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    <title>DSpace Coleção: Tese/dissertação (CPATSA)</title>
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    <description>Tese/dissertação (CPATSA)</description>
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    <dc:date>2026-05-01T12:35:53Z</dc:date>
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    <title>Tecnologias para conservação da qualidade pós-colheita de umbus gigantes.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186475</link>
    <description>Título: Tecnologias para conservação da qualidade pós-colheita de umbus gigantes.
Autoria: REGIS, E. S.
Conteúdo: O umbuzeiro é uma espécie típica do Semiárido nordestino, reconhecida pela importância econômica, social e ambiental que exerce na região, representando uma importante fonte de renda para produtores rurais. Contudo, a comercialização do umbu é prejudicada pela curta vida pós-colheita, resultado de sua natureza climatérica e elevada perecibilidade. O uso de tecnologias de conservação, como a refrigeração associada a sistemas de atmosfera modificada, controlada e uso de revestimentos, surgem como alternativas eficazes para retardar o amadurecimento e manter a qualidade das frutas. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar tecnologias póscolheita eficientes para manter a qualidade, prolongar a vida útil e garantir a oferta de umbus gigantes no mercado in natura. Foram colhidos 600 umbus no estádio de maturação inchado de quatro genótipos (BRS 48, BRS 52, BRS 55 e BRS 68) na área experimental da Embrapa Semiárido, em Petrolina-PE. Após a colheita, as frutas foram higienizadas com solução de cloro, secas à temperatura ambiente e armazenadas a 12 °C e 90–95% de umidade relativa. Em um primeiro estudo, as frutas foram imersas por 30 segundos em soluções de cera de carnaúba nanomodificada, nas concentrações de 4,5%, 9,0% e 13,5%, além do controle (0%). No segundo estudo, os umbus foram acondicionados em cumbucas plásticas seladas com filmes de polietileno de baixa densidade de diferentes espessuras (20 µm, 40 µm, Freshmama® e sem embalagem). Em um terceiro estudo, as frutas foram submetidas a armazenamento em atmosfera controla para determinar e validar o limite mínimo de oxigênio tolerado pelo umbu para inibir ao máximo a respiração aeróbica das frutas. As avaliações ocorreram na colheita e a cada dez dias de armazenamento. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em parcelas subdivididas, com quatro repetições e cinco frutas por parcela. A atmosfera controlada dinâmica foi eficiente na redução da taxa respiratória e no retardamento do amadurecimento, contribuindo para a manutenção da firmeza da polpa e de atributos de qualidade. As embalagens de atmosfera modificada reduziram significativamente a perda de massa, mostrando potencial para reduzir a desidratação das frutas. Entretanto, as embalagens PEBD de 20 e 40 µm promoveram maiores taxas respiratórias e maior produção de etileno. Por fim, a cera de carnaúba nanomodificada mostrou potencial para prolongar a vida pós-colheita de umbus gigantes ao reduzir perda de massa e, em concentrações elevadas, atenuar a respiração, mas seus efeitos sobre os demais atributos dependem de fatores externos e características fisiológicas intrínsecas. Dessa forma, os resultados demonstram que o uso combinado de tecnologias pós-colheita, como atmosfera controlada dinâmica, embalagens de atmosfera modificada e revestimentos à base de cera de carnaúba nanomodificada, apresenta potencial para contribuir na manutenção da qualidade e na ampliação da vida útil de umbus gigantes, favorecendo a conservação das frutas durante o armazenamento refrigerado e ampliando as possibilidades de comercialização no mercado in natura</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184979">
    <title>Comportamento fisiológico das cultivares de uvas de mesa BRS Melodia e BRS Tainá em diferentes porta-enxertos no Submédio do Vale do Rio São Francisco,</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184979</link>
    <description>Título: Comportamento fisiológico das cultivares de uvas de mesa BRS Melodia e BRS Tainá em diferentes porta-enxertos no Submédio do Vale do Rio São Francisco,
Autoria: SILVA, F. B. da
Conteúdo: O Programa de Melhoramento Genético "Uvas do Brasil", desenvolvido pela Embrapa, tem se destacado no desenvolvimento de novas cultivares de uvas de mesa adaptadas às condições tropicais e semiáridas do Brasil, com ênfase na produtividade e qualidade das uvas de mesa. Cultivares como BRS Tainá e BRS Melodia são produtos recentes deste programa, fundamental para o fortalecimento da viticultura no país, especialmente na região do Submédio do vale São Francisco, principal região produtora de uvas finas. No entanto, apesar dos avanços agronômicos, há uma lacuna no conhecimento sobre a interação dessas cultivares com porta-enxertos. O objetivo deste estudo foi avaliar variáveis fisiológicas e bioquímicas nas folhas e bagas da cultivar BRS Melodia ao longo de diferentes ciclos produtivos e estádios fenológicos, e nas raízes e ramos de BRS Tainá, sob diferentes porta-enxertos em dois ciclos de produção. Ambos os experimentos foram conduzidos no Submédio do Vale do São Francisco, sob a influência de oito porta-enxertos: 101-14 MgT, IAC 313, IAC 572, IAC 766, Paulsen 1103, Ramsey, SO4 e Teleki 5C. Os resultados obtidos para a cultivar BRS Melodia indicaram que o porta-enxerto IAC 766 se destacou em ambos os ciclos produtivos, apresentando as maiores concentrações de pigmentos fotossintéticos (clorofila a e b) e carotenoides nas folhas. Comportamento fisiológico diferenciado foi observado entre os estádios fenológicos em relação a todas as variáveis, tanto nas folhas quanto nas bagas da BRS Melodia. No primeiro ciclo de produção, observaram- se maiores teores de açúcares solúveis totais (ASTs), nitrato e proteínas nas folhas, enquanto no segundo ciclo houve predominância de pigmentos fotossintéticos. O primeiro ciclo de produção, realizado no primeiro semestre do ano, teve duração de 116 dias e acúmulo térmico de 1683,16 graus-dias, enquanto o segundo ciclo foi mais curto, com 100 dias e 1605,00 graus-dias, com diferença de 16 dias e 78 graus-dias entre os períodos do ano. Nas bagas da BRS Melodia, os porta-enxertos IAC 572 e SO4 apresentaram as maiores variações nos níveis de nitrato entre os ciclos. As flutuações climáticas intra-anuais impactaram a composição bioquímica das bagas nesta cultivar, resultando em alterações nos teores de aminoácidos, proteínas e açúcares solúveis totais. Na cultivar BRS Tainá, o porta-enxerto SO4 apresentou as maiores concentrações de carboidratos não estruturais (CNEs) nas raízes. O aumento da precipitação e da temperatura média diminuiu os teores de ASTs, CNEs nas raízes, e nos ramos. Em comparação ao primeiro ciclo, o segundo apresentou redução de CNEs nas raízes e ASTs tanto nas raízes quanto nos ramos, mas aumento de CNEs nos ramos. Tais resultados evidenciam o papel fundamental do uso estratégico de porta-enxertos e do monitoramento fisiológico e bioquímico na otimização da produção em regiões semiáridas, particularmente diante das crescentes pressões impostas pelas mudanças climáticas.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184896">
    <title>Heliothrips angustior Priesner (Thysanoptera: Thripidae), praga emergente da mangueira no Vale do São Francisco: suscetibilidade a fungo entomopatogênico e primeiro registro de parasitoide.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184896</link>
    <description>Título: Heliothrips angustior Priesner (Thysanoptera: Thripidae), praga emergente da mangueira no Vale do São Francisco: suscetibilidade a fungo entomopatogênico e primeiro registro de parasitoide.
Autoria: SILVA, T. R. F. C.
Conteúdo: A ação de pragas tem sido um dos maiores desafios da mangicultura no Vale do São Francisco uma vez que essas podem comprometer a produtividade e a qualidade dos frutos. Dentre as pragas reportadas para a mangueira, o tripes, Heliothrips angustior Priesner (Thysanoptera: Thripidae), é uma praga emergente que danifica folhas e frutos da da planta. Considerando os diferentes tipos de controle de pragas, o controle biológico, por meio da ação de fungos entomopatogênicos e parasitoides se torna uma ferramenta promissora para a supressão dessa praga. Diante do esposto, este estudo objetivou avaliar a suscetibilidade de ninfas e adultos de H. angustior ao fungo Cordyceps javanica Frieder &amp; Bally e apresentar o primeiro registro de um parasitoide de H. angustior em mangueira. Para a avaliação da patogenicidade de C. javanica foram preparadas placas (6 cm Ø) compostas por um disco de papel filtro e um disco de folha de mangueira que foram infestados com 30 adultos ou ninfas de segundo ínstar em cinco repetições. Os tratamentos consistiram em cinco concentrações (103; 105; 107; 108; 109 conídeos/mL) e água destilada como testemunha. Os dados obtidos, a partir dos ensaios de patogenicidade de C. javanica, foram submetidos à análise de sobrevivência de Kaplan-Meier e foi aplicado o teste de log-rank (p &lt; 0,05). Para determinar a CL50 e CL90, os dados foram submetidos à análise de Probit e as curvas comparadas pelo teste de paralelismo. A realização do ensaio para determinar a presença de parasitoides de tripes na mangueira se deu em casa de vegetação, colocando-se dez indivíduos adultos da espécie H. angustior em gaiolas do tipo clip- cage em mudas de mangueira cv. Palmer. Amostras das folhas foram coletadas, sete dias após a eclosão das ninfas de H. angustior, e avaliadas quanto à presença de ninfas parasitadas e/ou formação de pupas do parasitoide. Os resultados para o teste de patogenicidade mostraram que o efeito de C. javanica, na maior concentração (109 con./mL), causou 100% de mortalidade para ninfas e adultos até o décimo dia. Foi constatada uma CL50 e CL90 de 6,27 x 107 e 1,13 x 109 con./mL, respectivamente para ninfas e CL50 e CL90 de 3,51 x 105 e 1,16 x 108 con./mL, respectivamente para os adultos. Os valores elevados de CL50 e CL90 demonstram uma baixa suscetibilidade de H. angustior ao fungo C. javanica. Quanto à presença de parasitoides, foi constatada a presença de pré-pupas de H. angustior parasitadas pelo parasitoide Goetheana shakespearei Girault. Este é o primeiro registro conhecido dessa interação em mangueira. A ocorrência de G. shakespearei parasitando H. angustior abre perspectivas para que esse parasitoide seja estudado como potencial agente de controle biológico.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1183692">
    <title>Utilização de óleos essenciais, vapor e etanol e dióxido de carbono no manejo pós-colheita da podridão da uva madura no Vale do São Francisco.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1183692</link>
    <description>Título: Utilização de óleos essenciais, vapor e etanol e dióxido de carbono no manejo pós-colheita da podridão da uva madura no Vale do São Francisco.
Autoria: SOUZA, W. dos S.
Conteúdo: A produção de uva de mesa vem aumentando devido a grande demanda do mercado, contudo, produzir frutos de qualidade é de grande relevância. Desta forma, é importante o controle preventivo e curativo das doenças de pós-colheita. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de óleos essenciais anis-estrelado, coentro, copaíba, cedro do atlas, gengibre, pimenta preta e sálvia, assim como de vapor de etanol e dióxido de carbono no controle de podridão pós-colheita de uva de mesa. Para os experimentos, o isolado de Colletotrichum siamense foi repicado da coleção de culturas fúngicas do laboratório de Fitopatologia da UNEB, Campus III, Juazeiro-BA. Discos puros da colônia foram colocados em meio BDA acrescentado dos óleos essenciais anis-estrelado, coentro, copaíba, cedro dos altas, gengibre, pimenta preta e sálvia nas concentrações: 0,5%, 1,0%, 1,5% e 2,0%. Para o segundo experimento foram adquiridos 70 cachos de uvas ‘Vitoria’, aplicaram-se os seguintes tratamentos, 1- Testemunha absoluta, 2- Anis Estrelado 3- Coentro e 4- Sálvia nas concentrações 0,5%, 1,0%, 1,5% e 2,0%. Os frutos foram inoculados com suspenção de conídios de C. siamense na concentração de 10⁵. Sendo avaliadas, diariamente, a incidência e severidade, durante oito dias. No terceiro experimento com utilização de vapor de etanol e CO2, foram adquiridos cachos de uvas, inoculou-se o patógeno, os tratamentos foram: T1- testemunha: sem tratamento com CO2 /e Etanol; T2: os cachos foram expostos a 500 ul L -¹ de Etanol por um período de 24 horas. T3: os cachos foram expostos a 30% de CO2 por um período de 24 horas; T4: os cachos foram expostos a 500 ul L -¹ de Etanol e 30% de CO2 por um período 24 horas. As variáveis analisadas foram acidez, sólidos solúveis, e severidade do patógeno. O delineamento experimental de ambos os trabalhos foi inteiramente casualizado. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA). As médias foram comparadas pelos testes de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. A análise estatística foi realizada com o auxílio do programa SISVAR versão 5.3. O fungo Colletotrichum siamense apresentou sensibilidade a todos os óleos essenciais testados, como também ao etanol e dióxido de carbono. Os OEs que apresentaram maior eficiência no controle do desenvolvimento do patógeno foram anis estrelado, sálvia e coentro, todas as concentrações utilizadas 0,5%, 1,0%, 1,5% e 2,0% reduziram desenvolvimento do patógeno no ensaio in vitro, as concentrações mais eficientes no ensaio in vivo foram 1,0% e 1,5%. Os tratamentos com vapor de etanol e o dióxido de carbono também se mostraram eficientes no controle do desenvolvimento do patógeno.</description>
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