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    <title>DSpace Coleção: Livro científico (CPACT)</title>
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    <description>Livro científico (CPACT)</description>
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    <dc:date>2026-04-21T14:48:30Z</dc:date>
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    <title>Diagnóstico da pecanicultura no RS: caracterização dos pomares e sistemas de cultivo.</title>
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    <description>Título: Diagnóstico da pecanicultura no RS: caracterização dos pomares e sistemas de cultivo.
Autoria: AMBROSINI, L. B.; JOÃO, P. L.; BORBA, A. C. L. de; OLIVEIRA, A. M. R. de; KROEFF, D. R.; MARTINS, C. R.; LISBOA, B. B.; VARGAS, L. K.
Conteúdo: O Brasil figura entre os principais produtores mundiais de noz-pecã, destacando-se na América do Sul, juntamente com a Argentina. Peru, Chile e Uruguai possuem cultivos em escala menor (International Nut and Dried Fruit Council, 2023). No Brasil, o cultivo tem registrado grande crescimento no estado do Rio Grande do Sul (RS), especialmente nos últimos 20 anos. Os dados do levantamento da Produção Agrícola Municipal de 2024, do Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE) mostram o aumento significativo da área colhida, de 1.300 hectares em 2002 para mais de 4.400 hectares em 2023 (Figura 1). O aumento de área colhida se reflete na produção total de nozes, que saltou de cerca menos de 1.000 toneladas para 6.607 (IBGE, 2024).</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1180461">
    <title>Saúde única: caminho para resiliência do planeta.</title>
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    <description>Título: Saúde única: caminho para resiliência do planeta.
Autoria: ZANELLA, J. R. C.; ROSENTHAL, A.; PELLEGRIN, A. O.; GUIMARÃES, A. S.; HOFFMANN, A.; SILVA, A. F.; PILLON, C. N.; PIEROZZI JUNIOR, I.; ALVARENGA, M. B.; BASTOS, M. do S. R.; KANASHIRO, M.; GOMES, P. B.
Conteúdo: Vivemos em um mundo cada vez mais interconectado, onde as saúdes humanas, animais, vegetais e ambientais compõem um sistema complexo e indissociável. As mudanças climáticas, a perda de biodiversidade, o desmatamento, a intensificação da produção agropecuária, a demanda por alimentos e a crescente urbanização ou, na maioria das vezes, fatores antropogênicos têm desencadeado desequilíbrios ecológicos profundos, ampliando o risco de eventos climáticos mais intensos (chuva, seca, temperaturas extremas), de surtos zoonóticos, resistência a antimicrobianos, contaminações ambientais e insegurança alimentar. A abordagem de Saúde Única (One Health) surge como uma resposta estratégica e necessária para lidar com esses desafios. Mais do que um conceito, trata-se de um paradigma que propõe a integração de saberes e setores para compreender e intervir de forma sistêmica nos problemas contemporâneos que afetam a saúde planetária. A degradação dos solos, o uso intensivo de agrotóxicos, os impactos na saúde dos oceanos e a emergência de doenças em novos territórios, agravados pelas mudanças climáticas, são manifestações de um colapso silencioso cada vez mais crescente e de maior intensidade. No entanto, apesar de amplamente reconhecida em nível internacional, a aplicação prática da Saúde Única ainda enfrenta entraves. Barreiras institucionais, fragmentação das políticas públicas, lacunas de financiamento e a invisibilização de populações vulneráveis comprometem a implementação e eficácia das ações integradas. Nesse contexto, instituições como a Embrapa assumem papel estratégico na formulação de soluções sustentáveis e inovadoras, articulando ciência, tecnologia e políticas públicas. Mais do que nunca, torna-se urgente repensar os modelos de desenvolvimento sob uma perspectiva que promova a resiliência ecológica e climática, a equidade e justiça social e a saúde em todas as suas dimensões. Esse trabalho propõe uma reflexão crítica, inter e transdisciplinar sobre como a abordagem Saúde Única pode (e deve) ser implementada no Brasil, à luz dos desafios locais e globais e potencialidades nacionais. Afinal, proteger a saúde de pessoas, animais, plantas e ecossistemas terrestres e aquáticos, incluindo os oceanos, não é apenas uma escolha ética, mas uma condição para a resiliência e o futuro da vida no planeta.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Plantas alimentícias não convencionais no território zona Sul: identificação de espécies e usos de estruturas vegetativas.</title>
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    <description>Título: Plantas alimentícias não convencionais no território zona Sul: identificação de espécies e usos de estruturas vegetativas.
Autoria: DURIGON, J.; GUARINO, E. de S. G.; HEIDEN, G.
Conteúdo: Plantas alimentícias não convencionais, ou simplesmente PANCs, são plantas com valor nutricional, muitas delas com crescimento espontâneo e, muitas vezes, vistas por agricultores(as) e consumidores(as) como inço, ou como um problema, dependendo do local onde se desenvolvem. O termo se refere também a partes de plantas que são tradicionalmente usadas na alimentação, mas, que muitas vezes são desprezadas, como por exemplo as folhas da beterraba, as flores de abóbora ou o "coração" da bananeira. Esta publicação resume parte da caminhada do projeto “Pancpop – Popularizando o uso de Plantas Alimentícias Não Convencionais”, o qual tem por objetivo divulgar o uso de plantas que a maioria da população não conhece suas propriedades comestíveis. O projeto avança em seu objetivo, transformando problema em solução, em renda, em segurança alimentar, em orgulho em cultivar a terra com amor e dela colher o bem viver. Nesse processo existe um movimento contínuo capitaneado por professores(as), técnicos(as) e do campus da Universidade Federal de Rio Grande (Furg), em São Lourenço do Sul, apoiado por pesquisadores(as) da Embrapa Clima Temperado, focado principalmente, no apoio técnico a(os) agricultores(as) familiares e na conscientização de consumidores(as) locais. Portanto, convidamos a todas as pessoas que apreciem estes diferentes sabores que a natureza espontaneamente oferece, que visitem as feiras agroecológicas e se deliciem com as cores, aromas e sabores das plantas alimentícias não convencionais.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1168111">
    <title>MISOSUL 2024: informações técnicas para o cultivo de milho e sorgo na região subtropical do Brasil: safras 2023/24 e 2024/25.</title>
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    <description>Título: MISOSUL 2024: informações técnicas para o cultivo de milho e sorgo na região subtropical do Brasil: safras 2023/24 e 2024/25.
Autoria: REUNIÃO TÉCNICA SUL-BRASILEIRA DE PESQUISA DE MILHO E SORGO, 3., 2023, Pelotas
Conteúdo: A 3ª MISOSUL – Reunião Técnica Sul-Brasileira de Pesquisa de Milho e Sorgo abrange os três estados do sul do Brasil, e visa ampliar a discussão de problemas de pesquisa e a cooperação entre instituições de ensino, pesquisa e extensão, com o objetivo de atenuar dificuldades e ampliar a produção e sustentabilidade destes cultivos na região. A MISOSUL foi estabelecida a partir da união de reuniões técnicas do Rio Grande do Sul (Reunião Técnica Anual de Pesquisa do Milho e Reunião Técnica Anual de Pesquisa do Sorgo), de Santa Catarina (Reunião Técnica Catarinense de Pesquisa de Milho e Reunião Técnica Catarinense de Pesquisa de Sorgo) e do Paraná (Reunião Técnica Paranaense de Pesquisa de Milho e Sorgo).As informações técnicas descritas nesta publicação são um compilado de boas práticas e de técnicas para cultivo de milho e de sorgo no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul do Paraná.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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