<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro científico (SAPC)</title>
  <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/903" />
  <subtitle>Capítulo em livro científico (SAPC)</subtitle>
  <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/903</id>
  <updated>2026-08-16T22:38:01Z</updated>
  <dc:date>2026-08-16T22:38:01Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Secagem de sementes.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1149095" />
    <author>
      <name>OLIVEIRA, J. A.</name>
    </author>
    <author>
      <name>ROSA, S. D. V. F. da</name>
    </author>
    <author>
      <name>CARVALHO, E. R.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1149095</id>
    <updated>2025-03-16T07:47:27Z</updated>
    <published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Secagem de sementes.
Autoria: OLIVEIRA, J. A.; ROSA, S. D. V. F. da; CARVALHO, E. R.
Conteúdo: A produção de sementes de alta qualidade exige cuidados desde a condução da lavoura até a colheita e as fases da pós-colheita, como o processamento, a secagem e o armazenamento. Sua colheita com grau de umidade acima do que é recomendado ao armazenamento seguro, tornou-se uma prática comum entre os produtores, pois, permanecendo na lavoura, após a maturidade fisiológica, elas ficam expostas à ação de flutuações de temperatura e umidade relativa, do orvalho ou das chuvas, sendo que os processos alternados de sorção e dessorção de água no seu interior podem causar danos físicos e fisiológicos irreversíveis, além dos riscos de maiores incidências de insetos e microrganismos. O momento mais adequado à colheita é o mais próximo possível da maturidade fisiológica, ou quando for tecnicamente viável. Na maturidade fisiológica, as sementes apresentam o máximo acúmulo de matéria seca, sendo esse um referencial importante da independência da semente em relação à planta mãe. No entanto, nesta fase, apresentam graus de umidade que variam entre 30 e 50% em base úmida, assim, fazendo-se necessária a operação de secagem artificial. Embora avaliando que variações climáticas podem ocorrer de um ano para outro, mesmo assim deve haver um bom planejamento desde a época do plantio, para que, no período da colheita, as sementes não fiquem muito tempo expostas às intempéries e que o processo de secagem ocorra de forma coordenada.</summary>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Suportes metodológicos e participativos em ciência &amp; tecnologia.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1140168" />
    <author>
      <name>HEBERLE, A. L. O.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1140168</id>
    <updated>2026-08-01T10:02:57Z</updated>
    <published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Suportes metodológicos e participativos em ciência &amp; tecnologia.
Autoria: HEBERLE, A. L. O.
Conteúdo: Alguns aportes metodológicos são importantes para se compreender Programas participativos e interativos como o Balde Cheio, principalmente porque se observa um passo para além das modelagens indutoras, demarcadas pela forte influência da teoria da difusão de tecnologias e mais recentemente pela difusão de inovações e transferência de tecnologias. Nomes diferentes para tratar da mesma coisa, da mesma forma. Descortina-se uma perspectiva interessante quando se aposta nas diferentes dimensões da realidade. As cadeias, sistemas e processos produtivos apresentam demandas diferenciadas para a pesquisa e esperam respostas adequadas às situações objetivas. Para perceber este múltiplo cenário o foco se amplia para as fases prospectivas (levantamento da situação e caracterização de problemas), no acompanhamento (desenvolvimento dos Programas) e na avaliação (análise dos impactos gerados pelos Programas), como condicionantes para manter a qualidade e confiança da relação entre a instituição Embrapa e seus parceiros.</summary>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Coffees of Brazil: research, sustainability and innovation.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1139310" />
    <author>
      <name>GUERRA, A. F.</name>
    </author>
    <author>
      <name>SANTOS, J. de F.</name>
    </author>
    <author>
      <name>FERREIRA, L. T.</name>
    </author>
    <author>
      <name>ROCHA, O. C.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1139310</id>
    <updated>2026-07-31T12:53:44Z</updated>
    <published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Coffees of Brazil: research, sustainability and innovation.
Autoria: GUERRA, A. F.; SANTOS, J. de F.; FERREIRA, L. T.; ROCHA, O. C.
Conteúdo: The innovative effort of coffee growers, through the adoption of good practices and technologies developed by educational, research and extension institutions, notably those members of the Consórcio Pesquisa Café (Brazilian Consortium for Coffee Research) 1, coordinated by Embrapa Coffee, has contributed to the highly positive performance of Coffees of Brazil, which, among other highlights, has tripled its production volume with a 20% reduction in the respective cultivated area, i.e., approximately 500,000 ha, equivalent to almost twice the area of Luxembourg. This performance reinforced Brazil?s leadership in world coffee production, in line with the economic, social and environmental aspects of sustainability.</summary>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Manejo das árvores e propriedades da madeira em sistema de ILPF com eucalipto.</title>
    <link rel="alternate" href="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1112953" />
    <author>
      <name>FERREIRA, A. D.</name>
    </author>
    <author>
      <name>SERRA, A. P.</name>
    </author>
    <author>
      <name>MELOTTO, A. M.</name>
    </author>
    <author>
      <name>BUNGENSTAB, D. J.</name>
    </author>
    <author>
      <name>LAURA, V. A.</name>
    </author>
    <id>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1112953</id>
    <updated>2026-07-24T10:05:25Z</updated>
    <published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Manejo das árvores e propriedades da madeira em sistema de ILPF com eucalipto.
Autoria: FERREIRA, A. D.; SERRA, A. P.; MELOTTO, A. M.; BUNGENSTAB, D. J.; LAURA, V. A.
Conteúdo: O aquecimento do mercado de madeira tem proporcionado o aumento substancial na busca por informações técnicas sobre sistemas florestais e agrossilvipastoris, como, por exemplo, sobre as características dos clones de eucaliptos disponíveis, bem como os melhores arranjos de árvores para tais sistemas. Devido à importância da pecuária de corte para o Brasil, existe uma forte demanda por informações sobre o cultivo comercial de árvores em associação com a produção de bovinos de corte em pastagens. Estima-se que em sistemas silvipastoris implantados em fazenda de pecuária de corte típica da região Centro-Oeste, cultivando-se, por exemplo, 200 árvores por hectare, manejadas para produzir madeira para serraria, existe potencial para adicionar-se, em média, cerca de R$ 300,00/ha/ano à renda do estabelecimento rural em um período de 12 anos, necessário para o corte final das árvores. A lucratividade de sistemas silvipastoris tem sido demonstrada por vários trabalhos, como o de Marlats et al. (1995) por exemplo, que refere-se aos resultados obtidos da comparação entre monocultura de floresta, monocultura de pastagens e sistema silvipastoril com 250 e 416 árvores por hectare. Nesse estudo, o sistema silvipastoril apresentou as melhores taxas internas de retorno do investimento, superando a renda líquida obtida nas monoculturas. Portanto, a introdução do componente florestal nos sistemas de produção em integração visa, sobretudo, a diversificação de renda da propriedade rural, trazendo vários outros enefícios econômicos e ambientais.</summary>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

