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  <title>DSpace Coleção: Resumo em anais de congresso (CPPSUL)</title>
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  <subtitle>Resumo em anais de congresso (CPPSUL)</subtitle>
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  <updated>2026-05-22T20:15:02Z</updated>
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    <title>Caracterização da produção de lã da ovelha crioula.</title>
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    <updated>2026-05-09T15:12:37Z</updated>
    <published>1999-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Caracterização da produção de lã da ovelha crioula.
Autoria: VAZ, C. M. S. L.; VAZ, C. S. L.; BRICARELLO, P. A.
Conteúdo: Um dos principais atributos produtivos da Ovelha Crioula é a lã utilizada no consumo doméstico das propriedades rurais do sul brasileiro. A Lã Crioula, por ser naturalmente colorida, constitui-se na matéria prima ideal para a geração de renda na economia familiar através da tecelagem de lã crua. O aproveitamento da Lã Crioula na tecelagem rústica, varia de artigos para vestuário, utilizando a fibra suave dos cordeiros, a utilitários (xergões, colchas, cobertores) e decoração (tapeçarias, adereços). Os consumidores preferem estes produtos pela durabilidade, facilidade de limpeza e exotismo. Avaliou-se durante 13 anos a produção de lã das matrizes conservadas in situ no Núcleo de Conservação “in situ” de Ovelha Crioula Lanada, na Embrapa Pecuária Sul, Bagé, Rio Grande do Sul. Os resultados mostraram que 1.540 ovelhas, de diferentes idades e ecótipos, produziram 1,97 kg (± 0,2) de lã suja/unidade animal, com variação conforme a idade, de 2,17 kg (dois anos) até 1,09 kg (15 anos). O rendimento ao lavado indicou 69,21% de aproveitamento e peso de velo limpo de 1,39 kg (± 0,13) variando de 1,6 kg (dois anos) a 690 g (aos 12 anos de idade). O garreio pesou 76 g (± 0,29). Comprimento de mecha: 26,4 cm (± 6,21), variação de 29,12 cm (dois anos) a 11,15 cm (aos 15 anos de vida). A variedade Fronteira apresentou mechas lisas ou discretamente onduladas com comprimento médio de 27,2 cm, variando de 43 cm (animais jovens) a 6 cm (ovelhas velhas). A variedade Serrana apresentou mechas ligeiramente onduladas, com entrelaçamento de fibras e comprimento médio da ordem de 23,4 cm, variando de 37 cm (ovinos jovens) a 9 cm (ovelhas velhas). Aliado às características desejáveis, a quantificação da produção de lã permite elaborar planos para organizar a cadeia produtiva da Ovelha Crioula no mercado consumidor.</summary>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação de cordeiras das raças Crioula Lanada e Corriedale mantidas em campo natural. 1. Medidas in vivo e na carcaça.</title>
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    <updated>2026-05-09T15:12:35Z</updated>
    <published>1999-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação de cordeiras das raças Crioula Lanada e Corriedale mantidas em campo natural. 1. Medidas in vivo e na carcaça.
Autoria: VAZ, C. M. S. L.; MUNIZ, E. N.; BRICARELLO, P. A.; CARVALHO, S.
Conteúdo: O comércio de ovinos para abate é feito mediante a escolha do animal vivo pelo fenótipo, assumindo importância relevante o tamanho e a condição corporal. Neste trabalho pretendeu-se quantificar algumas medidas corporais e de carcaças de cordeiras das raças Crioula Lanada, considerada uma raça nativa e Corriedale, genótipo especializado na produção de carne e lã, sendo ainda a raça mais difundida na região sul do Brasil, ambas pertencentes à Embrapa Pecuária Sul, em Bagé, Rio Grande do Sul. Foram utilizados oito animais por raça, com sete meses de idade, criados em campo natural composto principalmente por Axonopus affinis, Paspalum notatum e a invasora conhecida por capim Annoni (Eragrostis plana). Ao desmame foram dosificados, permanecendo na mesma área por nove semanas sem medicação anti-helmíntica, quando foram abatidos. As medidas in vivo foram realizadas momentos antes do abate e as medidas de carcaça após o resfriamento, em câmara frigorífica a 2ºC, por 24 horas. Obteve-se as seguintes médias, (± erro padrão) em cm. Medidas in vivo: comprimento corporal: 54,69 (± 2,73) e 52,81 (± 2,72); perímetro torácico: 64,06 (± 4,72) e 63,56 (± 2,95); altura: 52,63 (± 3,11) e 53,56 (± 3,22); comprimento de perna: 47,38 (± 3,02) e 47,19 (± 3,64). Medidas na carcaça: Comprimento: 49,6 (± 2,48) e 48,03 (± 2,18); comprimento de quarto: 31,63 (± 1,50) e 31,74 (± 1,08); profundidade de peito: 22,15 (± 1,03) e 22,51 (± 4,54); compacidade (kg/cm): 133,26 (± 19,91) e 117,35 (± 11,49) para Crioula e Corriedale, respectivamente. Para todas as variáveis estudadas, não foram encontradas diferenças significativas (P³0,05) entre os fenótipos. Sob condições naturais de manejo extensivo de criação, as cordeiras das raças Crioula Lanada e Corriedale apresentaram medidas de corpo (in vivo) e de carcaça semelhantes, quando realizadas com animais apresentando mesma idade e manejo sanitário.</summary>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação de cordeiros das raças Crioula Lanada e Corriedale em pastagem natural 3. Composição regional da carcaça.</title>
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    <updated>2026-05-09T15:12:36Z</updated>
    <published>1999-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação de cordeiros das raças Crioula Lanada e Corriedale em pastagem natural 3. Composição regional da carcaça.
Autoria: VAZ, C. M. S. L.; BRICARELLO, P. A.; MUNIZ, E. N.; CARVALHO, S.
Conteúdo: Na Embrapa Pecuária Sul, em Bagé, Rio Grande do Sul, está sendo conservada a Ovelha Crioula Lanada cuja caracterização produtiva envolve a aptidão carne. O objetivo deste trabalho foi quantificar as diferentes partes (quarto, paleta, costilhar e pescoço) e suas devidas proporções nas carcaças de cordeiras da raça Crioula Lanada, tendo como controle a raça Corriedale, especializada na produção de carne e lã. Foram utilizados oito animais de cada raça, nascidos na primavera de 1997 e manejados em campo natural. Ao desmame, com 120 dias de idade, foram dosificados com anti-helmíntico e permaneceram por nove semanas sem medicação, quando foram abatidos. As carcaças foram resfriadas durante 24 horas em câmara fria a 2oC e posteriormente submetidas ao corte. Os valores médios para pesos de costilhar, pescoço, paleta e quarto das cordeiras da raça Crioula Lanada: 1131,98; 305,3; 663,71; 1144,98 g e das cordeiras da raça Corriedale: 909,41; 264,78; 609,55; 955,23 g, respectivamente para cada parte considerada. As proporções de costilhar, pescoço, paleta e quarto em relação à carcaça fria foram: 34,6; 9,4; 20,6; 35,4 % para a raça Crioula Lanada e 33,1; 9,7; 22,4; 34,8 % para a raça Corriedale. Exceto maior percentual de paleta (P&lt;0,05) na raça Corriedale, não se observaram outras diferenças significativas entre as raças. Os resultados sugerem que as cordeiras da raça Crioula Lanada, quando manejadas em campo natural sem o uso de drogas anti-helmínticas, apresentam composição regional de carcaça semelhante às cordeiras da raça Corriedale. Entretanto, outras investigações devem ser realizadas utilizando maior número de animais.</summary>
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    <title>Contagem de OPG em ovinos da raça Crioula Lanada, naturalmente infectados, na região sul do Brasil.</title>
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    <updated>2026-05-09T15:12:16Z</updated>
    <published>1999-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Contagem de OPG em ovinos da raça Crioula Lanada, naturalmente infectados, na região sul do Brasil.
Autoria: NUNES, A. P.; VAZ, C. M. S. L.; BRICARELLO, P. A.; BERNE, M. E.; BORBA, M. F. S.; OLIVEIRA, A. C. de
Conteúdo: A distribuição de endoparasitas gastrintestinais em uma população ovina, dentro de um rebanho, possui grande influência sobre a sua produção . Buscam-se atualmente alternativas não-medicamentosas para reduzir as perdas produtivas pela parasitose, bem como produzir produtos livres de resíduos químicos, através da utilização de ovinos que sejam geneticamente resistentes aos parasitos. Para isto, deve-se conhecer o comportamento do rebanho frente aos helmintos, o qual pode ser medido fenotipicamente pelas contagens de OPG ( Ovos por Grama), após infecção. Dentro desta linha, procura-se nas raças ovinas já adaptadas ao ambiente, animais que estejam nas mesmas condições de infecção, mas que não adquiram altos valores de OPG. Com o objetivo de caracterizar a raça ovina Crioula Lanada quanto às contagens de OPG, foram utilizados 243 cordeiros nascidos nos anos de 1997e 1998, do rebanho pertencente ao Núcleo de Conservação “in situ” da Ovelha Crioula Lanada da Embrapa Pecuária Sul, localizado em Bagé – RS. No momento de desmame, os cordeiros receberam uma dose de anti-helmíntico, seguida da sua manuntenção em pastagens altamente contaminadas. Os dados de coprocultura revelaram que 99% das larvas de parasitos eram de Haemonchus contortus , e que ocorriam contagens de OPG com distribuição normal; onde 11,9% dos cordeiros apresentaram OPG zero ou muito baixo, opostamente a 11,5% que estavam com OPG considerado extremamente alto(até 12.000) . Os resultados demonstram que, por apresentarem uma pequena parcela com contagem de ovos de parasitos muito baixa ou até ausente, potencialmente representando que contenham uma carga parasitária também mínima, ovinos da raça Crioula Lanada podem ser avaliados geneticamente, quanto a sua resistência ou não aos parasitos gastrintestinais.</summary>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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