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  <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro científico (CPAF-AP)</title>
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  <subtitle>Capítulo em livro científico (CPAF-AP)</subtitle>
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  <updated>2026-04-29T11:45:37Z</updated>
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    <title>Ceratitis capitata (Wiedemann, 1824) (Diptera: Tephritidae).</title>
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    <updated>2026-04-12T01:35:59Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Ceratitis capitata (Wiedemann, 1824) (Diptera: Tephritidae).
Autoria: ADAIME, R.; BRANDÃO, C. A. C.; CASTILHO, A. P.; AYRES, A. R.; HOLANDA, M. J. de A.; SOUZA-FILHO, M. F. de; ZUCCHI, R. A.
Conteúdo: A primeira detecção de Ceratitis capitata (Wiedemann, 1824) (Diptera: Tephritidae) na Amazônia brasileira foi em Rondônia, há quase 30 anos. É muito provável que a introdução da praga tenha sido decorrente da aquisição de frutos produzidos em outras unidades da federação. Posteriormente, a mosca-do-mediterrâneo foi reportada no Pará, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso, Roraima, Acre, Amapá e Amazonas.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Dasiops inedulis Steyskal, 1980 (Diptera: Lonchaeidae).</title>
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    <updated>2026-04-12T01:35:23Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Dasiops inedulis Steyskal, 1980 (Diptera: Lonchaeidae).
Autoria: ADAIME, R.; SANTOS, R. S.; JESUS, C. R. de; LIMA, A. L.
Conteúdo: Dasiops inedulis é a principal praga do maracujazeiro no estado do Pará, podendo causar prejuízos de até 100,0% na produção. Dasiops inedulis é uma espécie de difícil controle e, em geral, as técnicas de manejo sugeridas são as mesmas utilizadas para as moscas-das-frutas.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Bactrocera carambolae Drew &amp; Hancock, 1994 (Diptera: Tephritidae).</title>
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    <updated>2026-04-12T01:35:57Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Bactrocera carambolae Drew &amp; Hancock, 1994 (Diptera: Tephritidae).
Autoria: ADAIME, R.; LIMA, A. L.; JESUS, C. R. de; LEMOS, L. do N.; SOUZA-FILHO, M. F. de; CASTILHO, A. P.
Conteúdo: Apesar de ser conhecida como “mosca-da-carambola”, trata-se de uma espécie polífaga. No Brasil, até o momento estão registradas 36 espécies vegetais hospedeiras, pertencentes a 15 famílias. Myrtaceae é a família com maior número de espécies hospedeiras reportadas (9). Em condições de campo, é possível verificar que as espécies mais frequentemente infestadas por B. carambolae são: goiabeira, caramboleira, jambeiro e aceroleira.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Melanoloma viatrix Hendel, 1911 (Diptera: Richardiidae).</title>
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    <updated>2026-04-12T01:35:56Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Melanoloma viatrix Hendel, 1911 (Diptera: Richardiidae).
Autoria: ADAIME, R.; LEMOS, L. do N.; SOUZA-FILHO, M. F. de; SAVARIS, M.; ZUCCHI, R. A.
Conteúdo: Considerando a recente detecção de M. viatrix no Brasil, especificamente nos estados do Amapá e Pará, pouco se sabe ainda sobre a biologia e comportamento da praga em condições locais. É necessário verificar se a praga já está presente nas plantações de abacaxizeiro em outras localidades da Amazônia brasileira, bem como a possível ocorrência de parasitoides associados a M. viatrix, como já reportado em outros países.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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