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    <title>DSpace Coleção: Artigo em anais de congresso (CPACT)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/143</link>
    <description>Artigo em anais de congresso (CPACT)</description>
    <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 03:11:56 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-06-12T03:11:56Z</dc:date>
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      <title>Batata-doce roxa (Ipomoea batatas (L.) Lam.) como fonte de antocianinas: extração enzimática, compostos fenólicos e potencial antioxidante.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185551</link>
      <description>Título: Batata-doce roxa (Ipomoea batatas (L.) Lam.) como fonte de antocianinas: extração enzimática, compostos fenólicos e potencial antioxidante.
Autoria: SILVA, F. T. S.; TEIXEIRA, R. dos S.; BARROS, G. L. de; SUBELDIA, T. G.; FERRI, N. M. L.; VIZZOTTO, M.; NORA, L.
Conteúdo: Resumo: As antocianinas são pigmentos naturais hidrossolúveis, da classe dos flavonoides, cuja coloração varia do vermelho ao azul em diversas matrizes vegetais. Devido a estas características, despertam interesse como corantes naturais, incentivando a busca por métodos eficientes de extração. Neste contexto, o presente trabalho teve como objetivo a obtenção de antocianinas de batata-doce roxa por extração enzimática, assim como avaliação de compostos fenólicos totais e da atividade antioxidante do extrato antociânico obtido. Para isso a extração enzimática foi conduzida sob três condições: (A) temperatura ambiente (20,0 ºC a 25,0 ºC); (B) em banho-maria, a 40°C; (C) em estufa, a 40°C. Os resultados sugerem que a temperatura e o tempo de extração afetaram o teor de antocianinas e, consequentemente, a atividade antioxidante do extrato. No entanto essas mesmas variáveis podem ter favorecido o aumento na concentração de compostos fenólicos totais.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185551</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Bata-doce roxa: caracterização e potencial de valorização dos resíduos após extração de antocianinas.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185563</link>
      <description>Título: Bata-doce roxa: caracterização e potencial de valorização dos resíduos após extração de antocianinas.
Autoria: SUBELDIA, T. G.; SILVA, F. T. S.; TEIXEIRA, R. dos S.; FERRI, N. M. L.; VIZZOTTO, M.; NORA, L.
Conteúdo: Resumo: A batata-doce roxa (Ipomoea batatas L.) é uma importante fonte natural de antocianinas, pigmentos fenólicos com reconhecida atividade antioxidante e crescente interesse da indústria alimentícia e farmacêutica. A extração desses compostos gera quantidade significativa de resíduos sólidos, geralmente subutilizados, mas com propriedades físico-químicas relevantes. Conforme sua composição, esses resíduos podem ser aproveitados em diversas aplicações tecnológicas ou sustentáveis. Nesse contexto, estudos de caracterização são essenciais para sua valorização, promovendo o uso integral da matéria-prima, em consonância com os princípios da economia circular. Este trabalho teve como objetivo caracterizar os resíduos gerados na extração de antocianinas da batatadoce roxa e propor alternativas de aproveitamento. Amostras da batata-doce roxa in natura e dos resíduos foram analisadas quanto à composição centesimal, sólidos solúveis totais (ºBrix), pH, acidez total titulável (ATT), concentração de antocianinas e cor. Os resultados mostraram redução expressiva das antocianinas no resíduo, evidenciando a eficiência do processo extrativo. Apesar da perda nutricional, os resíduos apresentaram elevado teor de fibras, acidez e sólidos solúveis, características promissoras para aplicações específicas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185563</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Caracterização físico-química, concentração de antocianinas totais e capacidade antioxidante in vitro da amora-preta (cv. BRS Cainguá).</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185567</link>
      <description>Título: Caracterização físico-química, concentração de antocianinas totais e capacidade antioxidante in vitro da amora-preta (cv. BRS Cainguá).
Autoria: TEIXEIRA, R. dos S.; SILVA, F. T. S.; SUBELDIA, T. G.; FERRI, N. M. L.; VIZZOTTO, M.; NORA, L.
Conteúdo: Resumo: A busca por alimentos com propriedades funcionais e por alternativas naturais aos aditivos sintéticos tem impulsionado o interesse por frutas ricas em compostos bioativos, como as antocianinas. Além de seus potenciais benefícios à saúde, esses pigmentos naturais têm ganhado destaque como corantes alternativos na indústria de alimentos. Nesse contexto, a amora-preta cv. BRS Cainguá surge como uma cultivar promissora, ainda pouco explorada cientificamente. Devido à escassez de estudos sobre esta cultivar, o objetivo foi apresentar a composição físico-química, antociânica e capacidade antioxidante dessa amora-preta. Para isso, foram realizadas análises físico-químicas, quantificação de antocianinas totais e ensaios antioxidantes. As frutas apresentaram baixo valor de luminosidade, coloração intensa e concentrações expressivas de antocianinas, associadas a uma elevada capacidade antioxidante frente aos radicais avaliados. Os resultados evidenciam o potencial da cultivar tanto para o consumo in natura quanto para uso em formulações de alimentos funcionais. Além disso, os atributos cromáticos e bioativos do extrato da fruta reforçam sua viabilidade como matéria-prima na produção de corantes naturais, atendendo à demanda crescente por alternativas seguras e sustentáveis aos corantes sintéticos. Recomenda-se a continuidade de estudos voltados à estabilidade dos pigmentos durante o processamento, microencapsulamento e armazenamento, visando ampliar a aplicabilidade tecnológica da BRS Cainguá.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185567</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Método preditivo baseado em Random Forest para estimar a contagem de células somáticas de vacas Jersey em lactação.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185404</link>
      <description>Título: Método preditivo baseado em Random Forest para estimar a contagem de células somáticas de vacas Jersey em lactação.
Autoria: SOUZA, R. D.; BARBOSA, R. S.; COSTA, I. S.; FERNANDES, S. A. de A.
Conteúdo: A mastite bovina subclínica é a principal causa de perdas econômicas na pecuária leiteira, sendo a Contagem de Células Somáticas (CCS) o indicador chave de inflamação e qualidade do leite. Métodos rápidos e de baixo custo são necessários para o monitoramento eficiente, e a Espectroscopia de Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR), que detecta alterações bioquímicas correlacionadas à CCS, desponta como alternativa promissora. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho de um modelo de regressão baseado no algoritmo Random Forest para a predição da CCS em amostras de leite de vacas da raça Jersey. Amostras de leite foram coletadas na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, provenientes de vacas com diferentes graus de mastite, e a coleta seguiu rigorosos procedimentos de higiene. A modelagem preditiva envolveu a seleção de variáveis espectrais utilizando o algoritmo Boruta e uma etapa posterior de filtragem por correlação para reduzir a redundância. O conjunto de dados foi dividido em 80% para treinamento e 20% para teste. A aplicação do Boruta inicialmente identificou 87 números de onda relevantes, mas após a filtragem por correlação, apenas cinco foram retidos: 2681, 1875, 1142, 1130 e 1018 cm−1 . O modelo de regressão por Random Forest, treinado com essas cinco variáveis, apresentou desempenho restrito no conjunto de teste, com um coeficiente de determinação de R 2 = 0,246 e um RMSE de 728.477 células/mL. O R2 indica que o modelo explicou apenas cerca de 24,6% da variabilidade da CCS, e o alto RMSE demonstra um erro médio considerável, tornando o modelo inviável para quantificações regulatórias. Além disso, os limites de detecção e quantificação revelaram que o modelo não é sensível o suficiente para níveis típicos de produção leiteira. Conclui-se que, apesar da identificação de bandas espectrais relacionadas à mastite, a redução extrema de variáveis, embora favorecendo a interpretação, comprometeu a capacidade preditiva do modelo. Dessa forma, estudos futuros devem considerar o uso de todo o espectro FTIR ou algoritmos híbridos para aprimorar a acurácia do método.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185404</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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