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    <title>DSpace Coleção: Livro científico (CPACT)</title>
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    <description>Livro científico (CPACT)</description>
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    <title>Estação Experimental Cascata : trajetória em agroecologia.</title>
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    <description>Título: Estação Experimental Cascata : trajetória em agroecologia.
Autoria: GOMES, J. C. C.; HEBERLE, A. L. O.
Conteúdo: Esta publicação presta homenagem aos 85 anos da Estação Experimental Cascata (EEC). Criada em 1938, a EEC registra o início da pes‑ quisa agropecuária na região Sul do Brasil. Seu primeiro nome indicava a sua vocação original: Estação Experimental de Viticultura, Enologia e Frutas de Clima Temperado, onde está até hoje localizada, no Distrito da Cascata, em Pelotas, RS.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Manejo da fertilidade do solo e nutrição de pessegueiros.</title>
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    <description>Título: Manejo da fertilidade do solo e nutrição de pessegueiros.
Editor(es): BRUNETTO, G.; NATALE, W.; ROZANE, D. E.; HAHN, L.; NAVA, G.
Conteúdo: O pessegueiro é uma planta de regiões temperadas, que encontrou no Brasil condições climáticas favoráveis ao seu pleno desenvolvimento, em especial nos estados do Sul do país. Apesar do clima ser satisfatório, os solos das áreas nos quais os pomares dessa frutífera estão implantados são ácidos e com baixa fertilidade natural, necessitando de ajustes, a fim de atender às demandas nutricionais das plantas. Mesmo com esses problemas edáficos, as práticas de correção da acidez, melhoria da fertilidade e manejo dos pomares são bem conhecidas e estudadas, permitindo a superação dessas limitações químicas e a obtenção de altos rendimentos, quando as técnicas são aplicadas de forma correta. O livro Manejo da Fertilidade do Solo e Nutrição de Pessegueiros aborda esse tema de modo abrangente e profundo, considerando as muitas diferenças entre o manejo dos pomares de frutas, comparativamente ao cultivo de plantas anuais. A publicação contempla, também, de forma clara e objetiva os mais recentes resultados de pesquisas aplicadas à persicultura, que representam muitos anos de experimentação realizadas em laboratório, em casa de vegetação e no campo pelos autores.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Amoreira-preta: histórico, manejo e tecnologias de produção.</title>
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    <description>Título: Amoreira-preta: histórico, manejo e tecnologias de produção.
Editor(es): ANTUNES, L. E. C.; RASEIRA, M. do C. B.; FRANZON, R. C.
Conteúdo: A produção da amoreira-preta (Rubus spp.) vem crescendo no cenário mundial, impulsionada pela mudança de hábitos alimentares da população. A busca por uma alimentação mais saudável, rica em frutas com propriedades nutritivas e nutracêuticas, tornou-se parte integrante da dieta moderna. No Brasil, a amoreira-preta foi introduzida no início da década de 1970 e vem sendo pesquisada pela Embrapa por mais de 50 anos, confundindo-se com a própria história da empresa. Várias foram as cultivares lançadas nas últimas décadas, fruto da pesquisa agropecuária, como a emblemática cultivar BRS Tupy, que foi – e ainda é – uma das mais importantes e oportunizou que vários produtores e países – como o México – se tornassem grandes produtores no mercado mundial. Embora seja uma cultura rústica, a amoreira-preta necessita de cuidados especiais para que o produtor possa ter uma atividade rentável, e o consumidor, um produto de qualidade. Esta publicação aborda temas importantes para que os produtores possam planejar adequadamente seus investimentos, com princípios básicos de cultivo, produção de mudas, escolha de área de plantio, cultivares, manejo de pomares, cuidados na colheita, na pós-colheita e no processamento, bem como as propriedades benéficas do consumo de amoras-pretas. Destaca-se também a oportunidade aos consumidores de conhecer e reconhecer as etapas de produção, o papel da extensão rural na inclusão de segmentos produtivos da sociedade na produção e os impactos que a tecnologia traz à cadeia produtiva da amora-preta no Brasil. Ainda, traz a experiência da Rota das Frutas RIDE-DF, que compartilha o histórico de um projeto de organização da cadeia produtiva da fruticultura. Nesse contexto, a entrega deste livro à sociedade brasileira marca uma exitosa trajetória da pesquisa e do desenvolvimento rural, de forma inclusiva e sustentável.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Diagnóstico da pecanicultura no RS: caracterização dos pomares e sistemas de cultivo.</title>
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    <description>Título: Diagnóstico da pecanicultura no RS: caracterização dos pomares e sistemas de cultivo.
Autoria: AMBROSINI, L. B.; JOÃO, P. L.; BORBA, A. C. L. de; OLIVEIRA, A. M. R. de; KROEFF, D. R.; MARTINS, C. R.; LISBOA, B. B.; VARGAS, L. K.
Conteúdo: O Brasil figura entre os principais produtores mundiais de noz-pecã, destacando-se na América do Sul, juntamente com a Argentina. Peru, Chile e Uruguai possuem cultivos em escala menor (International Nut and Dried Fruit Council, 2023). No Brasil, o cultivo tem registrado grande crescimento no estado do Rio Grande do Sul (RS), especialmente nos últimos 20 anos. Os dados do levantamento da Produção Agrícola Municipal de 2024, do Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE) mostram o aumento significativo da área colhida, de 1.300 hectares em 2002 para mais de 4.400 hectares em 2023 (Figura 1). O aumento de área colhida se reflete na produção total de nozes, que saltou de cerca menos de 1.000 toneladas para 6.607 (IBGE, 2024).</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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