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    <title>DSpace Coleção: Resumo em anais de congresso (CENARGEN)</title>
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    <description>Resumo em anais de congresso (CENARGEN)</description>
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    <title>Germoplasma de Eucalyptus urophylla introduzido no Brasil.</title>
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    <description>Título: Germoplasma de Eucalyptus urophylla introduzido no Brasil.
Autoria: MOURA, V. P. G.
Conteúdo: Eucalyptus urophylla S.T. Blake é uma espécie indonesiana ocorrendo naturalmente na ilha de Timor e em outras ilhas da Indonésia tais como Flores, Adonara, Lomblen, Alor, Wetar e Pantar, numa faixa latitudinal de 6 a 10° sul. As maiores áreas de ocorrência de E. urophylla se encontram em Timor, formando florestas com árvores de até 45 m de altura e de dois metros de diâmetro, numa faixa altitudinal de 500 a 2900m. Nas outras ilhas ocorre em altitudes de 350 a 1000 m. No Brasil a primeira introdução desta espécie, foi realiza em 1919, como se fosse E. alba. As sementes desta introdução foram coletadas de duas árvores ainda existentes no Jardim Botânico de Bogor, Java, Indonésia, originárias da ilha de Flores. Para aumentar a variabilidade genética desta espécie nova introduções foram realizadas. Uma segunda introdução de E. urophylla com nove diferente procedências de Timor, coletadas entre altitudes de 914 a 2135m, foi feita pela Companhia Paulista de Estrada de Ferro em 1967. Uma terceira introdução, foi realizada pelo Instituto de Pesquisa e Experimentação Florestal (IPEF) em 1969, dando origem a várias áreas de conservação e de produção de sementes no estado de São Paulo. Entre os anos 1970 e 1976, foram introduzidas 44 diferentes procedências de Timor e outras ilhas pelo Programa de Desenvolvimento e Pesquisa Florestal (PRODEPEF), Instituto de Pesquisa e Experimentação Florestal (IPEF) e pela Aracruz Florestal S.A. Uma outra introdução foi realizada em 1977 pela Cia Vale do Rio Doce, com 10 procedências de Flores, 7 de Timor Oeste, 5 de Adonara, 4 de Alor e uma de Pantar. Este material foi avaliado e caracterizado e as procedências com maior potencial se encontram em conservação na forma de sementes, talhões florestais ou áreas de produção de sementes na Embrapa Cerrados e Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.</description>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186880">
    <title>Comportamento dos recursos genéticos de eucalipto no cerrado.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186880</link>
    <description>Título: Comportamento dos recursos genéticos de eucalipto no cerrado.
Autoria: MOURA, V. P. G.
Conteúdo: Na região dos Cerrados, durante o período de 1973 a 1982 foram introduzidas mais de 100 espécies e 400 procedências de Eucalyptus. Uma extensa rede experimental foi estabelecida com este material e avaliações realizadas durante os últimos anos demonstraram uma grande variabilidade de acordo com as condições climáticas e edáficas e com a origem do material genético. E. pilularis tem melhor desempenho em Cerrado de alta altitude, acima de 1000 m e em altitudes menores apresenta problemas fitossanitários e fisiológicos. E. grandis desenvolve-se melhor em solos férteis, em áreas de maior pluviosidade e de boa distribuição de chuvas. Procedências de Atherton, norte da Austrália são as mais indicadas; procedências do Sul, apresentam altas taxas de crescimento porém apresentam distúrbios fisiológicos, causando a morte de plantas. E. cloeziana tem comportamento variável sem mostrar variação em função do ambiente. As procedências de melhor destaque são: de Kennedy e de Gympie, Austrália. E. urophylla é a espécie de maior estabilidade genética, destacando-se em crescimento em todos os locais de teste. O melhor material é procedente da ilha Flores, Indonésia e de regiões de média altitude em Timor. E. camaldulensis cresce menos do que E. grandis, E. pilularis e E. urophylla, em áreas onde as condições ecológicas favorecem estas espécies. Quando isto não acontece, procedências de Petford suplantam outros materiais, principalmente em Cerrado com menor fertilidade e com maior déficit hídrico. E. tereticornis apresenta grande variação genética de acordo com a origem do material. Procedências de Cooktown, apresentam crescimento e forma superior às demais procedências desta espécie e são indicadas para plantio em regiões mais quentes do Cerrado. E. citriodora também pode ser considerada uma espécie potencial para o Cerrado, apesar de apresentar grande heterogeneidade dentro das parcelas.</description>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação do comportamento de sementes de espécies do cerrado para fins de conservação.</title>
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    <description>Título: Avaliação do comportamento de sementes de espécies do cerrado para fins de conservação.
Autoria: MUNDIM, R. C.; SALOMAO, A. N.; REIS, R. B. dos
Conteúdo: De acordo com os resultados obtidos nesse estudo, a maioria das espécies estudadas pode ser conservada ex situ, em condições convencionais de banco de germoplasma. No entanto, para as espécies com sementes que não exibiram comportamento ortodoxo, sua conservação ex situ está condicionada à adequação de técnicas de criopreservação.</description>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Levantamento preliminar da área de distribuição do lobo-guará (Chrysocyon brachyurus).</title>
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    <description>Título: Levantamento preliminar da área de distribuição do lobo-guará (Chrysocyon brachyurus).
Autoria: MOREIRA, J. R. de A.; CUNHA, J. da; PINHA, P. R. S.
Conteúdo: A área de atual de distribuição do lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) foi estudada através do envio de questionários para unidades de conservação federais (todos os parques nacionais, reservas biológicas e estações ecológicas) e diversas prefeituras distribuídas por todo o Brasil (1695), por informações de pesquisadores e habitantes locais, e por observações diretas. Foram feitos 660 registros de presença e ausência de lobos-guarás por todo o Brasil. Foi verificada a redução da área de distribuição do lobo-guará no Nordeste (Piauí, Ceará e Pernambuco) e no Rio Grande do Sul. Foi observada expansão da área de distribuição do lobo-guará em áreas de desmatamento da Mata Atlântica nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo.</description>
    <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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