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    <title>DSpace Coleção: Artigo em anais de congresso (CNPF)</title>
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    <description>Artigo em anais de congresso (CNPF)</description>
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    <dc:date>2026-04-21T18:28:24Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185272">
    <title>Intensificação do processo de extração de compostos fenólicos da erva-mate em múltiplos estágios: uma abordagem ambiental.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185272</link>
    <description>Título: Intensificação do processo de extração de compostos fenólicos da erva-mate em múltiplos estágios: uma abordagem ambiental.
Autoria: ARANTES, M. S. T.; LIMA, S. M. N. de; HELM, C. V.; MAGALHAES, W. L. E.; SILVA, V. R. da
Conteúdo: A extração de compostos bioativos de matrizes vegetais usualmente apresenta baixos rendimentos e considerável consumo energético. Neste trabalho, uma metodologia alternativa de intensificação do processo de extração de compostos fenólicos da erva- mate foi avaliada, considerando-se a utilização de múltiplos estágios de extração em detrimento de um único estágio. O processo de extração foi avaliado com um único estágio (convencional) e dois e quatro estágios (intensificados), à 25 °C, com uma razão sólido- líquido global de 0,5 g 100 mL-1 água e por um tempo global de 2 h. Por fim, uma simulação de escalonamento foi realizada para uma indústria de processamento de 25 kg erva-mate dia-1, avaliando-se o consumo energético para cada cenário de extração. Os extratos obtidos sob os diferentes cenários de extração apresentaram potencial antioxidante similares (493,0 – 526,5 mg Equivalente Ácido Gálico L-1), o que demonstra que os três processos podem ser utilizados para a obtenção do mesmo produto, com relação à concentração de compostos fenólicos. Quando avaliado o escalonamento dos cenários, vê- se que os cenários intensificados requerem equipamentos de menor volume, o que implica em uma diminuição do consumo energético do processo de até 681,1 MJ ano-1, em específico para a etapa de manutenção da temperatura de extração no vaso extrator. Consequentemente, tem-se uma diminuição na emissão de CO2 referente à geração energética do processo de até 51,1 kg ano-1, o que demonstra a eficácia do processo de intensificação proposto no aspecto ambiental.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185271">
    <title>Avaliação do potencial do uso de des mentol-octanol como estabilizante em oleogéis de óleo de linhaça.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185271</link>
    <description>Título: Avaliação do potencial do uso de des mentol-octanol como estabilizante em oleogéis de óleo de linhaça.
Autoria: CARNEIRO, G. B. K.; CHICO, B. C. S. de; HELM, C. V.; IGARASHI-MAFRA, L.
Conteúdo: O oleogel é promissor para a indústria de alimentos, composto por óleo e oleogeladores, que tem a função de gelificar, e visa a substituição de gorduras hidrogenadas. Os solventes eutéticos profundos, DES, podem ser compostos por substância não tóxicas, oferecendo uma alternativa aos solventes orgânicos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial do DES hidrofóbico, mentol-octanol, como um estabilizante para o oleogel produzido com óleo de linhaça e utilizando como oleogeladores a cera de carnaúba e cera de arroz. Para isso, foram realizadas análises de retenção de óleo, peróxidos, p-anisidina, TOTOX e acidez em cinco oleogéis, que variaram a concentração de oleogeladores e DES. Os melhores resultados de retenção de óleo foram observados na amostra controle, que atingiu 95% de retenção, enquanto a amostra 3 foi a menor com 75%. Em relação às análises de oxidação, os melhores resultados foram obtidos para a amostra com menor quantidade de cera de carnaúba e DES, mantendo a oxidação total em 1,60. Por fim, os resultados de acidez mostraram que a adição de DES nas amostras aumentou a acidez do oleogel. As amostras Controle e 3 apresentaram menores valores de índice de acidez, com 3,88 mgKOH g-1 e 4,85 mg KOH g-1, respectivamente. Concluiu-se que a adição de DES mentol-octanol não adicionou estabilidade ao oleogel de óleo de linhaça, e que a cera de carnaúba potencializou a oxidação do produto.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1182709">
    <title>Reação ao BYDV-PAV de cultivares de trigo do ensaio estadual do Rio Grande do Sul, em 2022.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1182709</link>
    <description>Título: Reação ao BYDV-PAV de cultivares de trigo do ensaio estadual do Rio Grande do Sul, em 2022.
Autoria: LAU, D.; CASTRO, R. L. de
Conteúdo: Considerando a combinação entre nota visual de sintomas, produção de grãos de plantas inoculadas e dano, as cultivares TBIO Audaz, TBIO Toruk, e ORS Guardião mostraram maior intolerância à infecção por BYDV-PAV. As cultivares ORS Vintecinco e CD 1303 manifestaram maior tolerância, repetindo resultados de anos anteriores.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1182711">
    <title>Reação de cultivares de trigo do ensaio estadual do Rio Grande do Sul 2022 ao mosaico-comum - wheat stripe mosaic virus.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1182711</link>
    <description>Título: Reação de cultivares de trigo do ensaio estadual do Rio Grande do Sul 2022 ao mosaico-comum - wheat stripe mosaic virus.
Autoria: LAU, D.; STEMPKOWSKI, L. A.; CASTRO, R. L. de
Conteúdo: O objetivo desse trabalho foi caracterizar a reação e o dano em cultivares de trigo disponíveis no mercado para auxiliar na decisão quanto ao seu emprego em áreas com histórico de ocorrência de mosaico-comum. Entre as cultivares de trigo, houve variação na severidade e na incidência de sintomas. As cultivares com sintomas mais severos (notas 4 e 5) foram TBIO Toruk, TBIO Audaz, ORS Feroz, ORS 1403, LG Oro, LG Fortaleza, TBIO Blanc, TBIO Sonic, BRS 327, BRS Reponte e ORS Guardião. As cultivares com sintomas mais brandos (inferior a 3) foram FPS Luminus, ORS Destak, Embrapa 16, FPS Certero e TBIO Aton. Houve diferença entre as cultivares quanto ao rendimento de grãos, sendo separadas em dois grupos (Scott-Knott, 0,5%) (Tabela 1). No entanto, correlação negativa (r = -0,46) entre rendimento de grãos e severidade dos sintomas foi constatada apenas para o bloco mais afetado pela virose.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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