<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro científico (CNPT)</title>
  <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/380" />
  <subtitle>Capítulo em livro científico (CNPT)</subtitle>
  <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/380</id>
  <updated>2026-04-07T21:25:43Z</updated>
  <dc:date>2026-04-07T21:25:43Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Controle de doenças.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1179196" />
    <author>
      <name>MACIEL, J. L. N.</name>
    </author>
    <author>
      <name>SBALCHEIRO, C. C.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1179196</id>
    <updated>2025-10-04T18:15:10Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Controle de doenças.
Autoria: MACIEL, J. L. N.; SBALCHEIRO, C. C.
Conteúdo: A sanidade da lavoura é um fator determinante para o sucesso produtivo e industrial da cevada, especialmente em sistemas voltados à produção de grãos para malteação, que exigem elevados padrões de qualidade. Diversas doenças fúngicas, bacterianas e viróticas podem comprometer o potencial produtivo da cultura, afetando o estabelecimento das plantas, o enchimento dos grãos e, consequentemente, a qualidade tecnológica do produto final. O controle de doenças na cultura da cevada representa um desafio constante, dada a variabilidade dos patógenos, sua interação com fatores climáticos e a presença de cultivares com diferentes níveis de resistência genética. Além disso, a prática recorrente de semeadura em sucessão com outras culturas de inverno ou em áreas com histórico de infecção favorece a sobrevivência e disseminação dos inóculos. Neste capítulo, são abordadas as principais doenças da cevada cultivada no Brasil, seus sintomas característicos, as condições que favorecem seu desenvolvimento e os danos que causam à lavoura.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Controle de insetos-praga.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1179195" />
    <author>
      <name>MARSARO JUNIOR, A. L.</name>
    </author>
    <author>
      <name>LAU, D.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1179195</id>
    <updated>2025-10-04T18:15:10Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Controle de insetos-praga.
Autoria: MARSARO JUNIOR, A. L.; LAU, D.
Conteúdo: Embora a cevada seja, em geral, menos suscetível a insetos-praga em comparação com outras culturas de grãos, a intensificação do cultivo, a expansão da cultura para novas regiões e as mudanças climáticas têm favorecido o aumento da incidência e da severidade de algumas espécies-praga. Esses insetos podem interferir no desenvolvimento vegetativo e reprodutivo da planta, causar danos diretos aos tecidos foliares e estruturas reprodutivas, além de atuar como vetores de viroses e facilitar a entrada de patógenos oportunistas. As pragas de campo mais comuns na cultura de cevada são os pulgões e as lagartas, que podem reduzir a produção de grãos, se não controladas adequadamente. Os corós também podem causar danos econômicos em algumas áreas.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Controle de plantas daninhas.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1179193" />
    <author>
      <name>VARGAS, L.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1179193</id>
    <updated>2025-10-04T18:15:09Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Controle de plantas daninhas.
Autoria: VARGAS, L.
Conteúdo: As plantas daninhas estão entre os principais fatores limitantes à produtividade da cevada, especialmente em sistemas de produção intensiva e em áreas com histórico de infestação. Competindo com a cultura por luz, água, nutrientes e espaço, essas espécies indesejáveis podem comprometer o estabelecimento da lavoura, reduzir o número de espigas por metro quadrado e impactar negativamente a qualidade dos grãos, além de dificultar operações mecanizadas e favorecer o surgimento de pragas e doenças. O controle eficiente de plantas daninhas na cultura da cevada exige um planejamento criterioso e o uso integrado de diferentes estratégias, incluindo o manejo cultural, mecânico, químico e, mais recentemente, alternativas biológicas e tecnológicas. A escolha do método mais adequado deve considerar a espécie da planta daninha, o estádio de desenvolvimento da cultura, o histórico da área e os aspectos econômicos e ambientais envolvidos. Neste capítulo serão abordadas as principais espécies daninhas que ocorrem em lavouras de cevada no Brasil, seus efeitos sobre a cultura e as recomendações atualizadas para seu controle, com ênfase no uso racional de herbicidas, na prevenção da resistência e na integração de práticas sustentáveis de manejo.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Colheita e secagem dos grãos.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1179197" />
    <author>
      <name>VILARINHO, A. A.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1179197</id>
    <updated>2025-10-04T18:15:11Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Colheita e secagem dos grãos.
Autoria: VILARINHO, A. A.
Conteúdo: A colheita e a secagem dos grãos representam as etapas finais do ciclo produtivo da cevada, sendo decisivas para a preservação do rendimento e da qualidade obtidos ao longo do cultivo. A condução inadequada dessas fases pode resultar em perdas significativas, tanto quantitativas (por debulha, quebramento e perdas de espigas) quanto qualitativas, com impactos diretos sobre o teor de umidade, a integridade dos grãos e sua aptidão para malteação ou outros usos industriais.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

