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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Clima Temperado (CPACT)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/13</link>
    <description>Embrapa Clima Temperado (CPACT)</description>
    <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 22:28:25 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-06-23T22:28:25Z</dc:date>
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      <title>Yield Response and Calibration of Critical Potassium Levels in Soil, Leaves, and Fruit Pulp of “Royal Gala” and “Fuji Suprema” Apples.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187748</link>
      <description>Título: Yield Response and Calibration of Critical Potassium Levels in Soil, Leaves, and Fruit Pulp of “Royal Gala” and “Fuji Suprema” Apples.
Autoria: HAHN, L.; BASSO, C.; MOURA-BUENO, J. M.; ARGENTA, L. C.; NAVA, G.; TOSELLI, M.; CARRANCA, C.; ROZANE, D. E.; BRUNETTO, G.
Conteúdo: Abstrac: The yield of apple trees as a function of potassium fertilization and the critical levels (CLs) and sufficiency ranges (SRs) of K in the soil, leaves, and fruits were determined in two experiments (two orchards) in four crop seasons. Plants of “Royal Gala” and “Fuji Suprema” cultivars were treated with 0, 50, 100, 150, or 200 kg K2O ha−1 year−1. Potassium was applied annually during the bud swelling phase and onto the soil surface in the projection of the plant canopy, without incorporation. Critical levels and SR were estimated by Bayesian segmented quantile regression models. The cultivar factor was the main source of variation in fruit yield, K concentration in leaves and pulp, and K exported by apples. The crop season was the second factor with the greatest contribution to apple yield and K concentrations in leaves. When data from all crop seasons and orchards were pooled, yield did not vary by K treatments. The concentration of K in the leaf and fruit pulp also did not change as a function of the K dose with grouped data. For fruit production, the CL of K in the soil was 170 mg dm−3 for both cultivars; 17.8 g kg−1 and 15.8 g kg−1 in leaf for “Fuji Suprema” and “Royal Gala”, respectively; 1150 mg kg−1 and 1080 mg kg−1 in fruit pulp for “Fuji Suprema” and “Royal Gala”, respectively. The lack of response to K fertilization indicates that the trees were operating within a nutritional plateau. Consequently, we recommend that K fertilization in subtropical apple orchards be guided strictly by soil and plant analysis. For orchards exceeding the soil critical level of 170 mg dm−3 and leaf concentrations of 17.8 g kg−1 and 15.8 g kg−1 in leaf for “Fuji Suprema” and “Royal Gala”, respectively, and 1150 mg kg−1 and 1080 mg kg−1 in fruit pulp for “Fuji Suprema” and “Royal Gala”, respectively, K applications may be reduced or temporarily withheld under similar high-K soil conditions, provided that soil and plant nutritional status are regularly monitored. This management strategy ensures high yields and more efficient and sustainable nutrient management.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187748</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Carboidratos não estruturais em tubérculos de dois genótipos de batata armazenada em duas temperaturas.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187466</link>
      <description>Título: Carboidratos não estruturais em tubérculos de dois genótipos de batata armazenada em duas temperaturas.
Autoria: CHAPPER, M.; BACARIN, M. A.; PEREIRA, A. da S.; TERRIBILE, L. C.
Conteúdo: Observa-se, em tubérculos de batata submetidos a baixas temperaturas, aumentos nos teores de açúcares redutores, os quais, no momento da fritura, provocam o escurecimento do produto, inviabilizando-o comercialmente. Avaliou-se a concentração de carboidratos em duas cultivares de batata (Pérola e Atlantic), armazenados em duas condições de temperatura. Os tubérculos foram produzidos nos cultivos de outono e primavera de 1999. Logo após a colheita, os tubérculos foram divididos em dois lotes, padronizados quanto ao tamanho, armazenados durante 40 dias, em condições de ambiente (21±3ºC para a produção de outono; 24±2ºC para a produção de primavera) e sob refrigeração (2±1ºC). Em intervalos regulares de dez dias, iniciando-se na data de armazenamento dos tubérculos (tempo zero), coletaram-se amostras de duas regiões dos tubérculos (central e periférica), para a determinação dos teores de amido, sacarose, carboidratos solúveis totais e açúcares redutores. Os teores de amido não foram alterados pelas condições de armazenamento, enquanto que os demais carboidratos apresentaram elevação quando os tubérculos foram submetidos à refrigeração, principalmente entre 10 e 20 dias de armazenamento. Contudo, as variações em respostas à baixa temperatura apresentaram-se diferenciadas em função do genótipo, da época de cultivo das plantas e das regiões dos tubérculos.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2002 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187466</guid>
      <dc:date>2002-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Crescimento de cultivares de alface conduzidas em estufa e a campo.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187469</link>
      <description>Título: Crescimento de cultivares de alface conduzidas em estufa e a campo.
Autoria: RADIN, B.; REISSER JUNIOR, C.; MATZENAUER, R.; BERGAMASCHI, H.
Conteúdo: Alguns indicadores de crescimento das cultivares de alface Verônica, Marisa e Regina foram analisados, através de um experimento em estufa de plástico e a campo, de 15/04 a 03/06/99, na FEPAGRO, em Eldorado do Sul (RS). As amostragens das plantas iniciaram-se uma semana após o transplante e prosseguiram (semanalmente) até o final do ciclo da cultura. As plantas cultivadas em estufa, apresentaram aumento na massa de matéria fresca e seca foliar, na área foliar e área foliar específica e no número de folhas. Além disso, o ciclo da cultura foi reduzido, quando comparada àquela cultivada a campo. As cultivares não apresentaram diferença entre si quando cultivadas em ambiente de estufa, mas, em condições de campo, a cultivar Regina apresentou maior número de folhas e maior índice de área foliar do que as cultivares Marisa e Verônica.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2004 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187469</guid>
      <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Armazenamento do grão de pólen de cebola (Allium cepa L.).</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187468</link>
      <description>Título: Armazenamento do grão de pólen de cebola (Allium cepa L.).
Autoria: GOMES, P. R.; RASEIRA, M. do C. B.; BAUDET, L. L.; PESKE, S. T.
Conteúdo: Experimentos foram conduzidos no Laboratório de Melhoramento Genético da Embrapa Clima Temperado, em Pelotas, RS, com o objetivo de avaliar, in vitro, o potencial de armazenamento dos grãos de pólen de cebola da cv. Petrolini, em diferentes condições por dois anos. Para tanto, avaliou-se a percentagem de germinação do grão de pólen após um e dois anos de armazenamento em criotubos, acondicionados em nitrogênio líquido (-196ºC), e em frascos de vidro acondicionados no interior de dessecador contendo ácido sulfúrico e mantidos em freezer (-18ºC). O pólen conservado por um ano em nitrogênio líquido foi então transferido para um refrigerador, registrando-se a percentagem de germinação após 10, 15, 20 e 30 dias de permanência neste. O armazenamento em nitrogênio líquido foi o melhor ambiente para a conservação dos grãos de pólen durante dois anos. As amostras armazenadas, por um ano, em nitrogênio líquido, que foram transferidas para refrigerador, conservaram-se viáveis por até dez dias.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2003 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187468</guid>
      <dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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