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    <title>DSpace Coleção: Resumo em anais de congresso (CNPDIA)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/207</link>
    <description>Resumo em anais de congresso (CNPDIA)</description>
    <pubDate>Sun, 26 Jul 2026 04:30:56 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-26T04:30:56Z</dc:date>
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      <title>Quantificação elementar do Cl por linhas e bandas de emissão molecular em LIBS, com potencial aplicação para detecção de S, F e Br</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1167903</link>
      <description>Título: Quantificação elementar do Cl por linhas e bandas de emissão molecular em LIBS, com potencial aplicação para detecção de S, F e Br
Autoria: GALLI, L. L.; VILLAS-BOAS, P. R.
Conteúdo: Enxofre (S), Cloro (Cl), Flúor (F) e Bromo (Br) têm impacto direto na saúde de humanos, animais e plantas, desempenhando um papel essencial em atividades vitais para esses seres vivos. Normalmente, o monitoramento busca preservar a integridade dos ecossistemas ou aumentar a produtividade em atividades agrícolas, e para isso, é preciso fazer o uso de técnicas apropriadas, capazes de quantificá-los em diversos tipos de amostras com concentrações traço. A técnica de espectroscopia de emissão de plasma induzido por laser (LIBS) é um método analítico multielementar que se baseia na análise das emissões nos espectros do plasma gerado por um laser de alta intensidade focado numa amostra. Esta técnica é notável pela sua eficácia na análise in situ, sendo atraente por requerer pouca preparação de amostra, não produzir resíduos e ser um método rápido, eficiente e de baixo custo. Contudo, a técnica tem limitações para a detecção dos elementos mencionados por emissões atômicas em ar atmosférico, resultando num alto limite de detecção (LOD), o que pode afetar sua eficácia em algumas aplicações. Portanto, neste trabalho, procuramos identificar e detectar esses elementos, baseando-nos na emissão molecular em LIBS por recombinação molecular no plasma, medindo a intensidade emitida por bandas moleculares. O sistema utilizado foi o DP-LIBS, que inclui um laser de Nd:YAG operando em 1064 nm (infravermelho) e um laser de Nd:YAG acoplado a um gerador de segundo harmônico operando em 532 nm (verde), juntamente com um espectrômetro Aryelle com faixa espectral de 175–760 nm e uma câmera iCCD. Usamos amostras sintéticas e obtivemos 200 espectros para cada uma. Para a detecção do cloro, a molécula analisada foi a de CaCl que emite na faixa espectral de 592–595 nm. Realizamos análises sobre a recombinação molecular da molécula no plasma, otimização de parâmetros do sistema e outros aspectos da amostra e do plasma para melhorar a detecção molecular. Para estimar o LOD, realizamos curvas de calibração, obtendo um LOD para o Cloro de 0,31% m/m (massa por massa) em condições ambiente. Esses resultados demonstram o potencial da técnica LIBS e dos métodos de recombinação molecular para a quantificação de S, Cl, F e Br em diferentes conjuntos de amostras. Com ajustes mínimos, as descobertas deste estudo podem ser aplicadas a outras amostras e os elementos mencionados, ampliando a aplicabilidade e eficácia da técnica LIBS na quantificação elementar.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1167903</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Aplicações da RMN na análise não-destrutiva de produtos agro-industriais.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1167910</link>
      <description>Título: Aplicações da RMN na análise não-destrutiva de produtos agro-industriais.
Autoria: GUIMARÃES, M. E.; COLNAGO, L. A.
Conteúdo: Métodos de análise de alimentos não-invasivos (analisam dentro das embalagem) estão sendo cada vez mais estudados. Dentre esses métodos destaca-se a ressonância magnética nuclear em baixo campo (RMN-BC), que, além de ser não-invasivo, é rápido e pode ser utilizada na análise de processos dinâmicos. O objetivo deste projeto é avaliar o uso da RMN-BC, juntamente com a sequência de pulsos denominada de CPMG para estudar o processo de descongelamento de amostras de suco de uva integral e soluções de sacarose. Asequência CPMG pode ser usada tanto para medições quantitativas quanto para medições da relaxação transversal ou T2. Esse estudo visou entender como ocorre o processo de descongelamento fracionado de amostras de sucos de uvas e soluções de sacarose, previamente congeladas a -80oC. As amostras de sacarose foram preparadas com 15%, 25% e 35% em água deionizada e o suco de uva integral tinha 15% de sacarose. Com o descongelamento fracionado é possível concentrar os sucos de uvas (coletando as primeiras frações) por um processo bem mais barato do que por exemplo, a evaporação a baixa pressão. Depois de congeladas as amostras foram colocadas dentro da sonda/ímã do espectrômetro de RMN a 23oC. Determinou-se a velocidade de descongelamento com o aumento do sinal de RMN em função do tempo e de acordo com a concentração de sacarose. As amostras foram acondicionadas em frascos plásticos de 200 m. As amostras congeladas foram rapidamente transferidas para o espectrômetro de RMN-BC e iniciou-se as análises com a sequência CPMG. Aintensidade do primeiro eco da sequência CPMG foi usada para determinar a quantidade de água no estado líquido em cada uma das amostras em função do tempo de análise. Todas as amostras não apresentaram sinais de até cerca de 50 minutos indicando que as amostras ainda estavam totalmente congeladas. Entre 50 e aproximadamente 500 minutos os sinais apresentaram um aumento de intensidade quase linear e depois de 500 minutos o sinal estabilizou. Isso indicou que entre 50 e aproximadamente 500 minutos ocorreu o descongelamento das amostras. Outra informação obtida dessas medições foi que a taxa de descongelamento do suco de uva integral e das soluções com 15% de sacarose foram similares. No caso das soluções de 25 e 35% de sacarose, os sinais começaram a aparecer alguns minutos antes dos sinais de suco ou sacarose a 15%, devido a maior concentração de açúcar (abaixamento do ponto de congelamento/ descongelamento) esses resultados mostram que a RMN-BC pode ser uma poderosa ferramenta para auxiliar no desenvolvimento da concentração de sucos por descongelamento fracionado.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1167910</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Rendimento do milho com e sem aplicação de hidrogel ao solo.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1167879</link>
      <description>Título: Rendimento do milho com e sem aplicação de hidrogel ao solo.
Autoria: ZAGO, B. C.; ROCHA, L. A. L. da; BASSOI, L. H.
Conteúdo: O hidrogel é um material composto por redes poliméricas hidrofílicas capazes de absorver considerável quantidade de água sem comprometer sua forma tridimensional. O uso do hidrogel na agricultura pode ser uma alternativa para mitigar o efeito do déficit hídrico às plantas, pois retém a água, aumenta o seu armazenamento e a libera lentamente ao solo. Assim, este estudo investigou a aplicação ao solo de um hidrogel nanocompósito a base de argila montmorilonita de cálcio, e seus impactos na umidade do solo e na cultura do milho. O experimento avaliou três doses de hidrogel (1g, 3g e 5g) aplicados por metro linear de solo, além de uma testemunha que não recebeu hidrogel. Os tratamentos foram nomeados respectivamente como D0, D1, D2 e D3. Em 15 de setembro de 2023, foi realizada a semeadura mecânica por uma semeadora de quatro linhas a uma profundidade de 5cm, utilizando sementes de milho híbrido cv. P4285VYHR (Pioneer) de dupla aptidão. Os fertilizantes ureia, superfosfato simples e cloreto de potássio e o hidrogel foram aplicados manualmente a uma profundidade de 10 cm, em sulcos abertos paralelamente ao sulco de semeadura. As parcelas continham sete fileiras de plantas, espaçadas em 0,8 m, com cinco plantas por metro linear e 9 m de comprimento, totalizando uma área de 50,4 m². Aumidade do solo 3 -3 (ϴv (m *m )) foi monitorada durante o ciclo do milho na camada de 0-20 cm utilizando-se o sensor HydroSense II (Campbel, USA). A colheita das espigas ocorreu em 11 de janeiro de 2024 (118 DAS), quando foram medidos diversos índices agronômicos. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com repetição dentro do bloco e quatro tratamentos (D0, D1, D2 e D3). Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e aos testes de comparação de médias Tukey a 5% de probabilidade. A distribuição da chuva ocorreu durante todo o ciclo do milho, e o total precipitado 3 -foi de 384 mm. Os valores médios de ϴv foram 0,159, 0,162, 0,162 e 0,164 (ϴv (m *m3 3 -3 )); os valores máximos foram 0,229, 0,230, 0,245 e 0,239 (ϴv (m *m )); e valores mínimos foram 0,064, 0,069, 0,061 e 0,072 3 -3 (ϴv (m *m )), respectivamente para os tratamentos D0, D1, D2 e D3. Aaltura da planta, altura da inserção da espiga, diâmetro do colmo, diâmetro do colmo na inserção da espiga, número de internódios, internódio da inserção da espiga, a massa e diâmetro do sabugo, diâmetro da espiga, massa da palha, comprimento do grão, número de fileiras de grãos por espiga e massa seca de 100 grãos por espiga não apresentaram diferenças entre os tratamentos. Maiores comprimento de espiga, massa da espiga com e sem palha, maior número de grãos por fileira, número de grãos por espiga, massa úmida e massa dos grãos a 13% de umidade por espiga ocorreram no tratamento D2.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1167879</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Condições para o ensaio mecânico do fruto Baru.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1167892</link>
      <description>Título: Condições para o ensaio mecânico do fruto Baru.
Autoria: PESSOA, D. B.; GONCALVES, H. M.; BERTUCCI NETO, V.; PESSOA, J. D. C.
Conteúdo: As árvores Dipteryx alata, popularmente conhecidas como baru ou cumbaru, permitem diversas aplicações para sua madeira e fruto. Sua amêndoa, além de comestível possui um grande valor nutricional, que se popularizou apenas recentemente. Sua inserção no mercado, porém depende de soluções específicas para problemas gerais no escopo da Tecnologia de Alimentos, como a técnica de despolpamento, a caracterização do fruto, a técnica de extração da amêndoa e o desenvolvimento do maquinário, que viabilizaria a agroindústria do baru e permitiria a expansão do seu mercado. Os objetivos deste trabalho incluem a exploração da morfologia e características macroscópicas do fruto para familiarização do pesquisador com o objeto de estudo; e o desenvolvimento do procedimento de preparação do fruto para obtenção de propriedades mecânicas a serem obtidas por meio do ensaio de compressão. Durante a exploração morfológica foram determinadas as dimensões da câmara interna do fruto, maior que as dimensões da amêndoa. Outra importante observação é que a amêndoa não é aderida ao endocarpo, o que facilita muito o processo de extração. Após revisão bibliográfica, um lote de frutos originário do Cerrado brasileiro foi submetido aos primeiros ensaios de compressão fornecendo dados preliminares e levando à conclusão de que a resistência à compressão é exercida principalmente pelo Endocarpo. Por tentativa e erro descobriu-se que a imersão em água facilita a extração da polpa e os ensaios mecânicos foram repetidos com o equipamento EMIC L200. No primeiro ensaio foram avaliados os efeitos da aplicação da força em cada um dos três eixos ortogonais do fruto, concluindo-se que: i) O eixo 'b' (intermediário), favorece a ruptura do Endocarpo e não afeta a amêndoa se respeitados os limites de deformação do fruto; Asubmersão do fruto em água por 48 horas, além de favorecer a extração da polpa, favorece a extração da amêndoa, informação relevante para o desenvolvimento de máquinas industriais. Considerando ser um trabalho exploratório, o pequeno número de amostras indicou que a força de ruptura é da ordem de 5500 N podendo variar entre 4500 N e 6500 N; e que a amostra deve ser pré-tratada para viabilização dos ensaios mecânicos. O estudo permitiu também avançar para perguntas específicas como: qual o tempo mínimo de imersão do fruto em água? Qual o efeito da umidade do Endocarpo na força de ruptura? Qual a faixa de valores da força de ruptura esperada no universo de frutos de baru?</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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