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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Amazônia Oriental (CPATU)</title>
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    <description>Embrapa Amazônia Oriental (CPATU)</description>
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    <dc:date>2026-06-03T23:10:04Z</dc:date>
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    <title>Efeito do fotoperíodo no ciclo biológico de Diatraea saccharalis.</title>
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    <description>Título: Efeito do fotoperíodo no ciclo biológico de Diatraea saccharalis.
Autoria: PARRA, J. R. P.; MELO, A. B. P.; MAGALHÃES, B. P.; SILVEIRA NETO, S.; BOTELHO, P. S. M.
Conteúdo: RESUMO - A pesquisa foi desenvolvida em sala com temperatura não controlada e constou de duas etapas, a primeira realizada em um período mais frio (m=23,3oC). As observações foram conduzidas em equipamento desenvolvido no Departamento de Entomologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, sendo estudada a influência dos seguintes tratamentos, em horas (luz: escuro): 0:24; 6:18; 12:12; 14:10; 18:6 e 24:0. As lagartas de Diatraea saccharalis, (F., 1794), em número de duas por tubo de criação, foram mantidas em dieta artificial, num total de 100 lagartas por tratamento. Houve interação da temperatura e fotoperíodo, principalmente nas temperaturas mais baixas. Assim, na primeira etapa da pesquisa, o menor período larval foi registrado no tratamento 24:0, enquanto que na segunda etapa, o mais curto período ocorreu com 12 horas de luz. Em ambas as situações, as pupas mais leves e a maior percentagem de deformação de adultos foram obtidas com 24 horas de luz, sendo as pupas mais pesadas registradas nos tratamentos 0:24 e 12:12. Por outro lado, as menores deformações de adultos foram encontradas com 18 e 12 horas de luz, conforme o laboratório apresentasse, respectivamente, menores ou maiores temperaturas. ABSTRACT - This work was carried out in the laboratories of the Department of Entomology of ESALQ - USP, State of São Paulo, Brazil, with photoperiod equipment developed there. This research was divided into two phases: the first under a low temperature condition (mean of 23.3 0C) and the second in a high temperatura room (mean of 26.40 C). The followinq treatments were studied (photophase: scotophase): 0:24; 6:18; 12:12; 14:10; 18:6 and 24:0. Diatraea saccharalis (F., 1794) (two larvae/container) were maintained inside glass containers with artificial diet, in a total of 100 per treatment. There was an interaction between photoperiod and temperatura, mainly at the lower temperatures. Therefore, in the first phase of the experiment, it was observed that the shortest larval period occured in the 24 hour photophase treatment; but in the second phase the shortest larval period occured in the 12:12 treatment. In both situations, the light pupae and the great percentage of adult malformations were obtained in the 24 hour photophase treatment, with the 0:24 and 12:12 photoperiodic conditions presenting the highest pupae weights. On the other hand, the shortest adult malformation percentage was observed at the 18:6 and 12:12 treatments, in both phases of the research.</description>
    <dc:date>1983-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187224">
    <title>Dendrochronology of the Brazil nut tree (Bertholletia excelsa Bonpl.) in the Amazon: water memory and vulnerability of radial growth to precipitation deficit.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187224</link>
    <description>Título: Dendrochronology of the Brazil nut tree (Bertholletia excelsa Bonpl.) in the Amazon: water memory and vulnerability of radial growth to precipitation deficit.
Autoria: ARAÚJO, A. J. C.; OLIVEIRA JUNIOR, R. C. de; SANTOS, D. B. dos; COSTA, P. da; MONTEIRO JUNIOR, M. B.; MOURA, Q. L. de; VIEIRA, T. A.; REIS, B. S. dos; PAULETTO, D.
Conteúdo: Understanding the growth dynamics and climatic sensitivity of Bertholletia excelsa (Brazil nut tree) is essential for assessing tropical forest resilience and recent hydroclimatic variability in Amazonia. Despite its ecological and socioeconomic importance, dendrochronological information for this species remains limited, particularly regarding the mechanisms linking large-scale climate forcing to local growth responses. In this study, we developed and evaluated growth-ring chronologies from adult B. excelsa trees in native Amazonian forests to assess growth coherence and the strength of climatic signals. Ring widths were cross-dated using COFECHA, and chronology quality statistics—effective interseries correlation (rbar.eff), expressed population signal (EPS), signal-to-noise ratio (SNR), and first-order autocorrelation (AC)—were calculated using the dplR package in R. The master chronology exhibited strong internal coherence (rbar.eff = 0.38–0.46) and a robust common signal (EPS &gt; 0.85; SNR &gt; 5.0), confirming reliable cross-dating and representativeness at the population level. Moderate autocorrelation values indicated physiological persistence associated with hydrological memory. Radial growth was strongly controlled by hydroclimatic variability, with precipitation emerging as the primary limiting factor and temperature acting mainly as a stressor. Growth responses were particularly sensitive during the transition from the dry to the rainy season, when cambial reactivation and earlywood formation occur. Large-scale oceanic forcing associated with ENSO and Tropical Atlantic variability influenced growth indirectly by modulating local precipitation regimes and dry-season severity, resulting in lagged growth responses following drought events. These findings demonstrate that B. excelsa integrates climatic information across the full hydrological cycle and functions as a sensitive bioindicator of recent climate variability, providing valuable insights into forest vulnerability and resilience under ongoing climate change.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187008">
    <title>Divergência genética entre acessos de bacabi por caracteres de cacho e frutos.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187008</link>
    <description>Título: Divergência genética entre acessos de bacabi por caracteres de cacho e frutos.
Autoria: OLIVEIRA, M. A. N. de
Conteúdo: O bacabi (Oenocarpus mapora H. Karst.), pertencente à família Arecaceae, é uma palmeira nativa da Amazônia, com expressivo potencial social e econômico, mas que ainda é explorada predominantemente de forma extrativista. Com o intuito de subsidiar o manejo de germoplasma, melhoramento genético e fomentar o cultivo sustentável, este estudo teve como objetivo quantificar a divergência genética entre 35 genótipos de bacabi, provenientes de 20 acessos e 8 procedências, mantidos no Banco Ativo de Germoplasma (BAG Bacaba) da Embrapa Amazônia Oriental. Para tal, foram avaliados 14 caracteres morfoagronômicos de cacho e frutos, empregando-se análises estatísticas multivariadas como distâncias euclidianas, o método de Tocher, UPGMA, a contribuição relativa dos caracteres e a análise de componentes principais (ACP). Foi verificada uma grande variabilidade genética entre os genótipos analisados. Os caracteres de cacho, como o peso total do cacho (PTC) e o peso de fruto por cacho (PFC), apresentaram, em sua maioria, correlações positivas e de alta magnitude. Da mesma forma, para os frutos, o peso de polpa comestível (PPC) revelou forte correlação positiva com o peso de cem frutos (PCF), o diâmetro longitudinal do fruto (DLF) e o peso do fruto (PF), evidenciando a importância dessas características no rendimento de polpa. A identificação de genótipos promissores, a exemplo do 32 (alto rendimento da parte comestível) e do 2 (maior diâmetro transversal do fruto), e a compreensão das correlações entre os caracteres, são essenciais para guiar a seleção e otimizar o melhoramento. Conclui-se que o estudo da divergência genética é um pilar fundamental para o desenvolvimento de cultivares de bacaba mais produtivas e com elevado rendimento de polpa. Tais avanços são indispensáveis para promover a transição do modelo extrativista para sistemas de cultivo eficientes e para fortalecer toda a cadeia produtiva dessa valiosa espécie amazônica.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187011">
    <title>Variação genética entre e dentro de populações de açaizeiro por caracteres morfoagronômicos.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187011</link>
    <description>Título: Variação genética entre e dentro de populações de açaizeiro por caracteres morfoagronômicos.
Autoria: SANTOS, M. da G. F. dos
Conteúdo: O açaizeiro tem grande importância cultural e econômica no estado do Pará. Nas últimas décadas, o cultivo e o consumo do açaí têm ganhado maior visibilidade, despertando interesse comercial externo em outras áreas de mercado. Contudo, há escassez de conhecimento sobre a genética das populações da espécie, sejam elas naturais ou oriundas de programas de melhoramento. Neste estudo objetivou-se avaliar a variação genética entre e dentro de populações de açaizeiro por meio de caracteres morfoagronômicos. Foram estudadas três populações, duas naturais: Breves (BRV) que sofreu forte manejo e São Sebastião de Boa Vista (SSBV) sem intervenção de manejo e uma melhorada (CV. BRS PA. Em cada população foram avaliados quatorze caracteres, quatro relacionados à planta, oito de cacho e dois da polpa em 25 indivíduos de cada população. Os caracteres foram avaliados por análises estatísticas univariada e multivariadas. O teste F (p ≤ 0,05) revelou que houve diferenças significativas entre as populações para a maioria dos caracteres vegetativos, exceto para o número de estipes por planta. As médias entre as populações revelaram que a população BRSPA tem maior comprimento de cinco entrenós. A população SSBV apresentou superioridade em maior número de caracteres, com destaque para os produtivos, peso total do cacho (PTC), peso do fruto por cacho (PFC) e rendimento do fruto por cacho (RFC). As estimativas das variâncias genéticas foram superiores às variâncias residuais, indicando potencial para a seleção na maioria dos caracteres avaliados, exceto para os rendimentos de fruto por cacho e de polpa do fruto. As distâncias genéticas entre os 25 indivíduos variaram de 0,55 a 0,99. Os caracteres rendimento de fruto por cacho (RFC), número de raquilas por cacho (NRC) e peso de cem frutos (PCF), embora relevantes, podem representar maior desafio para o melhoramento genético devido à menor variabilidade genética (CVgi) e/ou menor herdabilidade. As populações BRV e SSBV apresentaram maior divergência genética, com distâncias variando de 2,24 a 2,63. Pela análise dos componentes principais foi verificado que os três primeiros componentes absorveram 82,81% da variação acumulada. Os caracteres que mais contribuíram para a variação foram o peso de cem frutos (PCF), o número de ráquilas por cacho (NRC) e o comprimento de cinco entrenós (CEN). Por outro lado, os caracteres que menos contribuíram para a variação total, sendo passíveis de descarte foram o número de estipes por planta (NEP) e o comprimento do ráquis por cacho (CRC). O peso de cem frutos (PCF) destacou-se como o principal fator de divergência nas populações BRS PA (63,67%) e SSBV (70,56%), além de apresentar contribuição significativa em BRV (35,92%). A análise da distância euclidiana e o método UPGMA demonstram que a população BRSPA possui uma distância genética significativamente maior em relação às populações BRV e SSBV.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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