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  <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro científico (CPAMT)</title>
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  <subtitle>Capítulo em livro científico (CPAMT)</subtitle>
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    <title>Sistemas de integração com teca.</title>
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    <updated>2025-03-16T04:04:05Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sistemas de integração com teca.
Autoria: BEHLING, M.; WRUCK, F. J.
Conteúdo: A intensificação sustentável do uso da terra é o caminho para conciliar a demanda crescente de produção de alimentos com a conservação de ecossistemas naturais. No Brasil, o segundo maior produtor de carne bovina do mundo (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes, 2020), a intensificação dos sistemas de produção, até então baseados em pastagens, é fundamental para melhorar a eficiência da produção e reduzir o desmatamento, uma vez que fazendas de gado de baixa produtividade e renda ocupam a maior parte da área agrícola. No setor de florestas plantadas, a monocultura é predominante e, no caso da teca (Tectona grandis L. f.), outros agravantes são: alto custo de implantação e manutenção, ciclo longo de produção (imobilização de capital) e, consequentemente, retorno financeiro demorado. Neste contexto, a estratégia de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) é uma oportunidade promissora no conjunto de possíveis estratégias de intensificação, pois tem o potencial de recuperar vastas áreas de pastagens degradadas, mitigar as emissões de gases de efeito estufa e, principalmente, atua como alternativa para minimizar os riscos e amortizar os custos advindos da implantação e da manutenção dos plantios de teca. Portanto, os sistemas ILPF constituem em uma forma de uso eficiente da terra, em que ocorre o consórcio entre a agricultura, a pecuária e a silvicultura, obtendo-se benefícios das interações ecológicas e, ou econômicas resultantes desta combinação (Balbino et al., 2011). Por conta da necessidade de alternativas tecnológicas e inovadoras, que tenham por objetivo o desenvolvimento socioeconômico regional e a substituição da monocultura, a teca tem seu lugar garantido como componente florestal, por ser considerada uma espécie de elevado valor econômico para o suprimento sustentável das necessidades de indústrias de base florestal, cujo principal produto é a madeira de qualidade para a fabricação de móveis de luxo, pisos, embarcações, além do aproveitamento dos resíduos e sobras de processamento para fins energéticos (Pelissari et al., 2014). É referida como a rainha das madeiras tropicais e, de acordo com o botânico alemão do século XIX, Sir Dietrich Brandis, ?a teca está para as espécies madeireiras, como o diamante entre as pedras preciosas e o ouro entre os metais?. A expectativa gerada pela teca plantada é alta por causa da elevada demanda por madeira, acompanhada da redução da sua oferta em florestas naturais devido à superexploração, ao desmatamento e à conversão para outros usos da terra. Embora a demanda anual de madeira das florestas plantadas de teca seja estimada em cerca de 30 milhões de m3 (Midgley et al., 2015), apenas 2,0-2,5 milhões de m3 são colhidos anualmente em florestas naturais e plantadas. Espera-se que esse nível de produção aumente, principalmente, com as florestas plantadas presentes na América do Sul e Central. Dessa forma, os sistemas ILPF, onde o componente florestal é a teca, são alternativas de sustentabilidade, pois estão alicerçados em princípios econômicos de utilização racional dos recursos naturais renováveis, sob exploração com menor impacto ao meio ambiente, capazes de gerar benefícios sociais, porém sem comprometer o potencial produtivo dos agroecossistemas regionais. Por outro lado, em regiões com pouca tradição florestal, existe a necessidade de introduzir o conceito de produtor florestal, que requer o desenvolvimento e a viabilização de tecnologias para obter madeira de teca com qualidade. Da mesma forma, a sinergia entre os componentes, que permitirá agregar valor ao sistema, só irá acontecer na medida em que o produtor se especializar no manejo e na condução das árvores de teca, com desbastes e podas planejadas. Assim, o objetivo deste capítulo é, portanto, apresentar e discutir diversos aspectos relacionados com a implantação de sistemas de ILPF que utilizam a teca como componente arbóreo, com especial ênfase no arranjo de plantio, na implantação e na condução das árvores.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Etnobotânica e análise da diversidade genética de variedades de mandioca cultivadas em Poconé, Mato Grosso.</title>
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      <name>OLER, J. L. R.</name>
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    <updated>2025-03-16T04:18:36Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Etnobotânica e análise da diversidade genética de variedades de mandioca cultivadas em Poconé, Mato Grosso.
Autoria: OLER, J. L. R.; HOOGERHEIDE, E. S. S.; TIAGO, A. V.; PINTO, J. M. A.
Conteúdo: Resumo: A região denominada Baixada Cuiabana é uma das poucas regiões do Mato Grosso que preserva as antigas características de comunidades de agricultores de subsistência que mantêm expressiva diversidade de mandioca (Manihot esculenta Crantz). O objetivo deste estudo foi caracterizar a diversidade genética de mandiocas mediante o conhecimento etnobotânico e marcadores microssatélites para compreender a dinâmica de conservação e manejo do acervo usado pelos agricultores da Comunidade São Benedito, Poconé, Mato Grosso. Para o inventário etnobotânico foram aplicadas entrevistas semiestruturadas em 10 unidades domésticas para obter informações sobre as mandiocas cultivadas, e das 11 variedades locais cultivadas foi realizada análise por marcadores microssatélites. Apesar da baixa diversidade etnobotânica (H?=2,05), foi encontrada alta heterozigosidade observada (Ho = 0,92) e diversidade gênica (He = 0,75). Os agricultores que sobrevivem basicamente do cultivo da mandioca e produção de farinha para comercialização, direcionam suas escolhas de variedades para as mais produtivas e menos suscetíveis ao ataque de pragas. A variedade Brava foi a mais frequente (80% das roças) e é apontada como a mais rentável para a produção de farinha, sendo uma importante fonte de recurso genético para programas de melhoramento. Através da análise de rede pode-se observar que a rede de circulação de propágulos e informações ocorre entre os moradores e também com outras comunidades da região. Dois agricultores foram identificados como os mais atuantes nas trocas. De acordo com o agrupamento e análise de coordenadas principais feitos utilizando os dados genéticos, as variedades introduzidas mais recentemente separam-se das introduzidas há mais tempo. Os resultados apontam que as variedades possuem uma alta diversidade genética entre si, porém os agricultores da comunidade apresentam baixa diversidade etnobotânica quando comparada a outras comunidades. | Abstract: The region called Baixada Cuiabana is one of the few regions of Mato Grosso that preserves the ancient characteristics of subsistence farming communities that maintain a significant diversity of cassava (Manihot esculenta Crantz). The objective of this study was to characterize the genetic diversity of cassava through ethnobotanical knowledge and microsatellite markers to understand the dynamics of conservation and management of the collection used by farmers in the São Benedito Community, Poconé, Mato Grosso. For the ethnobotanical inventory, semi-structured interviews were applied in 10 household units to obtain information about the cassava grown, and of the 11 local varieties grown, analysis was performed by microsatellite markers. Despite the low ethnobotanical diversity (H?=2.05), high observed heterozygosity (Ho = 0.92) and gene diversity (He = 0.75) were found. Farmers who survive basically on the cultivation of cassava and production of flour for commercialization, direct their choices of varieties to the most productive and less susceptible to pest attack. The variety Brava was the most frequent (80% of the farms) and is pointed out as the most profitable for flour production, being an important source of genetic resource for improvement programs. Through the network analysis it can be observed that the network of circulation of propagules and information occurs among the residents and also with other communities in the region. Two farmers were identified as the most active in the exchanges. According to the clustering and principal coordinates analysis done using the genetic data, the most recently introduced varieties are separated from those introduced longer ago. The results indicate that the varieties have a high genetic diversity among themselves, but the farmers in the community have low ethnobotanical diversity when compared to other communities.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Biologia, hospedeiros e manejo de pulgões em milho.</title>
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      <name>MENDES, S. M.</name>
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    <updated>2022-01-28T01:56:10Z</updated>
    <published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Biologia, hospedeiros e manejo de pulgões em milho.
Autoria: PITTA, R. M.; MENDES, S. M.
Conteúdo: O aumento da produção de milho na segunda safra no país trouxe consigo, dentre outros, o aumento da importância econômica de pulgões, sendo Rhopalosiphum maidis a principal espécie, ocorrendo principalmente no final do período vegetativo e início do período reprodutivo. Vários sintomas são relatados na lavoura em função do ataque intenso dessa praga, 1) transmissão de viroses à planta, 2) crescimento de fungos oportunistas (fumagina) em função da grande produção de honeydew sobre a folha, e finalmente, o sintoma mais raro, 3) a possibilidade da redução de polinização das espigas. Diante desse cenário, este capítulo sumariza as principais informações sobre a biologia da praga, seus principais hospedeiros e as estratégias para seu controle, bem como aborda a provável relação entre o aumento da frequência de controle da cigarrinha Dalbulus maidis (DeLong e Wolcot) (Homoptera: Cicadellidae) (vetora de fitopatógenos em milho) com o aumento da importância dos pulgões na cultura. Para embasar essa hipótese, realizou-se uma pesquisa on-line com produtores e consultores envolvidos com o cultivo milho. Os resultados revelam aumento da aplicação de inseticidas para o controle dessa praga, sobretudo o percentual de produtores que realizam mais de uma aplicação. Vale aqui ressaltar a importância do monitoramento da praga e o respeito de seu nível de controle como bases técnicas na tomada de decisão de controle a fim de garantir o uso rentável, eficaz e sustentável dos inseticidas nas lavouras.</summary>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Caracterização, distribuição geográfica, aptidão de uso e manejo de plintossolos em Mato Grosso.</title>
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      <name>SPERA, S. T.</name>
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      <name>REIS, J. A. V. dos</name>
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    <updated>2021-12-15T22:20:07Z</updated>
    <published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Caracterização, distribuição geográfica, aptidão de uso e manejo de plintossolos em Mato Grosso.
Autoria: SPERA, S. T.; ABREU, D. C. de; ANDREASSE, K. F.; REIS, J. A. V. dos
Conteúdo: Os plintossolos são solos minerais formados sob condições de restrição à percolação de água, sujeitos aos efeitos temporários do excesso de água; são solos imperfeitamente ou mal drenados, que se caracterizam fundamentalmente por possuírem expressiva plintização, com ou sem petroplintita (horizonte litoplíntico) (OLIVEIRA, 2008). Os solos com plintita e concreções ferruginosas ocorrem em grandes extensões de terra no Brasil (LEPSCH, 2011). As principais áreas de solos com plintita ou petroplintita no país ocorrem na região do Amazonas, Baixada Maranhense, Piauí setentrional, Amapá, Ilha de Marajó, sudoeste de Tocantins, norte de Goiás, Pantanal, leste e sudoeste de Mato Grosso e Ilha do Bananal (ANJOS et al., 2007; COELHO; VIDAL TORRADO; LADEIRA, 2001; OLIVEIRA, JACOMINE; COUTO, 2017), regiões nas quais as condições de alta precipitação pluvial se alternam com período prolongado de decréscimo acentuado das chuvas. Encontram-se em relevo plano a suave-ondulado e ocupam cerca de 6% do território brasileiro. A plintita é definida como uma formação constituída de mistura de material de argila com grãos de quartzo e outros minerais, pobre em carbono e rica em ferro (Fe), ou Fe e alumínio (Al), que, sob vários ciclos de umedecimento e secagem, consolida-se irreversivelmente (OLIVEIRA, 2008; SANTOS et al., 2018). A gênese da plintita está relacionada a segregação, mobilização, transporte e concentração de íons e compostos de Fe. O Fe ora existente tanto pode ser proveniente do material de origem, como translocado de outros horizontes ou proveniente de áreas adjacentes de maior elevação (LEPSCH, 2011).</summary>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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