<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Coleção: Artigo em anais de congresso (CPAMN)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/233</link>
    <description>Artigo em anais de congresso (CPAMN)</description>
    <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 11:02:27 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-16T11:02:27Z</dc:date>
    <item>
      <title>Espacialização dos percentis 75 da precipitação pluviométrica anual para o Estado do Piauí.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185670</link>
      <description>Título: Espacialização dos percentis 75 da precipitação pluviométrica anual para o Estado do Piauí.
Autoria: MOUSINHO, F. E. P.; ANDRADE JUNIOR, A. S. de; GONÇALVES, A. C. A.; FRIZZONE, J. A.
Conteúdo: Este trabalho teve por objetivo a espacialização dos percentis 75 da precipitação anual para o Estado do Piauí, através de procedimentos geoestatísticos, utilizando dados obtidos em 165 postos pluviométricos com distribuição espacial irregular. A partir dos parâmetros do modelo de semivariograma ajustado foi realizada a interpolação por Krigagem ordinária para a espacialização dos valores. No Estado do Piauí o percentil 75 varia de 278 a 1278 mm por ano, existindo portanto uma grande variabilidade espacial, sendo que em geral o crescimento dos valores ocorre na direção leste-oeste, com menores valores na região próxima aos Estados da Bahia, Ceará e Pernambuco, onde o regime pluviométrico segue o padrão do semi-árido. A região noroeste do Estado é a que apresenta os maiores valores, sendo estes superiores a 878mm por ano. Os valores entre 678 e 878mm por ano são os que mais ocorrem no Estado ocupando cerca de 34,37% da sua área, enquanto que apenas 2,5 % da área do Estado apresenta valores entre 1078 e 1278 mm. A espacialização dos percentis 75 da precipitação pluviométrica anual para o Estado do Piauí, representada através do mapa temático, permitiu a visualização da sua variabilidade espacial e a regionalização da sua distribuição, podendo servir de subsídio para programas de zoneamento agrícola do Estado.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2004 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185670</guid>
      <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Crescimento de porta-enxertos de cajueiro anão precoce sob condições de salinidade.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185666</link>
      <description>Título: Crescimento de porta-enxertos de cajueiro anão precoce sob condições de salinidade.
Autoria: BEZERRA, I. L.; FERNANDES, P. D.; GHEYI, H. R.; SANTOS, F. J. de S.; GURGEL, M. T.; NOBRE, R. G.
Conteúdo: O presente trabalho foi conduzido em condições de viveiro experimental pertencente a Embrapa Agroindústria Tropical, localizado no município de Pacajus – CE, durante o período de janeiro a maio de 2001. Foi estudado o efeito de diferentes concentrações de sais na água de irrigação – CE (0,5, 1,5, 2,5, 3,5, 4,5 e 5,5 dS/m) sobre a produção dos porta-enxerto CCP06 e CCP1001 de cajueiro anão precoce (Anacardium occidentale L.). As água de irrigação foram preparadas a partir dos sais NaCl, CaCl2.H2O e MgCL2.6H2O, mantendo-se proporção equivalente a 7:2:1, entre Na:Ca:Mg, respectivamente. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, em esquema fatorial 6 x 2, com quatro repetições. Foram avaliados: número de folhas, altura de planta, diâmetro do caule e área foliar. O aumento da salinidade da água de irrigação acima de 0,5 dS/m, induziu reduções significativas no crescimento vegetativo (número de folhas, altura de planta, diâmetro do caule e área foliar), sendo o porta enxerto CCP1001 mais sensível à salinidade. Em virtude da escassez de informações na literatura consultada sobre a tolerância do cajueiro à salinidade, foi realizado este trabalho para avaliar o efeito da salinidade da água de irrigação na formação de mudas de dois porta-enxertos de cajueiro anão precoce.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2004 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185666</guid>
      <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Estatística descritiva e análise exploratória dos percentis 75 da precipitação pluviométrica anual para o Estado do Piauí.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185671</link>
      <description>Título: Estatística descritiva e análise exploratória dos percentis 75 da precipitação pluviométrica anual para o Estado do Piauí.
Autoria: MOUSINHO, F. E. P.; ANDRADE JUNIOR, A. S. de; GONÇALVES, A. C. A.; FRIZONE, J. A.
Conteúdo: Este trabalho objetivou a realização de uma análise estatística descritiva e exploratória dos dados do percentil 75 da precipitação anual obtidos em 165 postos pluviométricos, de modo a verificar o seu ajuste à distribuição normal. A análise foi feita a partir de medidas de posição, medidas de dispersão, bem como através do histograma, gráfico de probabilidade normal e Box-plot. Os valores do percentil 75 da precipitação anual têm uma grande variabilidade espacial tendo um valor mínimo de 232,05 e máximo de 1316,08mm, apresentando portanto uma amplitude de 1074,03mm e um coeficiente de variação que pode ser considerado alto (31,26%). As medidas de posição e dispersão sinalizam que os dados se aproximam da distribuição normal. A presença de poucos pontos afastados da reta do gráfico de probabilidade normal, também sugere que os dados analisados parecem se ajustar à distribuição normal, fato comprovado estatisticamente pelo teste de Kolmogorov-Smirnov. Não foi observada a presença de valores extremos, candidatos a outliers. A análise estatística descritiva e exploratória permitiu concluir que os percentis 75 da precipitação anual nos 165 locais estudados se ajustam à distribuição normal, podendo ser realizado um estudo geoestatístico para se avaliar a sua continuidade espacial, bem como para a espacialização dos valores para todo o Estado.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2004 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185671</guid>
      <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Declínio no nível freático do aqüífero serra grande na região de Picos – PI.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185668</link>
      <description>Título: Declínio no nível freático do aqüífero serra grande na região de Picos – PI.
Autoria: SILVA, E. F. de F. e; ANDRADE JUNIOR, A. S. de; FRIZONNE, A. J.; BASTOS, E. A.
Conteúdo: Localizado no semi-árido do Brasil, o aqüífero Serra Grande tem sido uma importante reserva estratégica de água para o abastecimento humano e o desenvolvimento econômico. As características da região impõem escassez aos recursos hídricos superficiais, restando como alternativa a exploração de águas subterrâneas. Entretanto, a exploração irracional desse recurso pode impossibilitar seu uso à médio prazo, visto a recarga do aqüífero, caracterizado como semi-artesiano, não tem permitido a reposição da água explotada. Este trabalho teve como objetivo avaliar a taxa de rebaixamento do nível freático durante os anos de 1966 a 2004, com a finalidade de embasar estudos futuros, os quais permitam estimar o colapso na exploração econômica dessa fonte de água, caso medidas mitigadoras não sejam adotadas e outras formas de abastecimento sejam propostas, garantindo a sustentabilidade das atividades antrópicas. Os valores mensurados permitiram constatar um declínio médio de 28,3 m no nível freático, em um período de 38 anos. A crescente perfuração de poços incrementa a taxa anual de declínio, a qual apresenta-se em 0,75 m ao ano, no período considerado. Dessa forma, este estudo tem como objetivo avaliar, a taxa de rebaixamento do nível freático do aqüífero Serra Grande, na região de Picos, PI, com a finalidade de embasar estudos futuros, que proporcionem estimar o colapso na exploração econômica dessa fonte de água, caso medidas mitigadoras não sejam adotadas e outras formas de abastecimento implementadas, garantindo a sustentabilidade das atividades antrópicas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2004 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185668</guid>
      <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

