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    <title>DSpace Coleção: Tese/dissertação (CPPSE)</title>
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    <description>Tese/dissertação (CPPSE)</description>
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    <dc:date>2026-04-07T03:42:46Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1171598">
    <title>Biotransformação do arsênio inorgânico (As-i) em Tilápias do Nilo (Oreochromis niloticus) e avaliação de seu antagonismo na presença de selênio.</title>
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    <description>Título: Biotransformação do arsênio inorgânico (As-i) em Tilápias do Nilo (Oreochromis niloticus) e avaliação de seu antagonismo na presença de selênio.
Autoria: FERREIRA, Nathalia dos Santos
Conteúdo: A especiação de arsênio (As) em peixes tem sido amplamente investigada, no entanto a bioacumulação e a biotransformação do As inorgânico em diferentes tecidos de tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus) não são totalmente compreendidas. O presente estudo teve como objetivo investigar a bioacumulação do As inorgânico em tilápias do Nilo, bem como avaliar a distribuição das principais espécies de arsênio no fígado, estômago, brânquias e músculo após ensaios toxicológicos controlados com As(III) e (V) em concentrações de 5,0 e 10,0 mg L-1 durante períodos de exposição de 1 e 7 dias. As determinações de As total foram realizadas por espectrometria de massa com plasma indutivamente acoplado (ICP-MS). Para ambas as exposições (As(III) e As(V)), os níveis de As total após 7 dias de exposição foram maiores no fígado e estômago e menores nas brânquias e músculo. No geral, a tilápia do Nilo exposta ao As(III) apresentou concentrações mais elevadas de As após os tratamentos, em comparação à exposição ao As(V). A especiação química de As nos tecidos estudados foram realizadas por cromatografia líquida acoplada a ICP-MS (LC-ICP-MS), e revelou que a biotransformação do As pode ter acontecido pela redução do As(V) para As(III), metilação para ácido monometilarsônico (MMA) e ácido dimetilarsínico (DMA), e subsequente conversão para arsenobetaína (AsB), que é a espécie não tóxica e a forma predominante de arsênio. As interações e efeitos antagônicos do selênio (Se) nos processos de bioacumulação foram testados pela exposição combinada do As inorgânico juntamente com selênio tetravalente (Se(IV)). Os resultados indicaram uma redução de 4-6 vezes da toxicidade do arsênio na tilápia do Nilo. Também foi foco do nosso trabalho investigar a atividade das enzimas antioxidantes catalase (CAT), glutationa peroxidase (GPx), glutationa redutase (GR), além da enzima de biotransformação glutationa S-transferase (GST), bem como os níveis de oxidação de biomoléculas por meio da quantificação das espécies reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS) nos tecidos estudados. Como resultado, foi observado que o tratamento com ambas as espécies de As causaram um padrão de inibição enzimática dos antioxidantes estudados, com a diminuição das atividades antioxidantes da maioria das enzimas estudadas nos diferentes tecidos da tilápia do Nilo.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1167525">
    <title>Balanço de gases de efeito estufa em sistemas leiteiros de clima tropical.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1167525</link>
    <description>Título: Balanço de gases de efeito estufa em sistemas leiteiros de clima tropical.
Autoria: CHAMILETE, S. A. M.
Conteúdo: A pecuária leiteira brasileira é atividade relevante em termos econômicos e sociais. A agropecuária nacional é responsável por 28,5% das emissões brasileiras de gases de efeito estufa (GEE), sendo a atividade leiteira responsável por cerca de 3% das emissões de GEE do Brasil em 2020. O objetivo deste estudo foi estimar o potencial de emissão de metano (CH4), óxido nitroso (N2O) e dióxido de carbono (CO2), remoção de GEE e balanço de carbono na produção primária, bem como a composição química e padrões higiênico-sanitários de leite de propriedades leiteiras em condições tropicais, considerando os diferentes sistemas de produção. Foram selecionadas 18 propriedades leiteiras, de acordo com seu sistema de produção, classificadas em sistemas com acesso ao pasto (AP) e confinados (C). Foi realizada uma visita em cada propriedade para aplicação de questionário e coleta de dados. A metodologia utilizada para obtenção das estimativas de emissões e remoções de GEE apresentadas, neste estudo, fundamentou-se nas diretrizes do Inventário Nacional de Gases de Efeito Estufa, do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climáticas e do Quarto Inventário Nacional de Emissões e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa. Após o cálculo das emissões de GEE, foram contabilizadas as remoções de GEE e, posteriormente, calculou-se o balanço de carbono dos sistemas de produção. Por fim, foi calculada a quantidade de árvores necessárias para a neutralização do sistema de produção. Ademais, foram analisados dados de composição e padrões higiênico-sanitários do leite. Inicialmente, foram realizadas análises descritivas no R com o auxílio do software RStudio. Em seguida, realizou-se o teste de Monte Carlo com o objetivo de avaliar o efeito dos sistemas de produção. Os sistemas AP foram caracterizados como semi-intensivos, apresentando média de 97,68 hectares (ha), menor produtividade de 6.213,33 kg leite/lactação (p&lt;0,001) e 19,13 litros leite/dia (p&lt;0,001), maior teor de gordura do leite (3,93%) (p=0,007) e maior relação concentrado:leite (média 0,46 kg concentrado/litro leite) (p=0,045) comparados aos sistemas C. Além disso, apresentaram menor emissão de CH4 entérico (134,48 kg CH4/vaca/ano) (p=0,017), de CH4 dos dejetos (43,24 kg CH4/vaca/ano) (p=0,042), de N2O direto dos dejetos (0,61 kg N2O/vaca/ano) (p=0,015), N2O indireto dos dejetos (0,84 kg N2O/vaca/ano) (p=0,035), menor intensidade de emissão de GEE provenientes dos dejetos (1.839,18 kg CO2eq/vaca lactante/ano) (p=0,025), bem como maior intensidade de remoção de GEE, média de 0,175 kg CO2eq/kg FPCM comparados aos sistemas confinados. Os sistemas C, por sua vez, foram caracterizados como sistemas intensivos, apresentando média de 95,80 ha, com maior produtividade (10.089,92 kg leite/lactação) (p&lt;0,001) e 31,67 litros leite/dia (p&lt;0,001). Além disso, sistemas C apresentaram menores intensidade de emissão proveniente do CH4 entérico (0,557 kg CO2eq/kg FPCM) (p &lt;0,001), produção e aquisição de alimentos (0,361 kg CO2eq/kg FPCM) (p=0,009), intensidade de emissão de GEE (1,173 kg CO2eq/kg FPCM) (p&lt;0,001) e, consequentemente, menor intensidade do balanço de carbono (1,137 kg CO2eq/kg FPCM) (p&lt;0,001) comparados aos sistemas AP. Em relação à composição e padrões higiênico-sanitários, todas as propriedades apresentaram-se dentro do padrão estabelecido pela IN 58, referente ao leite cru refrigerado. Para ambos os sistemas, verificou-se que a maior fonte de GEE foi a fermentação entérica (47,4%), seguida da produção e aquisição de alimentos (33,8%) e dejetos (18,8%). Em conclusão, os sistemas de produção AP e C demonstraram desempenhos semelhantes em termos de volume anual de leite produzido e eficazes em manter padrões higiênico-sanitários. No entanto, sistemas AP apresentaram maior teor de gordura no leite. Os sistemas C demonstraram-se mais sustentáveis em relação à intensidade de emissão de GEE por leite produzido e corrigido para gordura e proteína, embora sistemas AP tenham apresentado maior capacidade de remoção de GEE, além de área disponível para plantio de árvores em comparação com sistemas C, podendo contribuir positivamente para a mitigação das mudanças climáticas, desde que sejam adotadas práticas de manejo adequadas.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1167526">
    <title>O efeito do tempo e da temperatura na digestibilidade proteica e bioacessibilidade de minerais em carne bovina processada pelo método sous vide.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1167526</link>
    <description>Título: O efeito do tempo e da temperatura na digestibilidade proteica e bioacessibilidade de minerais em carne bovina processada pelo método sous vide.
Autoria: SILVA, K.
Conteúdo: O processo de cocção afeta as características físicas e sensoriais da carne bovina, como também a digestibilidade proteica e a quantidade de nutrientes do alimento. O crescimento da utilização do método de processamento sous vide (“sob vácuo”) ocorre pois promove maior maciez e redução perda de nutrientes da carne bovina. Por proporcionar o cozimento do produto no próprio suco, os sabores e aromas inerentes ao alimento são preservados. Além disso, o processo de cozimento é realizado a menores temperaturas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de variações do tempo e temperatura de cozimento nas características físicas e sensoriais, na digestibilidade proteica e na bioacessibilidade de minerais em carne bovina processada pelo método sous vide. Foi utilizado o músculo Biceps femoris (coxão duro) adquirido em frigorífico comercial. Neste experimento, foram testados as combinações de três tempos (60 min, 210 min e 360 min) e três temperaturas (60ºC, 65ºC e 70ºC) para cocção da carne bovina pelo método sous vide. As amostras foram analisadas para perda por cocção, força de cisalhamento, perfil de textura (dureza e elasticidade), digestibilidade proteica, bioacessibilidade de minerais e avaliadas em relação a aroma, sabor e textura. A menor temperatura (60ºC) se mostrou a melhor condição para processamento de bife de coxão duro cozido pelo método sous vide nos tempos 60 e 360 min em relação à perda por cocção (28%), força de cisalhamento (3,2 e 3,5kgf), dureza (3,5 e 3,9 kgf), elasticidade (3,7 e 3,9 kgf). As combinações de temperaturas e tempos estudados apresentaram digestibilidade proteica entre 60 a 68%. A combinação de 60ºC com 60 min apresentou maior teor bioacessível de cálcio (3mg/100g) e de fósforo (93,9 mg/100g). Na análise sensorial descritiva, o tratamento a 60ºC/60min apresentou a maior nota de aroma de sangue (3,9) e suculência (5,3) e o tratamento de 70ºC/360min apresentou maior nota de maciez (5,5) em relação aos tratamentos a 70ºC/60 e 65ºC/210min, mas não mostraram diferença significativa nos tratamentos com a menor temperatura (60ºC) com menor (60min) e maior tempo (36min). A menor temperatura 60ºC se mostrou uma boa condição de cocção sous vide para o corte coxão duro para as análises físicas, sensoriais e bioacessíbilidade de minerais independente do tempo de cocção utilizado.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1166485">
    <title>Automated total collection and indicator methods for estimating digesta flow in steers fed roughage or concentrate diets.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1166485</link>
    <description>Título: Automated total collection and indicator methods for estimating digesta flow in steers fed roughage or concentrate diets.
Autoria: WANDERLEY, R. D. C.
Conteúdo: In the last few years many attempts have been made to quantify the extent of ruminal and intestinal digestion, particularly in sheep.</description>
    <dc:date>1982-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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