<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/323">
    <title>DSpace Coleção: Artigo em anais de congresso / Embrapa Unidades Centrais (AI-SEDE)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/323</link>
    <description>Artigo em anais de congresso / Embrapa Unidades Centrais (AI-SEDE)</description>
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186710" />
        <rdf:li rdf:resource="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186613" />
        <rdf:li rdf:resource="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186612" />
        <rdf:li rdf:resource="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186614" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2026-05-26T12:23:17Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186710">
    <title>Seguro agrícola no Brasil: alcance e limites do Programa de Subvenção como mecanismo de gestão de risco.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186710</link>
    <description>Título: Seguro agrícola no Brasil: alcance e limites do Programa de Subvenção como mecanismo de gestão de risco.
Autoria: BUAINAIN, A. M.; VIEIRA JUNIOR, P. A.
Conteúdo: O artigo fará uma revisão da evolução do seguro agrícola no Brasil e do programa de subvenção federal ao seguro rural, criado em 2005 para apoiar a massificação do seguro. Nesse sentido discutirá o alcance do programa entre os produtores, seja por região seja por produto, e os obstáculos e limites que o programa vem enfrentando para se consolidar como um instrumento de gestão de risco para os produtores rurais. Do ponto de vista do governo e da sociedade, a subvenção justificar-se-ia se e na medida em que o seguro reduza os efeitos negativos de eventos climáticos sobre a renda dos produtores, evitando a inadimplência e demais consequências sobre as cadeias produtivas do agronegócio e das economias locais. Do ponto de vista do produtor, o custo do seguro também se justificaria se e na medida em que, o mecanismo funcione, efetivamente, como mecanismo de redução de risco e redução de perdas. Uma questão que se coloca, e que de certa forma orienta o artigo, é: em que medida o seguro vem desempenhando estes papéis e quais os limites do atual programa tendo como parâmetro a dupla função macro e micro.</description>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186613">
    <title>Nordeste de Goiás: cerrado, misticismo e tradição como valores de mercado.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186613</link>
    <description>Título: Nordeste de Goiás: cerrado, misticismo e tradição como valores de mercado.
Autoria: CAMPOS, J. I.; VALENTE, A. L. E. F.
Conteúdo: Detentora de uma paisagem exuberante e de grande riqueza natural, a região nordeste do estado de Goiás passa, há alguns anos, pelo título de corredor da miséria, necessitando da intervenção do Estado na busca de reverter o quadro de necessidade por que passa seus habitantes. O desenvolvimento de atividades econômicas que visem a sustentabilidade das famílias habitantes da região é o tema desse trabalho. Ele analisa a comunidade quilombola kalunga, existente entre os municípios de Cavalcante, Monte Alegre e Teresina de Goiás e os produtores familiares habitantes de duas regiões do município de Alto Paraíso de Goiás. O desenvolvimento de atividades ligadas ao turismo iniciou-se na região a partir da década de 1960, com a inauguração de Brasília e a abertura do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Porém, essa atividade não conseguiu alavancar a economia regional, devido, principalmente, aos problemas sanitários ocorridos nos anos 2000 e 2005. A extração dos produtos nativos do cerrado e sua elaboração a partir das práticas tradicionais por meio dos habitantes da região passou, então, a ser objeto de valor, especialmente para turistas que visitam a região. Mas também torna-se a única opção para os habitantes que vivem em áreas de preservação permanente, cuja produção agropecuária é impedida por lei. As atividades desenvolvidas pela comunidade kalunga bem como aquelas exploradas por habitantes das regiões do Moinho e da Cidade da Fraternidade, no município de Alto Paraíso, demonstram que a riqueza do cerrado, juntamente com o olhar místico e esotérico e o conhecimento tradicional negro dos habitantes da região são os ingredientes para a busca de valor ao produto da região. Para isso é preciso que haja o desvelamento do valor dos produtos resultantes dessas atividades, conferindo, com isso, aos agricultores familiares, o diferencial em relação aos produtos fornecidos pelos produtores empresariais.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186612">
    <title>Emprego temporário na agricultura brasileira: panorama do período 2004-07.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186612</link>
    <description>Título: Emprego temporário na agricultura brasileira: panorama do período 2004-07.
Autoria: BALSADI, O. V.
Conteúdo: Com base nos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), o texto analisou a evolução da categoria dos empregados temporários na agricultura brasileira no período 2004-07. Especificamente, foram selecionados e construídos indicadores socioeconômicos para abordagem dos seguintes temas: principais características pessoais e do trabalho dos empregados temporários; localização desses trabalhadores em termos regionais e estaduais; distribuição dos empregados temporários nas atividades de agricultura, pecuária, silvicultura e aqüicultura e pesca; qualidade do trabalho desses empregados nas atividades selecionadas.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186614">
    <title>Alimentos y energía en el contexto de la integración de américa.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186614</link>
    <description>Título: Alimentos y energía en el contexto de la integración de américa.
Autoria: ALENCAR, J. R. de; YEGANIANTZ, L.; NOGUEIRA, J. M.
Conteúdo: La coyuntura energética mundial ha demostrado que el potencial de cambio de la matriz energética a favor de los biocombustibles tiene sus limitaciones, especialmente en términos de competitividad entre los alimentos y los biocombustibles. Los factores limitantes son tierra y agua. La situación es diferente entre los continentes. En el caso de la América y Oceanía existe mayor potencial. En el caso de África el potencial de desarrollo de la bioenergía es también importante. En Europa y Asia la dependencia de energía fósil de Oriente Medio es continúa. Esta dependencia sólo puede ser impugnada por parte de Rusia y antiguas Repúblicas Soviéticas. La independencia energética, como es y fue deseada por el anterior y el actual Presidente de Estados Unidos, podrá ser suministrada por la integración energética de América, basado en la colaboración de Brasil, Estados Unidos, México, Canadá y Venezuela. La integración energética se puede llevar a cabo sin perjudicar el suministro de alimento, porque en América existe tierra y agua disponibles. En términos de investigación, el mayor desafío es la productividad de agua para producir alimentos y biocombustibles (agua virtual). El estudio demuestra el potencial para la colaboración en el ámbito energético entre los países de América. La mayor parte de terreno de América se encuentra en la región tropical, donde hay una gran eficiencia de producción de biomasa que puede diversificar la matriz energética. Para garantizar el abastecimiento agroalimentario es necesario dar prioridad a aquellos productos que no son comestibles y tener la precaución de no utilizar tierras para los biocombustibles aptas para la producción de alimento. Este trabajo propone la posibilidad de iniciar el diálogo científico-tecnológico sobre el tema de desarrollo armónico entre los alimentos y los energéticos como una forma de generar empleo y promover la inclusión social y una mejor distribución de la riqueza entre los países de América.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

