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  <title>DSpace Communidade: Embrapa Unidades Centrais (AI-SEDE)</title>
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  <subtitle>Embrapa Unidades Centrais (AI-SEDE)</subtitle>
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  <updated>2026-05-21T02:04:52Z</updated>
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    <title>Integração Lavoura-Pecuária-Floresta no Brasil.</title>
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    <updated>2026-05-18T13:49:12Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Integração Lavoura-Pecuária-Floresta no Brasil.
Autoria: CORDEIRO, L. A. M.; OLIVEIRA, P. de; BORGHI, E.; MORAES, S. A. de; OLIVEIRA, T. K. de; FONTANELI, R. S.; BEHLING, M.; ALMEIDA, R. G. de; PACIULLO, D. S. C.
Conteúdo: Resumo: A integração lavoura-pecuária (ILP) proporciona diversos benefícios, como aumento da produtividade vegetal e animal, bem como melhorias na qualidade ambiental. A inserção do componente florestal aos sistemas de integração proporcionou aumento na diversificação e maior potencial produtivo. O conceito da estratégia de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) engloba as modalidades de integração com e sem componente florestal. Historicamente, a Embrapa desenvolveu diversos sistemas de ILP, que estão em adoção nos diversos biomas brasileiros. Por ter inúmeros benefícios, os sistemas de integração têm adoção em crescimento e compõem políticas públicas ligadas à produção agropecuária sustentável e de baixa emissão de carbono. | Abstract: Integrated crop-livestock integration (ICL) offers several advantages, such as enhanced plant and animal productivity, as well as significant improvements in environmental quality. The incorporation of a forestry component into these systems has increased diversification and enhanced productive potential. The concept of the Integrated crop-livestock-forest integration (ICLF) strategy encompasses integration modalities both with and without the forestry component. Historically, Embrapa has developed numerous ICL systems that are now being adopted across various Brazilian biomes. Due to their multiple benefits, these integration systems are experiencing accelerated adoption and are included in public policies aimed at sustainable, low-carbon agricultural production.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Seguro agrícola no Brasil: alcance e limites do Programa de Subvenção como mecanismo de gestão de risco.</title>
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    <updated>2026-05-09T15:18:37Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Seguro agrícola no Brasil: alcance e limites do Programa de Subvenção como mecanismo de gestão de risco.
Autoria: BUAINAIN, A. M.; VIEIRA JUNIOR, P. A.
Conteúdo: O artigo fará uma revisão da evolução do seguro agrícola no Brasil e do programa de subvenção federal ao seguro rural, criado em 2005 para apoiar a massificação do seguro. Nesse sentido discutirá o alcance do programa entre os produtores, seja por região seja por produto, e os obstáculos e limites que o programa vem enfrentando para se consolidar como um instrumento de gestão de risco para os produtores rurais. Do ponto de vista do governo e da sociedade, a subvenção justificar-se-ia se e na medida em que o seguro reduza os efeitos negativos de eventos climáticos sobre a renda dos produtores, evitando a inadimplência e demais consequências sobre as cadeias produtivas do agronegócio e das economias locais. Do ponto de vista do produtor, o custo do seguro também se justificaria se e na medida em que, o mecanismo funcione, efetivamente, como mecanismo de redução de risco e redução de perdas. Uma questão que se coloca, e que de certa forma orienta o artigo, é: em que medida o seguro vem desempenhando estes papéis e quais os limites do atual programa tendo como parâmetro a dupla função macro e micro.</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Nordeste de Goiás: cerrado, misticismo e tradição como valores de mercado.</title>
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      <name>CAMPOS, J. I.</name>
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      <name>VALENTE, A. L. E. F.</name>
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    <updated>2026-05-09T15:17:03Z</updated>
    <published>2009-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Nordeste de Goiás: cerrado, misticismo e tradição como valores de mercado.
Autoria: CAMPOS, J. I.; VALENTE, A. L. E. F.
Conteúdo: Detentora de uma paisagem exuberante e de grande riqueza natural, a região nordeste do estado de Goiás passa, há alguns anos, pelo título de corredor da miséria, necessitando da intervenção do Estado na busca de reverter o quadro de necessidade por que passa seus habitantes. O desenvolvimento de atividades econômicas que visem a sustentabilidade das famílias habitantes da região é o tema desse trabalho. Ele analisa a comunidade quilombola kalunga, existente entre os municípios de Cavalcante, Monte Alegre e Teresina de Goiás e os produtores familiares habitantes de duas regiões do município de Alto Paraíso de Goiás. O desenvolvimento de atividades ligadas ao turismo iniciou-se na região a partir da década de 1960, com a inauguração de Brasília e a abertura do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Porém, essa atividade não conseguiu alavancar a economia regional, devido, principalmente, aos problemas sanitários ocorridos nos anos 2000 e 2005. A extração dos produtos nativos do cerrado e sua elaboração a partir das práticas tradicionais por meio dos habitantes da região passou, então, a ser objeto de valor, especialmente para turistas que visitam a região. Mas também torna-se a única opção para os habitantes que vivem em áreas de preservação permanente, cuja produção agropecuária é impedida por lei. As atividades desenvolvidas pela comunidade kalunga bem como aquelas exploradas por habitantes das regiões do Moinho e da Cidade da Fraternidade, no município de Alto Paraíso, demonstram que a riqueza do cerrado, juntamente com o olhar místico e esotérico e o conhecimento tradicional negro dos habitantes da região são os ingredientes para a busca de valor ao produto da região. Para isso é preciso que haja o desvelamento do valor dos produtos resultantes dessas atividades, conferindo, com isso, aos agricultores familiares, o diferencial em relação aos produtos fornecidos pelos produtores empresariais.</summary>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Emprego temporário na agricultura brasileira: panorama do período 2004-07.</title>
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      <name>BALSADI, O. V.</name>
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    <updated>2026-05-09T15:17:00Z</updated>
    <published>2009-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Emprego temporário na agricultura brasileira: panorama do período 2004-07.
Autoria: BALSADI, O. V.
Conteúdo: Com base nos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), o texto analisou a evolução da categoria dos empregados temporários na agricultura brasileira no período 2004-07. Especificamente, foram selecionados e construídos indicadores socioeconômicos para abordagem dos seguintes temas: principais características pessoais e do trabalho dos empregados temporários; localização desses trabalhadores em termos regionais e estaduais; distribuição dos empregados temporários nas atividades de agricultura, pecuária, silvicultura e aqüicultura e pesca; qualidade do trabalho desses empregados nas atividades selecionadas.</summary>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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