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    <title>DSpace Coleção: Artigo em periódico indexado (CPACT)</title>
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    <description>Artigo em periódico indexado (CPACT)</description>
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    <dc:date>2026-06-11T23:15:36Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187466">
    <title>Carboidratos não estruturais em tubérculos de dois genótipos de batata armazenada em duas temperaturas.</title>
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    <description>Título: Carboidratos não estruturais em tubérculos de dois genótipos de batata armazenada em duas temperaturas.
Autoria: CHAPPER, M.; BACARIN, M. A.; PEREIRA, A. da S.; TERRIBILE, L. C.
Conteúdo: Observa-se, em tubérculos de batata submetidos a baixas temperaturas, aumentos nos teores de açúcares redutores, os quais, no momento da fritura, provocam o escurecimento do produto, inviabilizando-o comercialmente. Avaliou-se a concentração de carboidratos em duas cultivares de batata (Pérola e Atlantic), armazenados em duas condições de temperatura. Os tubérculos foram produzidos nos cultivos de outono e primavera de 1999. Logo após a colheita, os tubérculos foram divididos em dois lotes, padronizados quanto ao tamanho, armazenados durante 40 dias, em condições de ambiente (21±3ºC para a produção de outono; 24±2ºC para a produção de primavera) e sob refrigeração (2±1ºC). Em intervalos regulares de dez dias, iniciando-se na data de armazenamento dos tubérculos (tempo zero), coletaram-se amostras de duas regiões dos tubérculos (central e periférica), para a determinação dos teores de amido, sacarose, carboidratos solúveis totais e açúcares redutores. Os teores de amido não foram alterados pelas condições de armazenamento, enquanto que os demais carboidratos apresentaram elevação quando os tubérculos foram submetidos à refrigeração, principalmente entre 10 e 20 dias de armazenamento. Contudo, as variações em respostas à baixa temperatura apresentaram-se diferenciadas em função do genótipo, da época de cultivo das plantas e das regiões dos tubérculos.</description>
    <dc:date>2002-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187470">
    <title>GA3 e Paclobutrazol no florescimento e na produção de frutos em duas cultivares de morangueiro.</title>
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    <description>Título: GA3 e Paclobutrazol no florescimento e na produção de frutos em duas cultivares de morangueiro.
Autoria: DUARTE FILHO, J.; ANTUNES, L. E. C.; PÁDUA, J. G. de
Conteúdo: Neste trabalho estudou-se o efeito dos fitorreguladores Ga3 e Paclobutrazol no florescimento e produção de frutos de morangueiro (Fragaria x ananassa Duch.). O experimento foi conduzido em Caldas (MG), na EPAMIG. O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados, com quatro repetições, num esquema fatorial 2x4, onde as variáveis dependentes foram duas cultivares ('Oso Grande' e 'Seascape') e os tratamentos controle (água); GA3 a 40 mg L-1 em duas aplicações (aos 45 e 65 dias após o transplante); paclobutrazol (produto comercial Cultar 10%) a 100 mg L-1 aos 75 dias após o transplante das mudas; combinação de GA3 + paclobutrazol aplicados aos 45; 65 e aos 75 dias, respectivamente, após o transplante. Os tratamentos foram aplicados via foliar em ambas as cultivares. A resposta à aplicação dos fitorreguladores GA3 e paclobutrazol em morangueiro depende da cultivar. A cv. Seascape, de dia neutro, respondeu melhor à aplicação de GA3 que a 'Oso Grande', de dia curto; Por outro lado, o paclobutrazol, quando aplicado via foliar, aos 75 dias após o transplante, reduziu o florescimento do morangueiro o que mostra a necessidade de mais pesquisas sobre dosagens e épocas de aplicação do paclobutrazol nesta cultura.</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Armazenamento do grão de pólen de cebola (Allium cepa L.).</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187468</link>
    <description>Título: Armazenamento do grão de pólen de cebola (Allium cepa L.).
Autoria: GOMES, P. R.; RASEIRA, M. do C. B.; BAUDET, L. L.; PESKE, S. T.
Conteúdo: Experimentos foram conduzidos no Laboratório de Melhoramento Genético da Embrapa Clima Temperado, em Pelotas, RS, com o objetivo de avaliar, in vitro, o potencial de armazenamento dos grãos de pólen de cebola da cv. Petrolini, em diferentes condições por dois anos. Para tanto, avaliou-se a percentagem de germinação do grão de pólen após um e dois anos de armazenamento em criotubos, acondicionados em nitrogênio líquido (-196ºC), e em frascos de vidro acondicionados no interior de dessecador contendo ácido sulfúrico e mantidos em freezer (-18ºC). O pólen conservado por um ano em nitrogênio líquido foi então transferido para um refrigerador, registrando-se a percentagem de germinação após 10, 15, 20 e 30 dias de permanência neste. O armazenamento em nitrogênio líquido foi o melhor ambiente para a conservação dos grãos de pólen durante dois anos. As amostras armazenadas, por um ano, em nitrogênio líquido, que foram transferidas para refrigerador, conservaram-se viáveis por até dez dias.</description>
    <dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187469">
    <title>Crescimento de cultivares de alface conduzidas em estufa e a campo.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187469</link>
    <description>Título: Crescimento de cultivares de alface conduzidas em estufa e a campo.
Autoria: RADIN, B.; REISSER JUNIOR, C.; MATZENAUER, R.; BERGAMASCHI, H.
Conteúdo: Alguns indicadores de crescimento das cultivares de alface Verônica, Marisa e Regina foram analisados, através de um experimento em estufa de plástico e a campo, de 15/04 a 03/06/99, na FEPAGRO, em Eldorado do Sul (RS). As amostragens das plantas iniciaram-se uma semana após o transplante e prosseguiram (semanalmente) até o final do ciclo da cultura. As plantas cultivadas em estufa, apresentaram aumento na massa de matéria fresca e seca foliar, na área foliar e área foliar específica e no número de folhas. Além disso, o ciclo da cultura foi reduzido, quando comparada àquela cultivada a campo. As cultivares não apresentaram diferença entre si quando cultivadas em ambiente de estufa, mas, em condições de campo, a cultivar Regina apresentou maior número de folhas e maior índice de área foliar do que as cultivares Marisa e Verônica.</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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