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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Agrossilvipastoril (CPAMT)</title>
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    <description>Embrapa Agrossilvipastoril (CPAMT)</description>
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    <title>Modelagem matemática da secagem de grãos de soja.</title>
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    <description>Título: Modelagem matemática da secagem de grãos de soja.
Autoria: HOSCHER, R. H.; BOTELHO, F. M.; HAUTH, M. R.; BOTELHO, S. de C. C.
Conteúdo: A simulação e as informações teóricas relacionadas com as variações fisiológicas, químicas e físicas observadas em cada produto, durante a remoção de água, são muito importantes para o estudo de sistemas de secagem, desenvolvimento e otimização de equipamentos, visando a sua viabilidade comercial. Ressaltando-se a importância aprofundar estudos sobre secagem de produtos agrícolas, objetivou-se com este trabalho modelar e avaliar as curvas de secagem para soja [Glycine max (L.) Merril] , sob diferentes condições de temperatura do ar de secagem. Foram utilizados grãos de soja das variedades precoces NS7901RR e TMG1180RR, produzidos do município de Sinop/MT, na safra 2014/2015. Inicialmente os grãos foram submetidos a um processo de limpeza, sendo separados os grãos avariados e as impurezas. O teor de água inicial das amostras foi de 0,28 e 0,30 (b.s) para as variedades NS7901RR e TMG1180RR, respectivamente. O teor de água foi determinado pelo método gravimétrico, utilizando-se uma estufa com circulação forçada de ar a 105 °C por 24 h em três amostras de aproximadamente 30 g. As amostras foram submetidas à secagem numa estufa de circulação forçada de ar, nas temperaturas de 40, 50, 60 e 70 °C, sendo as mesmas dispostas em bandejas de chapa galvanizada contendo, aproximadamente, 750 g de produto em duas repetições.</description>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185428">
    <title>Danos em vagens de soja cultivadas sob sistemas de integração lavoura-floresta – safra 2013/2014.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185428</link>
    <description>Título: Danos em vagens de soja cultivadas sob sistemas de integração lavoura-floresta – safra 2013/2014.
Autoria: NUNES, N. R.; FERREIRA, F. T. R.; PITTA, R. M.
Conteúdo: A iLPF (integração Lavoura-Pecuária-Floresta) consiste de diferentes sistemas produtivos de grãos, fibras, madeira, carne, leite e agroenergia, implantados na mesma área, em consórcio, em rotação ou em sucessão, envolvendo o plantio de grãos, de pastagens e de cultivos arbóreos associados (TRECENTI &amp; HASS, 2008). Pitta et al. (2014) avaliaram a distribuição espacial de insetos-praga em soja cultivada em sistemas silviagrícolas utilizando método de caminhamento aleatório na cultura. Neste trabalho três pontos de amostragem com relação a distância entre ranks de eucalipto foram avaliados e pose-se observar que a incidência de lagartas foi maior no ponto entre os ranks. Já para percevejos, os autores observaram que Euschistus heros preferiu plantas localizadas na face sul dos ranks e que Dichelops spp. preferiu as plantas localizadas na face norte. Buscando alguns indicativos de perda de produtividade ocasionada pela presença de insetos, este trabalho objetivou avaliar se á distribuição espacial das plantas influenciam na porcentagem de danos de lagartas em vagens de soja cultivada em sistema silviagrícola. As coletas foram realizadas no campo experimental da Embrapa Agrossilvipastoril em Sinop-MT no final da safra 2013-2014 (latitude 110 51’ 43’’, longitude 550 35’ 27’’ Oeste e 384 m de altitude) em um projeto instalado em 2011 (“Estabelecimento e avaliação de sistemas de ILPF no estado de Mato Grosso”). Os sistemas silviagrícolas foram avaliados em 12 parcelas contendo três ranks de três linhas de eucalipto (árvores 2,5 anos) espaçados entre si por 30 m, sendo que nos espaços entre os ranks foi cultivada a soja.</description>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185431">
    <title>Dinâmica populacional de lepidópteros em lavouras de soja sob sistema de integração lavoura-pecuária-floresta – safra 2014/2015.</title>
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    <description>Título: Dinâmica populacional de lepidópteros em lavouras de soja sob sistema de integração lavoura-pecuária-floresta – safra 2014/2015.
Autoria: FERREIRA, F. T. R.; PITTA, R. M.; NUNES, N. R.; BARROS, S. K. A.
Conteúdo: A iLPF consiste de diferentes sistemas produtivos de grãos, fibras, madeira, carne, leite e agroenergia, implantados na mesma área, em consórcio, em rotação ou em sucessão, envolvendo o plantio de grãos, de pastagens e de cultivos arbóreos associados (TRECENTI &amp; HASS, 2008). Ao integrar sistemas agrícolas o ambiente torna-se mais complexo, garantindo uma maior biodiversidade resultante da disponibilidade de ambientes adequados para um maior número de espécies, favorecendo, por exemplo, a maior incidência de inimigos naturais e ataques menos severos de insetos-praga. Panizzi e Parra (2009) citam que quanto mais estruturado o agroecossistema, maior a sua estabilidade. Considerando a integração de lavouras dentro de uma proposta de iLPF, objetivou-se avaliar o efeito de sistemas produtivos sobre a dinâmica de lepidópteros em lavouras de soja no ano agrícola 2014/2015. Amostragens semanais foram realizadas no campo experimental da Embrapa Agrossilvipastoril em Sinop-MT (latitude 110 51’ 43’’, longitude 550 35’ 27’’ Oeste e 384 m de altitude) em um projeto instalado em 2011 (“Estabelecimento e avaliação de sistemas de ILPF no estado de Mato Grosso”). Os tratamentos avaliados foram: i. lavoura em monocultivo (L) com cultivo de soja em primeira safra e cultivo subsequente com milho consorciado com braquiária; ii. Sistema integração LavouraPecuária (ILP) com cultivo de lavoura nos dois primeiros anos, e cultivo de pasto nos dois anos subsequentes; iii. Sistema Lavoura-Floresta (LF), com cultivo de floresta (eucalipto), em renques com três linhas triplas de cultivo e espaçados 30 metros entre si, cultivando nas entrelinhas soja em primeira safra e cultivo subsequente com milho consorciado com braquiária; iv. Sistema ILPF, com cultivo da Floresta (eucalipto), em renques de com três linhas de cultivo espaçados 30 metros entre si, cultivado entre os renques soja em primeira safra e cultivo subsequente com milho consorciado com braquiária nos dois primeiros anos e pastagem de braquiária entre os renques nos dois anos subsequentes (ILPF 1); v. sistema ILPF, com cultivo de floresta (eucalipto), em renques com três linhas de cultivo e espaçados 30 metros entre si, cultivando anualmente, entre os renques, soja em primeira safra e cultivo subsequente com milho consorciado com braquiária, com colheita do milho e estabelecimento do pasto no inverno para pastejo animal (recria/terminação) (ILPF 2). O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com quatro repetições, sendo cada parcela composta por 2ha exceto o sistema de lavoura em monocultivo que cada parcela continha 1ha.</description>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185412">
    <title>Composição botânica da vegetação sob copas de frutíferas durante o estabelecimento de sistemas silvipastoris.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185412</link>
    <description>Título: Composição botânica da vegetação sob copas de frutíferas durante o estabelecimento de sistemas silvipastoris.
Autoria: GIUSTINA, C. D.; CARNEVALLI, R. A.; ROMANO, M. R.; ANTONIO, D. B. A.
Conteúdo: Na implantação de sistemas silvipastoris com frutíferas, é necessário evitar a competição entre a muda de frutífera e as espécies já estabelecidas na área, que tornam-se indesejáveis sob sua copa. O objetivo foi avaliar a composição botânica sob a copa de frutíferas durante o estabelecimento dos sistemas. O experimento foi conduzido na Embrapa Agrossilvipastoril, Sinop-MT. Os oito tratamentos foram compostos pelos consórcios entre tifton-85 e as espécies frutíferas, em outubro de 2014. O experimento foi disposto em blocos completos casualizados, com duas repetições. A produção da massa seca de tifton-85 e de invasoras foi determinada em um raio de 1m a partir do caule de cada árvore amostrada,de janeiro a junho de 2015. Os dados foram analisados com o SAS 9.2 considerando um nível de significância de 5%. As espécies que apresentaram menores quantidades de massa seca total sob suas copas foram as acerolas, banana e caju CCP76 (243 g), destacando a acerola Roxinha (220 g), em relação as demais (268 g) (P=0,0005). Acerola roxinha, banana, cajá, caju EBM51, caju CCP76 e coco apresentaram os maiores valores de massa de invasoras (238 g) e menores de tifton-85 (20,6 g). Já a acerola sertaneja e a goiaba destacaram-se pela menor massa de invasoras (137 g) (P&lt;0,0001) e maior de tifton85 (132 g) (P=0,0002) sob suas copas. O tifton-85 é considerado uma gramínea agressiva em termos de crescimento e perpetuação em áreas a pleno sol, possuindo superioridade na competição com as plantas invasoras presentes na área. Entretanto, quando a luminosidade sofreu maior alteração pela maior interceptação luminosa da copa das árvores, a capacidade de competição do tifton-85 foi bastante reduzida. A interceptação luminosa no final do período experimental foi maior sob a acerola Roxinha (74,6%). A acerola Sertaneja, banana, caju EMB51 e a goiaba não diferiram entre si (64,35% de IL), seguido pelo caju CCP76 e coco (54,4%) e, por último, o cajá (46,5% de IL) entre as demais. Nessas condições, as plantas invasoras, compostas principalmente por trapoeraba (Commelina benghalensis L.) e poaia-branca (Richardia brasiliensis), mostraram-se mais tolerantes ao sombreamento. A composição botânica da vegetação foi alterada de acordo com a luminosidade. Copas de goiaba e acerola permitiram maior crescimento de tifton-85 o que por competição reduziu a presença de invasoras. A qualidade e quantidade de luz que atinge a vegetação sob diferentes copas de árvores pode afetar sua composição botânica.</description>
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