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  <title>DSpace Coleção: Tese/dissertação (CPATSA)</title>
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  <subtitle>Tese/dissertação (CPATSA)</subtitle>
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  <updated>2026-04-10T22:11:39Z</updated>
  <dc:date>2026-04-10T22:11:39Z</dc:date>
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    <title>Comportamento fisiológico das cultivares de uvas de mesa BRS Melodia e BRS Tainá em diferentes porta-enxertos no Submédio do Vale do Rio São Francisco,</title>
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      <name>SILVA, F. B. da</name>
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    <updated>2026-03-08T01:32:55Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Comportamento fisiológico das cultivares de uvas de mesa BRS Melodia e BRS Tainá em diferentes porta-enxertos no Submédio do Vale do Rio São Francisco,
Autoria: SILVA, F. B. da
Conteúdo: O Programa de Melhoramento Genético "Uvas do Brasil", desenvolvido pela Embrapa, tem se destacado no desenvolvimento de novas cultivares de uvas de mesa adaptadas às condições tropicais e semiáridas do Brasil, com ênfase na produtividade e qualidade das uvas de mesa. Cultivares como BRS Tainá e BRS Melodia são produtos recentes deste programa, fundamental para o fortalecimento da viticultura no país, especialmente na região do Submédio do vale São Francisco, principal região produtora de uvas finas. No entanto, apesar dos avanços agronômicos, há uma lacuna no conhecimento sobre a interação dessas cultivares com porta-enxertos. O objetivo deste estudo foi avaliar variáveis fisiológicas e bioquímicas nas folhas e bagas da cultivar BRS Melodia ao longo de diferentes ciclos produtivos e estádios fenológicos, e nas raízes e ramos de BRS Tainá, sob diferentes porta-enxertos em dois ciclos de produção. Ambos os experimentos foram conduzidos no Submédio do Vale do São Francisco, sob a influência de oito porta-enxertos: 101-14 MgT, IAC 313, IAC 572, IAC 766, Paulsen 1103, Ramsey, SO4 e Teleki 5C. Os resultados obtidos para a cultivar BRS Melodia indicaram que o porta-enxerto IAC 766 se destacou em ambos os ciclos produtivos, apresentando as maiores concentrações de pigmentos fotossintéticos (clorofila a e b) e carotenoides nas folhas. Comportamento fisiológico diferenciado foi observado entre os estádios fenológicos em relação a todas as variáveis, tanto nas folhas quanto nas bagas da BRS Melodia. No primeiro ciclo de produção, observaram- se maiores teores de açúcares solúveis totais (ASTs), nitrato e proteínas nas folhas, enquanto no segundo ciclo houve predominância de pigmentos fotossintéticos. O primeiro ciclo de produção, realizado no primeiro semestre do ano, teve duração de 116 dias e acúmulo térmico de 1683,16 graus-dias, enquanto o segundo ciclo foi mais curto, com 100 dias e 1605,00 graus-dias, com diferença de 16 dias e 78 graus-dias entre os períodos do ano. Nas bagas da BRS Melodia, os porta-enxertos IAC 572 e SO4 apresentaram as maiores variações nos níveis de nitrato entre os ciclos. As flutuações climáticas intra-anuais impactaram a composição bioquímica das bagas nesta cultivar, resultando em alterações nos teores de aminoácidos, proteínas e açúcares solúveis totais. Na cultivar BRS Tainá, o porta-enxerto SO4 apresentou as maiores concentrações de carboidratos não estruturais (CNEs) nas raízes. O aumento da precipitação e da temperatura média diminuiu os teores de ASTs, CNEs nas raízes, e nos ramos. Em comparação ao primeiro ciclo, o segundo apresentou redução de CNEs nas raízes e ASTs tanto nas raízes quanto nos ramos, mas aumento de CNEs nos ramos. Tais resultados evidenciam o papel fundamental do uso estratégico de porta-enxertos e do monitoramento fisiológico e bioquímico na otimização da produção em regiões semiáridas, particularmente diante das crescentes pressões impostas pelas mudanças climáticas.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Heliothrips angustior Priesner (Thysanoptera: Thripidae), praga emergente da mangueira no Vale do São Francisco: suscetibilidade a fungo entomopatogênico e primeiro registro de parasitoide.</title>
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    <author>
      <name>SILVA, T. R. F. C.</name>
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    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184896</id>
    <updated>2026-03-08T01:32:42Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Heliothrips angustior Priesner (Thysanoptera: Thripidae), praga emergente da mangueira no Vale do São Francisco: suscetibilidade a fungo entomopatogênico e primeiro registro de parasitoide.
Autoria: SILVA, T. R. F. C.
Conteúdo: A ação de pragas tem sido um dos maiores desafios da mangicultura no Vale do São Francisco uma vez que essas podem comprometer a produtividade e a qualidade dos frutos. Dentre as pragas reportadas para a mangueira, o tripes, Heliothrips angustior Priesner (Thysanoptera: Thripidae), é uma praga emergente que danifica folhas e frutos da da planta. Considerando os diferentes tipos de controle de pragas, o controle biológico, por meio da ação de fungos entomopatogênicos e parasitoides se torna uma ferramenta promissora para a supressão dessa praga. Diante do esposto, este estudo objetivou avaliar a suscetibilidade de ninfas e adultos de H. angustior ao fungo Cordyceps javanica Frieder &amp; Bally e apresentar o primeiro registro de um parasitoide de H. angustior em mangueira. Para a avaliação da patogenicidade de C. javanica foram preparadas placas (6 cm Ø) compostas por um disco de papel filtro e um disco de folha de mangueira que foram infestados com 30 adultos ou ninfas de segundo ínstar em cinco repetições. Os tratamentos consistiram em cinco concentrações (103; 105; 107; 108; 109 conídeos/mL) e água destilada como testemunha. Os dados obtidos, a partir dos ensaios de patogenicidade de C. javanica, foram submetidos à análise de sobrevivência de Kaplan-Meier e foi aplicado o teste de log-rank (p &lt; 0,05). Para determinar a CL50 e CL90, os dados foram submetidos à análise de Probit e as curvas comparadas pelo teste de paralelismo. A realização do ensaio para determinar a presença de parasitoides de tripes na mangueira se deu em casa de vegetação, colocando-se dez indivíduos adultos da espécie H. angustior em gaiolas do tipo clip- cage em mudas de mangueira cv. Palmer. Amostras das folhas foram coletadas, sete dias após a eclosão das ninfas de H. angustior, e avaliadas quanto à presença de ninfas parasitadas e/ou formação de pupas do parasitoide. Os resultados para o teste de patogenicidade mostraram que o efeito de C. javanica, na maior concentração (109 con./mL), causou 100% de mortalidade para ninfas e adultos até o décimo dia. Foi constatada uma CL50 e CL90 de 6,27 x 107 e 1,13 x 109 con./mL, respectivamente para ninfas e CL50 e CL90 de 3,51 x 105 e 1,16 x 108 con./mL, respectivamente para os adultos. Os valores elevados de CL50 e CL90 demonstram uma baixa suscetibilidade de H. angustior ao fungo C. javanica. Quanto à presença de parasitoides, foi constatada a presença de pré-pupas de H. angustior parasitadas pelo parasitoide Goetheana shakespearei Girault. Este é o primeiro registro conhecido dessa interação em mangueira. A ocorrência de G. shakespearei parasitando H. angustior abre perspectivas para que esse parasitoide seja estudado como potencial agente de controle biológico.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Inoculação de Bacillus spp. em sementes de melanciera como estratégia para mitigar os efeitos do déficit hídrico.</title>
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      <name>ARAÚJO, M. G. de</name>
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    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1183693</id>
    <updated>2026-01-24T23:06:27Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Inoculação de Bacillus spp. em sementes de melanciera como estratégia para mitigar os efeitos do déficit hídrico.
Autoria: ARAÚJO, M. G. de
Conteúdo: A melancia é uma fruta consumida em todo o Brasil, sendo o Nordeste a região de maior produção. Assim, dada à importância econômica e social do seu cultivo, torna-se cada vez mais importante a exploração de opções para mitigar os efeitos do déficit hídrico em zonas semiáridas. O objetivo foi avaliar o efeito da interação estresse hídrico × Bacillus spp. × épocas de crescimento, sobre as variáveis fisiológicas, morfológicas, bioquímicas e enzimáticas na melancieira. Adotou-se o delineamento em blocos casualizados com parcelas subdivididas e cinco repetições, em um esquema fatorial 4x4x5, sendo quatro níveis de umidade do solo (40; 60; 80 e 100% da capacidade de retenção de água do solo do solo); quatro inoculações (Controle Negativo; Bactéria XX6.9; Bactéria P6.2 e MIX – Co- inoculação de XX6.9 e P6.2) e cinco épocas de cultivo (19; 31; 45; 59 e 72 dias após a semeadura - DAS). O experimento foi conduzido do período de setembro a novembro de 2021 em casa de vegetação (com tela de sombreamento de 40% Chromatinet®) localizada na Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais – DTCS III, no município de Juazeiro (BA). A fase vegetativa foi o período de maior sensibilidade para os pigmentos fotossintéticos, diâmetro do caule e área foliar, em função do estresse hídrico e do tipo de inoculação. Já variáveis como o número de folhas e comprimento do caule foram influenciados na transição do período vegetativo-floração. Todos os tratamentos bacterianos apresentaram melhora em algum atributo da cultura. O tratamento P6.2 incrementou atributos na parte aérea, fisiológica, e massa fresca e seca, reduziu os níveis de MDA (peroxidação lipídica) e aumentou a atividade da POD (Peroxidase) e CAT (Catalase), contribuindo para a tolerância ao estresse. Apesar do tratamento XX6.9 ter proporcionado um incremento nas trocas gasosas, nos atributos morfológicos e, de osmorreguladores, não atenuou os efeitos do déficit hídrico, já que os níveis de MDA foram elevados sob estresse severo. O MIX de bactérias incrementou trocas gasosas no nível de umidade de 40%, maximizou o comprimento e volume radicular nos níveis de umidade 66 a 69%, reduziu MDA, elevou CAT e POD, porém não repercutiu em maior biomassa fresca e seca da raiz.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Utilização de óleos essenciais, vapor e etanol e dióxido de carbono no manejo pós-colheita da podridão da uva madura no Vale do São Francisco.</title>
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      <name>SOUZA, W. dos S.</name>
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    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1183692</id>
    <updated>2026-01-24T23:06:37Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Utilização de óleos essenciais, vapor e etanol e dióxido de carbono no manejo pós-colheita da podridão da uva madura no Vale do São Francisco.
Autoria: SOUZA, W. dos S.
Conteúdo: A produção de uva de mesa vem aumentando devido a grande demanda do mercado, contudo, produzir frutos de qualidade é de grande relevância. Desta forma, é importante o controle preventivo e curativo das doenças de pós-colheita. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de óleos essenciais anis-estrelado, coentro, copaíba, cedro do atlas, gengibre, pimenta preta e sálvia, assim como de vapor de etanol e dióxido de carbono no controle de podridão pós-colheita de uva de mesa. Para os experimentos, o isolado de Colletotrichum siamense foi repicado da coleção de culturas fúngicas do laboratório de Fitopatologia da UNEB, Campus III, Juazeiro-BA. Discos puros da colônia foram colocados em meio BDA acrescentado dos óleos essenciais anis-estrelado, coentro, copaíba, cedro dos altas, gengibre, pimenta preta e sálvia nas concentrações: 0,5%, 1,0%, 1,5% e 2,0%. Para o segundo experimento foram adquiridos 70 cachos de uvas ‘Vitoria’, aplicaram-se os seguintes tratamentos, 1- Testemunha absoluta, 2- Anis Estrelado 3- Coentro e 4- Sálvia nas concentrações 0,5%, 1,0%, 1,5% e 2,0%. Os frutos foram inoculados com suspenção de conídios de C. siamense na concentração de 10⁵. Sendo avaliadas, diariamente, a incidência e severidade, durante oito dias. No terceiro experimento com utilização de vapor de etanol e CO2, foram adquiridos cachos de uvas, inoculou-se o patógeno, os tratamentos foram: T1- testemunha: sem tratamento com CO2 /e Etanol; T2: os cachos foram expostos a 500 ul L -¹ de Etanol por um período de 24 horas. T3: os cachos foram expostos a 30% de CO2 por um período de 24 horas; T4: os cachos foram expostos a 500 ul L -¹ de Etanol e 30% de CO2 por um período 24 horas. As variáveis analisadas foram acidez, sólidos solúveis, e severidade do patógeno. O delineamento experimental de ambos os trabalhos foi inteiramente casualizado. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA). As médias foram comparadas pelos testes de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. A análise estatística foi realizada com o auxílio do programa SISVAR versão 5.3. O fungo Colletotrichum siamense apresentou sensibilidade a todos os óleos essenciais testados, como também ao etanol e dióxido de carbono. Os OEs que apresentaram maior eficiência no controle do desenvolvimento do patógeno foram anis estrelado, sálvia e coentro, todas as concentrações utilizadas 0,5%, 1,0%, 1,5% e 2,0% reduziram desenvolvimento do patógeno no ensaio in vitro, as concentrações mais eficientes no ensaio in vivo foram 1,0% e 1,5%. Os tratamentos com vapor de etanol e o dióxido de carbono também se mostraram eficientes no controle do desenvolvimento do patógeno.</summary>
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