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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Semi-Árido (CPATSA)</title>
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    <description>Embrapa Semi-Árido (CPATSA)</description>
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    <dc:date>2026-07-27T22:19:10Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188427">
    <title>Elevated air temperature suppresses powdery mildew development in cowpea.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188427</link>
    <description>Título: Elevated air temperature suppresses powdery mildew development in cowpea.
Autoria: NASCIMENTO, L. A. do; MACEDO, M. V.; LUZ, T. A.; SILVA, J, L. da; SANTOS, C. B. dos; AMARAL, S. C. do; SILVA, W. O. da; MELO, N. F. de; HAMADA, E.; ANGELOTTI, F.
Conteúdo: Cowpea production can be severely affected by powdery mildew, a disease whose epidemiology is highly influenced by envi-ronmental conditions. In the context of climate change, understanding the effects of increasing temperatures on disease devel-opment is essential. In this study, 12 cowpea cultivars were evaluated under two daily temperature regimes: 20°C min–26°Caverage–33°C max (current condition) and 24.8°C min–30.8°C average–37.8°C max (warming scenario, +4.8°C). The experimentwas conducted in growth chambers under a completely randomized design, with standardized inoculation. Evaluations wereconducted on disease severity, area under the disease progress curve (AUDPC), number of lesions per leaf, number of conidia percounting field and conidial germination. Increased temperature prolonged the incubation period (i.e., from 7 to 9 days) and sig-nificantly reduced disease severity, AUDPC, lesion number, number of conidia per counting field and germination. Multivariateanalysis indicated that temperature was the primary factor structuring disease response patterns, with limited differentiationamong cultivars under the warming scenario. No cultivar showed resistance to the powdery mildew. The reduction in diseasedevelopment is primarily attributed to the direct inhibitory effect of high temperature on pathogen development rather than toplant host resistance mechanisms. These results highlight the importance of temperature as a key driver of powdery mildewepidemiology under climate change conditions.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188159">
    <title>Comportamento germinativo de sementes de pepino osmo e hidrocondicionadas germinadas em água biossalina.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188159</link>
    <description>Título: Comportamento germinativo de sementes de pepino osmo e hidrocondicionadas germinadas em água biossalina.
Autoria: MATIAS, J. R.; RAMOS, D. L. D.; SANTOS, M. G.; OLIVEIRA, G. M.; RIBEIRO, R. C.; BARBOSA, L. G.; SILVA, J. E. S. B.; SANTOS, R. S.; DANTAS, B. F.
Conteúdo: Em regiões com escassez de água de boa qualidade, a agricultura biossalina tem sido uma alternativa viável para a produção agrícola. Para possibilitar o cultivo de hortaliças em condutividades elétricas elevadas, o condicionamento fisiológico de sementes tem sido utilizado para aumentar a tolerância destas ao estresse causado pela utilização de água salinizada. Objetivou-se com o presente trabalho avaliar em sementes de pepino (Cucumis sativus L.) cv. Caipira a germinação água biossalina e influencia do osmo e hidrocondicionamento na tolerância das sementes à água biossalinas. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, com 4 repetições de 50 sementes/plâtulas, em esquema fatorial 6x3; sendo 6 condições de condicionamento fisiológico (controle, osmocondicionamento durante 24 e 48 horas, 1 2 e 3 ciclos de hidrocondicionamento) e 3 diluições de água biossalina (0, 50 e 100%). Foram avaliados a porcentagem e cinética de germinação e o crescimento inicial de plântulas. Ao serem submetidas a 50% de ABS, condutividade elétrica de 2,9 dS.m-1, a porcentagem de germinação foi maior que em água destilada e mantiveram alto índice germinativo ainda que em condutividade elétrica mais elevada, em 100% de água biossalina. Quando osmocondicionadas por 24 horas, as plântulas apresentaram maior crescimento da parte aérea (CPA) quando submetidas à água biossalina, em relação aos demais pré-tratamentos. Um ciclo de hidrocondicionamento é mais rápido e mais eficiente para melhorar o desempenho das plântulas de pepino. De acordo com os resultados obtidos pode-se concluir que a água biossalina pode ser utilizada no substrato de germinação de sementes de pepino cv. Caipira e mediante novos estudos pode ser uma alternativa viável de aproveitamento para produção de mudas.</description>
    <dc:date>2008-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188188">
    <title>Desenvolvimento inicial de plântulas de melancia em água biossalina.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188188</link>
    <description>Título: Desenvolvimento inicial de plântulas de melancia em água biossalina.
Autoria: SILVA, J. E. S. B.; BARBOSA, L. G.; GUIRRA, K. S.; SANTOS, R. S.; RAMOS, D. L. D.; MATIAS, J. R.; RIBEIRO, R. C.; DANTAS, B. F.
Conteúdo: A salinidade altera o balanço hídrico da planta e pode promover efeitos tóxicos pelos íons em solução e pelo desbalanceamento nutritivo da planta. As fases iniciais de desenvolvimento das culturas são consideradas sensíveis a esses estresses. Assim, objetivou-se avaliar o desenvolvimento inicial de plântulas de melancia cv. Crimson Sweet submetidas a água biossalina (ABS). O experimento foi conduzido em casa de vegetação, com telado sombrite (50% de luminosidade). O delineamento foi inteiramente casualizado com cinco tratamentos (0, 33, 50, 67 e 100% de ABS coletadas em tanques de piscicultura) e quatro repetições. As condutividades das águas foram de 0,08; 2,10; 3,09; 4,01; 5,51 mS cm-1 , respectivamente. As sementes de melancia (Citrullus lanatus (Thunb) Mansf) cv. Crimson Sweet foram semeadas em bandejas plásticas com 108 células, por repetição, com substrato comercial. Aos 14 dias após a semeadura, as plântulas foram avaliadas. Os dados foram submetidos a análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5%. As raízes não foram influenciadas pelo uso de ABS. Na maioria das situações, a raiz é o primeiro órgão exposto a salinidade, exceto quando a planta é irrigada por aspersão. O comprimento de parte aérea não foi afetado pelo uso de ABS. Já a massa fresca, foi influenciada, sendo que 33% de ABS apresentou melhores resultados em relação a 100% de ABS. Para massa seca os resultados foram semelhantes, no entanto, o uso de 33% de ABS não diferiu do tratamento controle. Por outro lado, a partir de observações em campo, o uso de 50% de ABS não prejudicou o desenvolvimento inicial das plântulas. A partir disso, pode-se concluir que a ABS pode ser usada em algumas proporções, sem prejudicar o desenvolvimento inicial de plântulas de melancia cv. Crimson Sweet.</description>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188099">
    <title>Atividade da enzima catalase e ascorbato peroxidase em sementes de pepino osmo e hidrocondicionadas germinadas em água biossalina.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188099</link>
    <description>Título: Atividade da enzima catalase e ascorbato peroxidase em sementes de pepino osmo e hidrocondicionadas germinadas em água biossalina.
Autoria: MATIAS, J. R; RAMOS, D. L. D.; RIBEIRO, R. C.; SANTOS, M. G.; OLIVEIRA, G. M.; DANTAS, B. F.
Conteúdo: As enzimas antioxidantes estão envolvidas nas respostas ao estresse, funcionando como termômetro dos processos fisiológicos das plantas. Objetivou-se com este trabalho avaliar a atividade da catalase (CAT), e ascorbato peroxidase (APX) em sementes de pepino cv. Caipira durante a germinação em água biossalina sob influência do osmo e hidrocondicionamento. O delineamento foi inteiramente casualizado, com 4 repetições de 50 sementes/plântulas, em esquema fatorial 6x3; sendo 6 condições de condicionamento fisiológico (controle, osmocondicionamento durante 24 e 48 horas, 1 2 e 3 ciclos de hidrocondicionamento) e 3 diluições de água biossalina (0, 50 e 100%). Ao final dos períodos de embebição, eixo embrionário, cotilédones, parte aérea e raízes foram coletados e homogeneizados com tampão fosfato de potássio 0,1M pH 7,5, contendo 1 mM de EDTA, 3 mM de DTT e 5% de PVPP, para quantificação da atividade de CAT e APX. Em condições ideais de germinação, a atividade da CAT nos cotilédones, de 2 DAS, foi mais alta que os demais tratamentos apenas para as sementes que foram osmocondicionadas por 48 horas e hidrocondicionadas por dois ciclos. A atividade da CAT em plântulas com 2 e 4 DAS apresentaram valores mais altos nos cotilédones que na parte aérea e sistema radicular, apresentando menor atividade nas plântulas mais jovens. O inverso ocorreu para APX reduzindo a atividade aos 4DAS. Em ABS pura cotilédones houve menor atividade da CAT quando as sementes foram osmocondicionadas por 48 horas e hidrocondicionadas por 2 e 3 ciclos em relação aos demais tratamentos, enquanto a APX aumentou sua atividade. Na parte aérea e sistema radicular os pré-tratamentos não influenciaram a atividade de CAT, sendo à atividade de AOX nula. A redução da atividade dessas enzimas pode indicar que as sementes não apresentaram resposta ou ainda os tratamentos não induziram o estresse oxidativo.</description>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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