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    <title>DSpace Coleção: Resumo em anais de congresso (CPAMT)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/24134</link>
    <description>Resumo em anais de congresso (CPAMT)</description>
    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 13:26:50 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-06T13:26:50Z</dc:date>
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      <title>Potencial alelopático de cultivares de Panicum maximum Jacq. sobre Digitaria horizontalis Willd. e Lactuca sativa L.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185414</link>
      <description>Título: Potencial alelopático de cultivares de Panicum maximum Jacq. sobre Digitaria horizontalis Willd. e Lactuca sativa L.
Autoria: MENEGATTI, L.; IKEDA, F. S.; BONALDO, S. M.; INÁCIO, J. V. L.
Conteúdo: A produtividade do milho depende de vários fatores bióticos e abióticos. Entre os fatores bióticos, a presença de plantas daninhas junto à cultura tem grande relevância devido à sua competição, sendo Digitaria horizontalis uma das principais plantas daninhas encontradas no cultivo de milho, cujo controle normalmente é químico. O uso de forrageiras em consórcio com o milho é uma alternativa que pode auxiliar no controle dessas plantas. Além da competição, a presença de aleloquímicos pode interferir na germinação e no desenvolvimento das plantas daninhas e da cultura. Dessa forma, objetivou-se verificar o potencial alelopático de cinco cultivares de Panicum maximum (Aruana, Massai, Mombaça, Tanzânia e Zuri), além de uma testemunha sem material vegetal sobre dois lotes de sementes de alface (Lactuca sativa) de diferentes idades e sobre D. horizontalis por meio do método “sandwich”. Foram coletadas folhas dos rebrotos das cinco cultivares de P. maximum aleatoriamente, sendo mantidas em estufa de circulação forçada por 24 horas a 65 ºC. Foram pesados e dispostos 10 mg das folhas entre duas camadas de ágar água com 5 ml cada. Sobre elas foram semeadas 14 sementes de D. horizontalis e cinco sementes de alface cv. Grand Rapids de cada lote, de acordo com os respectivos ensaios. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com quatro repetições. As temperaturas utilizadas foram de 20 ºC para o alface e de 25 ºC para D. horizontalis. O tempo de incubação foi de três, oito e dez dias para o lote 2 (10 meses de colheita), D. horizontalis e lote 1 (22 meses de colheita), respectivamente. Todas as cultivares de P. maximum reduziram o comprimento da radícula e do coleóptilo + folíolo, além da porcentagem de germinação que não superou 4,17% nos tratamentos e 23,81% na testemunha. A cultivar Mombaça inibiu completamente a germinação de D. horizontalis. Tratamentos com as cultivares Aruana e Zuri em sementes de alface do lote colhido há mais tempo apresentaram germinação de 11,67% e 5,83% respectivamente, inferiores à testemunha com 39,17%. Todas as cultivares, exceto Tanzânia, reduziram o comprimento da radícula das sementes de alface do lote colhido há menos tempo. Conclui-se que todas as cultivares de P. maximum inibem a germinação e o desenvolvimento das plântulas de D. horizontalis. Há potencial alelopático das cultivares de P. maximum sobre germinação de sementes mais antigas de alface e sobre desenvolvimento da radícula em sementes mais novas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185414</guid>
      <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Composição botânica da vegetação sob copas de frutíferas durante o estabelecimento de sistemas silvipastoris.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185412</link>
      <description>Título: Composição botânica da vegetação sob copas de frutíferas durante o estabelecimento de sistemas silvipastoris.
Autoria: GIUSTINA, C. D.; CARNEVALLI, R. A.; ROMANO, M. R.; ANTONIO, D. B. A.
Conteúdo: Na implantação de sistemas silvipastoris com frutíferas, é necessário evitar a competição entre a muda de frutífera e as espécies já estabelecidas na área, que tornam-se indesejáveis sob sua copa. O objetivo foi avaliar a composição botânica sob a copa de frutíferas durante o estabelecimento dos sistemas. O experimento foi conduzido na Embrapa Agrossilvipastoril, Sinop-MT. Os oito tratamentos foram compostos pelos consórcios entre tifton-85 e as espécies frutíferas, em outubro de 2014. O experimento foi disposto em blocos completos casualizados, com duas repetições. A produção da massa seca de tifton-85 e de invasoras foi determinada em um raio de 1m a partir do caule de cada árvore amostrada,de janeiro a junho de 2015. Os dados foram analisados com o SAS 9.2 considerando um nível de significância de 5%. As espécies que apresentaram menores quantidades de massa seca total sob suas copas foram as acerolas, banana e caju CCP76 (243 g), destacando a acerola Roxinha (220 g), em relação as demais (268 g) (P=0,0005). Acerola roxinha, banana, cajá, caju EBM51, caju CCP76 e coco apresentaram os maiores valores de massa de invasoras (238 g) e menores de tifton-85 (20,6 g). Já a acerola sertaneja e a goiaba destacaram-se pela menor massa de invasoras (137 g) (P&lt;0,0001) e maior de tifton85 (132 g) (P=0,0002) sob suas copas. O tifton-85 é considerado uma gramínea agressiva em termos de crescimento e perpetuação em áreas a pleno sol, possuindo superioridade na competição com as plantas invasoras presentes na área. Entretanto, quando a luminosidade sofreu maior alteração pela maior interceptação luminosa da copa das árvores, a capacidade de competição do tifton-85 foi bastante reduzida. A interceptação luminosa no final do período experimental foi maior sob a acerola Roxinha (74,6%). A acerola Sertaneja, banana, caju EMB51 e a goiaba não diferiram entre si (64,35% de IL), seguido pelo caju CCP76 e coco (54,4%) e, por último, o cajá (46,5% de IL) entre as demais. Nessas condições, as plantas invasoras, compostas principalmente por trapoeraba (Commelina benghalensis L.) e poaia-branca (Richardia brasiliensis), mostraram-se mais tolerantes ao sombreamento. A composição botânica da vegetação foi alterada de acordo com a luminosidade. Copas de goiaba e acerola permitiram maior crescimento de tifton-85 o que por competição reduziu a presença de invasoras. A qualidade e quantidade de luz que atinge a vegetação sob diferentes copas de árvores pode afetar sua composição botânica.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185412</guid>
      <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Resistência de biótipos de conyza spp. a herbicidas em região produtora de algodão em Mato Grosso.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1173591</link>
      <description>Título: Resistência de biótipos de conyza spp. a herbicidas em região produtora de algodão em Mato Grosso.
Autoria: IKEDA, F. S.; CAVALIERI, S. D.; CONTESINI, M. E.; GRASSIOTO, M. L. D.; AVANZINI, V. H. M.; FUJIMORI, I. S. T.; BAUERMANN, G. S.; SILVA, I. N. da
Conteúdo: Resumo:</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Alternativas para dessecação de Urochloa ruziziensis cv. Kennedy.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1173590</link>
      <description>Título: Alternativas para dessecação de Urochloa ruziziensis cv. Kennedy.
Autoria: FUJIMORI, I. S. T.; IKEDA, F. S.; CAVALIERI, S. D.; GRASSIOTO, M. L. D.
Conteúdo: Resumo: A braquiária-ruziziensis (Urochloa ruziziensis cv. Kennedy) é amplamente utilizada em sistemas integrados e para formação de palhada no Cerrado brasileiro. No entanto, sua dessecação depende do glyphosate, cuja proibição ou descontinuidade é uma possibilidade. Assim, objetivou-se avaliar alternativas de dessecação dessa forrageira. O ensaio foi conduzido com blocos ao acaso e 4 repetições de 3 x 4 m. Os tratamentos foram doses (g ia ha-1) de clethodim (108, 120, 240 e 360), MSMA+diuron (2,73+1,68; 3,65+2,24; 4,56+2,8; 5,47+3,36), fenoxaprop (0,98; 1,09; 2,18 e 3,27) e glufosinato de amônio (1, 2, 4 e 6) na 1a aplicação, combinados ou não com a sequencial de fenoxaprop (110) para os tratamentos com glufosinato e de glufosinato (200) para os demais herbicidas, além de glyphosate (1500) apenas na 1a aplicação, e a testemunha não capinada. As aplicações foram realizadas com pontas XR 110.02 e 200 L/ha. Aos 7, 14, 21 e 35 dias após a última aplicação (DAUA), avaliou-se o controle na escala de 0 a 100%, além da massa seca de braquiária (MSBraq) e de palhada (MSpalha) aos 35 DAA em cada parcela com 2 e 1 quadro de 0,5x0,5 m, respectivamente. Os resultados foram submetidos à análise de variância e teste de Scott-Knott a 5%. Os tratamentos com maior controle desde a 1a avaliação (&gt; 98%) e menor MSBraq (0 a 15,5 kg/ha) e maior MSpalha (2030,5 a 3359,8 kg/ha) foram aqueles com glyphosate e com as 2 maiores doses de glufosinato e MSMA+diuron nas 3 maiores doses com as respectivas sequenciais. Aos 35 DAUA, observou-se resultados similares de controle, MSBraq e MSpalha para os tratamentos com a 3a maior dose de clethodim e fenoxaprop, as 2 menores doses de glufosinato com as respectivas sequenciais e as 3 maiores doses de MSM+diuron sem a sequencial. Concluiu-se que é possível substituir o glyphosate com a 3a maior dose de clethodim e fenoxaprop com a sequencial de glufosinato, glufosinato com a sequencial ou MSMA+diuron nas 3 maiores doses com ou sem a aplicação sequencial.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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