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    <title>DSpace Coleção: Tese/dissertação (CNPAT)</title>
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    <description>Tese/dissertação (CNPAT)</description>
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    <dc:date>2026-08-11T22:45:42Z</dc:date>
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    <title>Framework TEEC: inteligência decisória para o escalonamento Sustentável de tecnologias alimentícias.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188250</link>
    <description>Título: Framework TEEC: inteligência decisória para o escalonamento Sustentável de tecnologias alimentícias.
Autoria: RODRIGUES, M. J.
Conteúdo: O desenvolvimento de tecnologias emergentes no setor agroalimentar exige ferramentas de avaliação que transcendam análises isoladas e determinísticas. Embora a literatura reporte abordagens combinadas de viabilidade econômica e impactos ambientais, persiste uma lacuna quanto à integração simultânea e harmonizada de métricas de circularidade material sob condições de incerteza, especialmente em níveis iniciais de maturação tecnológica (TRL 4-5). Este trabalho propõe, de forma inédita, o desenvolvimento e a validação do Framework TEEC (Técnico-Econômico, Ambiental e de Circularidade), uma ferramenta de inteligência decisória preditiva que unifica de maneira estocástica e multicritério a Análise Técnico-Econômica (TEA), a Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) ex-ante e o Índice de Fluxo Linear (LFI). O diferencial metodológico reside na construção de consistência de inventário entre os fluxos de massa e energia e na blindagem contra volatilidades de mercado e de processo, por meio da integração da Simulação de Monte Carlo com o método Analytic Hierarchy Process (AHP). A validação do framework ocorreu por meio de dois estudos de caso aplicados ao setor agroalimentar. No primeiro estudo, avaliou-se a produção industrial de Fibra de Caju Desidratada (FCD) a partir do bagaço do caju. Após a modelagem de sensibilidade e escala (capacidade ideal de 6 toneladas/batelada), o método AHP apontou o Cenário 3 (secagem em estufa operada integralmente por matriz solar fotovoltaica) como a rota ótima. Em comparação com a rota de referência, o cenário promissor reduziu o Preço Mínimo de Venda (PMV) em 3,45% (de US$ 12,17 para US$ 11,75 kg⁻¹), mitigou as emissões de Mudanças Climáticas em 45,79% e diminuiu o Uso de Recursos Fósseis em 40,93%. No âmbito da circularidade, o Índice de Fluxo Linear (LFI) do cenário promissor permaneceu em 83,27%, apresentando 0% de melhoria (resultado idêntico ao da rota de referência). Essa estabilidade evidenciou uma importante constatação do modelo: estratégias focadas estritamente na descarbonização da matriz energética alteram as fontes de eletricidade e calor, mas não modificam a massa de materiais que flui linearmente no sistema. No segundo estudo de caso, avaliou-se a extração de Corante Vermelho-Púrpura a partir da pitaya em lotes de 1.000 kg/batelada. O método AHP selecionou o Cenário 2 (valorização e aproveitamento integral da polpa, cascas e mucilagem do fruto) como o de melhor desempenho global. Este cenário apresentou um ganho expressivo de eficiência material em relação à rota de referência, reduzindo o PMV em 47,03% (de US$ 84,86 para US$ 44,95 kg⁻¹). No âmbito ambiental, promoveu reduções consistentes entre 63% e 68% em todas as seis categorias de impacto avaliadas. Adicionalmente, as estratégias de eco- design focadas na massa reduziram o Índice de Fluxo Linear (LFI) de 97,36% para 83,61% no cenário ótimo, o que representa uma melhoria relativa de 14,12% no índice de circularidade em relação à referência. Os resultados globais indicam que os pontos fortes do framework TEEC consistem em: (a) prover previsibilidade financeira e ambiental integrada nas fases iniciais de PD&amp;I; (b) revelar trade-offs ocultos por análises isoladas, como o aumento substancial no uso de recursos minerais decorrente da transição para energias renováveis; e (c) orientar o ecodesign de plantas industriais antes do investimento em ativos fixos. Conclui-se que o Framework TEEC inova ao fornecer uma metodologia robusta de engenharia de sistemas sustentáveis, mitigando riscos de investimento e orientando o desenho de cadeias alimentícias circulares antes do ganho de escala industrial.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186746">
    <title>Pegada de carbono do caju em diferentes sistemas de cultivo: métodos de quantificação de gases de efeito estufa e projeções.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186746</link>
    <description>Título: Pegada de carbono do caju em diferentes sistemas de cultivo: métodos de quantificação de gases de efeito estufa e projeções.
Autoria: SALES, J. R. da S.
Conteúdo: RESUMO Diante da crise climática, as cadeias de suprimento de alimentos estão cada vez mais buscando a aplicação de práticas sustentáveis de produção, a exemplo, temos os estudos voltados para o setor de frutíferas. A cajucultura desempenha uma importante contribuição socioeconômica para a agricultura no Brasil, especialmente para a região Nordeste. Desta forma, objetivou-se avaliar, comparar e integrar abordagens metodológicas para a estimativa da pegada de carbono na cajucultura brasileira, considerando tanto inventários de ciclo de vida baseados em equações empíricas quanto a dinâmica do carbono na biomassa e no solo ao longo da vida útil dos pomares. Inicialmente, foram avaliados diferentes métodos de quantificação de GEE em um sistema convencional de produção de caju. As metodologias Nemecek-Calc, WFLDB, IPCC- Calc, BR-Calc e Agri-footprint foram comparadas conforme as normas ISO 14067. Os resultados evidenciaram variações de até 24,5% entre os métodos, sendo o N₂O o principal contribuinte das emissões. Com base em critérios de clareza metodológica, robustez científica e adequação aos dados regionais, os métodos WFLDB, IPCC-Calc e BR-Calc apresentaram melhor desempenho. Em uma segunda etapa, a pegada de carbono foi integrada à quantificação do carbono estocado na biomassa e à modelagem do carbono orgânico do solo (COS) ao longo do ciclo produtivo do cajueiro, considerando uma vida útil de 25 anos. Foram avaliados cinco sistemas de produção, em áreas experimentais e comerciais, incluindo sistemas monocultivo e consorciados. A biomassa foi quantificada por meio de equações alométricas específicas, e o COS (0–20 cm) foi estimado utilizando o modelo RothC. Os resultados demonstraram maior acúmulo de carbono na biomassa e no solo em sistemas diversificados, refletindo menores valores de pegada de carbono em comparação aos sistemas convencionais. Conclui-se que a escolha metodológica e o sistema de manejo influenciam significativamente os resultados da pegada de carbono na cajucultura, evidenciando o potencial de sistemas produtivos diversificados como estratégia de mitigação das mudanças climáticas e apoio à sustentabilidade do setor.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Potencial antifúngico de Piper divaricatum G. Mey. contra o fitopatógeno Fusarium kalimantanense.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186414</link>
    <description>Título: Potencial antifúngico de Piper divaricatum G. Mey. contra o fitopatógeno Fusarium kalimantanense.
Autoria: FREITAS, L. F. de
Conteúdo: A família Piperaceae, especialmente o gênero Piper, é reconhecida como fonte de metabólitos secundários com diversas atividades biológicas. Piper divaricatum G. Mey. (pau-de-angola) destaca-se pelo potencial antifúngico reportado na medicina tradicional, embora seus componentes bioativos e mecanismos de ação ainda não tenham sido elucidados. O presente estudo visou investigar a composição fitoquímica de extratos de raiz, caule e folhas de P. divaricatum e avaliar sua atividade antifúngica contra o fitopatógeno Fusarium kalimantanense (LPPC130), agente causal do mal do Panamá em bananeiras. Os extratos etanólicos foram particionados com acetato de etila, gerando as frações PDVR (raiz), PDVC (caule) e PDVF (folhas). A caracterização química foi realizada por Cromatografia Líquida de Ultra Eficiência acoplada à Espectrometria de Massas de Alta Resolução (CLUE-EMAR). A análise metabolômica revelou 23 metabólitos, sendo 20 caracterizados, com predominância de piperamidas nos extratos de raiz e caule. Compostos fenólicos, glicerideo e derivados da clorofila também foram detectados. Nos ensaios de inibição do crescimento micelial, o extrato da raiz (PDVR) apresentou a maior atividade antifúngica (83,7% de inibição a 2,0 mg/mL), semelhante ao fungicida sintético tiabendazol. Os extratos PDVC e PDVF apresentaram atividade moderada (40-48%). A análise estatística confirmou diferenças significativas em relação ao controle negativo (apenas com o crescimento fúngico). Os resultados indicam que a raiz de P. divaricatum concentra os compostos bioativos responsáveis pela potente atividade antifúngica, fornecendo base para futuros estudos de isolamento e desenvolvimento de biofungicidas naturais para o manejo sustentável do mal do Panamá em bananeiras.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186224">
    <title>Caracterização de isolados de colletotrichum spp. em diferentes órgãos do cajueiro-anão e manejo biológico com lipopeptídeos de Bacillus sp.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186224</link>
    <description>Título: Caracterização de isolados de colletotrichum spp. em diferentes órgãos do cajueiro-anão e manejo biológico com lipopeptídeos de Bacillus sp.
Autoria: NASCIMENTO, E. O.
Conteúdo: O cajueiro-anão (Anacardium occidentale) desempenha importante papel na agricultura do Nordeste brasileiro. Entretanto, os cajucultores enfrentam desafios como doenças, que reduzem a produtividade. A antracnose, causada por fungos do gênero Colletotrichum, afeta ramos, folhas, pseudofrutos e castanhas. Assim, este trabalho teve como objetivos identificar isolados de Colletotrichum spp. associados ao cajueiro por estudos filogenéticos e morfológicos, caracterizando a influência da temperatura no crescimento micelial, germinação de conídios e severidade em discos de folha; além de analisar in vitro a eficácia de lipopeptídeos (LPs) no crescimento micelial e na inibição da germinação de conídios de C. siamense e C. theobromicola. No primeiro capítulo, isolados de Colletotrichum spp. obtidos de folhas, ramos, castanhas e pseudofrutos coletados em pomares do Ceará foram identificados por caracterização morfológica e molecular (CAJ3 – pseudofruto, CAJ5 – castanha, CAJ6 – ramo e LF200 – folha) usando os primers ITS, GAPDH, ACT e TUB2. Investigou-se o efeito de diferentes temperaturas (16, 20, 24, 28 e 32 °C) no crescimento micelial, germinação de conídios e severidade do ataque em discos foliares de cajueiro. Pela abordagem Bayesiana, verificou-se que os isolados pertencem às espécies Colletotrichum theobromicola (LF200) e Colletotrichum siamense (CAJ3, CAJ5 e CAJ6). A modelagem por função Beta estimou as temperaturas ótimas para crescimento micelial: 28,65 °C para CAJ3, 26,93 °C para CAJ5, 28,37 °C para CAJ6 e 28,96 °C para LF200. Na avaliação de 12 horas, a faixa mais favorável para germinação foi de 27,17 °C a 31,71 °C; após 24 horas, a maior germinação ocorreu entre 25,91 °C e 29,57 °C. Os isolados de C. siamense (CAJ5 e CAJ6) apresentaram maior severidade nas temperaturas de 28 e 32 °C e 24 e 28 °C, respectivamente. O isolado LF200 (C. theobromicola) apresentou maior severidade a 28 °C. No segundo capítulo, os isolados de C. siamense (CAJ3) e C. theobromicola (LF200) foram testados em diferentes concentrações (250, 500, 750, 1.000 e 1.500 ppm) de LPs produzidos pela cepa Bacillus sp. LPPC259. Observou-se forte inibição nas maiores concentrações (1.000 e 1.250 ppm), com redução do crescimento micelial superior a 35%. No teste de germinação de conídios, concentrações acima de 1.250 ppm promoveram inibição de 50% na germinação do isolado LF200 (C. theobromicola) nas avaliações de 12 e 24 h. Já C. siamense apresentou menor sensibilidade, com maior inibição (40%) na concentração de 1.750 ppm após 24 h. Os resultados demonstraram que os isolados obtidos no Ceará pertencem às espécies C. siamense e C. theobromicola. A temperatura exerce papel fundamental no crescimento micelial, germinação de conídios e severidade da doença, com faixa ótima entre 27 e 29 °C, compatível com as condições climáticas do Nordeste brasileiro. Nesse contexto, os lipopeptídeos produzidos por Bacillus sp. apresentam potencial como ferramenta alternativa no manejo da antracnose, tanto no campo quanto no pós-colheita.</description>
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