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  <title>DSpace Coleção: Tese/dissertação (CNPT)</title>
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  <subtitle>Tese/dissertação (CNPT)</subtitle>
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  <updated>2026-06-22T06:05:59Z</updated>
  <dc:date>2026-06-22T06:05:59Z</dc:date>
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    <title>Fenotipagem na detecção precoce de sintomas causados por Pyrenophora tritici-repentis em trigo.</title>
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      <name>EBONE, A.</name>
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    <updated>2021-12-23T12:00:45Z</updated>
    <published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Fenotipagem na detecção precoce de sintomas causados por Pyrenophora tritici-repentis em trigo.
Autoria: EBONE, A.
Conteúdo: O trigo (Triticum aestivum L.) possui relevância ao longo da história pelo seu alto consumo na dieta alimentar. Alto potencial produtivo exige adoção de manejo mais criterioso, especialmente para cultivares suscetíveis a doenças. O objetivo da pesquisa foi fenotipar cultivares de trigo quanto a sensibilidade a mancha amarela, por meio de imagem, e identificar respostas bioquímicas como indicadoras de infecção precoce por Pyrenophora tritici-repentis. Foram conduzidos experimentos de campo em Santa Maria (SM) e Ijuí (IJ) com avaliação de 4 cultivares de trigo (Tbio Toruk, Tbio Sinuelo, Tbio Audaz e Tbio Sossego), com e sem inoculação do fungo Pyrenophora tritici-repentis. Foram avaliadas produtividade de grãos, massa por hectolitro e massa de mil grãos, além da determinação da severidade visual e por imagem (no local SM) com o uso do software Quant® aos 7, 14, 21, 28, 35 e 42 dias após a inoculação (DAI) para compor a área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD) em cada cultivar. Em casa de vegetação foi conduzido experimento para avaliar os pigmentos fotossintetizantes e compostos bioquímicos do complexo antioxidante em plantas as 0, 24, 48, 96 e 192 horas após a inoculação (HAI) com Pyrenophora tritici-repentis. O conteúdo de Clorofila A (ChlA), Clorofila B (ChlB), Clorofilas Totais (ChlTot), Carotenoides (Carot), Peróxido de Hidrogênio (H2O2), peroxidação lipídica (TBARS), Superóxido Dismutase (SOD) e Guaiacol Peroxidase (POD), foram determinadas em relação ao seu controle, sem o patógeno, para todas as cultivares. As menores médias de severidades de mancha amarela e AACPD foram identificadas nas cultivares Tbio Sossego e Tbio Audaz, não sendo observada correlação inversa no aumento nas produtividades de grãos, indicando que os componentes de produtividade não são indicadores de tolerância à mancha amarela. Os níveis relativos de tolerância para cada cultivar estão relacionados com a diminuição da AACPD da doença. Assim, fenotipicamente Tbio Toruk foi classificado como sensível a mancha amarela por apresentar maior AACPD, enquanto a mais tolerante foi Tbio Sossego, em ambos os locais. A análise dos componentes principais demonstrou diferença entre as cultivares Tbio Toruk e Tbio Sossego as 192 HAI, pelo acúmulo de estímulos após a inoculação com o patógeno. O decréscimo médio de acurácia na classificação das cultivares foi maior para POD, sendo esta avaliação responsável por 24% do modelo preditivo por RamdomForest a 96 HAI. A sensibilidade (SN) na matriz de confusão do modelo permitiu classificar Tbio Toruk em 100% das predições. A máxima expressão relativa de POD determinada para Tbio Toruk ocorreu as 126 horas após a inoculação, com atividade 386,9% superiores ao controle não inoculado com Pyrenophora tritici-repentis. Assim, as cultivares de trigo foram fenotipadas, sendo Tbio Toruk a cultivar mais suscetível a mancha amarela devido demonstrar elevada AACPD. A detecção de alterações nas respostas enzimáticas até 96 HAI, especialmente a atividade da enzima POD é um indicador para detecção precoce à infecção por Pyrenophora tritici-repentis em cultivares sensíveis.</summary>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Incidência e produção de esclerócios e mofo branco em diferentes híbridos de canola.</title>
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      <name>TCHUVAIFF, J.</name>
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    <updated>2021-12-16T12:13:51Z</updated>
    <published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Incidência e produção de esclerócios e mofo branco em diferentes híbridos de canola.
Autoria: TCHUVAIFF, J.
Conteúdo: Como todas a culturas, a canola possui determinadas doenças que surgem com maiores incidências, como o caso do mofo-branco, doença fúngica, causado pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum. O cultivo da canola no Brasil, considerando-se as áreas de produção em todos os estados brasileiros alcança aproximadamente 33,9 mil hectares cultivados. O objetivo do trabalho foi quantificar a incidência e produção de esclerócios do mofo branco em diferentes híbridos de canola. O experimento foi desenvolvido na safra agrícola 2018, na fazenda experimental no Centro Universitário Vale do Iguaçu-Uniguaçu, no município de União da Vitória-PR, o delineamento experimental foi de blocos ao acaso, sendo 4 blocos com 5 parcelas cada, totalizando 20 parcelas, compostas pelos híbridos Diamond, Hyola 61, Hyola 575, Hyola 433 e Alht B4. De cada parcela foram avaliadas 50 plantas aleatórias, nas linhas centrais das mesmas. Ambas as épocas de semeadura apresentaram diferenças estatísticas as avaliações quanto a incidência do mofo-branco, e em relação ao número de esclerócios produzidos houve diferença estatística significativa entre os híbridos, destacando os híbridos Diamont e Alth B4 com o maior número de esclerócios produzidos. A ocorrência e a produção de esclerócios são atributos relacionados ao material genético.</summary>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Progresso temporal da podridão negra das crucíferas em diferentes híbridos de canola.</title>
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      <name>SCHAFACHEKI, B.</name>
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    <updated>2021-12-16T13:14:29Z</updated>
    <published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Progresso temporal da podridão negra das crucíferas em diferentes híbridos de canola.
Autoria: SCHAFACHEKI, B.
Conteúdo: A canola pertence à família das crucíferas, cultura que tem uma grande relevância econômica, sobressaindo-se como a terceira oleaginosa mais produzida mundialmente. A cultura é acometida por inúmeras doenças, das quais destaca-se a podridão negra das crucíferas, causada pela bactéria Xanthomonas campestris pv. campestris. Tendo por objetivo avaliar o progresso da doença em diferentes híbridos de canola, e em diferentes épocas de semeadura, implantou-se um ensaio na Fazenda Experimental do Centro Universitário Vale do Iguaçu-Uniguaçu. Foram realizadas avaliações semanais na cultura do progresso da doença, mensurando a área afetada pela doença (severidade%) em 50 plantas ao acaso de cada parcela, por meio de comparação visual. Os dados da proporção da severidade da doença (PSD) em relação ao período tempo foram submetidos a análise de variação dos, após atendidas as exigências de normalidade, foram submetidos a análise de regressão não-linear, através do modelo logístico, representado pela equação (Y=(b1/(1+b2*exp(-r*t)))). Além disso, os dados foram integralizados na Área Abaixo da Curva de Progresso da Doença (AACPD) e para verificar a diferenciar de um híbrido do outro em cada época de semeadura. Os dados de AACPD foram submetidos à análise de variância, e em seguida suas médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5 % de probabilidade. As AACPD não diferiram significativamente nas épocas e nos híbridos. Os híbridos Hyola 61, ALTH B4 e Hyola 575 apresentam reação diferenciada a doença, dependendo da época de semeadura; O híbrido Diamond apresenta suscetibilidade a podridão negra das crucíferas.</summary>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Adaptabilidade e estabilidade dos componentes de produtividade de Canola em distintas condições meteorológicas na região noroeste do estado do Rio Grande do Sul.</title>
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      <name>PHILIPP, E. W.</name>
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    <updated>2021-12-15T22:18:15Z</updated>
    <published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Adaptabilidade e estabilidade dos componentes de produtividade de Canola em distintas condições meteorológicas na região noroeste do estado do Rio Grande do Sul.
Autoria: PHILIPP, E. W.
Conteúdo: A canola (Brassica napus L. var oleífera) é uma oleaginosa da família das brassicaceae originária de regiões de clima temperado frio sendo excelente produtora de óleo. Essa espécie vem se fortalecendo como uma importante opção de cultivo na região noroeste do Rio Grande do Sul, principalmente por ser mais uma opção de cultivo para o período de inverno. Representa uma espécie de grande potencialidade no sistema de rotação de culturas, rompendo ciclo de importantes patógenos que causam danos principalmente em gramíneas de inverno como o trigo, com a incidência de doenças na parte aérea das plantas, promovendo no ano subsequente uma melhora na qualidade de produção e a diminuição de custos, devido ao uso de produtos químicos utilizados no controle destas doenças. Também é eficiente na ciclagem de nutriente para a cultura subsequente, em seus resíduos da colheita, podem ser encontrados aproximadamente 40% de nitrogênio, 30% de fósforo e 85% de potássio. Além de proporcionar retorno financeiro ao produtor semelhante a cultura da soja (MENDONÇA et al.,2016).</summary>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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