<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/334">
    <title>DSpace Coleção: Nota Técnica/Nota científica (CPATSA)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/334</link>
    <description>Nota Técnica/Nota científica (CPATSA)</description>
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1179588" />
        <rdf:li rdf:resource="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1163139" />
        <rdf:li rdf:resource="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1139744" />
        <rdf:li rdf:resource="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1139619" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2026-04-16T01:18:08Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1179588">
    <title>First report of maize-associated umbra-like virus in maize in Brazil.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1179588</link>
    <description>Título: First report of maize-associated umbra-like virus in maize in Brazil.
Autoria: MACHADO, P. R. M. S.; BARROS JÚNIOR, M. P.; FONSECA, G. B. L.; MELO, G. E. F.; FREITAS, D. M. S.; NAGATA, T.
Conteúdo: To investigate the virome in maize plants, sixteen maize leaf samples with viral symptoms of yellow stripes from three Brazilian locations (Riacho Fundo/DF, Juazeiro/BA, and Uberlândia/MG) were pooled, and viral particles were semi- purified via differential centrifugation and a 20% sucrose cushion step. Semi-purified virus from gramineous plants showing yellow stripes (eight plants of Brachiaria spp. and twelve plants of Panicum spp. from Campo Grande, MS, Brazil) was also prepared using the same method aiming to investigate viruses associated with maize plants. Total RNA from two pooled samples was extracted using the Quick- RNA Plant Miniprep Kit (Zymo Research) and sequenced together by high-throughput sequencing (HTS) on the Illu- mina NovaSeq6000 platform, generating 10 G reads of 150 nt paired-ends for metagenomic analysis. The sequences were analyzed using bioinformatics methods as described by Blawid et al. (2017). A 3,006-nt contig, which had the higher identity with maize-associated umbra-like virus (MaULV) was assembled from 3,695 reads, with a cover- age of 182.4x. The genomic sequence of the MaULV isolate (LC851045) showed 97.41% identity with the Mexican iso- late (OK018180) and 95.52% with the Ecuadorian isolate (OM937759). The same maize leaf samples showing yel- low stripes used for the metagenomic study (16 samples) had been individually stored in an ultrafreezer and tested for MaULV by RT-PCR using the primers, Maize_Umbra_F (CGAAAATACAAGATCCAACCGA) and Maize_Umbra_R (ATCCGTCTGCCTTCAACCTC) targeting the open read- ing frame 2 of MaULV (593nt long). Total RNA form leaf samples was extracted using the Total RNA Purification kit (Cellco Biotec). cDNA was synthesized with M-MLV RT (Thermo Fisher Scientific) and amplified for PCR (Taq DNA Polymerase, Sinapse Biotecnologia). Two maize sam- ples from Juazeiro (BA) out of 16 were positive by RT-PCR, which were also confirmed by RT-qPCR using the GoTaq® qPCR Master Mix kit (Promega), with the primers Maize_ Umbra_qPCR_F (A G CGTGGAGCAATTGAGTC) and Maize_Umbra_qPCR_R (CATCGACCGACTTCAGCCAA). MaULV was not detected in other gramineous plants used for the metagenomic study. The two MaULV-positive samples were also positive for maize rayado fino virus and maize striate mosaic virus by RT-PCR, showing co-infec- tions. This is the first report of MaULV in Brazil.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1163139">
    <title>Desafios e oportunidades para o desenvolvimento da cadeia produtiva de sementes nativas para a restauração de ecossistemas no Brasil.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1163139</link>
    <description>Título: Desafios e oportunidades para o desenvolvimento da cadeia produtiva de sementes nativas para a restauração de ecossistemas no Brasil.
Editor(es): CELENTANO, D.; GOMES, A. S.; FREIRE, J. M.; DANTAS, B. F.; MALTA, E.; PIÑA-RODRIGUES, F. C. M.
Conteúdo: A restauração de ecossistemas é uma Solução Baseada na Natureza essencial no combate à crise climática e à perda da biodiversidade. • Além dos benefícios ambientais, a restauração é uma oportunidade para o desenvolvimento socioeconômico sustentável no Brasil, com geração de trabalho e renda, valorização das populações indígenas, quilombolas e comunidades locais, bem como de seus saberes e territórios conservados. • Na base da cadeia produtiva da restauração estão a coleta, o beneficiamento, o armazenamento e a comercialização de sementes de espécies de interesse ambiental (árvores, arbustos, herbáceas, capins etc.). • Esses processos estão normatizados pela Lei 10.711/2003 e regulamentados pelo Decreto 10.586/2020, Instrução Normativa (IN) 17/2017, entre outras INs e Portarias. • Antes da comercialização das sementes, é exigido que se realizem análises da qualidade em laboratórios credenciados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), daquelas espécies que possuem metodologia e procedimento de análise estabelecidos. • Essa exigência esbarra em quatro problemas estruturais: (1) existem poucos laboratórios de sementes credenciados pelo MAPA para análise de espécies nativas; (2) o tem o de espera do resultado da análise acarreta no atraso de todo o processo com a redução da viabilidade das sementes, prejudicando o plantio das sementes no período adequado; (3) os custos associados às análises oneram o processo e podem inviabilizar financeiramente a operação para muitos coletores e redes de sementes; e (4) há discrepância entre os resultados dos testes de laboratórios e a emergência e o estabelecimento das plantas em campo. • Ao contrário do que se busca para as sementes de espécies agrícolas e para uso em silvicultura, nas sementes florestais e de interesse ambiental com finalidade de restauração ecológica, a homogeneidade não é desejável, e estas devem representar a maior diversidade genética e fenotípica possível. Portanto, não devem ser sujeitas às mesmas restrições legais que as sementes agrícolas. • Nesta Nota Técnica apresentamos alternativas e oportunidades para o desenvolvimento da cadeia produtiva de sementes nativas no Brasil.</description>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1139744">
    <title>Angico Anadenanthera colubrina var. cebil (Vell.) Brenan.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1139744</link>
    <description>Título: Angico Anadenanthera colubrina var. cebil (Vell.) Brenan.
Autoria: NASCIMENTO, J. P. B.; BISPO, J. de S.; DANTAS, B. F.
Conteúdo: Angico (Anadenanthera colubrina var. cebil (Vell.) Brenan) (Figura 1) é uma árvore pertencente à família Fabaceae, sendo também conhecida popularmente como angico-de-caroço, angicovermelho, cambuí-angico, goma-de-angico, angico-de-casca. Tem como sinonímias científicas Anadenanthera macrocarpa (Benth.) Brenan, Piptadenia macrocarpa Benth., Acacia colubrina (Vell.) Mart. e Acacia cebil Griseb. (Morim, 2015).</description>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1139619">
    <title>Mulungu Erythrina velutina Willd.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1139619</link>
    <description>Título: Mulungu Erythrina velutina Willd.
Autoria: RIBEIRO, R. C.; DANTAS, B. F.
Conteúdo: O mulungu (Erythrina velutina Willd.) pertence à família Fabaceae, sendo conhecido também como: suinã, canivete, corticeira, pau-de-coral, sanaduí, sananduva, saranduba, maçaranduba, bico-de-pássaro. Tem como sinonímias científicas Chirocalyx velutinus Walp., Corallodendron velutinum (Willd.) Kuntze, Erythrina aculeatissima Desf., Erythrina aurantiaca Ridl., Erythrina splendida Diels. (Lorenzi &amp; Matos, 2008).</description>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

