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  <title>DSpace Communidade: Embrapa Pecuária Sul (CPPSUL)</title>
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  <subtitle>Embrapa Pecuária Sul (CPPSUL)</subtitle>
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    <title>Coleta de germoplasma da gramínea forrageira Bromus auleticus no estado do Rio Grande do Sul - Brasil.</title>
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    <updated>2026-04-28T18:14:02Z</updated>
    <published>1999-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Coleta de germoplasma da gramínea forrageira Bromus auleticus no estado do Rio Grande do Sul - Brasil.
Autoria: GOMES, K. E.; OLIVEIRA, J. C. P.; DUTRA, G. M.
Conteúdo: As pastagens naturais da Região Sul do Brasil apresentam um grande número de espécies nativas com potencial forrageiro e com alta diversidade inter e intraespecífica, constituindo importante fonte de variabilidade para o melhoramento genético de plantas forrageiras. Uma dessas espécies é a gramínea perene Bromus auleticus, que apresenta várias qualidades para ser domesticada e utilizada como planta forrageira cultivada, tais como produção de forragem de alta qualidade no período do inverno, produção de sementes e rusticidade. O objetivo desse trabalho foi obter germoplasma do maior número possível de acessos de Bromus auleticus no Estado do Rio Grande do Sul, para caracterizar, conservar e disponibilizar a variabilidade para um programa de melhoramento genético de forrageiras de inverno. A coleta foi realizada através de expedições de um a dois dias, no final do período de produção de sementes, correspondido entre 28/11/98 a 18/12/98, em populações existentes nas faixas de domínio das estradas. Foram feitas exsicatas para a documentação dos acessos e incorporação ao acervo do herbário do CPPSUL (Herbário CNPO), e registrados os dados de passaporte em cadernetas formatadas. Os acessos foram numerados e as sementes foram secas, trilhadas, subdivididas e colocadas em câmaras frias para a conservação de médio prazo, em Bagé - RS, e longo prazo no CENARGEN, em Brasília - DF, onde receberam o código BRA. A lista dos nove acessos coletados em sete municípios com seus códigos e coordenadas é a seguinte: Bagé, BRA 001279 (31°11’S, 53°50’W), BRA 001287 (31°10’S, 53°49’W), BRA 001325 (31°09’S, 53°48’W); Pinheiro Machado, BRA 001317 (31°33’S, 53°25’W); Dom Pedrito, BRA 001295 (31°04’S, 54°30’W); Livramento, BRA 001309 (30°33’S, 56°07’W); Júlio de Castilhos, BRA 001333 (29°20’S, 53°40’W); Muitos Capões, BRA 001341 (28°19’S, 51°14’W); Vacaria, BRA 001350 (28°29’S, 50°54’W). Foram marcadas mais populações em Livramento (30°32’S, 56°08’W) e Cruz Alta (28°43’S, 53°36’W e 28°37’S, 53°26’W). Também foram coletados 17 acessos de outras espécies de inverno, com destaque para as leguminosas Adesmia latifolia e Lathyrus pubescens e a gramínea Hordeum stenostachys. Recomenda-se a realização de novas coletas, para ampliar a disponibilidade de germoplasma dos acessos conhecidos e obter novos, devido a grande pressão antrópica sobre os locais de ocorrência dessas espécies.</summary>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Determinação do modo de reprodução de Bromus auleticus.</title>
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    <updated>2026-04-28T18:55:00Z</updated>
    <published>1999-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Determinação do modo de reprodução de Bromus auleticus.
Autoria: OLIVEIRA, J. C. P.; SILVEIRA, L. R. M.; MORAES, C. O. C.; SARMENTO, M. B.; XAVIER, H. C.
Conteúdo: Bromus auleticus é uma gramínea perene, nativa dos campos meridionais do Brasil, que vem sendo avaliada sob vários aspectos agronômicos e apresenta grande potencial para uso futuro em cultivo como forrageira de clima temperado. O trabalho foi conduzido na Embrapa Pecuária Sul, em Bagé – RS – Brasil, entre os anos de 1993 e 1997, na coleção de plantas individuais de 48 acessos provenientes do Uruguai. O objetivo foi determinar o modo de reprodução desta espécie, importante para futuros trabalhos de multiplicação e melhoramento genético. Nos dois primeiros anos, foram isoladas dez plantas individuais para verificar se haveria ou não produção de sementes. Em 1995 foi realizado o levantamento da pilosidade das lâminas das folhas de todas as plantas. Foram identificados três grupos de plantas, que apresentavam os seguintes fenótipos: folhas glabras (PG); folhas com pelos em uma das faces (P1); folhas com pelos nas duas faces (P2). Utilizando-se este caráter como marcador, foi realizado um teste de progênie com as sementes colhidas na coleção com polinização livre. Por último, foram feitos cruzamentos dialélicos entre plantas de um mesmo grupo e entre as plantas dos diferentes grupos para avaliar a hipótese de incompatibilidade genética. Em todos os anos foram anotadas as datas do início do florescimento (antese) de cada um dos acessos. Quanto ao isolamento de plantas individuais, não se obteve produção de sementes nos dois anos em que se realizou este procedimento, indicando que a espécie é alógama e provavelmente autoincompatível, uma vez que as plantas são hermafroditas e não há separação temporal entre o amadurecimento do grão de pólen e do estigma. O teste de progênie mostrou que havia progênies uniformes para o caráter estudado, nas quais ocorriam predominantemente um dos fenótipos, e progênies desuniformes, nas quais ocorriam todos os fenótipos, o que poderia ser devido a alguma forma de incompatibilidade genética. Entretanto, os resultados de produção de sementes obtidos nos cruzamentos dialélicos não confirmaram esta hipótese. As diferenças encontradas entre as progênies parecem estar mais relacionadas a diferentes épocas e duração do período de florescimento das plantas, com as plantas do grupo PG sendo mais tardias, as P2 mais precoces e as P1 intermediárias.</summary>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Contagem de OPG em ovinos da raça Crioula Lanada, naturalmente infectados, na região sul do Brasil.</title>
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    <updated>2026-04-28T18:54:52Z</updated>
    <published>1999-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Contagem de OPG em ovinos da raça Crioula Lanada, naturalmente infectados, na região sul do Brasil.
Autoria: NUNES, A. P.; VAZ, C. M. S. L.; BRICARELLO, P. A.; BERNE, M. E.; BORBA, M. F. S.; OLIVEIRA, A. C. de
Conteúdo: A distribuição de endoparasitas gastrintestinais em uma população ovina, dentro de um rebanho, possui grande influência sobre a sua produção . Buscam-se atualmente alternativas não-medicamentosas para reduzir as perdas produtivas pela parasitose, bem como produzir produtos livres de resíduos químicos, através da utilização de ovinos que sejam geneticamente resistentes aos parasitos. Para isto, deve-se conhecer o comportamento do rebanho frente aos helmintos, o qual pode ser medido fenotipicamente pelas contagens de OPG ( Ovos por Grama), após infecção. Dentro desta linha, procura-se nas raças ovinas já adaptadas ao ambiente, animais que estejam nas mesmas condições de infecção, mas que não adquiram altos valores de OPG. Com o objetivo de caracterizar a raça ovina Crioula Lanada quanto às contagens de OPG, foram utilizados 243 cordeiros nascidos nos anos de 1997e 1998, do rebanho pertencente ao Núcleo de Conservação “in situ” da Ovelha Crioula Lanada da Embrapa Pecuária Sul, localizado em Bagé – RS. No momento de desmame, os cordeiros receberam uma dose de anti-helmíntico, seguida da sua manuntenção em pastagens altamente contaminadas. Os dados de coprocultura revelaram que 99% das larvas de parasitos eram de Haemonchus contortus , e que ocorriam contagens de OPG com distribuição normal; onde 11,9% dos cordeiros apresentaram OPG zero ou muito baixo, opostamente a 11,5% que estavam com OPG considerado extremamente alto(até 12.000) . Os resultados demonstram que, por apresentarem uma pequena parcela com contagem de ovos de parasitos muito baixa ou até ausente, potencialmente representando que contenham uma carga parasitária também mínima, ovinos da raça Crioula Lanada podem ser avaliados geneticamente, quanto a sua resistência ou não aos parasitos gastrintestinais.</summary>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Características da composição tecidual e centesimal do quarto de cordeiros Crioulos Lanados.</title>
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    <updated>2026-04-28T18:54:47Z</updated>
    <published>1999-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Características da composição tecidual e centesimal do quarto de cordeiros Crioulos Lanados.
Autoria: MONTEIRO, E. M.; VAZ, C. M. S. L.
Conteúdo: O quarto é considerado um dos cortes nobre na produção de carne ovina e a proporção entre os seus diferentes componentes são parâmetros úteis na avaliação de qualidade. O objetivo deste trabalho foi avaliar o quarto de cordeiros Crioulos Lanados quanto à proporção de músculo, de gordura, de osso e à composição centesimal (umidade, proteína, gordura e cinzas). O experimento foi desenvolvido na Embrapa Pecuária Sul com cordeiros Crioulos Lanados (n=20), criados em sistema intensivo e abatidos com idade média de 150 dias. Antes do abate, os animais permaneceram em dieta hídrica por 12 horas no próprio frigorífico. Após o abate, as carcaças foram identificadas e permaneceram em câmara fria, por 24 horas, à temperatura de – 2 0C. Decorrido esse período, os quartos, de cada uma das carcaças, foram separados, embalados, congelados e armazenados. Posteriormente, procedeu-se a separação física com as pesagem do quarto, do tecido muscular, do tecido adiposo e do tecido osséo. As avaliações da composição centesimal (umidade, proteína, gordura e cinzas) foram realizadas com o tecido muscular, resultante da separação física. Os valores médios e desvios obtidos para a composição centesimal em g% foram : umidade = 74,65 ( ± 1,41) ; proteína = 20,58 (± 0,48) ; gordura = 3,78 (± 0,44) e cinzas = 1,08 (± 0,06). Enquanto, os valores para a separação física em kg foram : peso do quarto = 1,31 (± 0,25) ; músculo = 0,87 (± 0,18) ; gordura = 0,13 (± 0,006) e osso = 0,28 (± 0,04). Os valores percentuais de músculo, osso e gordura em relação ao peso do quarto foram de 67,37; 22,68 e 9,95%, respectivamente. Os coeficientes de correlação foram mais altos para o peso do quarto e músculo r2 = 0 ,968 (P&lt; 0,0001) e peso de quarto e peso de osso r2 = 0,868 - (P&lt;0,0001). Já, para peso de perna e gordura r2 = 0,732 ( P&lt;0,0001). Pelos resultados obtidos conclui-se que, os quartos de cordeiros Crioulos Lanados apresentam características de qualidade importantes, para a produção de carne ovina, tendo em vista que o maior valor percentual de tecido na dissecação foi para porção comestível (músculo).</summary>
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