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  <title>DSpace Coleção: Artigo em periódico indexado / Embrapa Unidades Centrais (AI-SEDE)</title>
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  <subtitle>Artigo em periódico indexado / Embrapa Unidades Centrais (AI-SEDE)</subtitle>
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  <updated>2026-08-13T04:04:54Z</updated>
  <dc:date>2026-08-13T04:04:54Z</dc:date>
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    <title>Diversidade de vínculos de trabalho de mulheres no censo agropecuário brasileiro de 2017.</title>
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      <name>BALSADI, O. V.</name>
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      <name>MOTA, D. M. da</name>
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    <updated>2026-07-26T13:54:26Z</updated>
    <published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Diversidade de vínculos de trabalho de mulheres no censo agropecuário brasileiro de 2017.
Autoria: BALSADI, O. V.; MOTA, D. M. da
Conteúdo: O objetivo do artigo é analisar as diversas formas de inserção das mulheres na estrutura ocupacional brasileira e suas transformações mais recentes, evidenciadas nos dados do Censo Agropecuário 2017. A metodologia consistiu na análise de dados censitários interpretados à luz de estudos de caso realizados no país. As principais conclusões mostram que, entre 2006 e 2017, houve importante redução de pessoas ocupadas na agricultura, com destaque para a menor participação de jovens e de mulheres em decorrência de processos de migração, de rejeição ao trabalho na agropecuária pelas dificuldades e pela penosidade e da decisão de obter outra formação. Mesmo assim, 75,8% da força de trabalho feminino concentra-se em estabelecimentos familiares. Independentemente do local onde trabalham, persistem estereótipos de gênero quanto ao trabalho de mulheres e de homens. Paralelamente, visualiza-se um movimento de mudança, com a tendência para uma maior escolarização e um maior engajamento das mulheres rurais.</summary>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sem produtividade não há sustentabilidade: lições do agro e da Embrapa.</title>
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      <name>VIEIRA JUNIOR, P. A.</name>
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      <name>BUAINAIN, A. M.</name>
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      <name>MATOS, E. da S.</name>
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    <updated>2026-07-12T16:46:01Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Sem produtividade não há sustentabilidade: lições do agro e da Embrapa.
Autoria: VIEIRA JUNIOR, P. A.; BUAINAIN, A. M.; MATOS, E. da S.
Conteúdo: Um país que não produz mais não cresce melhor. O Brasil convive, há décadas, com um paradoxo desconfortável: tem talentos, recursos e mercado, mas avança pouco quando o assunto é produzir mais e melhor com os mesmos insumos. Ou seja, a produtividade – indicador central da eficiência com que trabalho, capital e recursos naturais são utilizados – permanece estagnada por longos períodos, limitando o crescimento econômico de longo prazo (Prescott, 1998; Easterly &amp; Levine, 2001).</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Gasto energético biológico de tecnologias de inseminação artificial na reprodução de bovinos nelore.</title>
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      <name>FIGUEIREDO, E. V. C.</name>
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      <name>PINHEIRO, F. A.</name>
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    <updated>2026-05-09T15:09:05Z</updated>
    <published>2009-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Gasto energético biológico de tecnologias de inseminação artificial na reprodução de bovinos nelore.
Autoria: FIGUEIREDO, E. V. C.; PINHEIRO, F. A.
Conteúdo: A bovinocultura de corte é de reconhecida importância no agronegócio brasileiro (mercado interno e externo), sendo que o país tem o segundo rebanho bovino mundial, com cerca de 80% destinados a produção de carne (maioria de zebuínos). Um dos limitantes desta atividade é a reprodução dos animais, que permite que o rebanho cresça em número e qualidade. Atuando-se sobre a reprodução, pode-se melhorar a conversão alimentar, diminuindo o custo. A inseminação artificial (IA) tem grande importância na obtenção de ganhos quantitativos e qualitativos (e.g. ganho genético), além de permitir um melhor controle do rebanho. Novas tecnologias de inseminação estão sendo aperfeiçoadas, inclusive tratamentos hormonais que possibilitam a IA com tempo fixo (IATF). Considerando a questão energética, é importante o desenvolvimento de tecnologias que otimizem os gastos energéticos na bovinocultura. Este trabalho teve por objetivo avaliar o gasto energético biológico dos manejos reprodutivos: IA convencional (IAC), IATF (GnRH-PGF2α-BE), e Monta; em vacas Nelore (zebuínos). A partir de dados obtidos em uma fazenda comercial da região de Botucatu, SP, foram levantados os coeficientes técnicos e calculado o gasto energético biológico na reprodução de bezerros, nas tecnologias de IAC, IATF (grupo GPE-15) associados à Monta; e Monta-Simulado. O consumo energético para a produção de um bezerro foi maior no grupo de Monta (1283 Mcal, com taxa de prenhez-TxPr- de 87%) do que na IAC (1063Mcal,TxPr, 84%) e na IATF-GPE-15 (883Mcal, TxPr, 74%). Portanto, no caso estudado, apesar da taxa de prenhez da IATF ter sido inferior à da IAC e Monta, seu gasto energético biológico para a reprodução de bezerro foi menor. O menor consumo energético biológico por bezerro na IATF, em relação às demais técnicas, poderia contribuir para a redução de gastos energéticos na atividade reprodutiva de bovinos.</summary>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O futuro da pesquisa agropecuária.</title>
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      <name>RODRIGUES, R.</name>
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      <name>ALVES, E.</name>
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    <updated>2025-08-23T20:47:20Z</updated>
    <published>2005-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O futuro da pesquisa agropecuária.
Autoria: RODRIGUES, R.; ALVES, E.
Conteúdo: Dois conceitos sobre desenvolvimento econômico emergiram no pós-guerra: a educação do povo – o capital humano do País – e os investimentos em ciência são as variáveis que mais capacidade têm para explicar a riqueza das nações, e é menos relevante o papel dos recursos naturais. Assim, a construção da riqueza de um país fundamenta-se nas prioridades que são dadas pela sociedade para o investimento no povo, na ciência e na tecnologia. É óbvio que, na caminhada do desenvolvimento sustentável, a política agrícola, as políticas macroeconômicas, as de industrialização, de exportação, de distribuição de renda e de investimento em infra-estrutura não podem ser negligenciadas. Mas, numa democracia, elas mesmas dependem da compreensão do povo, do qual emana todo o poder.</summary>
    <dc:date>2005-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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