<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/333">
    <title>DSpace Coleção: Resumo em anais de congresso (CPATSA)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/333</link>
    <description>Resumo em anais de congresso (CPATSA)</description>
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186642" />
        <rdf:li rdf:resource="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186648" />
        <rdf:li rdf:resource="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186635" />
        <rdf:li rdf:resource="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186639" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2026-06-09T13:43:39Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186642">
    <title>Impacto do estádio de maturação da uva sobre a qualidade do vinho Syrah produzido no Vale do São Francisco.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186642</link>
    <description>Título: Impacto do estádio de maturação da uva sobre a qualidade do vinho Syrah produzido no Vale do São Francisco.
Autoria: VASCONCELOS, J.; MORAIS, L. R. V. de; OLIVEIRA, J. B. de; TIMACO, A. C. E.; NATIVIDADE, M. M. P.; PEREIRA, G. E.; CRUZ, S. H.; BIASOTO, A. C. T.
Conteúdo: O Vale do São Francisco é o segundo maior produtor de vinhos do Brasil. Entretanto, para o aprimoramento da qualidade de seu vinho, são necessários estudos que visem desenvolver desde práticas adequadas de manejo da cultura até tecnologias para a elaboração da bebida, incluindo a escolha do estádio de maturação da uva à colheita, visto que a videira não é cultivada pelo método tradicional, devido ao clima tropical-semiárido. Esta pesquisa objetivou caracterizar a composição físico-química e sensorial do vinho ‘Syrah’ elaborado com uvas colhidas em diferentes estádios de maturação, contendo 20, 22 e 23°Brix. Os vinhos foram elaborados experimentalmente em triplicata, com fermentação alcóolica(25±1°C), maloláctica(18±1°C) e estabilização a frio(0±0,5°C) durante 30 dias, e avaliados um mês após o engarrafamento. Os parâmetros físico-químicos determinados foram: pH, álcool, acidez total e volátil, intensidade de cor(420+520+620nm), extrato seco, polifenóis, antocianinas e taninos totais. O perfil sensorial dos vinhos foi caracterizado por equipe de 11 provadores treinados utilizando Análise Descritiva Quantitativa(ADQ®). Os resultados mostraram que o momento da colheita de fato influenciou a composição físico-química dos vinhos, proporcionando aumento da concentração de polifenóis(de 1,89 para 2,18g.L-1), antocianinas(de 345,96 para 485,22mg.L-1), taninos(de 268,10 para 563,50mg.L-1), extrato seco(23,30 para 31,13g.L-1) e na intensidade de cor(de 11,93 para 14,87). Entretanto, os vinhos apresentaram perfis sensoriais parecidos, não havendo diferença significativa com relação à maioria dos 22 descritores. O vinho elaborado com as uvas colhidas com 23°Brix destacou-se nos aromas de especiarias, sulfurado e microbiológico e em gosto doce, enquanto aquele com uvas com 20°Brix demonstrou-se mais ácido.</description>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186648">
    <title>Voláteis odoríferos perdidos e formados durante a concentração de suco de caju (Anacardium occidentale L.).</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186648</link>
    <description>Título: Voláteis odoríferos perdidos e formados durante a concentração de suco de caju (Anacardium occidentale L.).
Autoria: BIASOTO, A. C. T.; SAMPAIO, K.; MARQUES, E.; SILVA, M. A. A. P. da
Conteúdo: Durante a concentração do suco de caju, a composição volátil do produto final é alterada prejudicando sua qualidade sensorial. O objetivo desta pesquisa foi identificar e quantificar os voláteis de importância odorífera perdidos e formados durante o processamento térmico da bebida. Suco fresco de caju(10,3ºBrix) foi concentrado até 42,1°Brix em evaporador termo-sifão operando sob vácuo. Os voláteis das amostras foram isolados em armadilha PorapakQ®, pela técnica de headspace dinâmico, eluídos com acetona, identificados e quantificados em cromatógrafo gasoso acoplado a espectrômetro de massas(CG-EM), e analisados por CG-olfatometria. Ésteres foram a classe majoritária no suco fresco, representando 45% da área do cromatograma, seguidos pelos terpenos(24%), ácidos(9%), aldeídos(8%), álcoois(4%), lactonas(4%), hidrocarbonetos(4%) e cetonas(2%). Durante o processamento do suco, a concentração de ésteres caiu de 226,46µg.L-1 para 3,56µg.L-1 e de terpenos de 118,98µg.L-1 para 0,57µg.L-1. A concentração de hidrocarbonetos, diminuiu de 18,02µg.L-1 para 1,71µg.L-1 com a concentração da bebida até 14,9°Brix, passando a aumentar até atingir 10,27µg.L-1 no suco concentrado a 42,1°Brix. Foram identificados 44 picos odoríferos no efluente cromatográfico do suco fresco; a maioria ésteres(n=19), que corresponderam a 56% do aromagrama. No suco concentrado(42,1ºBrix), os ésteres também foram a classe de maior impacto odorífero, mas ocuparam somente 24% do aromagrama. Os hidrocarbonetos, que no suco fresco corresponderam a 2%(n=1), ocuparam 12% do aromagrama do suco concentrado(n=5), com destaque para o etilbenzeno. A perda de ésteres e terpenos durante a concentração do suco de caju, associada ao aumento do número de hidrocarbonetos odoríferos, são os fatores responsáveis por alterações sensoriais no suco concentrado.</description>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186635">
    <title>Alkaline conditions better extract anti-inflammatory polysaccharides from winemaking by-products.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186635</link>
    <description>Título: Alkaline conditions better extract anti-inflammatory polysaccharides from winemaking by-products.
Autoria: CAMPESTRINI, L. H.; RASERA, G. B.; CAMARGO, A. C. de; FRANCHIN, M.; ALENCAR, S.; NANI, B. D.; ROSALEN, P.; BRAZACA, S. G. C.; BIASOTO, A. C. T.; SHAHIDI, F.
Conteúdo: Winemaking generates a large amount of by-products which are well recognized as sources of phenolic compounds. However, less attention has been paid to their polysaccharidic fraction as a source of bioactive compounds. In this work by-products from Syrah and Tempranillo varieties in the winemaking were used to obtain bioactive polysaccharides. Three different extractions were studied (water, 1% citric acid and 1% KOH) at 80°C. Soluble polysaccharides were screened for their monosaccharide composition (gas chromatography mass spectrometry), uronic acid content (spectrophotometric method), homogeneity and molecular weight (high-pressured size exclusion column chromatography connected to multi-angle laser light scattering and refractive index detection), as well as degrees of acetylation and esterification (infrared spectroscopy). RAW 264.7 cells transfected with p-LUC gene were used as biological models. Anti-inflammatory activity of polysaccharide fractions was evaluated by the MTT (cell viability assay), TNF-α quantification and NF-κB activation (luciferase assay) on stimulated macrophages . Extracts obtained in water or under acidic conditions showed heterogeneous profiles. Conversely, homogeneous profile was detected in extracts procured under alkaline conditions. A high content of uronic acid was found in aqueous extracts indicates the presence of pectin. Pectin and hemicellulose were present in the extract procured under acidic conditions. Alkaline conditions rendered extracts containing mainly xylose and galactose and small amounts of pectin. This later extract was the only one exhibiting anti-inflammatory potential (at 100 μg/mL) by reducing the release of TNF-α and activation of NF-κB in LPS-activated RAW 264.7 macrophages, with no effect on cell viability. These results demonstrate that, regardless of the grape variety, alkaline extraction provides the best option for obtaining bioactive polysaccharides with a low concentration of high molecular weight compounds, thus influencing their anti-inflammatory effects.</description>
    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186639">
    <title>Desenvolvimento de uva passa a partir da variedade BRS Isis.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186639</link>
    <description>Título: Desenvolvimento de uva passa a partir da variedade BRS Isis.
Autoria: MOREIRA, R. T.; VIEIRA, D. M.; BIASOTO, A. C. T.; RYBKA, A. C. P.; FIGUEIRÊDO NETO, A.; FREITAS, S. T. de
Conteúdo: No Brasil, a produção de uvas de mesa é bastante diversificada, incluindo uvas finas com semente e apirênicas, sendo a produção destas concentrada no pólo exportador Petrolina-Juazeiro, localizado no Submédio do Vale do São Francisco. A ‘BRS Isis’ é uma nova cultivar de uva de mesa sem sementes, desenvolvida pela Embrapa, que tem demonstrado boa adaptação as condições climáticas da região, alta produtividade e qualidade satisfatória dos frutos. O objetivo deste trabalho foi testar a cultivar BRS Isis para o desenvolvimento de uva passa, com vistas a gerar uma alternativa de renda para os produtores no Submédio do Vale do São Francisco. As passas foram obtidas através da secagem em secador de bandeja, realizada a 60°C até que a atividade de água das uvas atingisse o valor de 0,4, conduzindo-se quatro repetições de secagem. Para a caracterização da qualidade das uvas passas foram realizadas as análise de acidez total, sólidos solúveis, umidade, firmeza, utilizando Texturômetro TA-XT Plus Texture Analyser e cor, com leitura dos parâmetros luminosidade (L*), cromaticidade (C*) e ângulo hue (H), através de um colorímetro digital modelo Minolta CR-400. As uvas passas apresentaram 18,2% de umidade, apresentando-se de acordo com a legislação vigente, relação de solido solúveis e acidez (SST/AT) foi de 20,08, valor superior ao encontrado na literatura para esse tipo de produto, firmeza de 0,076g quando submetida a compressão. Com relação a cor, o valor do croma (C*) foi de 8,94 característico de um brilho intenso, a luminosidade (L*) de 26,7, indicando a cor escura e ângulo Hue de 28,55 caracterizando a uva passa como avermelhada. Diante dos resultados obtidos neste trabalho, podemos concluir que a variedade ‘BRS Isis’ apresenta boas caraterísticas físico-químicas para a produção de uva passa na região do Submédio do Vale do São Francisco.</description>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

