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    <title>DSpace Coleção: Tese/dissertação (CNPF)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/156</link>
    <description>Tese/dissertação (CNPF)</description>
    <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 03:58:13 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-07T03:58:13Z</dc:date>
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      <title>Inovação estratégica: proposta para gestão eficiente do portfólio de projetos de inovação na Embrapa.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1166948</link>
      <description>Título: Inovação estratégica: proposta para gestão eficiente do portfólio de projetos de inovação na Embrapa.
Autoria: OTTO, D.; MENEZ, J. B. de; SECO, L. S.; OLIVEIRA, P. de; SANTOS, V. C. V. dos</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1166948</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Doenças em mudas clonais de erva-mate em duas épocas do ano - Guarapuava, Paraná.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1148065</link>
      <description>Título: Doenças em mudas clonais de erva-mate em duas épocas do ano - Guarapuava, Paraná.
Autoria: PIASSETTA, R. de R. L.
Conteúdo: A erva-mate (Ilex paraguariensis A. St. Hil) é uma planta nativa da Floresta com Araucária (Floresta Ombrófila Mista), que ocorre nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em 2020, a produção brasileira atingiu cerca de 954 mil toneladas de erva-mate, sendo 44,7% produzidos pelo extrativismo vegetal e 55,3% gerados por plantios de erva-mate. O Paraná produziu aproximadamente 600 mil toneladas, o que corresponde a 63,1% da produção nacional, resultando em um valor de R$ 787 milhões. Apesar de haver estudos específicos sobre doenças na erva mate, existe a necessidade de maior conhecimento sobre as doenças que ocorrem na produção de mudas clonais. O objetivo deste trabalho foi identificar as doenças e os agentes causais que ocorrem nas mudas de quatro diferentes clones de erva-mate de viveiro, em dois períodos do ano. No laboratório, foram realizadas análises com folhas e estacas de erva-mate provenientes de um viveiro da região de Guarapuava-PR. Foram coletadas 50 folhas e 50 estacas com sintomas, aleatoriamente ao acaso em dois períodos do ano, na primavera e no outono. Com as amostras foram realizados ensaios de isolamento e o sequenciamento genético dos fungos mais encontrados. Posteriormente, foi realizado o teste de patogenicidade em folhas com e sem ferimento. Os fungos com maior frequência e incidência identificados nas folhas e estacas analisadas foram dos gêneros Fusarium e Colletotrichum, dentre os sete fungos isolados nas amostras. As espécies identificadas por métodos moleculares foram Fusarium oxysporum, Fusarium pseudocircinatum, Fusarium fujikuroi, Colletotrichum sp., Colletotrichum gloeosporioides e Colletotrichum kahawae. O teste de patogenicidade mostrou que todas as espécies identificadas pelo sequenciamento genético foram patogênicas a folhas de erva-mate. As espécies de maior agressividade, inoculadas em folhas de erva-mate, foram F. oxysporum e Colletotrichum sp. Este é o primeiro relato de F. fujikuroi e C. kahawae causando doenças em erva-mate</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1148065</guid>
      <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Viabilidade e armazenamento de sementes de pupunha.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1125613</link>
      <description>Título: Viabilidade e armazenamento de sementes de pupunha.
Autoria: BELNIAKI, A. C.
Conteúdo: Sementes de pupunha possuem comportamento altamente recalcitrante refletindo em curta longevidade, geralmente de 30 a 45 dias, o que dificulta a disponibilização de sementes viáveis para comercialização. Os objetivos deste estudo foram: estabelecer um protocolo para a condução do teste de tetrazólio visando determinar rapidamente a viabilidade de sementes de pupunha; estudar embalagem de polietileno de diferentes espessuras para o armazenamento e avaliar a potencialidade de materiais para o revestimento de sementes de pupunha no armazenamento. O teste de tetrazólio foi estudado testando-se formas de précondicionamento, preparo e coloração, determinando as áreas vitais da semente e estabelecendo classes de viabilidade. Foi avaliado o armazenamento empregandose embalagens de polietileno de 0,10 e 0,20 mm, sendo determinados mensalmente o teor de água, a viabilidade das sementes pelo teste de germinação e o vigor pelo índice de velocidade de emergência, durante quatro meses. Para a peliculização, foram testados os seguintes materiais: gel de nanocelulose de eucalipto (1,5%); gel de amido (3%); mistura dos géis anteriores a 50% (v/v), com revestimento por três ciclos de aspersão sobre a peneira e secos em circulação de ar quente (32 ºC). As avaliações da eficiência do tratamento foram realizadas determinando o teor de água, curva de embebição, teste de tetrazólio e imagem de Microscopia Eletrônica de Varredura. Os dados foram submetidos à análise de variância e a comparação de médias realizada pelo teste de Scott-knott à 5% de probabilidade. O teste de tetrazólio forneceu resultados relacionados com o teste de germinação, empregando pré-condicionamento por imersão em água (24 h/20 °C), secção longitudinal adjacente ao embrião e imersão da metade da semente (embrião + endosperma) em solução de 1% durante 4 h a 30 ºC, sendo possível a separação das sementes em duas classes de viabilidade. Em relação ao armazenamento, a embalagem de polietileno de 0,20 mm é recomendada para prolongar a qualidade fisiológica das sementes armazenadas por até quatro meses, em condições ambiente de 15,2- 17,2°C e 57,9-66,0% U.R. Os materiais utilizados para o revestimento das sementes de pupunha não apresentaram melhoras significativas na manutenção do teor de água e na viabilidade das sementes durante o armazenamento, como também não impediram a embebição de água e emissão de raiz na germinação. Mais estudos se fazem necessários sobre o potencial dos revestimentos em sementes recalcitrantes como a pupunha.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1125613</guid>
      <dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Ilex paraguariensis A.St.-Hil.: caracterização de morfotipos e genótipos para produção de compostos bioativos e propagação.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1125612</link>
      <description>Título: Ilex paraguariensis A.St.-Hil.: caracterização de morfotipos e genótipos para produção de compostos bioativos e propagação.
Autoria: DUARTE, M. M.
Conteúdo: Ilex paraguariensis A.St.-Hil. é uma espécie arbórea, nativa e amplamente consumida e cultivada no Brasil, Paraguai e Argentina. Considerada um dos componentes dos sistemas tradicionais silviculturais mais antigos, a espécie apresenta reconhecida importância ecológica/ambiental, econômica, social e cultural para os três estados do Sul do Brasil. Seu consumo tradicional se dá pelo preparo de bebidas tônicas e estimulantes, como o chimarrão, tererê e chá mate. Em função da sua versatilidade química, a erva-mate vem se destacando no cenário mundial, sendo utilizada com sucesso na farmacologia, indústria alimentícia e cosmética, com reconhecimento científico em relação aos seus benefícios à saúde humana. Com essa crescente demanda, é necessário que a renovação e implantação de novos ervais seja realizada com materiais genéticos de qualidade, bem como ter as suas características químicas conhecidas, a fim de proporcionar maior produtividade dos plantios e maior qualidade do produto final. Neste sentido, existem vários gargalos que podem ser explorados pela silvicultura da erva-mate, e alguns desses foram tratados no presente estudo. No Capítulo I foi estudada a diferenciação e caracterização física de frutos e pirênios, a viabilidade e desenvolvimento embrionário de pirênios, anatomia foliar e os compostos bioativos em folhas (capacidade antioxidante, compostos fenólicos totais, metilxantinas e ácidos cafeoilquínicos) de cinco morfotipos de erva-mate: sassafrás, verde escuro, verde fosco, cinza e peludinha. Concluiu-se que: há diferenças entre os frutos e pirênios entre os lotes estudados; Todos os morfotipos apresentaram elevada atividade antioxidante e teores de compostos fenólicos totais; o teor de cafeína diferiu significativamente entre os morfotipos verde escuro e peludinha; A deposição e configuração da cutícula na face adaxial foi a principal diferença observada pela anatomia foliar entre os morfotipos. O Capítulo II teve como objetivos avaliar diferentes temperaturas (câmara fria a 5 °C, câmara seca a 15 °C e viveiro), substratos (areia e papel germitest) e períodos (0, 90 e 180 dias) como métodos alternativos de estratificação na superação da dormência embrionária de pirênios de erva-mate. De maneira geral, os métodos utilizados foram eficientes para manutenção da viabilidade dos pirênios. A estratificação à 5 e 15 °C por 90 dias possibilitou o desenvolvimento embrionário até o estágio pós-coração. A estratificação convencional foi o único método que apresentou embriões em estágio maduro. O Capítulo III objetivou avaliar a influência da sazonalidade (quatro estações do ano) nos teores de compostos bioativos e no enraizamento de estacas de 19 genótipos, bem como, a correlação entre esses compostos e a rizogênese da ervamate. Concluiu-se que o potencial de enraizamento e os teores de compostos bioativos sofrem variação entre os genótipos e entre as épocas do ano. Primavera e verão proporcionaram maiores porcentagens de enraizamento e maiores teores de compostos, sendo que os compostos bioativos estudados não apresentaram correlação com o enraizamento das estacas. E por fim, o Capítulo IV objetivou analisar a influência da tosta da erva-mate nos teores de compostos bioativos de diferentes genótipos e a aceitação por consumidores de chá mate cafeinados ou descafeinados. Os resultados indicaram que o processo de tosta influenciou significativamente nos teores de compostos bioativos dos chás, bem como houve diferenças significativas entre os genótipos. De maneira geral, os chás descafeinados tiveram melhor aceitação do que os chás cafeinados.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1125612</guid>
      <dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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