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  <title>DSpace Coleção: Outras publicações (CNPUV)</title>
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  <subtitle>Outras publicações (CNPUV)</subtitle>
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  <dc:date>2026-04-10T13:03:18Z</dc:date>
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    <title>Método, kit e uso de par de oligonucleotídeos para detecção de contaminação de amostras por microrganismos.</title>
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      <name>SILVA, G. A. da</name>
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    <updated>2020-11-21T09:12:21Z</updated>
    <published>2020-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Método, kit e uso de par de oligonucleotídeos para detecção de contaminação de amostras por microrganismos.
Autoria: SILVA, G. A. da
Conteúdo: A presente invenção se refere ao campo da Biotecnologia e da Biologia Molecular e descreve método, kit e uso de oligonucleotídeos para detecção de contaminação de amostras por leveduras. Preferencialmente a presente invenção está relacionada com a detecção de Dekkera bruxellensis e Brettanomyces bruxellensis em bebidas. A presente invenção se situa no campo industrial.</summary>
    <dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Anais, palestras e resumos...</title>
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      <name>CONGRESSO BRASILEIRO DE NEMATOLOGIA, 35, 2018, Bento Gonçalves, RS.</name>
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      <name>Nematologia: problemas emergentes e estratégias de manejo.</name>
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    <updated>2019-07-26T01:03:48Z</updated>
    <published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Anais, palestras e resumos...
Autoria: CONGRESSO BRASILEIRO DE NEMATOLOGIA, 35, 2018, Bento Gonçalves, RS.; Nematologia: problemas emergentes e estratégias de manejo.</summary>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Uva sem semente: uma demanda da viticultura tropical.</title>
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      <name>GUAZINI, L.</name>
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    <updated>2017-08-16T03:39:05Z</updated>
    <published>2001-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Uva sem semente: uma demanda da viticultura tropical.
Autoria: GUAZINI, L.
Conteúdo: A Embrapa Uva e Vinho desenvolve, desde 1997, um trabalho de melhoramento genético com o objetivo de criar cultivares de uvas sem sementes (de mesa) adaptadas às condições brasileiras. A previsão é lançar uma nova cultivar de uva sem semente, bem ao gosto dos consumidores do mercado internacional, principalmente europeu, até o ano de 2005. Atualmente, o Brasil ainda não domina esta tecnologia porque as cultivares importadas têm apresentado sérios problemas de adaptação às nossas condições ambientais, o que causa baixa produtividade. Além disso, o uso de cultivares de outros países implica em pagamento de royalties aos detentores de patentes.</summary>
    <dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A vitivinicultura brasileira: realidade e perspectivas.</title>
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      <name>PROTAS, J. F. da S.</name>
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      <name>CAMARGO, U. A.</name>
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      <name>MELLO, L. M. R. de</name>
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    <updated>2017-08-16T03:40:52Z</updated>
    <published>2002-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A vitivinicultura brasileira: realidade e perspectivas.
Autoria: PROTAS, J. F. da S.; CAMARGO, U. A.; MELLO, L. M. R. de
Conteúdo: Dados históricos revelam que a primeira introdução da videira no Brasil foi feita pelos colonizadores portugueses em 1532, através de Martin Afonso de Souza, na então Capitania de São Vicente, hoje Estado de São Paulo. A partir deste ponto e através de introduções posteriores, a viticultura expandiu-se para outras regiões do país, sempre com cultivares de Vitis vinifera procedentes de Portugal e da Espanha. Nas primeiras décadas do século XIX, com a importação das uvas americanas procedentes da América do Norte, foram introduzidas as doenças fúngicas que levaram a viticultura colonial à decadência. A cultivar Isabel passou a ser plantada nas diversas regiões do país, tornando-se a base para o desenvolvimento da vitivinicultura comercial nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Mais tarde, a partir do início do século XX, o panorama da viticultura paulista mudou significativamente com a substituição da Isabel por Niágara e Seibel 2. No Estado do Rio Grande do Sul, foi incentivado o cultivo de castas viníferas através de estímulos governamentais. Nesse período a atividade vitivinícola expandiu-se para outras regiões do sul e sudeste do país, sempre em zonas com período hibernal definido e com o predomínio de cultivares americanas e híbridas. Entretanto, na década de 70, com a chegada de algumas empresas multinacionais na região da Serra Gaúcha e da Fronteira Oeste (município de Sant'Ana do Livramento), verificou-se um incremento significativo da área de parreirais com cultivares V. vinifera. A viticultura tropical brasileira foi efetivamente desenvolvida a partir da década de 1960, com o plantio de vinhedos comerciais de uva de mesa na região do Vale do Rio São Francisco, no nordeste semi-árido brasileiro. Nos anos 70 surgiu o pólo vitícola do Norte do Estado do Paraná e na década de 1980 desenvolveram-se as regiões do Noroeste do Estado de São Paulo e de Pirapóra no Norte de Minas Gerais, todas voltadas à produção de uvas finas para consumo in natura. Iniciativas mais recentes, como as verificadas nas regiões Centro-Oeste (Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás) e Nordeste (Bahia e Ceará), permitem que se projete um aumento significativo na atividade vitivinícola nos próximos anos.</summary>
    <dc:date>2002-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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