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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Agroindústria Tropical (CNPAT)</title>
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    <description>Embrapa Agroindústria Tropical (CNPAT)</description>
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    <dc:date>2026-07-03T01:26:36Z</dc:date>
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    <title>Integração de fungicidas à refrigeração no controle de podridão pós-colheita em frutos de meloeiro.</title>
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    <description>Título: Integração de fungicidas à refrigeração no controle de podridão pós-colheita em frutos de meloeiro.
Autoria: TERAO, D.; OLIVEIRA, S. M. A. de; VIANA, F. M. P.; ROSSETTI, A. G.; SOUZA, C. C. M. de
Conteúdo: As podridões pós-colheita constituem fator de risco nas exportações. No entanto, o número de produtos registrados para o tratamento pós-colheita de frutos de melão (Cucumis melo) é reduzido. Objetivou-se neste trabalho avaliar a influência dos fungicidas thiabendazole, azoxystrobin e imazalil a 30, 10 e 400g i.a/100 l, no desenvolvimento de Fusarium pallidoroseum e estudar o efeito deles, combinados à refrigeração, no controle de podridão em melão. Thiabendazole e imazalil inibiram 100% do crescimento micelial e esporulação de F. pallidoroseum, enquanto o azoxystrobin 87,09% da esporulação. A refrigeração inibiu o desenvolvimento de lesões sobre os frutos tratados com os fungicidas e inoculados com 10(7) conídios/ml de F. pallidoroseum. No armazenamento à temperatura ambiente, até o 6º dia de armazenamento, os fungicidas mostraram-se efetivos, sendo que o azoxystrobin e thiabendazole controlaram, eficientemente, a severidade e tamanho de lesão até 12 e 16 dias de armazenamento, respectivamente. Sob refrigeração o melhor controle foi obtido em frutos tratados com thiabendazole e imazalil. Quando retirados da refrigeração, frutos tratados com fungicidas mantiveram os mesmos níveis de controle da doença até o 20º dia. Quanto à severidade, azoxystrobin e imazalil diferiram da testemunha, e para o tamanho da lesão apenas o azoxystrobin. No armazenamento refrigerado contínuo, o índice de doença manteve-se baixo até o final da avaliação (34 dias). Os fungicidas foram eficientes no controle da incidência e tamanho de lesão, destacando-se o thiabendazole e imazalil no controle da severidade, enquanto que no desenvolvimento de lesão espontânea no pedúnculo do fruto, o imazalil.</description>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187344">
    <title>Efeito do óleo mineral e do detergente neutro na eficiência de controle da mosca-branca por betacyfluthrin, dimethoato methomyl no meloeiro.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187344</link>
    <description>Título: Efeito do óleo mineral e do detergente neutro na eficiência de controle da mosca-branca por betacyfluthrin, dimethoato methomyl no meloeiro.
Autoria: MEDEIROS, F. A. S. B.; BLEICHER, E.; MENEZES, J. B.
Conteúdo: Foram realizados dois experimentos diferentes com o objetivo de avaliar o efeito de óleo mineral (experimento 1) e detergente neutro (experimento 2) na eficiência de controle da mosca-branca (Bemisia tabaci RAÇA B – Hemiptera-Homoptera: Aleyrodidae) no meloeiro (Cucurbitaceae, Cucumis melo L.- Variedade Amarelo, usando o híbrido AF 646). O delineamento experimental utilizado para cada experimento foi o de blocos casualizados com sete tratamentos e quatro repetições, onde cada parcela tinha 60 m². O óleo mineral e o detergente neutro quando associados aos inseticidas betacyfluthrin e dimethoato reduziram a população de ninfas de mosca-branca, aumentando a eficiência de controle dos inseticidas, apesar da eficiência ainda ter sido baixa (menor que 70%). O methomyl apresentou as mais baixas eficiências de controle, principalmente no experimento 2, além de não ter sido auxiliado nem pelo detergente neutro, nem pelo óleo mineral. O óleo mineral e o detergente neutro na concentração de 0,5% não causaram fitotoxidade às plantas de melão. No experimento 1 (com óleo mineral), o tratamento que se mostrou mais eficiente foi com o uso do inseticida betacyfluthrin associado ao óleo mineral, apresentando eficiência de controle de 68,57%. No experimento 2 (com detergente neutro) foi mais eficiente o uso do inseticida dimethoato com detergente neutro, apresentando eficiência de controle de 64,09%.</description>
    <dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186746">
    <title>Pegada de carbono do caju em diferentes sistemas de cultivo: métodos de quantificação de gases de efeito estufa e projeções.</title>
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    <description>Título: Pegada de carbono do caju em diferentes sistemas de cultivo: métodos de quantificação de gases de efeito estufa e projeções.
Autoria: SALES, J. R. da S.
Conteúdo: RESUMO Diante da crise climática, as cadeias de suprimento de alimentos estão cada vez mais buscando a aplicação de práticas sustentáveis de produção, a exemplo, temos os estudos voltados para o setor de frutíferas. A cajucultura desempenha uma importante contribuição socioeconômica para a agricultura no Brasil, especialmente para a região Nordeste. Desta forma, objetivou-se avaliar, comparar e integrar abordagens metodológicas para a estimativa da pegada de carbono na cajucultura brasileira, considerando tanto inventários de ciclo de vida baseados em equações empíricas quanto a dinâmica do carbono na biomassa e no solo ao longo da vida útil dos pomares. Inicialmente, foram avaliados diferentes métodos de quantificação de GEE em um sistema convencional de produção de caju. As metodologias Nemecek-Calc, WFLDB, IPCC- Calc, BR-Calc e Agri-footprint foram comparadas conforme as normas ISO 14067. Os resultados evidenciaram variações de até 24,5% entre os métodos, sendo o N₂O o principal contribuinte das emissões. Com base em critérios de clareza metodológica, robustez científica e adequação aos dados regionais, os métodos WFLDB, IPCC-Calc e BR-Calc apresentaram melhor desempenho. Em uma segunda etapa, a pegada de carbono foi integrada à quantificação do carbono estocado na biomassa e à modelagem do carbono orgânico do solo (COS) ao longo do ciclo produtivo do cajueiro, considerando uma vida útil de 25 anos. Foram avaliados cinco sistemas de produção, em áreas experimentais e comerciais, incluindo sistemas monocultivo e consorciados. A biomassa foi quantificada por meio de equações alométricas específicas, e o COS (0–20 cm) foi estimado utilizando o modelo RothC. Os resultados demonstraram maior acúmulo de carbono na biomassa e no solo em sistemas diversificados, refletindo menores valores de pegada de carbono em comparação aos sistemas convencionais. Conclui-se que a escolha metodológica e o sistema de manejo influenciam significativamente os resultados da pegada de carbono na cajucultura, evidenciando o potencial de sistemas produtivos diversificados como estratégia de mitigação das mudanças climáticas e apoio à sustentabilidade do setor.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Potencial antifúngico de Piper divaricatum G. Mey. contra o fitopatógeno Fusarium kalimantanense.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186414</link>
    <description>Título: Potencial antifúngico de Piper divaricatum G. Mey. contra o fitopatógeno Fusarium kalimantanense.
Autoria: FREITAS, L. F. DE
Conteúdo: A família Piperaceae, especialmente o gênero Piper, é reconhecida como fonte de metabólitos secundários com diversas atividades biológicas. Piper divaricatum G. Mey. (pau-de-angola) destaca-se pelo potencial antifúngico reportado na medicina tradicional, embora seus componentes bioativos e mecanismos de ação ainda não tenham sido elucidados. O presente estudo visou investigar a composição fitoquímica de extratos de raiz, caule e folhas de P. divaricatum e avaliar sua atividade antifúngica contra o fitopatógeno Fusarium kalimantanense (LPPC130), agente causal do mal do Panamá em bananeiras. Os extratos etanólicos foram particionados com acetato de etila, gerando as frações PDVR (raiz), PDVC (caule) e PDVF (folhas). A caracterização química foi realizada por Cromatografia Líquida de Ultra Eficiência acoplada à Espectrometria de Massas de Alta Resolução (CLUE-EMAR). A análise metabolômica revelou 23 metabólitos, sendo 20 caracterizados, com predominância de piperamidas nos extratos de raiz e caule. Compostos fenólicos, glicerideo e derivados da clorofila também foram detectados. Nos ensaios de inibição do crescimento micelial, o extrato da raiz (PDVR) apresentou a maior atividade antifúngica (83,7% de inibição a 2,0 mg/mL), semelhante ao fungicida sintético tiabendazol. Os extratos PDVC e PDVF apresentaram atividade moderada (40-48%). A análise estatística confirmou diferenças significativas em relação ao controle negativo (apenas com o crescimento fúngico). Os resultados indicam que a raiz de P. divaricatum concentra os compostos bioativos responsáveis pela potente atividade antifúngica, fornecendo base para futuros estudos de isolamento e desenvolvimento de biofungicidas naturais para o manejo sustentável do mal do Panamá em bananeiras.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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