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    <title>DSpace Coleção: Resumo em anais de congresso (CPAMT)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/24134</link>
    <description>Resumo em anais de congresso (CPAMT)</description>
    <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 21:25:29 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-03T21:25:29Z</dc:date>
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      <title>Composição botânica da vegetação sob copas de frutíferas durante o estabelecimento de sistemas silvipastoris.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185412</link>
      <description>Título: Composição botânica da vegetação sob copas de frutíferas durante o estabelecimento de sistemas silvipastoris.
Autoria: GIUSTINA, C. D.; CARNEVALLI, R. A.; ROMANO, M. R.; ANTONIO, D. B. A.
Conteúdo: Na implantação de sistemas silvipastoris com frutíferas, é necessário evitar a competição entre a muda de frutífera e as espécies já estabelecidas na área, que tornam-se indesejáveis sob sua copa. O objetivo foi avaliar a composição botânica sob a copa de frutíferas durante o estabelecimento dos sistemas. O experimento foi conduzido na Embrapa Agrossilvipastoril, Sinop-MT. Os oito tratamentos foram compostos pelos consórcios entre tifton-85 e as espécies frutíferas, em outubro de 2014. O experimento foi disposto em blocos completos casualizados, com duas repetições. A produção da massa seca de tifton-85 e de invasoras foi determinada em um raio de 1m a partir do caule de cada árvore amostrada,de janeiro a junho de 2015. Os dados foram analisados com o SAS 9.2 considerando um nível de significância de 5%. As espécies que apresentaram menores quantidades de massa seca total sob suas copas foram as acerolas, banana e caju CCP76 (243 g), destacando a acerola Roxinha (220 g), em relação as demais (268 g) (P=0,0005). Acerola roxinha, banana, cajá, caju EBM51, caju CCP76 e coco apresentaram os maiores valores de massa de invasoras (238 g) e menores de tifton-85 (20,6 g). Já a acerola sertaneja e a goiaba destacaram-se pela menor massa de invasoras (137 g) (P&lt;0,0001) e maior de tifton85 (132 g) (P=0,0002) sob suas copas. O tifton-85 é considerado uma gramínea agressiva em termos de crescimento e perpetuação em áreas a pleno sol, possuindo superioridade na competição com as plantas invasoras presentes na área. Entretanto, quando a luminosidade sofreu maior alteração pela maior interceptação luminosa da copa das árvores, a capacidade de competição do tifton-85 foi bastante reduzida. A interceptação luminosa no final do período experimental foi maior sob a acerola Roxinha (74,6%). A acerola Sertaneja, banana, caju EMB51 e a goiaba não diferiram entre si (64,35% de IL), seguido pelo caju CCP76 e coco (54,4%) e, por último, o cajá (46,5% de IL) entre as demais. Nessas condições, as plantas invasoras, compostas principalmente por trapoeraba (Commelina benghalensis L.) e poaia-branca (Richardia brasiliensis), mostraram-se mais tolerantes ao sombreamento. A composição botânica da vegetação foi alterada de acordo com a luminosidade. Copas de goiaba e acerola permitiram maior crescimento de tifton-85 o que por competição reduziu a presença de invasoras. A qualidade e quantidade de luz que atinge a vegetação sob diferentes copas de árvores pode afetar sua composição botânica.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185412</guid>
      <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Potencial alelopático de cultivares de Panicum maximum Jacq. sobre Digitaria horizontalis Willd. e Lactuca sativa L.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185414</link>
      <description>Título: Potencial alelopático de cultivares de Panicum maximum Jacq. sobre Digitaria horizontalis Willd. e Lactuca sativa L.
Autoria: MENEGATTI, L.; IKEDA, F. S.; BONALDO, S. M.; INÁCIO, J. V. L.
Conteúdo: A produtividade do milho depende de vários fatores bióticos e abióticos. Entre os fatores bióticos, a presença de plantas daninhas junto à cultura tem grande relevância devido à sua competição, sendo Digitaria horizontalis uma das principais plantas daninhas encontradas no cultivo de milho, cujo controle normalmente é químico. O uso de forrageiras em consórcio com o milho é uma alternativa que pode auxiliar no controle dessas plantas. Além da competição, a presença de aleloquímicos pode interferir na germinação e no desenvolvimento das plantas daninhas e da cultura. Dessa forma, objetivou-se verificar o potencial alelopático de cinco cultivares de Panicum maximum (Aruana, Massai, Mombaça, Tanzânia e Zuri), além de uma testemunha sem material vegetal sobre dois lotes de sementes de alface (Lactuca sativa) de diferentes idades e sobre D. horizontalis por meio do método “sandwich”. Foram coletadas folhas dos rebrotos das cinco cultivares de P. maximum aleatoriamente, sendo mantidas em estufa de circulação forçada por 24 horas a 65 ºC. Foram pesados e dispostos 10 mg das folhas entre duas camadas de ágar água com 5 ml cada. Sobre elas foram semeadas 14 sementes de D. horizontalis e cinco sementes de alface cv. Grand Rapids de cada lote, de acordo com os respectivos ensaios. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com quatro repetições. As temperaturas utilizadas foram de 20 ºC para o alface e de 25 ºC para D. horizontalis. O tempo de incubação foi de três, oito e dez dias para o lote 2 (10 meses de colheita), D. horizontalis e lote 1 (22 meses de colheita), respectivamente. Todas as cultivares de P. maximum reduziram o comprimento da radícula e do coleóptilo + folíolo, além da porcentagem de germinação que não superou 4,17% nos tratamentos e 23,81% na testemunha. A cultivar Mombaça inibiu completamente a germinação de D. horizontalis. Tratamentos com as cultivares Aruana e Zuri em sementes de alface do lote colhido há mais tempo apresentaram germinação de 11,67% e 5,83% respectivamente, inferiores à testemunha com 39,17%. Todas as cultivares, exceto Tanzânia, reduziram o comprimento da radícula das sementes de alface do lote colhido há menos tempo. Conclui-se que todas as cultivares de P. maximum inibem a germinação e o desenvolvimento das plântulas de D. horizontalis. Há potencial alelopático das cultivares de P. maximum sobre germinação de sementes mais antigas de alface e sobre desenvolvimento da radícula em sementes mais novas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Alternativas para dessecação de Urochloa ruziziensis cv. Kennedy.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1173590</link>
      <description>Título: Alternativas para dessecação de Urochloa ruziziensis cv. Kennedy.
Autoria: FUJIMORI, I. S. T.; IKEDA, F. S.; CAVALIERI, S. D.; GRASSIOTO, M. L. D.
Conteúdo: Resumo: A braquiária-ruziziensis (Urochloa ruziziensis cv. Kennedy) é amplamente utilizada em sistemas integrados e para formação de palhada no Cerrado brasileiro. No entanto, sua dessecação depende do glyphosate, cuja proibição ou descontinuidade é uma possibilidade. Assim, objetivou-se avaliar alternativas de dessecação dessa forrageira. O ensaio foi conduzido com blocos ao acaso e 4 repetições de 3 x 4 m. Os tratamentos foram doses (g ia ha-1) de clethodim (108, 120, 240 e 360), MSMA+diuron (2,73+1,68; 3,65+2,24; 4,56+2,8; 5,47+3,36), fenoxaprop (0,98; 1,09; 2,18 e 3,27) e glufosinato de amônio (1, 2, 4 e 6) na 1a aplicação, combinados ou não com a sequencial de fenoxaprop (110) para os tratamentos com glufosinato e de glufosinato (200) para os demais herbicidas, além de glyphosate (1500) apenas na 1a aplicação, e a testemunha não capinada. As aplicações foram realizadas com pontas XR 110.02 e 200 L/ha. Aos 7, 14, 21 e 35 dias após a última aplicação (DAUA), avaliou-se o controle na escala de 0 a 100%, além da massa seca de braquiária (MSBraq) e de palhada (MSpalha) aos 35 DAA em cada parcela com 2 e 1 quadro de 0,5x0,5 m, respectivamente. Os resultados foram submetidos à análise de variância e teste de Scott-Knott a 5%. Os tratamentos com maior controle desde a 1a avaliação (&gt; 98%) e menor MSBraq (0 a 15,5 kg/ha) e maior MSpalha (2030,5 a 3359,8 kg/ha) foram aqueles com glyphosate e com as 2 maiores doses de glufosinato e MSMA+diuron nas 3 maiores doses com as respectivas sequenciais. Aos 35 DAUA, observou-se resultados similares de controle, MSBraq e MSpalha para os tratamentos com a 3a maior dose de clethodim e fenoxaprop, as 2 menores doses de glufosinato com as respectivas sequenciais e as 3 maiores doses de MSM+diuron sem a sequencial. Concluiu-se que é possível substituir o glyphosate com a 3a maior dose de clethodim e fenoxaprop com a sequencial de glufosinato, glufosinato com a sequencial ou MSMA+diuron nas 3 maiores doses com ou sem a aplicação sequencial.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Tolerância inicial de híbridos de mamoneira ao herbicida chlorimuron-ethyl.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1173589</link>
      <description>Título: Tolerância inicial de híbridos de mamoneira ao herbicida chlorimuron-ethyl.
Autoria: CAVALIERI, S. D.; MOCELIN, G.; IKEDA, F. S.; WOIAND, H. M. G.; MORAIS, C. S. L. de
Conteúdo: Resumo: A mamoneira é uma oleaginosa da família Euphorbiaceae com potencial de cultivo em larga escala no Brasil. Objetivou-se neste trabalho avaliar a tolerância inicial de híbridos de mamoneira ao herbicida chlorimuron-ethyl (CHL). O experimento foi conduzido em casa de vegetação da Embrapa Agrossilvipastoril (Sinop-MT). O delineamento foi em blocos casualizados com quatro repetições, em esquema fatorial 5x3 constituido por cinco híbridos de mamoneira (AG-IMA, AKB-02, MIA, OTTO e TAMAR) e três doses de CHL (0, 20 e 40 g ha-1). As parcelas foram vasos de 5,0 dm3 com solo de textura argilosa e 2,84 dag kg-1 de matéria orgânica com uma planta de mamona cada. Os tratamentos herbicidas foram aplicados em pós-emergência quando as plantas encontravam-se no estádio de três folhas, com pulverizador costal pressurizado a CO2 e 200 L ha-1 de calda. Acrescentou-se o adjuvante Assist® (0,5% v/v) nas caldas de pulverização. As variáveis foram compostas pela altura das plantas e por notas visuais de fitointoxicação na escala de 0% (ausência de injúrias) a 100% (morte da planta) aos 7, 14, 21 e 28 dias após a aplicação (DAA), e pela massa seca de parte aérea relativa à testemunha sem aplicação (MSPA), obtida com secagem em estufa a 65 °C até massa constante. Os dados foram submetidos à ANOVA e ao teste de Tukey (p ≤ 0,05). Não houve interação e efeito dos fatores isolados sobre a altura de plantas. Para fitointoxicação, houve efeito do fator doses em todas as épocas de avaliação, no qual na média de todos os híbridos, as duas doses de CHL causaram injúrias significativas, porém sem diferenças entre si. Apenas aos 7 DAA o CHL causou, em média, maior fitointoxicação no híbrido AG-IMA (21%) que no MIA (5,5%). Em relação à MSPA, houve somente efeito do fator híbrido, no qual o AKB-02 apresentou massa (108%), em média, maior estatisticamente que o TAMAR (87,4%). Concluí-se que o CHLO causa fitotoxicidade nos híbridos de mamoneira, mas sem comprometer o acúmulo de matéria seca das plantas.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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