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  <title>DSpace Coleção: Outras publicações (CNPUV)</title>
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  <subtitle>Outras publicações (CNPUV)</subtitle>
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  <updated>2026-05-23T17:56:00Z</updated>
  <dc:date>2026-05-23T17:56:00Z</dc:date>
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    <title>Método, kit e uso de par de oligonucleotídeos para detecção de contaminação de amostras por microrganismos.</title>
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      <name>SILVA, G. A. da</name>
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    <updated>2020-11-21T09:12:21Z</updated>
    <published>2020-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Método, kit e uso de par de oligonucleotídeos para detecção de contaminação de amostras por microrganismos.
Autoria: SILVA, G. A. da
Conteúdo: A presente invenção se refere ao campo da Biotecnologia e da Biologia Molecular e descreve método, kit e uso de oligonucleotídeos para detecção de contaminação de amostras por leveduras. Preferencialmente a presente invenção está relacionada com a detecção de Dekkera bruxellensis e Brettanomyces bruxellensis em bebidas. A presente invenção se situa no campo industrial.</summary>
    <dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Uva sem semente: uma demanda da viticultura tropical.</title>
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      <name>GUAZINI, L.</name>
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    <updated>2017-08-16T03:39:05Z</updated>
    <published>2001-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Uva sem semente: uma demanda da viticultura tropical.
Autoria: GUAZINI, L.
Conteúdo: A Embrapa Uva e Vinho desenvolve, desde 1997, um trabalho de melhoramento genético com o objetivo de criar cultivares de uvas sem sementes (de mesa) adaptadas às condições brasileiras. A previsão é lançar uma nova cultivar de uva sem semente, bem ao gosto dos consumidores do mercado internacional, principalmente europeu, até o ano de 2005. Atualmente, o Brasil ainda não domina esta tecnologia porque as cultivares importadas têm apresentado sérios problemas de adaptação às nossas condições ambientais, o que causa baixa produtividade. Além disso, o uso de cultivares de outros países implica em pagamento de royalties aos detentores de patentes.</summary>
    <dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A vitivinicultura brasileira: realidade e perspectivas.</title>
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      <name>PROTAS, J. F. da S.</name>
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      <name>CAMARGO, U. A.</name>
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      <name>MELLO, L. M. R. de</name>
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    <updated>2017-08-16T03:40:52Z</updated>
    <published>2002-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A vitivinicultura brasileira: realidade e perspectivas.
Autoria: PROTAS, J. F. da S.; CAMARGO, U. A.; MELLO, L. M. R. de
Conteúdo: Dados históricos revelam que a primeira introdução da videira no Brasil foi feita pelos colonizadores portugueses em 1532, através de Martin Afonso de Souza, na então Capitania de São Vicente, hoje Estado de São Paulo. A partir deste ponto e através de introduções posteriores, a viticultura expandiu-se para outras regiões do país, sempre com cultivares de Vitis vinifera procedentes de Portugal e da Espanha. Nas primeiras décadas do século XIX, com a importação das uvas americanas procedentes da América do Norte, foram introduzidas as doenças fúngicas que levaram a viticultura colonial à decadência. A cultivar Isabel passou a ser plantada nas diversas regiões do país, tornando-se a base para o desenvolvimento da vitivinicultura comercial nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Mais tarde, a partir do início do século XX, o panorama da viticultura paulista mudou significativamente com a substituição da Isabel por Niágara e Seibel 2. No Estado do Rio Grande do Sul, foi incentivado o cultivo de castas viníferas através de estímulos governamentais. Nesse período a atividade vitivinícola expandiu-se para outras regiões do sul e sudeste do país, sempre em zonas com período hibernal definido e com o predomínio de cultivares americanas e híbridas. Entretanto, na década de 70, com a chegada de algumas empresas multinacionais na região da Serra Gaúcha e da Fronteira Oeste (município de Sant'Ana do Livramento), verificou-se um incremento significativo da área de parreirais com cultivares V. vinifera. A viticultura tropical brasileira foi efetivamente desenvolvida a partir da década de 1960, com o plantio de vinhedos comerciais de uva de mesa na região do Vale do Rio São Francisco, no nordeste semi-árido brasileiro. Nos anos 70 surgiu o pólo vitícola do Norte do Estado do Paraná e na década de 1980 desenvolveram-se as regiões do Noroeste do Estado de São Paulo e de Pirapóra no Norte de Minas Gerais, todas voltadas à produção de uvas finas para consumo in natura. Iniciativas mais recentes, como as verificadas nas regiões Centro-Oeste (Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás) e Nordeste (Bahia e Ceará), permitem que se projete um aumento significativo na atividade vitivinícola nos próximos anos.</summary>
    <dc:date>2002-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Applications pratiques du zonage vitivinicole.</title>
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      <name>TONIETTO, J.</name>
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    <updated>2017-08-16T02:43:17Z</updated>
    <published>2004-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Applications pratiques du zonage vitivinicole.
Autoria: TONIETTO, J.
Conteúdo: Le zonage vitivinicole présente toute une série d'applications pratiques. Son importance est en train d'augmenter, soit en fonction des moyens techniques chaque fois plus performants, qui rendent possible le développement des zonages de plus en plus intégrées, consistants et utiles, soit en fonction d'un marché de plus en plus mondialisé. L'article situe la contribution du zonage au niveau de la production vitivinicole et du développement du territoire. Il montre également les contributions indirectes au niveau du marché du vin et de la valorisation du territoire. L'usage pratique du zonage est situé en fonction des différentes échelles, qui peut être la parcelle viticole, une région particulière, un pays ou être l'objet d'analyse à l'échelle géoviticole. Quelques aspects de la contribution du zonage sont particularisés : la gestion agroviticole et œnologique, la délimitation des territoires viticoles et le zonage des régions à potentiel viticole. Une analyse de l'importance pour l'avenir et du potentiel de contribution du zonage à l'échelle géoviticole est présentée dans le contexte du changement climatique et de ses impacts sur le zonage dans l'espace x temps, signalant également le besoin du développement des approches méthodologiques pour cette échelle d'analyse, comme est le cas du Système CCM Géoviticole. L'importance du zonage vitivinicole pour le développement territorial et pour le développement soutenible est signalée. Mots-Clés : climat, sol, terroir, qualité, typicité, changement climatique, géoviticulture, système CCM géoviticole, marché.</summary>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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