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    <title>DSpace Coleção: Artigo em periódico indexado (CPACT)</title>
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    <description>Artigo em periódico indexado (CPACT)</description>
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    <dc:date>2026-07-03T04:36:15Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187748">
    <title>Yield Response and Calibration of Critical Potassium Levels in Soil, Leaves, and Fruit Pulp of “Royal Gala” and “Fuji Suprema” Apples.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187748</link>
    <description>Título: Yield Response and Calibration of Critical Potassium Levels in Soil, Leaves, and Fruit Pulp of “Royal Gala” and “Fuji Suprema” Apples.
Autoria: HAHN, L.; BASSO, C.; MOURA-BUENO, J. M.; ARGENTA, L. C.; NAVA, G.; TOSELLI, M.; CARRANCA, C.; ROZANE, D. E.; BRUNETTO, G.
Conteúdo: Abstrac: The yield of apple trees as a function of potassium fertilization and the critical levels (CLs) and sufficiency ranges (SRs) of K in the soil, leaves, and fruits were determined in two experiments (two orchards) in four crop seasons. Plants of “Royal Gala” and “Fuji Suprema” cultivars were treated with 0, 50, 100, 150, or 200 kg K2O ha−1 year−1. Potassium was applied annually during the bud swelling phase and onto the soil surface in the projection of the plant canopy, without incorporation. Critical levels and SR were estimated by Bayesian segmented quantile regression models. The cultivar factor was the main source of variation in fruit yield, K concentration in leaves and pulp, and K exported by apples. The crop season was the second factor with the greatest contribution to apple yield and K concentrations in leaves. When data from all crop seasons and orchards were pooled, yield did not vary by K treatments. The concentration of K in the leaf and fruit pulp also did not change as a function of the K dose with grouped data. For fruit production, the CL of K in the soil was 170 mg dm−3 for both cultivars; 17.8 g kg−1 and 15.8 g kg−1 in leaf for “Fuji Suprema” and “Royal Gala”, respectively; 1150 mg kg−1 and 1080 mg kg−1 in fruit pulp for “Fuji Suprema” and “Royal Gala”, respectively. The lack of response to K fertilization indicates that the trees were operating within a nutritional plateau. Consequently, we recommend that K fertilization in subtropical apple orchards be guided strictly by soil and plant analysis. For orchards exceeding the soil critical level of 170 mg dm−3 and leaf concentrations of 17.8 g kg−1 and 15.8 g kg−1 in leaf for “Fuji Suprema” and “Royal Gala”, respectively, and 1150 mg kg−1 and 1080 mg kg−1 in fruit pulp for “Fuji Suprema” and “Royal Gala”, respectively, K applications may be reduced or temporarily withheld under similar high-K soil conditions, provided that soil and plant nutritional status are regularly monitored. This management strategy ensures high yields and more efficient and sustainable nutrient management.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187471">
    <title>Resistência de genótipos de batata ao vírus do enrolamento da folha da batata (PLRV) e ao vírus Y (PVY).</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187471</link>
    <description>Título: Resistência de genótipos de batata ao vírus do enrolamento da folha da batata (PLRV) e ao vírus Y (PVY).
Autoria: DANIELS, J.; PEREIRA, A. da S.
Conteúdo: O vírus do enrolamento da folha da batata (Potato leafroll virus, PLRV) e o vírus Y da batata (Potato virus Y, PVY) constituem as principais causas da degenerescência da batata-semente no Brasil. Com o objetivo de determinar, nas condições do Rio Grande do Sul, a resistência de campo de genótipos de batata à infecção por estes vírus, avaliaram-se, na presença de infectores, durante três plantios consecutivos de primavera, 20 cultivares e clones de batata. A detecção dos vírus foi efetuada por meio de testes sorológicos (DAS-ELISA). Pela análise de agrupamento os genótipos foram separados em três grupos para resistência ao PLRV (Elvira, Achat, Bintje, Monalisa, Monte Bonito, Panda e Araucária, resistentes; Baronesa, Asterix, Atlantic, 2CRI-1149-1-78, C-1226-35-80, Astrid, C-1714-7-94, A-1139-12-92, Macaca, Eliza e Santo Amor, suscetíveis; Catucha e Cristal, muito suscetíveis) e em quatro grupos para resistência ao PVY (Asterix, Astrid, Catucha, Cristal, Macaca, Monte Bonito, A-1139-12-92, C-1226-35-80 e C-1714-7-94, resistentes; Baronesa, Santo Amor, Monalisa, Panda e 2CRI-1149-1-78, resistentes intermediários; Bintje, Atlantic, Elvira e Araucária, suscetíveis; Achat e Eliza, muito suscetíveis).</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187470">
    <title>GA3 e Paclobutrazol no florescimento e na produção de frutos em duas cultivares de morangueiro.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187470</link>
    <description>Título: GA3 e Paclobutrazol no florescimento e na produção de frutos em duas cultivares de morangueiro.
Autoria: DUARTE FILHO, J.; ANTUNES, L. E. C.; PÁDUA, J. G. de
Conteúdo: Neste trabalho estudou-se o efeito dos fitorreguladores Ga3 e Paclobutrazol no florescimento e produção de frutos de morangueiro (Fragaria x ananassa Duch.). O experimento foi conduzido em Caldas (MG), na EPAMIG. O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados, com quatro repetições, num esquema fatorial 2x4, onde as variáveis dependentes foram duas cultivares ('Oso Grande' e 'Seascape') e os tratamentos controle (água); GA3 a 40 mg L-1 em duas aplicações (aos 45 e 65 dias após o transplante); paclobutrazol (produto comercial Cultar 10%) a 100 mg L-1 aos 75 dias após o transplante das mudas; combinação de GA3 + paclobutrazol aplicados aos 45; 65 e aos 75 dias, respectivamente, após o transplante. Os tratamentos foram aplicados via foliar em ambas as cultivares. A resposta à aplicação dos fitorreguladores GA3 e paclobutrazol em morangueiro depende da cultivar. A cv. Seascape, de dia neutro, respondeu melhor à aplicação de GA3 que a 'Oso Grande', de dia curto; Por outro lado, o paclobutrazol, quando aplicado via foliar, aos 75 dias após o transplante, reduziu o florescimento do morangueiro o que mostra a necessidade de mais pesquisas sobre dosagens e épocas de aplicação do paclobutrazol nesta cultura.</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187469">
    <title>Crescimento de cultivares de alface conduzidas em estufa e a campo.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187469</link>
    <description>Título: Crescimento de cultivares de alface conduzidas em estufa e a campo.
Autoria: RADIN, B.; REISSER JUNIOR, C.; MATZENAUER, R.; BERGAMASCHI, H.
Conteúdo: Alguns indicadores de crescimento das cultivares de alface Verônica, Marisa e Regina foram analisados, através de um experimento em estufa de plástico e a campo, de 15/04 a 03/06/99, na FEPAGRO, em Eldorado do Sul (RS). As amostragens das plantas iniciaram-se uma semana após o transplante e prosseguiram (semanalmente) até o final do ciclo da cultura. As plantas cultivadas em estufa, apresentaram aumento na massa de matéria fresca e seca foliar, na área foliar e área foliar específica e no número de folhas. Além disso, o ciclo da cultura foi reduzido, quando comparada àquela cultivada a campo. As cultivares não apresentaram diferença entre si quando cultivadas em ambiente de estufa, mas, em condições de campo, a cultivar Regina apresentou maior número de folhas e maior índice de área foliar do que as cultivares Marisa e Verônica.</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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