<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Coleção: Resumo em anais de congresso (CPPSUL)</title>
  <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/288" />
  <subtitle>Resumo em anais de congresso (CPPSUL)</subtitle>
  <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/288</id>
  <updated>2026-05-01T19:21:19Z</updated>
  <dc:date>2026-05-01T19:21:19Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Avaliação de cordeiras das raças Crioula Lanada e Corriedale mantidas em campo natural. 1. Medidas in vivo e na carcaça.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186479" />
    <author>
      <name>VAZ, C. M. S. L.</name>
    </author>
    <author>
      <name>MUNIZ, E. N.</name>
    </author>
    <author>
      <name>BRICARELLO, P. A.</name>
    </author>
    <author>
      <name>CARVALHO, S.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186479</id>
    <updated>2026-04-29T14:48:44Z</updated>
    <published>1999-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação de cordeiras das raças Crioula Lanada e Corriedale mantidas em campo natural. 1. Medidas in vivo e na carcaça.
Autoria: VAZ, C. M. S. L.; MUNIZ, E. N.; BRICARELLO, P. A.; CARVALHO, S.
Conteúdo: O comércio de ovinos para abate é feito mediante a escolha do animal vivo pelo fenótipo, assumindo importância relevante o tamanho e a condição corporal. Neste trabalho pretendeu-se quantificar algumas medidas corporais e de carcaças de cordeiras das raças Crioula Lanada, considerada uma raça nativa e Corriedale, genótipo especializado na produção de carne e lã, sendo ainda a raça mais difundida na região sul do Brasil, ambas pertencentes à Embrapa Pecuária Sul, em Bagé, Rio Grande do Sul. Foram utilizados oito animais por raça, com sete meses de idade, criados em campo natural composto principalmente por Axonopus affinis, Paspalum notatum e a invasora conhecida por capim Annoni (Eragrostis plana). Ao desmame foram dosificados, permanecendo na mesma área por nove semanas sem medicação anti-helmíntica, quando foram abatidos. As medidas in vivo foram realizadas momentos antes do abate e as medidas de carcaça após o resfriamento, em câmara frigorífica a 2ºC, por 24 horas. Obteve-se as seguintes médias, (± erro padrão) em cm. Medidas in vivo: comprimento corporal: 54,69 (± 2,73) e 52,81 (± 2,72); perímetro torácico: 64,06 (± 4,72) e 63,56 (± 2,95); altura: 52,63 (± 3,11) e 53,56 (± 3,22); comprimento de perna: 47,38 (± 3,02) e 47,19 (± 3,64). Medidas na carcaça: Comprimento: 49,6 (± 2,48) e 48,03 (± 2,18); comprimento de quarto: 31,63 (± 1,50) e 31,74 (± 1,08); profundidade de peito: 22,15 (± 1,03) e 22,51 (± 4,54); compacidade (kg/cm): 133,26 (± 19,91) e 117,35 (± 11,49) para Crioula e Corriedale, respectivamente. Para todas as variáveis estudadas, não foram encontradas diferenças significativas (P³0,05) entre os fenótipos. Sob condições naturais de manejo extensivo de criação, as cordeiras das raças Crioula Lanada e Corriedale apresentaram medidas de corpo (in vivo) e de carcaça semelhantes, quando realizadas com animais apresentando mesma idade e manejo sanitário.</summary>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Avaliação de cordeiros das raças Crioula Lanada e Corriedale em pastagem natural 3. Composição regional da carcaça.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186481" />
    <author>
      <name>VAZ, C. M. S. L.</name>
    </author>
    <author>
      <name>BRICARELLO, P. A.</name>
    </author>
    <author>
      <name>MUNIZ, E. N.</name>
    </author>
    <author>
      <name>CARVALHO, S.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186481</id>
    <updated>2026-04-29T14:48:51Z</updated>
    <published>1999-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação de cordeiros das raças Crioula Lanada e Corriedale em pastagem natural 3. Composição regional da carcaça.
Autoria: VAZ, C. M. S. L.; BRICARELLO, P. A.; MUNIZ, E. N.; CARVALHO, S.
Conteúdo: Na Embrapa Pecuária Sul, em Bagé, Rio Grande do Sul, está sendo conservada a Ovelha Crioula Lanada cuja caracterização produtiva envolve a aptidão carne. O objetivo deste trabalho foi quantificar as diferentes partes (quarto, paleta, costilhar e pescoço) e suas devidas proporções nas carcaças de cordeiras da raça Crioula Lanada, tendo como controle a raça Corriedale, especializada na produção de carne e lã. Foram utilizados oito animais de cada raça, nascidos na primavera de 1997 e manejados em campo natural. Ao desmame, com 120 dias de idade, foram dosificados com anti-helmíntico e permaneceram por nove semanas sem medicação, quando foram abatidos. As carcaças foram resfriadas durante 24 horas em câmara fria a 2oC e posteriormente submetidas ao corte. Os valores médios para pesos de costilhar, pescoço, paleta e quarto das cordeiras da raça Crioula Lanada: 1131,98; 305,3; 663,71; 1144,98 g e das cordeiras da raça Corriedale: 909,41; 264,78; 609,55; 955,23 g, respectivamente para cada parte considerada. As proporções de costilhar, pescoço, paleta e quarto em relação à carcaça fria foram: 34,6; 9,4; 20,6; 35,4 % para a raça Crioula Lanada e 33,1; 9,7; 22,4; 34,8 % para a raça Corriedale. Exceto maior percentual de paleta (P&lt;0,05) na raça Corriedale, não se observaram outras diferenças significativas entre as raças. Os resultados sugerem que as cordeiras da raça Crioula Lanada, quando manejadas em campo natural sem o uso de drogas anti-helmínticas, apresentam composição regional de carcaça semelhante às cordeiras da raça Corriedale. Entretanto, outras investigações devem ser realizadas utilizando maior número de animais.</summary>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Caracterização da produção de lã da ovelha crioula.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186484" />
    <author>
      <name>VAZ, C. M. S. L.</name>
    </author>
    <author>
      <name>VAZ, C. S. L.</name>
    </author>
    <author>
      <name>BRICARELLO, P. A.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186484</id>
    <updated>2026-04-29T14:49:02Z</updated>
    <published>1999-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Caracterização da produção de lã da ovelha crioula.
Autoria: VAZ, C. M. S. L.; VAZ, C. S. L.; BRICARELLO, P. A.
Conteúdo: Um dos principais atributos produtivos da Ovelha Crioula é a lã utilizada no consumo doméstico das propriedades rurais do sul brasileiro. A Lã Crioula, por ser naturalmente colorida, constitui-se na matéria prima ideal para a geração de renda na economia familiar através da tecelagem de lã crua. O aproveitamento da Lã Crioula na tecelagem rústica, varia de artigos para vestuário, utilizando a fibra suave dos cordeiros, a utilitários (xergões, colchas, cobertores) e decoração (tapeçarias, adereços). Os consumidores preferem estes produtos pela durabilidade, facilidade de limpeza e exotismo. Avaliou-se durante 13 anos a produção de lã das matrizes conservadas in situ no Núcleo de Conservação “in situ” de Ovelha Crioula Lanada, na Embrapa Pecuária Sul, Bagé, Rio Grande do Sul. Os resultados mostraram que 1.540 ovelhas, de diferentes idades e ecótipos, produziram 1,97 kg (± 0,2) de lã suja/unidade animal, com variação conforme a idade, de 2,17 kg (dois anos) até 1,09 kg (15 anos). O rendimento ao lavado indicou 69,21% de aproveitamento e peso de velo limpo de 1,39 kg (± 0,13) variando de 1,6 kg (dois anos) a 690 g (aos 12 anos de idade). O garreio pesou 76 g (± 0,29). Comprimento de mecha: 26,4 cm (± 6,21), variação de 29,12 cm (dois anos) a 11,15 cm (aos 15 anos de vida). A variedade Fronteira apresentou mechas lisas ou discretamente onduladas com comprimento médio de 27,2 cm, variando de 43 cm (animais jovens) a 6 cm (ovelhas velhas). A variedade Serrana apresentou mechas ligeiramente onduladas, com entrelaçamento de fibras e comprimento médio da ordem de 23,4 cm, variando de 37 cm (ovinos jovens) a 9 cm (ovelhas velhas). Aliado às características desejáveis, a quantificação da produção de lã permite elaborar planos para organizar a cadeia produtiva da Ovelha Crioula no mercado consumidor.</summary>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Coleta de germoplasma da gramínea forrageira Bromus auleticus no estado do Rio Grande do Sul - Brasil.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186443" />
    <author>
      <name>GOMES, K. E.</name>
    </author>
    <author>
      <name>OLIVEIRA, J. C. P.</name>
    </author>
    <author>
      <name>DUTRA, G. M.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186443</id>
    <updated>2026-04-28T18:14:02Z</updated>
    <published>1999-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Coleta de germoplasma da gramínea forrageira Bromus auleticus no estado do Rio Grande do Sul - Brasil.
Autoria: GOMES, K. E.; OLIVEIRA, J. C. P.; DUTRA, G. M.
Conteúdo: As pastagens naturais da Região Sul do Brasil apresentam um grande número de espécies nativas com potencial forrageiro e com alta diversidade inter e intraespecífica, constituindo importante fonte de variabilidade para o melhoramento genético de plantas forrageiras. Uma dessas espécies é a gramínea perene Bromus auleticus, que apresenta várias qualidades para ser domesticada e utilizada como planta forrageira cultivada, tais como produção de forragem de alta qualidade no período do inverno, produção de sementes e rusticidade. O objetivo desse trabalho foi obter germoplasma do maior número possível de acessos de Bromus auleticus no Estado do Rio Grande do Sul, para caracterizar, conservar e disponibilizar a variabilidade para um programa de melhoramento genético de forrageiras de inverno. A coleta foi realizada através de expedições de um a dois dias, no final do período de produção de sementes, correspondido entre 28/11/98 a 18/12/98, em populações existentes nas faixas de domínio das estradas. Foram feitas exsicatas para a documentação dos acessos e incorporação ao acervo do herbário do CPPSUL (Herbário CNPO), e registrados os dados de passaporte em cadernetas formatadas. Os acessos foram numerados e as sementes foram secas, trilhadas, subdivididas e colocadas em câmaras frias para a conservação de médio prazo, em Bagé - RS, e longo prazo no CENARGEN, em Brasília - DF, onde receberam o código BRA. A lista dos nove acessos coletados em sete municípios com seus códigos e coordenadas é a seguinte: Bagé, BRA 001279 (31°11’S, 53°50’W), BRA 001287 (31°10’S, 53°49’W), BRA 001325 (31°09’S, 53°48’W); Pinheiro Machado, BRA 001317 (31°33’S, 53°25’W); Dom Pedrito, BRA 001295 (31°04’S, 54°30’W); Livramento, BRA 001309 (30°33’S, 56°07’W); Júlio de Castilhos, BRA 001333 (29°20’S, 53°40’W); Muitos Capões, BRA 001341 (28°19’S, 51°14’W); Vacaria, BRA 001350 (28°29’S, 50°54’W). Foram marcadas mais populações em Livramento (30°32’S, 56°08’W) e Cruz Alta (28°43’S, 53°36’W e 28°37’S, 53°26’W). Também foram coletados 17 acessos de outras espécies de inverno, com destaque para as leguminosas Adesmia latifolia e Lathyrus pubescens e a gramínea Hordeum stenostachys. Recomenda-se a realização de novas coletas, para ampliar a disponibilidade de germoplasma dos acessos conhecidos e obter novos, devido a grande pressão antrópica sobre os locais de ocorrência dessas espécies.</summary>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

