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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Amazônia Oriental (CPATU)</title>
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    <description>Embrapa Amazônia Oriental (CPATU)</description>
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    <dc:date>2026-06-24T00:35:09Z</dc:date>
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    <title>The genome sequence of the açaí berry (Euterpe oleraceaMart.) and RNA-Seq analysis of the fruit ripening.</title>
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    <description>Título: The genome sequence of the açaí berry (Euterpe oleraceaMart.) and RNA-Seq analysis of the fruit ripening.
Autoria: BARBOSA, M. S. R.; COSTA, S. de S.; MARCON, D. J.; OLIVEIRA, A. R. de; SILVA, L. da S. e; SCHNEIDER, M. P. C.; QUARESMA, J. A. S.; GRAÇAS, D. A. das; VERAS, A. A. de O.; OLIVEIRA, M. do S. P. de; RODRIGUES, S. de M.; CUNHA, E. F. M.; SILVA, A.; BARAÚNA, R. A.
Conteúdo: Euterpe oleracea Mart. is a perennial wetland palm native to the eastern Amazon that produces a fruit called açaí, which is used to prepare a beverage of great social and economic importance to the region. We have sequenced the açaí genome using Oxford Nanopore long-read platform, and we have evaluated the gene expression of the fruit during the ripening process in both the white and purple varieties via RNA-Seq analysis. The assembled genome had a size of 3 066 969 163 bp, with the longest contig displaying 430 834 bp, an N50 of 54 646, and a GC content of 49.97%. The transcriptome analysis identified crucial genes that regulate the production of anthocyanins in purple açaí. For example, the upregulation of the flavonoid 3′5′-hydroxylase enzyme plays a crucial role in the synthesis of purple anthocyanins, such as delphinidin 3-glucoside, between 70 and 130 days after flowering. In contrast, a general downregulation of the enzymes responsible for the initial stages of the anthocyanin synthesis was observed in the white variety. Our findings provide a valuable contribution to the understanding of the molecular mechanisms that regulate the ripening process of açaí fruits and present the first genome of E. oleracea.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187740">
    <title>Entre conquistas e frustrações: a ação coletiva em associações rurais em Capitão Poço (PA) entre 1960 e 2022 na Amazônia Oriental.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187740</link>
    <description>Título: Entre conquistas e frustrações: a ação coletiva em associações rurais em Capitão Poço (PA) entre 1960 e 2022 na Amazônia Oriental.
Autoria: MOTA, D. M. da; CORREA, R. de O.; SCHMITZ, H.
Conteúdo: A ação coletiva em associações rurais de agricultores familiares é fundamental para a representação, a sociabilidade e o acesso a políticas públicas. Simultaneamente, é um desafio com dificuldades que resultam em experiências muitas vezes frustradas. O objetivo do artigo é analisar a ação coletiva de agricultores familiares em associações rurais no município de Capitão Poço no Nordeste Paraense, Amazônia Oriental. A abordagem, qualitativa e quantitativa, contou com o levantamento de dados secundários e primários em entrevistas históricas, abertas e semiestruturadas sobre associações ativas e inativas. A conclusão geral é que a dinâmica e a longevidade das associações se alicerçam em atividades concretas, duradouras, com uma carga de trabalho plausível para os associados e com regras claras quanto às obrigações e aos direitos em ações que vão além da produção e da comercialização, mas que também lhes garantem divertimento, alegria e espiritualidade.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187524">
    <title>Alagamento e número de pneumatóforos induzem alterações no padrão de crescimento em palma de óleo</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187524</link>
    <description>Título: Alagamento e número de pneumatóforos induzem alterações no padrão de crescimento em palma de óleo
Autoria: PONTE, N. H. T. da; SANTOS, R. I. N.; CUNHA, R. L.; MAGALHAES, M. M.; FURTADO, A. C. S.; SOUZA, F. I. B. de; PINHEIRO, H. A.
Conteúdo: O dendezeiro (Elaeis guineensis Jacq.) aparentemente tolera o alagamento prolongado e numerosos pneumatóforossão evidentes adaptações morfológicas. O número de pneumatóforos por planta é, no entanto, bastante variável. Assim, levantamos a hipótese de que um maior número de pneumatóforos pode atenuar os efeitos do estresse no sistema radicular crescimento e induzir maior tolerância ao alagamento de longo prazo em mudas de dendê. Para testar esta hipótese nós comparou características morfológicas e fisiológicas em plantas bem irrigadas (controle) e encharcadas com 2-10 e 90–120 pneumatóforos após ca. 77 dias de alagamento. A altura da planta foi semelhante entre controle e plantas encharcadas com 90-120 pneumatóforos, mas foi 21% menor em plantas com 2-10 pneumatóforos do que no controle. O diâmetro do caule e do bulbo e a biomassa foram 16, 20 e 42% maiores em plantas encharcadas do que no controle, independente do número de pneumatóforos. Número semelhante de folhas e folíolos foram observados independentemente do regime de irrigação e número de pneumatóforos, mas a área total do folíolo e a biomassa de folíolos foi maior em plantas com 90-120 pneumatóforos do que em outras plantas. Biomassa do sistema radicular foi notavelmente diminuído em plantas encharcadas; no entanto, tais quedas foram mais expressivas em plantas com 2–10 pneumatóforos. O potencial hídrico foliar, as trocas gasosas foliares e a fluorescência da clorofila não foram afetados por alagamento. Assim, concluímos que o alagamento causa poucas alterações na morfologia aérea das mudas mas afeta notavelmente o desenvolvimento do sistema radicular, principalmente naquelas plantas com menor número de pneumatóforos o as maiores concentrações de açúcares foram encontrados na estipe e bulbo das plantas alagadas com mais pneumatóforos.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187529">
    <title>Taxonomia das espécies de café ancestral no Nordeste paraense.</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187529</link>
    <description>Título: Taxonomia das espécies de café ancestral no Nordeste paraense.
Autoria: SANTOS, R. P. dos; KATO, O. R.; OLIVEIRA, J. S. R. de; SOUSA, L. A. S. de; RAYOL, B. P.; SILVA, W. P. B. da; BEZERRA, C. dos S.; SOUZA, F. I. B. de
Conteúdo: A cafeicultura amazônica, embora historicamente relevante, é pouco estudada, especialmente em sistemas tradicionais, como os quintais agroflorestais, sob a perspectiva taxonômica. Este estudo teve como objetivo identificar taxonomicamente os tipos de café presentes nos quintais agroflorestais da microrregião do Guamá, no nordeste paraense, além de mapear as plantas e suas propriedades, a fim de contribuir para futuras análises morfológicas, antropológicas e históricas da cultura do café ancestral no Brasil. Foram realizadas expedições em oito propriedades distribuídas em cinco municípios (Irituia, São Domingos do Capim, Ourém, Capitação Poço e São Miguel do Guamá). Ao todo, 57 espécimes foram georreferenciados, coletados e submetidos à identificação botânica. Os resultados indicaram a presença de Coffea arabica, localmente conhecida como “moca” e “pretinho”. O achado mais expressivo foi a identificação da espécie Coffea liberica, localmente conhecida como “beirão”, por sua relevância científica, dada a raridade desta espécie na cafeicultura nacional atual. Conclui-se que os agricultores familiares paraenses são cruciais para a salvaguarda deste patrimônio genético ancestral, destacando-se o C. liberica como protagonista da agrobiodiversidade local.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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