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    <title>DSpace Coleção: Resumo em anais de congresso (CPAMT)</title>
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    <description>Resumo em anais de congresso (CPAMT)</description>
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    <dc:date>2026-05-15T15:48:44Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185412">
    <title>Composição botânica da vegetação sob copas de frutíferas durante o estabelecimento de sistemas silvipastoris.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185412</link>
    <description>Título: Composição botânica da vegetação sob copas de frutíferas durante o estabelecimento de sistemas silvipastoris.
Autoria: GIUSTINA, C. D.; CARNEVALLI, R. A.; ROMANO, M. R.; ANTONIO, D. B. A.
Conteúdo: Na implantação de sistemas silvipastoris com frutíferas, é necessário evitar a competição entre a muda de frutífera e as espécies já estabelecidas na área, que tornam-se indesejáveis sob sua copa. O objetivo foi avaliar a composição botânica sob a copa de frutíferas durante o estabelecimento dos sistemas. O experimento foi conduzido na Embrapa Agrossilvipastoril, Sinop-MT. Os oito tratamentos foram compostos pelos consórcios entre tifton-85 e as espécies frutíferas, em outubro de 2014. O experimento foi disposto em blocos completos casualizados, com duas repetições. A produção da massa seca de tifton-85 e de invasoras foi determinada em um raio de 1m a partir do caule de cada árvore amostrada,de janeiro a junho de 2015. Os dados foram analisados com o SAS 9.2 considerando um nível de significância de 5%. As espécies que apresentaram menores quantidades de massa seca total sob suas copas foram as acerolas, banana e caju CCP76 (243 g), destacando a acerola Roxinha (220 g), em relação as demais (268 g) (P=0,0005). Acerola roxinha, banana, cajá, caju EBM51, caju CCP76 e coco apresentaram os maiores valores de massa de invasoras (238 g) e menores de tifton-85 (20,6 g). Já a acerola sertaneja e a goiaba destacaram-se pela menor massa de invasoras (137 g) (P&lt;0,0001) e maior de tifton85 (132 g) (P=0,0002) sob suas copas. O tifton-85 é considerado uma gramínea agressiva em termos de crescimento e perpetuação em áreas a pleno sol, possuindo superioridade na competição com as plantas invasoras presentes na área. Entretanto, quando a luminosidade sofreu maior alteração pela maior interceptação luminosa da copa das árvores, a capacidade de competição do tifton-85 foi bastante reduzida. A interceptação luminosa no final do período experimental foi maior sob a acerola Roxinha (74,6%). A acerola Sertaneja, banana, caju EMB51 e a goiaba não diferiram entre si (64,35% de IL), seguido pelo caju CCP76 e coco (54,4%) e, por último, o cajá (46,5% de IL) entre as demais. Nessas condições, as plantas invasoras, compostas principalmente por trapoeraba (Commelina benghalensis L.) e poaia-branca (Richardia brasiliensis), mostraram-se mais tolerantes ao sombreamento. A composição botânica da vegetação foi alterada de acordo com a luminosidade. Copas de goiaba e acerola permitiram maior crescimento de tifton-85 o que por competição reduziu a presença de invasoras. A qualidade e quantidade de luz que atinge a vegetação sob diferentes copas de árvores pode afetar sua composição botânica.</description>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185414">
    <title>Potencial alelopático de cultivares de Panicum maximum Jacq. sobre Digitaria horizontalis Willd. e Lactuca sativa L.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185414</link>
    <description>Título: Potencial alelopático de cultivares de Panicum maximum Jacq. sobre Digitaria horizontalis Willd. e Lactuca sativa L.
Autoria: MENEGATTI, L.; IKEDA, F. S.; BONALDO, S. M.; INÁCIO, J. V. L.
Conteúdo: A produtividade do milho depende de vários fatores bióticos e abióticos. Entre os fatores bióticos, a presença de plantas daninhas junto à cultura tem grande relevância devido à sua competição, sendo Digitaria horizontalis uma das principais plantas daninhas encontradas no cultivo de milho, cujo controle normalmente é químico. O uso de forrageiras em consórcio com o milho é uma alternativa que pode auxiliar no controle dessas plantas. Além da competição, a presença de aleloquímicos pode interferir na germinação e no desenvolvimento das plantas daninhas e da cultura. Dessa forma, objetivou-se verificar o potencial alelopático de cinco cultivares de Panicum maximum (Aruana, Massai, Mombaça, Tanzânia e Zuri), além de uma testemunha sem material vegetal sobre dois lotes de sementes de alface (Lactuca sativa) de diferentes idades e sobre D. horizontalis por meio do método “sandwich”. Foram coletadas folhas dos rebrotos das cinco cultivares de P. maximum aleatoriamente, sendo mantidas em estufa de circulação forçada por 24 horas a 65 ºC. Foram pesados e dispostos 10 mg das folhas entre duas camadas de ágar água com 5 ml cada. Sobre elas foram semeadas 14 sementes de D. horizontalis e cinco sementes de alface cv. Grand Rapids de cada lote, de acordo com os respectivos ensaios. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com quatro repetições. As temperaturas utilizadas foram de 20 ºC para o alface e de 25 ºC para D. horizontalis. O tempo de incubação foi de três, oito e dez dias para o lote 2 (10 meses de colheita), D. horizontalis e lote 1 (22 meses de colheita), respectivamente. Todas as cultivares de P. maximum reduziram o comprimento da radícula e do coleóptilo + folíolo, além da porcentagem de germinação que não superou 4,17% nos tratamentos e 23,81% na testemunha. A cultivar Mombaça inibiu completamente a germinação de D. horizontalis. Tratamentos com as cultivares Aruana e Zuri em sementes de alface do lote colhido há mais tempo apresentaram germinação de 11,67% e 5,83% respectivamente, inferiores à testemunha com 39,17%. Todas as cultivares, exceto Tanzânia, reduziram o comprimento da radícula das sementes de alface do lote colhido há menos tempo. Conclui-se que todas as cultivares de P. maximum inibem a germinação e o desenvolvimento das plântulas de D. horizontalis. Há potencial alelopático das cultivares de P. maximum sobre germinação de sementes mais antigas de alface e sobre desenvolvimento da radícula em sementes mais novas.</description>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1173592">
    <title>Eficácia de controle de plantas de algodão tiguera com risco fitossanitário com os herbicidas flumiclorac-pentyl e fomesafen em pós-emergência.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1173592</link>
    <description>Título: Eficácia de controle de plantas de algodão tiguera com risco fitossanitário com os herbicidas flumiclorac-pentyl e fomesafen em pós-emergência.
Autoria: BASILIO, E. R.; CAVALIERI, S. D.; IKEDA, F. S.; SILVA, W. C. da; SILVA, J. C. F. da; BUCHER, R. G.; FUJIMORI, I. S. T.
Conteúdo: Resumo:</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1173580">
    <title>Panorama de potencial resistência de plantas daninhas a herbicidas em Mato Grosso.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1173580</link>
    <description>Título: Panorama de potencial resistência de plantas daninhas a herbicidas em Mato Grosso.
Autoria: IKEDA, F. S.; CAVALIERI, S. D.; WOIAND, H. M. G.; PRADO, R.; SILVA, A. de J.; FUJIMORI, I. S. T.; GRASSIOTO, M. L. D.
Conteúdo: Resumo: Os problemas com resistência vem se intensificando e a dificuldade no manejo de plantas daninhas como capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) tem se destacado, embora outras espécies como buva (Conyza spp.) e capim-amargoso (Digitaria insularis) sejam problema em algumas regiões do estado de Mato Grosso. Objetivou-se com este trabalho identificar os potenciais problemas de resistência de E. indica, Conyza spp. e D. insularis em Mato Grosso. Foram realizadas coletas de sementes de plantas georreferenciadas e não controladas em lavouras de soja, milho e algodão nas principais regiões do estado. Em casa de vegetação, fez-se a triagem com a testemunha sem aplicação e a dose recomendada (g ha-1) para clethodim - C (108), fenoxaprop-p-ethyl - F (110), glyphosate - GLY (1440) e haloxyfop-p-methyl - H (54) para E. indica e D. insularis no estádio de até 3 perfilhos e de 2,4-D (1340), chlorimuron-ethyl - CH (20), diquat (500), glufosinato - GLU (500), GLY (2160) e saflufenacil - S (70) para Conyza spp. com 8 repetições, avaliando-se o controle (%) aos 28 dias após a aplicação. Os biótipos foram classificados de acordo com o controle em: suscetíveis (controle &gt;85%), intermediários (60-85%) ou resistentes - R (&lt;60%) a cada herbicida (+ de 50% das repetições). A maior parte das coletas ocorreu nas microrregiões do Alto Teles Pires (44,6%), Parecis (18,8%) e Primavera do Leste (14,8%), sendo que 46,3% das amostras foram de E. indica, 31,9% de D. insularis e 15,4% de Conyza spp. 66,7% de 115 biótipos de D. insularis foram classificados como R a GLY, sendo que 33,3% foram R para H. De 44 biótipos de Conyza spp., 73,9% foram classificados como R a GLY, 17,4% a CH e 8,7% a GLU. 46,9% dos 194 biótipos de E. indica foram classificados como R ao F, 39,8% ao H, 7,0% ao GLY e 6,3% ao C. O glyphosate é o herbicida com maiores problemas de controle de Conyza spp. e D. insularis, enquanto os herbicidas do grupo dos FOPs (fenoxaprop e haloxyfop) são os destaques para E. indica em Mato Grosso.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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