do maquinário, que viabilizaria a agroindústria do baru e permitiria a expansão do seu mercado. Os objetivos deste trabalho incluem a exploração da morfologia e características macroscópicas do fruto para familiarização do pesquisador com o objeto de estudo; e o desenvolvimento do procedimento de preparação do fruto para obtenção de propriedades mecânicas a serem obtidas por meio do ensaio de compressão. Durante a exploração morfológica foram determinadas as dimensões da câmara interna do fruto, maior que as dimensões da amêndoa. Outra importante observação é que a amêndoa não é aderida ao endocarpo, o que facilita muito o processo de extração. Após revisão bibliográfica, um lote de frutos originário do Cerrado brasileiro foi submetido aos primeiros ensaios de compressão fornecendo dados preliminares e levando à conclusão de que a resistência à compressão é exercida principalmente pelo Endocarpo. Por tentativa e erro descobriu-se que a imersão em água facilita a extração da polpa e os ensaios mecânicos foram repetidos com o equipamento EMIC L200. No primeiro ensaio foram avaliados os efeitos da aplicação da força em cada um dos três eixos ortogonais do fruto, concluindo-se que: i) O eixo 'b' (intermediário), favorece a ruptura do Endocarpo e não afeta a amêndoa se respeitados os limites de deformação do fruto; Asubmersão do fruto em água por 48 horas, além de favorecer a extração da polpa, favorece a extração da amêndoa, informação relevante para o desenvolvimento de máquinas industriais. Considerando ser um trabalho exploratório, o pequeno número de amostras indicou que a força de ruptura é da ordem de 5500 N podendo variar entre 4500 N e 6500 N; e que a amostra deve ser pré-tratada para viabilização dos ensaios mecânicos. O estudo permitiu também avançar para perguntas específicas como: qual o tempo mínimo de imersão do fruto em água? Qual o efeito da umidade do Endocarpo na força de ruptura? Qual a faixa de valores da força de ruptura esperada no universo de frutos de baru?</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Encapsulamento do fungo Aspergillus niger em matrizes lignocelulósicas para uso na agricultura como inoculante microbiano.</title>
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    <updated>2025-03-16T06:19:47Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Encapsulamento do fungo Aspergillus niger em matrizes lignocelulósicas para uso na agricultura como inoculante microbiano.
Autoria: MELO, G. H. S. de; MAJARON, V. F.; LODI, L. A.; FREITAS, A. J. de; BORTOLETTO-SANTOS, R.; RIBEIRO, C.; FARINAS, C. S.
Conteúdo: O uso de inoculantes microbianos vem se tornando uma alternativa ao uso de fertilizantes químicos no setor agroindustrial, visto que apresentam menor impacto ambiental e promovem menor emissão de gases do efeito estufa. No entanto, para garantir a eficácia desses inoculantes, é necessário desenvolver plataformas de carregamento, proteção e dispersão adequadas. Assim, este trabalho desenvolveu, caracterizou e avaliou a eficácia de matrizes biodegradáveis à base de nanofibras de celulose (NFC) e nanopartículas de lignina (NPL) para encapsular uma cepa do fungo filamentoso Aspergillus niger, com o objetivo de aumentar a proteção e vida útil do microrganismo contra estresses. O trabalho foi divido em três etapas: (i) preparação dos filmes poliméricos a base de NFC contendo proporções variadas de nanopartículas de lignina (0 a 0,75%); (ii) caracterização e avaliação dos nanocompósitospreparados; (iii) ensaio de viabilidade e liberação do microrganismo a partir dos filmes preparados. Os resultados de caracterização mostraram que a quantidade de nanolignina presente na matriz polimérica de NFC está diretamente relacionada à maior presença de fraturas nos filmes. Também, os testes de liberação mostraram que a matriz polimérica é capaz de liberar toda quantidade de microrganismo inoculado, assim como nenhum componente da formulação apresentou toxicidade nos ensaios em placa. Os experimentos de viabilidade do fungo frente a estresses abióticos revelaram que a presença das nanopartículas de lignina na matriz de NFC contribui para a proteção e viabilidade do microrganismo. Por fim, a matriz proposta permitiu compreender e obter um biomaterial com alto potencial para o encapsulamento e viabilidade de inoculantes microbianos.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Desenvolvimento de filmes inteligentes à base de proteínas e antocianinas obtidas de resíduos alimentares.</title>
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      <name>MATTOSO, L. H. C.</name>
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    <updated>2025-03-16T06:22:18Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Desenvolvimento de filmes inteligentes à base de proteínas e antocianinas obtidas de resíduos alimentares.
Autoria: SENTANIN, L.; OLIVEIRA FILHO, J. G. de; MENDES, J. F.; BONDANCIA, T. J.; MATTOSO, L. H. C.
Conteúdo: A vida útil de alimentos perecíveis é geralmente determinada por análises microbiológicas, químicas e sensoriais, mas esses métodos são caros e demorados. Métodos colorimétricos simples e de baixo custo, que detectam mudanças na qualidade dos alimentos em tempo real são alternativas promissoras. Neste sentido, filmes inteligentes funcionalizados com indicadores naturais de pH têm sido propostos para o monitoramento da qualidade de alimentos. Este estudo teve como objetivo desenvolver filmes inteligentes à base de zeína e gelatina, funcionalizados com extrato de repolho roxo rico em antocianinas (ERA) obtido de resíduos alimentares, e avaliar seu potencial como embalagem indicadora de pH para alimentos. Os filmes foram preparados pelo método de casting, combinando gelatina (12,5%), zeína (12,5%) e ERA em concentrações de 5%, 10% e 15% p/p (em base de biopolímero). Foram investigados o ângulo de contato, as propriedades mecânicas e térmicas dos filmes, assim como a mudança de cor em diferentes faixas de pH (2-11). A incorporação de ERA na matriz de zeína e gelatina aumentou o ângulo de contato dos filmes de 44° para valores entre 52° e 53°, tornando-os menos hidrofílicos. No entanto, a adição de ERAreduziu a estabilidade térmica e as propriedades mecânicas dos filmes, com a resistência à tração diminuindo de 13,33 MPa para 8,00-3,62 MPa e o alongamento na ruptura de 16,01% para 11,68-3,89%. Os filmes incorporados com ERA apresentaram mudança de cor em diferentes pHs, com valores de diferença perceptível de cor (ΔE) superiores a 3, indicando uma perceptível mudança de cor a olho nu. Entre os filmes desenvolvidos, aqueles com a maior concentração de ERA (15%) mostraram os maiores valores de ΔE, destacando uma mudança de cor mais acentuada e evidente. Portanto, os filmes à base de zeína e gelatina incorporados com ERA, especialmente na concentração 15%, mostraram potencial para serem usados como embalagens inteligentes para alimentos, atuando como indicadores de pH</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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