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    <title>DSpace Coleção: Artigo em anais de congresso (CNPGL)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/170</link>
    <description>Artigo em anais de congresso (CNPGL)</description>
    <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 03:36:07 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-11T03:36:07Z</dc:date>
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      <title>Forrageiras tolerantes ao sombreamento.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185553</link>
      <description>Título: Forrageiras tolerantes ao sombreamento.
Autoria: PACIULLO, D. S. C.; PIRES, M. de F. A.; MULLER, M. D.
Conteúdo: Os sistemas agrossilvipastoris têm sido recomendados como alternativa aos sistemas convencionais de produção de bovinos, tendo em vista seus benefícios biológicos, econômicos e ambientais (Müller et al., 2011; Paciullo et al., 2011a; Murgueitio et al., 2012). Embora seja prática antiga (Garcia &amp; Couto, 1997), ainda permanecem dúvidas sobre aspectos do manejo dos componentes do sistema. Ao se integrar em uma mesma área física plantas herbáceas, arbustivas e/ou arbóreas e animais ruminantes, estabelece-se um ambiente de relações ecológicas, baseadas em interações complexas e dinâmicas entre seus componentes. A significância e o nível de competição entre os componentes são determinados pelo clima, manejo, tipo de solo e espécies. Em sistemas estabelecidos em ambientes tropicais úmidos, espécies arbóreas e forrageiras competem primariamente por luz (Shelton et al., 1997; Paciullo et al., 2011a). Ao longo do tempo, as árvores crescem e interceptam progressivamente maiores quantidades da radiação fotossinteticamente ativa incidente, aumentando o sombreamento do pasto. Ao mesmo tempo, ocorrem mudanças na qualidade da radiação que atravessa o dossel arbóreo e alcança o pasto, o que interfere em várias características morfofisiológicas das plantas forrageiras. A tolerância de uma espécie à sombra depende de sua capacidade em se ajustar morfológica e fisiologicamente a um dado nível de irradiância (DiasFilho, 2000). O crescimento das forrageiras em associação com espécies arbóreas pode ser prejudicado ou favorecido, dependendo de fatores como a tolerância das espécies à sombra, o grau de sombreamento proporcionado pelas árvores e a competição entre as plantas, com relação à água e nutrientes do solo. Nesse artigo são discutidos aspectos relacionados aos efeitos do sombreamento no componente pasto, assim como suas implicações para o manejo da pastagem. São abordadas ainda questões associadas ao potencial de produção e à qualidade da forragem em sistemas silvipastoris.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185553</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Bem-estar animal em sistemas integrados.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185554</link>
      <description>Título: Bem-estar animal em sistemas integrados.
Autoria: PIRES, M. de F. A.; PACIULLO, D. S. C.
Conteúdo: A demanda por alimentos é hoje uma realidade mundial em decorrência, principalmente, do aumento da população, sobretudo dos países classificados como pobres ou emergentes. A proteína de origem animal, na forma de leite, ovos ou carne, é um alimento nobre, que tem sua importância na nutrição básica do ser humano em qualquer idade. Nos países emergentes, o consumo de proteína animal é baixo, representando menos de 20% dos alimentos, gerando uma demanda por produtos de origem animal compatíveis com o poder aquisitivo da população. A oferta destes alimentos depende do mercado, e este do desempenho produtivo e reprodutivo dos animais que, por sua vez, está em função do manejo adotado. Quando analisamos, na última década, a taxa média de crescimento anual da produção nacional de leite, por exemplo, verifica-se que a expansão da fronteira agrícola muito contribuiu para o alcance deste índice e que, em muitos casos, isto significou aumento de áreas desmatadas principalmente na região do Cerrado e, recentemente, na Amazônia. Assim, diante do impasse entre aumentar a produção animal (leite ou carne) e preservar o meio ambiente, surgem como opção os sistemas agroflorestais e, dentre estes, os Sistemas Silvipastoris (SSP).</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185554</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Degradabilidade ruminal in situ da matéria seca do capim elefante ensilado com níveis crescentes de subproduto da agroindústria do caju.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185127</link>
      <description>Título: Degradabilidade ruminal in situ da matéria seca do capim elefante ensilado com níveis crescentes de subproduto da agroindústria do caju.
Autoria: FERREIRA, A. C. H.; RODRIGUEZ, N. M.; NEIVA, J. N. M.; PIMENTEL, P. G.; LOPES, F. C. F.; OLIVEIRA FILHO, J. H. de
Conteúdo: Objetivou-se com este trabalho avaliar a degradabilidade ruminal in situ da matéria seca (MS) das silagens de capim elefante (Pennisetum purpureum, Schum.) com níveis crescentes do subproduto do pseudofruto do caju (Anarcadium occidentale, L.) desidratado (SPCD; 0; 3,5; 7; 10,5 e 14%). Foi utilizado um bovino adulto macho em delineamento inteiramente casualizado com parcelas subdivididas, sendo as proporções de SPCD os tratamentos (parcelas), os diferentes silos as repetições, e os tempos de incubação as subparcelas. Os períodos de incubação aumentaram (P&lt;0,05) as taxas de desaparecimento da MS. Contudo, não foi observado efeito dos níveis de inclusão do SPCD sobre as degradabilidades efetivas da MS. Os baixos valores encontrados para o desaparecimento da MS das silagens indicam que a utilização do SPCD na alimentação de ruminantes deve ser feita com certa prudência, uma vez que o subproduto pode reduzir a disponibilidade dos nutrientes aos microrganismos ruminais.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185127</guid>
      <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estrutura de pastos de capim-elefante cv. Napier submetidos a diferentes intensidades de pastejo.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185082</link>
      <description>Título: Estrutura de pastos de capim-elefante cv. Napier submetidos a diferentes intensidades de pastejo.
Autoria: MONTEIRO, H. C. de F.; NASCIMENTO JÚNIOR, D. do; SOUSA, B. M. de L.; FONSECA, D. M. da; GOMIDE, C. A. de M.; GOMES, F. C.
Conteúdo: O trabalho foi realizado para analisar a estrutura de pastos de capim-elefante cv. Napier submetidos a intensidades de pastejo, em área do Departamento de Zootecnia da UFV, Viçosa-MG, de novembro de 2009 a maio de 2010. Foram avaliadas três alturas pós-pastejo (30, 50 e 70 cm), sendo os pastejos realizados quando o dossel atingia 95% de interceptação da luz incidente. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos completos casualizados com três repetições em uma área de 3,6 ha, dividida em nove piquetes. Pastos manejados com altura pós-pastejo de 30 cm apresentaram menores massas de forragem, de lâminas foliares, de colmos e de tecido morto no pré-pastejo e, menores taxas de acúmulo de forragem e de lâminas foliares. Pastos com altura pós-pastejo de 70 cm apresentaram maior escore para o fator “massa de forragem não foliar” e menor escore para o fator “taxa de acúmulo de massa”, apresentando assim maior quantidade de colmos e material morto e redução nas taxas de acúmulo de forragem e de lâminas foliares. A altura pós-pastejo de 50 cm é a mais adequada para o manejo do capim-elefante cv. Napier, com interrupção da rebrotação quando os pastos interceptam 95% da luz incidente.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185082</guid>
      <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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