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  <title>DSpace Coleção: Tese/dissertação (CNPUV)</title>
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  <subtitle>Tese/dissertação (CNPUV)</subtitle>
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  <updated>2026-04-07T07:54:19Z</updated>
  <dc:date>2026-04-07T07:54:19Z</dc:date>
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    <title>Filoxera-da-videira: biologia, resistência de genótipos, interação com o fungo Dactylonectria macrodidyma e controle químico.</title>
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      <name>ANDZEIEWSKI, S.</name>
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    <updated>2021-12-21T15:01:08Z</updated>
    <published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Filoxera-da-videira: biologia, resistência de genótipos, interação com o fungo Dactylonectria macrodidyma e controle químico.
Autoria: ANDZEIEWSKI, S.
Conteúdo: A filoxera-da-videira Daktulosphaira vitifoliae (Fitch, 1856) é a praga mais importante da viticultura mundial. O inseto se desenvolve tanto na parte aérea (forma galícola) quanto nas raízes (forma radícola) podendo provocar um declínio gradual e aumento da suscetibilidade a fungos de solo culminando com a morte das plantas. Uma das principais estratégias para o controle da praga é o emprego de porta-enxertos resistentes. Este trabalho teve como objetivos: a) avaliar a ocorrência de ovos de inverno da filoxera em mudas de ?Paulsen 1103? a campo; b) conhecer a biologia em raízes de cultivares e calcular a tabela de vida de fertilidade do inseto; c) avaliar a resistência de genótipos de Vitis spp. a filoxera utilizando o método de raízes extirpadas em laboratório; d) estudar a interação de D. vitifoliae com o fungo Dactylonectria macrodidyma e, e) avaliar o efeito de inseticidas químicos na supressão de populações da forma galícola e radícola da filoxera-da-videira. A presença de ovos de inverno da filoxera-da-videira foi registrada em 78% das plantas do porta-enxerto ?Paulsen 1103? amostradas. Nas plantas com a presença de ovos de inverno foi encontrada uma média de 31 ± 6,31 (X±EP) ovos/planta. A filoxera completa o ciclo biológico (ovo a adulto) em raízes lignificadas de ?BRS Lorena?, ?Bordô? e ?Cabernet Sauvignon?, com maior viabilidade do período (90,2%) em raízes de ?Cabernet Sauvignon?. As ninfas não completaram o desenvolvimento em raízes lignificadas de ?Paulsen 1103? e ?Magnólia?. Cultivares com origem ou com cruzamentos com V. vinifera apresentaram maior número de tuberosidades, enquanto que as de origem americana (V. labrusca, V. berlandieri, V. rotundifolia, V. rupestris, V. riparia) apresentaram nodosidades. Dentre as cultivares copa, a maior quantidade de insetos sobreviventes foi registrada em ?Cabernet Sauvignon?. Em contraste, os genótipos ?548-15?, ?Magnólia? e ?1111-21? apresentaram reduzida infestação e sobrevivência de ninfas nas raízes, sendo considerados resistentes à praga. Raízes infestadas com a filoxera e inoculadas com o fungo D. macrodydima resultaram numa maior porcentagem de reisolamento do fungo. No ensaio de controle químico da fase galícola, uma aplicação do inseticida flupiradifurona (Sivanto®Prime 200 SL, 75mL p.c/100L-1 ) proporcionou uma redução de danos de 90% aos 28 DAA, enquanto que para o thiamethoxam (Actara 250 WG®, 40g p.c/100L-1 ), e sulfoxaflor (Closer®SC, 40mL p.c/100L-1 ) foram necessárias 3 e 2 aplicações para obter o mesmo nível de controle, respectivamente. Para a fase radícola, os inseticidas sulfoxaflor 8 (0,3mL/planta) e imidacloprido (Provado 200 SC, 0,7mL/planta) apresentaram os melhores resultados, com 96 e 89% de controle de ninfas + adultos respectivamente, seguidos pela flupiradifurona (0,8mL/planta) com 76%. Conclui-se que a presença de ovos de inverno no tronco de plantas de videira pode ser uma fonte de dispersão da praga. O melhor desempenho biológico do inseto é verificado em raízes de ?Cabernet Sauvignon? enquanto que os genótipos ?548-15? (V. labrusca x V. rotundifolia), ?Magnólia? (V. rotundifolia) e ?1111-21? (V. labrusca x V. rotundifolia) apresentam reduzida infestação da filoxera. Há interação entre a filoxera-da-videira e o fungo D. macrodydima em raízes de ?Cabernet Sauvignon? em laboratório. Os inseticidas flupiradifurona e sulfoxaflor são alternativas aos neonicotinoides para o controle químico da filoxera na cultura da videira. Palavras-chave: Daktulosphaira vitifoliae; parâmetros biológicos; resistência de plantas; declínio e morte de plantas; controle químico.</summary>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Características físico-químicas e sensoriais de vinhos espumantes finos tintos a partir de uvas cultivadas na região dos Campos de Cima da Serra, RS.</title>
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      <name>RIZZOLO, R. G.</name>
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    <updated>2019-10-10T18:09:58Z</updated>
    <published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Características físico-químicas e sensoriais de vinhos espumantes finos tintos a partir de uvas cultivadas na região dos Campos de Cima da Serra, RS.
Autoria: RIZZOLO, R. G.
Conteúdo: Vinho espumante natural é o que provém de uma segunda fermentação alcoólica na garrafa (Champenoise/tradicional) ou em grandes recipientes (método Chamat) com uma pressão mínima de 4 (quatro) atmosferas a 20°C e graduação alcoólica de 10 a 13% em volume a 20°C. O objetivo deste trabalho foi produzir espumantes finos tintos testando as variáveis: variedade de uva, grau de maturação da uva, duração da maceração na obtenção dos vinhos base e produtos finais, visando obter e selecionar produtos sem defeitos tecnológicos e de alta qualidade intrínseca. As uvas foram colhidas com diferentes períodos de maturação, os quais foram divididos em 1ª época de colheita (1ª EC) e segunda época de colheita (2ª EC) e sofreram maceração por 24 horas (Maceração Muito Curta - MMC) e por 48 horas (Maceração Curta - MC). Os espumantes foram produzidos de acordo com o método tradicional e as análises físico-químicas realizadas nos mostos, vinhos base e espumantes, como também de minerais e compostos voláteis nos espumantes. Todas as análises foram efetuadas nos laboratórios da Embrapa Uva e Vinho (CNPUV) em Bento Gonçalves-RS. Os espumantes foram divididos em monovarietais, bivarietais e trivarietais e avaliados sensorialmente, por uma equipe de degustadores previamente treinados. A segunda época de colheita proporcionou aos espumantes tintos maior extração de polifenóis, principalmente taninos e antocianinas, assim como maior liberação de aromas frutados. Na avaliação sensorial foram percebidas diferenças significativas ao nível de 1% de probabilidade de erro em relação à cor entre as variedades, e devido à menor qualidade do espumante 8, também houve disparidade nas avaliações de qualidade do aroma, defeito, harmonia olfato-gustativa, qualidade geral e ao nível de 5% para a variável qualidade em boca. Nas diferentes macerações, reunindo os resultados das análises físico-químicas e sensoriais, os espumantes que obtiveram melhores avaliações foram: 10 (Teroldego, MC) e 22 (62,5% Teroldego, 18,75% Merlot e 18,75% Pinot, MC). Indicando que a MC (48 horas) e a variedade Teroldego, foram os parâmetros de vinificação que proporcionaram melhores características olfato-gustativas e de coloração aos espumantes estudados. Excetuando-se o espumante 8, todos demonstraram possuir potencial enológico para serem vinificados em tinto e as maturações e macerações testadas produziram o frescor característico dos espumantes e a coloração tinta desejada.</summary>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Estudo transcricional em maçãs cv. Gala durante o armazenamento.</title>
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      <name>NUNES, C. F. P.</name>
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    <updated>2019-10-08T18:10:33Z</updated>
    <published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Estudo transcricional em maçãs cv. Gala durante o armazenamento.
Autoria: NUNES, C. F. P.
Conteúdo: A maçã é um fruto suscetível a alterações nos atributos sensoriais durante a pós-colheita. Para evitar modificações na firmeza os frutos são armazenados em atmosfera refrigerada(AR) ou controlada (AC) combinadas a aplicação de 1-metilciclopropeno (1-MCP). As alterações nos frutos durante o amadurecimento são coordenados por genes que codificam para enzimas relacionadas a montagem e desmontagem da parede celular. No entanto, ainda não está esclarecido quais são os genes atuantes na manutenção da parede celular em maçãs durante o armazenamento. O objetivo do estudo foi avaliar o acúmulo de transcritos de genes envolvidos no metabolismo da parede celular de maçãs cv. Gala durante armazenamento em AR e AC, na presença e ausência do 1-MCP. Após o armazenamento os frutos foram mantidos a 25 °C por sete dias, para simular condições deprateleira. Foram realizadas caracterização físico-química, análises de perfis de transcritos e de sacarídeos. Osfrutos não tratados com 1-MCP, que foram armazenados em AR, apresentaram redução da firmeza e da acidez. No entanto, os frutos tratados com 1-MCPe armazenados em AR, mantiveram a firmeza e a acidez, do momento da colheita até seis meses de armazenamento, assim como observado para os frutos tratados e não tratados com 1-MCP, e armazenados em atmosfera controlada (AC).Na análise transcricional foram estudados seis dos genes de parede celular (MdFLA2,MdGAUT9,MdUDP, MdAF3, MdBXL1 e MdEXGT),durante duas safras.De modo geral, a maioria dos genes estudados, na presença do 1-MCP mantiveram o mesmo comportamento transcricional entre as safras. Em contrapartida, na ausência do 1-MCP o acúmulo transcricional foi diferente entre as safras, principalmente para os genes de biossíntese de parede celular. Dentre os genes estudados, o MdEXGT apresenta potencial envolvimento no avanço do amadurecimento de maçãs durante o armazenamento por seis meses.E a aplicação do 1-MCP, assim como, a escolha da atmosfera de armazenamento foram fatores importantes para a redução do acúmulo de transcritos desse gene e para o aumento do tempo de prateleira do fruto. Palavras-chave: Malusx domestica;1-MCP; etileno; amadurecimento; atmosfera de armazenamento, parede celular</summary>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A relação entre 1-metilciclopropeno e o progresso da podridão 'olho-de-boi' (Neofabraea brasiliensis) em maçãs 'MaxiGala'.</title>
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      <name>TORALLES, I. G.</name>
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    <updated>2019-10-08T18:10:56Z</updated>
    <published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A relação entre 1-metilciclopropeno e o progresso da podridão 'olho-de-boi' (Neofabraea brasiliensis) em maçãs 'MaxiGala'.
Autoria: TORALLES, I. G.
Conteúdo: Com o uso de tecnologias de refrigeração, atmosfera controlada (AC) euso do 1-metilciclopropeno (1-MCP), estendeu-seo período de conservação de maçãs, por cerca de12 meses. Mesmo assim, ainda são limitantes, a ocorrência de distúrbios patogênicosna pós-colheita. Nesse caso, tem sido cada vez mais frequente a incidência da podridão ?olho-de-boi?(Neofabraea ssp.). Dados gerados pela cadeia produtiva da maçã apontam paraperdas de 6 a 8% dos frutos durante a pós-colheita,devido a essa doença. Afora isso, há a percepção empírica de que a incidência de podridões seja maior em frutos tratados com 1-MCP.Buscando compreender se o 1-MCP é um fator facilitador deocorrência dapodridão ?olho-de-boi?, estudaram-se maçãs ?MaxiGala?, com e sem 1-MCP, durante duas safras (2017 e 2018), em dois pontos de colheitaporsafra, inoculadas ou nãocom o fungo N.brasiliensis. Além disso, investigaram-se duas situações: aplicar o1-MCP nas maçãs previamentee posteriormenteà inoculação. Avaliou-se, após 90 dias sob AC,diâmetro da lesão, percentual de frutos podres, amolecimento de polpa, teor de sólidos solúveis, acidez titulável, e o acúmulo de transcritos dos genes MdACO, MdPG, MdPGIP,MdPPO,MdPALe Mdthau. Observou-se que maçãs tratadas com 1-MCP antes da inoculaçãotiveram menores diâmetro de lesão, quando comparada àsmaçãs com tratadas 1-MCP depois da adição do fungo. Por outro lado, essasapresentaram menores %de frutos podres, quando comparadaàsmaçãs tratadas antes da inoculação. O 1-MCP teve efeito isoladoapenas sobre o diâmetro da lesão, em que maçãs tratadas com 1-MCP depois da inoculação com o fungo apresentaram, em média, 1 mm de diâmetro de lesão a mais do que maçãs sem 1-MCP. Sobre o percentual de frutos podres,foram fatores intrínsecos(safra e ponto de colheita)osefeitosmais proeminentes, e não o 1-MCP.Safra 2017 e 1ª colheita contribuíram para osmenores% de maçãs podres (&lt; 44%). As maçãs com maior amolecimento de polpa foram as que tiveram um maior acúmulo de transcritosde MdACO, MdPG, MdPGIP. Omaior acúmulo de transcritos de MdPPOe MdPAL tevecorrelação significativa com a podridão ?olho-de-boi?, enquantoMdthaunão. Para esseúltimogene, provavelmente, algum efetor desencadeado previamente ao armazenamentofoi responsávelpelo maior acúmulo de transcritos. De modo geral, os resultados indicaram que as respostas globais foram devidas as variáveis intrínsecas, e não pelo 1-MCP. Com os resultados obtidos fica evidenciado de que não se pode atribuir ao 1-MCP a maior suscetibilidade de maçãs à infecção de N. brasiliensis. Além disso, como os fatores safra e ponto de colheita foram os mais relevantes, isso indica que, para se chegar numa conclusão tecnológica mais robusta, os experimentos devem ser conduzidos para mais safras.Palavras-chave:Maçãs ?MaxiGala?.1-MCP.Podridão ?olho-de-boi?.Atmosfera controlada. Expressão gênica.</summary>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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