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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Agrossilvipastoril (CPAMT)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/24127</link>
    <description>Embrapa Agrossilvipastoril (CPAMT)</description>
    <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 14:52:39 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-28T14:52:39Z</dc:date>
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      <title>Modelagem matemática da secagem de grãos de soja.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185422</link>
      <description>Título: Modelagem matemática da secagem de grãos de soja.
Autoria: HOSCHER, R. H.; BOTELHO, F. M.; HAUTH, M. R.; BOTELHO, S. de C. C.
Conteúdo: A simulação e as informações teóricas relacionadas com as variações fisiológicas, químicas e físicas observadas em cada produto, durante a remoção de água, são muito importantes para o estudo de sistemas de secagem, desenvolvimento e otimização de equipamentos, visando a sua viabilidade comercial. Ressaltando-se a importância aprofundar estudos sobre secagem de produtos agrícolas, objetivou-se com este trabalho modelar e avaliar as curvas de secagem para soja [Glycine max (L.) Merril] , sob diferentes condições de temperatura do ar de secagem. Foram utilizados grãos de soja das variedades precoces NS7901RR e TMG1180RR, produzidos do município de Sinop/MT, na safra 2014/2015. Inicialmente os grãos foram submetidos a um processo de limpeza, sendo separados os grãos avariados e as impurezas. O teor de água inicial das amostras foi de 0,28 e 0,30 (b.s) para as variedades NS7901RR e TMG1180RR, respectivamente. O teor de água foi determinado pelo método gravimétrico, utilizando-se uma estufa com circulação forçada de ar a 105 °C por 24 h em três amostras de aproximadamente 30 g. As amostras foram submetidas à secagem numa estufa de circulação forçada de ar, nas temperaturas de 40, 50, 60 e 70 °C, sendo as mesmas dispostas em bandejas de chapa galvanizada contendo, aproximadamente, 750 g de produto em duas repetições.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185422</guid>
      <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Composição botânica da vegetação sob copas de frutíferas durante o estabelecimento de sistemas silvipastoris.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185412</link>
      <description>Título: Composição botânica da vegetação sob copas de frutíferas durante o estabelecimento de sistemas silvipastoris.
Autoria: GIUSTINA, C. D.; CARNEVALLI, R. A.; ROMANO, M. R.; ANTONIO, D. B. A.
Conteúdo: Na implantação de sistemas silvipastoris com frutíferas, é necessário evitar a competição entre a muda de frutífera e as espécies já estabelecidas na área, que tornam-se indesejáveis sob sua copa. O objetivo foi avaliar a composição botânica sob a copa de frutíferas durante o estabelecimento dos sistemas. O experimento foi conduzido na Embrapa Agrossilvipastoril, Sinop-MT. Os oito tratamentos foram compostos pelos consórcios entre tifton-85 e as espécies frutíferas, em outubro de 2014. O experimento foi disposto em blocos completos casualizados, com duas repetições. A produção da massa seca de tifton-85 e de invasoras foi determinada em um raio de 1m a partir do caule de cada árvore amostrada,de janeiro a junho de 2015. Os dados foram analisados com o SAS 9.2 considerando um nível de significância de 5%. As espécies que apresentaram menores quantidades de massa seca total sob suas copas foram as acerolas, banana e caju CCP76 (243 g), destacando a acerola Roxinha (220 g), em relação as demais (268 g) (P=0,0005). Acerola roxinha, banana, cajá, caju EBM51, caju CCP76 e coco apresentaram os maiores valores de massa de invasoras (238 g) e menores de tifton-85 (20,6 g). Já a acerola sertaneja e a goiaba destacaram-se pela menor massa de invasoras (137 g) (P&lt;0,0001) e maior de tifton85 (132 g) (P=0,0002) sob suas copas. O tifton-85 é considerado uma gramínea agressiva em termos de crescimento e perpetuação em áreas a pleno sol, possuindo superioridade na competição com as plantas invasoras presentes na área. Entretanto, quando a luminosidade sofreu maior alteração pela maior interceptação luminosa da copa das árvores, a capacidade de competição do tifton-85 foi bastante reduzida. A interceptação luminosa no final do período experimental foi maior sob a acerola Roxinha (74,6%). A acerola Sertaneja, banana, caju EMB51 e a goiaba não diferiram entre si (64,35% de IL), seguido pelo caju CCP76 e coco (54,4%) e, por último, o cajá (46,5% de IL) entre as demais. Nessas condições, as plantas invasoras, compostas principalmente por trapoeraba (Commelina benghalensis L.) e poaia-branca (Richardia brasiliensis), mostraram-se mais tolerantes ao sombreamento. A composição botânica da vegetação foi alterada de acordo com a luminosidade. Copas de goiaba e acerola permitiram maior crescimento de tifton-85 o que por competição reduziu a presença de invasoras. A qualidade e quantidade de luz que atinge a vegetação sob diferentes copas de árvores pode afetar sua composição botânica.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185412</guid>
      <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Potencial alelopático de cultivares de Panicum maximum Jacq. sobre Digitaria horizontalis Willd. e Lactuca sativa L.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185414</link>
      <description>Título: Potencial alelopático de cultivares de Panicum maximum Jacq. sobre Digitaria horizontalis Willd. e Lactuca sativa L.
Autoria: MENEGATTI, L.; IKEDA, F. S.; BONALDO, S. M.; INÁCIO, J. V. L.
Conteúdo: A produtividade do milho depende de vários fatores bióticos e abióticos. Entre os fatores bióticos, a presença de plantas daninhas junto à cultura tem grande relevância devido à sua competição, sendo Digitaria horizontalis uma das principais plantas daninhas encontradas no cultivo de milho, cujo controle normalmente é químico. O uso de forrageiras em consórcio com o milho é uma alternativa que pode auxiliar no controle dessas plantas. Além da competição, a presença de aleloquímicos pode interferir na germinação e no desenvolvimento das plantas daninhas e da cultura. Dessa forma, objetivou-se verificar o potencial alelopático de cinco cultivares de Panicum maximum (Aruana, Massai, Mombaça, Tanzânia e Zuri), além de uma testemunha sem material vegetal sobre dois lotes de sementes de alface (Lactuca sativa) de diferentes idades e sobre D. horizontalis por meio do método “sandwich”. Foram coletadas folhas dos rebrotos das cinco cultivares de P. maximum aleatoriamente, sendo mantidas em estufa de circulação forçada por 24 horas a 65 ºC. Foram pesados e dispostos 10 mg das folhas entre duas camadas de ágar água com 5 ml cada. Sobre elas foram semeadas 14 sementes de D. horizontalis e cinco sementes de alface cv. Grand Rapids de cada lote, de acordo com os respectivos ensaios. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com quatro repetições. As temperaturas utilizadas foram de 20 ºC para o alface e de 25 ºC para D. horizontalis. O tempo de incubação foi de três, oito e dez dias para o lote 2 (10 meses de colheita), D. horizontalis e lote 1 (22 meses de colheita), respectivamente. Todas as cultivares de P. maximum reduziram o comprimento da radícula e do coleóptilo + folíolo, além da porcentagem de germinação que não superou 4,17% nos tratamentos e 23,81% na testemunha. A cultivar Mombaça inibiu completamente a germinação de D. horizontalis. Tratamentos com as cultivares Aruana e Zuri em sementes de alface do lote colhido há mais tempo apresentaram germinação de 11,67% e 5,83% respectivamente, inferiores à testemunha com 39,17%. Todas as cultivares, exceto Tanzânia, reduziram o comprimento da radícula das sementes de alface do lote colhido há menos tempo. Conclui-se que todas as cultivares de P. maximum inibem a germinação e o desenvolvimento das plântulas de D. horizontalis. Há potencial alelopático das cultivares de P. maximum sobre germinação de sementes mais antigas de alface e sobre desenvolvimento da radícula em sementes mais novas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Propriedades físicas de grãos de soja de variedades precoces durante a secagem.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185421</link>
      <description>Título: Propriedades físicas de grãos de soja de variedades precoces durante a secagem.
Autoria: HAUTH, M. R.; BOTELHO, F. M.; HOSCHER, R. H.; BOTELHO, S. de C. C.
Conteúdo: O trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Energia e Pós-Colheita pertencente ao Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais da Universidade Federal de Mato Grosso – Campus Sinop, Sinop (MT). Para a realização do experimento foram utilizados grãos de soja das cultivares NS7901RR e TMG1180RR, cultivadas no município de Sinop, na safra 2014/2015. Inicialmente os grãos foram limpos e selecionados, sendo retirados os avariados e material estranho. Os grãos de soja apresentavam teor de água inicial médio de 0,30 base seca (b.s.) para a variedade NS7901RR e de 0,27 (b.s.) para a variedade TMG1180RR. Para a determinação dos teores de água utilizou-se o método da estufa a 105 ± 1 ºC durante 24 h com três repetições (BRASIL, 2009). Os grãos foram submetidos à secagem em uma estufa com circulação forçada de ar, regulada à temperatura de 40 ºC. O acompanhamento da secagem foi feito por diferença de massa, conhecendo-se o teor de água inicial, até atingir o teor de água desejado, de pelo menos 0,15 (b.s.). A pesagem das amostras foi realizada em balança analítica da Shimadzu, modelo BL 3200H, com resolução de 0,01 g. O processo de secagem foi interrompido em teores de água de interesse, realizando-se as medições de algumas propriedades físicas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
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