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  <title>DSpace Coleção: Artigo em anais de congresso (CPAMT)</title>
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  <subtitle>Artigo em anais de congresso (CPAMT)</subtitle>
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  <updated>2026-04-24T05:47:24Z</updated>
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    <title>Danos em vagens de soja cultivadas sob sistemas de integração lavoura-floresta – safra 2013/2014.</title>
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      <name>NUNES, N. R.</name>
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      <name>FERREIRA, F. T. R.</name>
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    <updated>2026-03-21T13:32:45Z</updated>
    <published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Danos em vagens de soja cultivadas sob sistemas de integração lavoura-floresta – safra 2013/2014.
Autoria: NUNES, N. R.; FERREIRA, F. T. R.; PITTA, R. M.
Conteúdo: A iLPF (integração Lavoura-Pecuária-Floresta) consiste de diferentes sistemas produtivos de grãos, fibras, madeira, carne, leite e agroenergia, implantados na mesma área, em consórcio, em rotação ou em sucessão, envolvendo o plantio de grãos, de pastagens e de cultivos arbóreos associados (TRECENTI &amp; HASS, 2008). Pitta et al. (2014) avaliaram a distribuição espacial de insetos-praga em soja cultivada em sistemas silviagrícolas utilizando método de caminhamento aleatório na cultura. Neste trabalho três pontos de amostragem com relação a distância entre ranks de eucalipto foram avaliados e pose-se observar que a incidência de lagartas foi maior no ponto entre os ranks. Já para percevejos, os autores observaram que Euschistus heros preferiu plantas localizadas na face sul dos ranks e que Dichelops spp. preferiu as plantas localizadas na face norte. Buscando alguns indicativos de perda de produtividade ocasionada pela presença de insetos, este trabalho objetivou avaliar se á distribuição espacial das plantas influenciam na porcentagem de danos de lagartas em vagens de soja cultivada em sistema silviagrícola. As coletas foram realizadas no campo experimental da Embrapa Agrossilvipastoril em Sinop-MT no final da safra 2013-2014 (latitude 110 51’ 43’’, longitude 550 35’ 27’’ Oeste e 384 m de altitude) em um projeto instalado em 2011 (“Estabelecimento e avaliação de sistemas de ILPF no estado de Mato Grosso”). Os sistemas silviagrícolas foram avaliados em 12 parcelas contendo três ranks de três linhas de eucalipto (árvores 2,5 anos) espaçados entre si por 30 m, sendo que nos espaços entre os ranks foi cultivada a soja.</summary>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Modelagem matemática da secagem de grãos de soja.</title>
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    <updated>2026-03-21T13:32:13Z</updated>
    <published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Modelagem matemática da secagem de grãos de soja.
Autoria: HOSCHER, R. H.; BOTELHO, F. M.; HAUTH, M. R.; BOTELHO, S. de C. C.
Conteúdo: A simulação e as informações teóricas relacionadas com as variações fisiológicas, químicas e físicas observadas em cada produto, durante a remoção de água, são muito importantes para o estudo de sistemas de secagem, desenvolvimento e otimização de equipamentos, visando a sua viabilidade comercial. Ressaltando-se a importância aprofundar estudos sobre secagem de produtos agrícolas, objetivou-se com este trabalho modelar e avaliar as curvas de secagem para soja [Glycine max (L.) Merril] , sob diferentes condições de temperatura do ar de secagem. Foram utilizados grãos de soja das variedades precoces NS7901RR e TMG1180RR, produzidos do município de Sinop/MT, na safra 2014/2015. Inicialmente os grãos foram submetidos a um processo de limpeza, sendo separados os grãos avariados e as impurezas. O teor de água inicial das amostras foi de 0,28 e 0,30 (b.s) para as variedades NS7901RR e TMG1180RR, respectivamente. O teor de água foi determinado pelo método gravimétrico, utilizando-se uma estufa com circulação forçada de ar a 105 °C por 24 h em três amostras de aproximadamente 30 g. As amostras foram submetidas à secagem numa estufa de circulação forçada de ar, nas temperaturas de 40, 50, 60 e 70 °C, sendo as mesmas dispostas em bandejas de chapa galvanizada contendo, aproximadamente, 750 g de produto em duas repetições.</summary>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Dinâmica populacional de lepidópteros em lavouras de soja sob sistema de integração lavoura-pecuária-floresta – safra 2014/2015.</title>
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      <name>FERREIRA, F. T. R.</name>
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    <updated>2026-03-21T13:32:31Z</updated>
    <published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Dinâmica populacional de lepidópteros em lavouras de soja sob sistema de integração lavoura-pecuária-floresta – safra 2014/2015.
Autoria: FERREIRA, F. T. R.; PITTA, R. M.; NUNES, N. R.; BARROS, S. K. A.
Conteúdo: A iLPF consiste de diferentes sistemas produtivos de grãos, fibras, madeira, carne, leite e agroenergia, implantados na mesma área, em consórcio, em rotação ou em sucessão, envolvendo o plantio de grãos, de pastagens e de cultivos arbóreos associados (TRECENTI &amp; HASS, 2008). Ao integrar sistemas agrícolas o ambiente torna-se mais complexo, garantindo uma maior biodiversidade resultante da disponibilidade de ambientes adequados para um maior número de espécies, favorecendo, por exemplo, a maior incidência de inimigos naturais e ataques menos severos de insetos-praga. Panizzi e Parra (2009) citam que quanto mais estruturado o agroecossistema, maior a sua estabilidade. Considerando a integração de lavouras dentro de uma proposta de iLPF, objetivou-se avaliar o efeito de sistemas produtivos sobre a dinâmica de lepidópteros em lavouras de soja no ano agrícola 2014/2015. Amostragens semanais foram realizadas no campo experimental da Embrapa Agrossilvipastoril em Sinop-MT (latitude 110 51’ 43’’, longitude 550 35’ 27’’ Oeste e 384 m de altitude) em um projeto instalado em 2011 (“Estabelecimento e avaliação de sistemas de ILPF no estado de Mato Grosso”). Os tratamentos avaliados foram: i. lavoura em monocultivo (L) com cultivo de soja em primeira safra e cultivo subsequente com milho consorciado com braquiária; ii. Sistema integração LavouraPecuária (ILP) com cultivo de lavoura nos dois primeiros anos, e cultivo de pasto nos dois anos subsequentes; iii. Sistema Lavoura-Floresta (LF), com cultivo de floresta (eucalipto), em renques com três linhas triplas de cultivo e espaçados 30 metros entre si, cultivando nas entrelinhas soja em primeira safra e cultivo subsequente com milho consorciado com braquiária; iv. Sistema ILPF, com cultivo da Floresta (eucalipto), em renques de com três linhas de cultivo espaçados 30 metros entre si, cultivado entre os renques soja em primeira safra e cultivo subsequente com milho consorciado com braquiária nos dois primeiros anos e pastagem de braquiária entre os renques nos dois anos subsequentes (ILPF 1); v. sistema ILPF, com cultivo de floresta (eucalipto), em renques com três linhas de cultivo e espaçados 30 metros entre si, cultivando anualmente, entre os renques, soja em primeira safra e cultivo subsequente com milho consorciado com braquiária, com colheita do milho e estabelecimento do pasto no inverno para pastejo animal (recria/terminação) (ILPF 2). O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com quatro repetições, sendo cada parcela composta por 2ha exceto o sistema de lavoura em monocultivo que cada parcela continha 1ha.</summary>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Propriedades físicas de grãos de soja de variedades precoces durante a secagem.</title>
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    <updated>2026-03-21T13:32:22Z</updated>
    <published>2015-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Propriedades físicas de grãos de soja de variedades precoces durante a secagem.
Autoria: HAUTH, M. R.; BOTELHO, F. M.; HOSCHER, R. H.; BOTELHO, S. de C. C.
Conteúdo: O trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Energia e Pós-Colheita pertencente ao Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais da Universidade Federal de Mato Grosso – Campus Sinop, Sinop (MT). Para a realização do experimento foram utilizados grãos de soja das cultivares NS7901RR e TMG1180RR, cultivadas no município de Sinop, na safra 2014/2015. Inicialmente os grãos foram limpos e selecionados, sendo retirados os avariados e material estranho. Os grãos de soja apresentavam teor de água inicial médio de 0,30 base seca (b.s.) para a variedade NS7901RR e de 0,27 (b.s.) para a variedade TMG1180RR. Para a determinação dos teores de água utilizou-se o método da estufa a 105 ± 1 ºC durante 24 h com três repetições (BRASIL, 2009). Os grãos foram submetidos à secagem em uma estufa com circulação forçada de ar, regulada à temperatura de 40 ºC. O acompanhamento da secagem foi feito por diferença de massa, conhecendo-se o teor de água inicial, até atingir o teor de água desejado, de pelo menos 0,15 (b.s.). A pesagem das amostras foi realizada em balança analítica da Shimadzu, modelo BL 3200H, com resolução de 0,01 g. O processo de secagem foi interrompido em teores de água de interesse, realizando-se as medições de algumas propriedades físicas.</summary>
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