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    <title>DSpace Coleção: Livro científico (CPACT)</title>
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    <description>Livro científico (CPACT)</description>
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    <dc:date>2026-07-14T01:01:33Z</dc:date>
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    <title>Manejo da fertilidade do solo e nutrição de pessegueiros.</title>
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    <description>Título: Manejo da fertilidade do solo e nutrição de pessegueiros.
Editor(es): BRUNETTO, G.; NATALE, W.; ROZANE, D. E.; HAHN, L.; NAVA, G.
Conteúdo: O pessegueiro é uma planta de regiões temperadas, que encontrou no Brasil condições climáticas favoráveis ao seu pleno desenvolvimento, em especial nos estados do Sul do país. Apesar do clima ser satisfatório, os solos das áreas nos quais os pomares dessa frutífera estão implantados são ácidos e com baixa fertilidade natural, necessitando de ajustes, a fim de atender às demandas nutricionais das plantas. Mesmo com esses problemas edáficos, as práticas de correção da acidez, melhoria da fertilidade e manejo dos pomares são bem conhecidas e estudadas, permitindo a superação dessas limitações químicas e a obtenção de altos rendimentos, quando as técnicas são aplicadas de forma correta. O livro Manejo da Fertilidade do Solo e Nutrição de Pessegueiros aborda esse tema de modo abrangente e profundo, considerando as muitas diferenças entre o manejo dos pomares de frutas, comparativamente ao cultivo de plantas anuais. A publicação contempla, também, de forma clara e objetiva os mais recentes resultados de pesquisas aplicadas à persicultura, que representam muitos anos de experimentação realizadas em laboratório, em casa de vegetação e no campo pelos autores.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Amoreira-preta: histórico, manejo e tecnologias de produção.</title>
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    <description>Título: Amoreira-preta: histórico, manejo e tecnologias de produção.
Editor(es): ANTUNES, L. E. C.; RASEIRA, M. do C. B.; FRANZON, R. C.
Conteúdo: A produção da amoreira-preta (Rubus spp.) vem crescendo no cenário mundial, impulsionada pela mudança de hábitos alimentares da população. A busca por uma alimentação mais saudável, rica em frutas com propriedades nutritivas e nutracêuticas, tornou-se parte integrante da dieta moderna. No Brasil, a amoreira-preta foi introduzida no início da década de 1970 e vem sendo pesquisada pela Embrapa por mais de 50 anos, confundindo-se com a própria história da empresa. Várias foram as cultivares lançadas nas últimas décadas, fruto da pesquisa agropecuária, como a emblemática cultivar BRS Tupy, que foi – e ainda é – uma das mais importantes e oportunizou que vários produtores e países – como o México – se tornassem grandes produtores no mercado mundial. Embora seja uma cultura rústica, a amoreira-preta necessita de cuidados especiais para que o produtor possa ter uma atividade rentável, e o consumidor, um produto de qualidade. Esta publicação aborda temas importantes para que os produtores possam planejar adequadamente seus investimentos, com princípios básicos de cultivo, produção de mudas, escolha de área de plantio, cultivares, manejo de pomares, cuidados na colheita, na pós-colheita e no processamento, bem como as propriedades benéficas do consumo de amoras-pretas. Destaca-se também a oportunidade aos consumidores de conhecer e reconhecer as etapas de produção, o papel da extensão rural na inclusão de segmentos produtivos da sociedade na produção e os impactos que a tecnologia traz à cadeia produtiva da amora-preta no Brasil. Ainda, traz a experiência da Rota das Frutas RIDE-DF, que compartilha o histórico de um projeto de organização da cadeia produtiva da fruticultura. Nesse contexto, a entrega deste livro à sociedade brasileira marca uma exitosa trajetória da pesquisa e do desenvolvimento rural, de forma inclusiva e sustentável.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Diagnóstico da pecanicultura no RS: caracterização dos pomares e sistemas de cultivo.</title>
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    <description>Título: Diagnóstico da pecanicultura no RS: caracterização dos pomares e sistemas de cultivo.
Autoria: AMBROSINI, L. B.; JOÃO, P. L.; BORBA, A. C. L. de; OLIVEIRA, A. M. R. de; KROEFF, D. R.; MARTINS, C. R.; LISBOA, B. B.; VARGAS, L. K.
Conteúdo: O Brasil figura entre os principais produtores mundiais de noz-pecã, destacando-se na América do Sul, juntamente com a Argentina. Peru, Chile e Uruguai possuem cultivos em escala menor (International Nut and Dried Fruit Council, 2023). No Brasil, o cultivo tem registrado grande crescimento no estado do Rio Grande do Sul (RS), especialmente nos últimos 20 anos. Os dados do levantamento da Produção Agrícola Municipal de 2024, do Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE) mostram o aumento significativo da área colhida, de 1.300 hectares em 2002 para mais de 4.400 hectares em 2023 (Figura 1). O aumento de área colhida se reflete na produção total de nozes, que saltou de cerca menos de 1.000 toneladas para 6.607 (IBGE, 2024).</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Saúde única: caminho para resiliência do planeta.</title>
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    <description>Título: Saúde única: caminho para resiliência do planeta.
Autoria: ZANELLA, J. R. C.; ROSENTHAL, A.; PELLEGRIN, A. O.; GUIMARÃES, A. S.; HOFFMANN, A.; SILVA, A. F.; PILLON, C. N.; PIEROZZI JUNIOR, I.; ALVARENGA, M. B.; BASTOS, M. do S. R.; KANASHIRO, M.; GOMES, P. B.
Conteúdo: Vivemos em um mundo cada vez mais interconectado, onde as saúdes humanas, animais, vegetais e ambientais compõem um sistema complexo e indissociável. As mudanças climáticas, a perda de biodiversidade, o desmatamento, a intensificação da produção agropecuária, a demanda por alimentos e a crescente urbanização ou, na maioria das vezes, fatores antropogênicos têm desencadeado desequilíbrios ecológicos profundos, ampliando o risco de eventos climáticos mais intensos (chuva, seca, temperaturas extremas), de surtos zoonóticos, resistência a antimicrobianos, contaminações ambientais e insegurança alimentar. A abordagem de Saúde Única (One Health) surge como uma resposta estratégica e necessária para lidar com esses desafios. Mais do que um conceito, trata-se de um paradigma que propõe a integração de saberes e setores para compreender e intervir de forma sistêmica nos problemas contemporâneos que afetam a saúde planetária. A degradação dos solos, o uso intensivo de agrotóxicos, os impactos na saúde dos oceanos e a emergência de doenças em novos territórios, agravados pelas mudanças climáticas, são manifestações de um colapso silencioso cada vez mais crescente e de maior intensidade. No entanto, apesar de amplamente reconhecida em nível internacional, a aplicação prática da Saúde Única ainda enfrenta entraves. Barreiras institucionais, fragmentação das políticas públicas, lacunas de financiamento e a invisibilização de populações vulneráveis comprometem a implementação e eficácia das ações integradas. Nesse contexto, instituições como a Embrapa assumem papel estratégico na formulação de soluções sustentáveis e inovadoras, articulando ciência, tecnologia e políticas públicas. Mais do que nunca, torna-se urgente repensar os modelos de desenvolvimento sob uma perspectiva que promova a resiliência ecológica e climática, a equidade e justiça social e a saúde em todas as suas dimensões. Esse trabalho propõe uma reflexão crítica, inter e transdisciplinar sobre como a abordagem Saúde Única pode (e deve) ser implementada no Brasil, à luz dos desafios locais e globais e potencialidades nacionais. Afinal, proteger a saúde de pessoas, animais, plantas e ecossistemas terrestres e aquáticos, incluindo os oceanos, não é apenas uma escolha ética, mas uma condição para a resiliência e o futuro da vida no planeta.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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