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    <title>DSpace Coleção: Resumo em anais de congresso (CPAMT)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/24134</link>
    <description>Resumo em anais de congresso (CPAMT)</description>
    <pubDate>Tue, 21 Jul 2026 10:42:27 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-21T10:42:27Z</dc:date>
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      <title>Composição botânica da vegetação sob copas de frutíferas durante o estabelecimento de sistemas silvipastoris.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185412</link>
      <description>Título: Composição botânica da vegetação sob copas de frutíferas durante o estabelecimento de sistemas silvipastoris.
Autoria: GIUSTINA, C. D.; CARNEVALLI, R. A.; ROMANO, M. R.; ANTONIO, D. B. A.
Conteúdo: Na implantação de sistemas silvipastoris com frutíferas, é necessário evitar a competição entre a muda de frutífera e as espécies já estabelecidas na área, que tornam-se indesejáveis sob sua copa. O objetivo foi avaliar a composição botânica sob a copa de frutíferas durante o estabelecimento dos sistemas. O experimento foi conduzido na Embrapa Agrossilvipastoril, Sinop-MT. Os oito tratamentos foram compostos pelos consórcios entre tifton-85 e as espécies frutíferas, em outubro de 2014. O experimento foi disposto em blocos completos casualizados, com duas repetições. A produção da massa seca de tifton-85 e de invasoras foi determinada em um raio de 1m a partir do caule de cada árvore amostrada,de janeiro a junho de 2015. Os dados foram analisados com o SAS 9.2 considerando um nível de significância de 5%. As espécies que apresentaram menores quantidades de massa seca total sob suas copas foram as acerolas, banana e caju CCP76 (243 g), destacando a acerola Roxinha (220 g), em relação as demais (268 g) (P=0,0005). Acerola roxinha, banana, cajá, caju EBM51, caju CCP76 e coco apresentaram os maiores valores de massa de invasoras (238 g) e menores de tifton-85 (20,6 g). Já a acerola sertaneja e a goiaba destacaram-se pela menor massa de invasoras (137 g) (P&lt;0,0001) e maior de tifton85 (132 g) (P=0,0002) sob suas copas. O tifton-85 é considerado uma gramínea agressiva em termos de crescimento e perpetuação em áreas a pleno sol, possuindo superioridade na competição com as plantas invasoras presentes na área. Entretanto, quando a luminosidade sofreu maior alteração pela maior interceptação luminosa da copa das árvores, a capacidade de competição do tifton-85 foi bastante reduzida. A interceptação luminosa no final do período experimental foi maior sob a acerola Roxinha (74,6%). A acerola Sertaneja, banana, caju EMB51 e a goiaba não diferiram entre si (64,35% de IL), seguido pelo caju CCP76 e coco (54,4%) e, por último, o cajá (46,5% de IL) entre as demais. Nessas condições, as plantas invasoras, compostas principalmente por trapoeraba (Commelina benghalensis L.) e poaia-branca (Richardia brasiliensis), mostraram-se mais tolerantes ao sombreamento. A composição botânica da vegetação foi alterada de acordo com a luminosidade. Copas de goiaba e acerola permitiram maior crescimento de tifton-85 o que por competição reduziu a presença de invasoras. A qualidade e quantidade de luz que atinge a vegetação sob diferentes copas de árvores pode afetar sua composição botânica.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185412</guid>
      <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Potencial alelopático de cultivares de Panicum maximum Jacq. sobre Digitaria horizontalis Willd. e Lactuca sativa L.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185414</link>
      <description>Título: Potencial alelopático de cultivares de Panicum maximum Jacq. sobre Digitaria horizontalis Willd. e Lactuca sativa L.
Autoria: MENEGATTI, L.; IKEDA, F. S.; BONALDO, S. M.; INÁCIO, J. V. L.
Conteúdo: A produtividade do milho depende de vários fatores bióticos e abióticos. Entre os fatores bióticos, a presença de plantas daninhas junto à cultura tem grande relevância devido à sua competição, sendo Digitaria horizontalis uma das principais plantas daninhas encontradas no cultivo de milho, cujo controle normalmente é químico. O uso de forrageiras em consórcio com o milho é uma alternativa que pode auxiliar no controle dessas plantas. Além da competição, a presença de aleloquímicos pode interferir na germinação e no desenvolvimento das plantas daninhas e da cultura. Dessa forma, objetivou-se verificar o potencial alelopático de cinco cultivares de Panicum maximum (Aruana, Massai, Mombaça, Tanzânia e Zuri), além de uma testemunha sem material vegetal sobre dois lotes de sementes de alface (Lactuca sativa) de diferentes idades e sobre D. horizontalis por meio do método “sandwich”. Foram coletadas folhas dos rebrotos das cinco cultivares de P. maximum aleatoriamente, sendo mantidas em estufa de circulação forçada por 24 horas a 65 ºC. Foram pesados e dispostos 10 mg das folhas entre duas camadas de ágar água com 5 ml cada. Sobre elas foram semeadas 14 sementes de D. horizontalis e cinco sementes de alface cv. Grand Rapids de cada lote, de acordo com os respectivos ensaios. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com quatro repetições. As temperaturas utilizadas foram de 20 ºC para o alface e de 25 ºC para D. horizontalis. O tempo de incubação foi de três, oito e dez dias para o lote 2 (10 meses de colheita), D. horizontalis e lote 1 (22 meses de colheita), respectivamente. Todas as cultivares de P. maximum reduziram o comprimento da radícula e do coleóptilo + folíolo, além da porcentagem de germinação que não superou 4,17% nos tratamentos e 23,81% na testemunha. A cultivar Mombaça inibiu completamente a germinação de D. horizontalis. Tratamentos com as cultivares Aruana e Zuri em sementes de alface do lote colhido há mais tempo apresentaram germinação de 11,67% e 5,83% respectivamente, inferiores à testemunha com 39,17%. Todas as cultivares, exceto Tanzânia, reduziram o comprimento da radícula das sementes de alface do lote colhido há menos tempo. Conclui-se que todas as cultivares de P. maximum inibem a germinação e o desenvolvimento das plântulas de D. horizontalis. Há potencial alelopático das cultivares de P. maximum sobre germinação de sementes mais antigas de alface e sobre desenvolvimento da radícula em sementes mais novas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185414</guid>
      <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Controle de Borreria verticillata em pré-emergência com herbicidas registrados para a cultura do algodoeiro.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1173574</link>
      <description>Título: Controle de Borreria verticillata em pré-emergência com herbicidas registrados para a cultura do algodoeiro.
Autoria: CAVALIERI, S. D.; IEKA, L. V. F.; IKEDA, F. S.; AVANZINI, V. H. M.; FUJIMORI, I. S. T.; MOCELIN, G.; GRASSIOTO, M. L. D.; FRANCESCHI, H. B.
Conteúdo: Resumo: A vassourinha-de-botão (Borreria verticillata) é uma espécie invasora de difícil controle que não consta como alvo biológico na bula de nenhum dos herbicidas registrados em pré-emergência para o algodoeiro. Assim, objetivou-se neste estudo avaliar o controle de B. verticillata em pré-emergência com tratamentos herbicidas registrados para o algodoeiro. O experimento foi conduzido em casa de vegetação da Embrapa Agrossilvipastoril (Sinop-MT). As parcelas foram vasos de 5 L preenchidos com solo de textura argilosa e M.O. = 2,84 dag kg-1, semeadas com 100 sementes cada na profundidade de 0,5 cm. O delineamento foi em blocos casualizados com 12 tratamentos e sete repetições, sendo eles (g ha-1): clomazone (1.000), diuron (1.750), fomesafen (375), isoxaflutole (37,5), oxyfluorfen (720), pendimethalin (1.575), prometryn (1.000), s-metolachlor (1.440), trifluralin (2.400), [ametryn + clomazone] (900 + 600) e [fomesafen + s-metolachlor] (285 + 1.295), mais uma testemunha sem aplicação. Avaliou-se o número de plantas emergidas por parcela e o controle por meio de escala visual (0-100%), em que zero representa ausência de controle e 100% a morte das plantas, aos 7, 14, 21 e 28 dias após a aplicação (DAA), e a massa de matéria seca de parte aérea (MSPA) aos 28 DAA. Os dados foram submetidos à ANOVA e ao teste de Scott-Knott (p ≤ 0,05). Todos os tratamentos proporcionaram redução significativa do número de plantas por parcela em relação à testemunha nas quatro épocas de avaliação, exceto o clomazone e o isoxaflutole aos 28 DAA. Em relação ao controle e à MSPA, os tratamentos com clomazone, isoxaflutole e pendimethalin foram menos eficazes, diferindo estatisticamente dos demais tratamentos avaliados. Conclui-se que os tratamentos com diuron, fomesafen, oxyfluorfen, prometryn, s-metolachlor, trifluralin e as misturas formuladas [ametryn + clomazone] e [fomesafen + s-metolachlor] são eficazes para o controle (&gt; 90% aos 28 DAA) de B. verticillata em pré-emergência no algodoeiro.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1173574</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Controle de capim pé-de-galinha em estádio reprodutivo com herbicidas isolados e em associações.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1173582</link>
      <description>Título: Controle de capim pé-de-galinha em estádio reprodutivo com herbicidas isolados e em associações.
Autoria: CAVALIERI, S. D.; IKEDA, F. S.; FRANCESCHI, H. B.; MOCELIN, G.; AVANZINI, V. H. M.; MORAIS, C. S. L. de
Conteúdo: Resumo: O capim pé-de-galinha (ELEIN) é uma das principais invasoras dos sistemas agrícolas no Cerrado brasileiro. Objetivou-se neste estudo avaliar o controle de plantas de ELEIN em estádio reprodutivo progênies de um biótipo suscetível aos herbicidas clethodim (CL), fenoxaprop-ethyl (FE), haloxyfop-methyl (HA) e glyphosate (GL) com herbicidas isolados e em associações visando a dessecação pré-semeadura de soja. O experimento foi conduzido em casa de vegetação da EMBRAPA em Sinop-MT. As parcelas foram vasos de 5 L com solo argiloso com uma planta de ELEIN cada. O delineamento foi em blocos casualizados com 22 tratamentos e três repetições. Os tratamentos foram compostos pela aplicação isolada (g ha-1) de CL (240), flumioxazin (FL) (25), amônio-glufosinato (AG) (600), GL (1.680), HA (150,8) e MSMA (2.370) e pela associação dois a dois entre esses tratamentos, além de uma testemunha sem aplicação. Acrescentou-se o adjuvante Joint Oil® (0,5% v/v) nos tratamentos com FL, AG, HA, MSMA, FL+AG, FL+HA, FL+MSMA, AG+HA, AG+MSMA e HA+MSMA. Os herbicidas foram aplicados com pulverizador pressurizado a CO2 e 200 L ha-1 de calda. O controle foi avaliado com notas visuais na escala de 0% (ausência de controle) a 100% (morte da planta) aos 7, 14, 28 e 35 dias após a aplicação (DAA). Os dados foram submetidos à ANOVA e ao teste de Scott-Knott (p ≤ 0,05). Os tratamentos com CL+AG, CL+GL e FL+AG integraram o grupo com as maiores médias de controle desde os 7 DAA, com notas ≥ 99% aos 35 DAA. Já a partir de 14 DAA, todos os tratamentos contendo AG e GL pertenceram ao grupo com as maiores médias de controle, excetuando-se AG+MSMA e AG+GL aos 35 DAA, mesmo com níveis de controle satisfatórios (82 e 90%, respectivamente). Aos 28 e 35 DAA os tratamentos com HA, CL+FL, CL+HA, CL+MSMA, FL+HA e HA+MSMA também passaram a integrar o grupo com as maiores médias de controle. Concluí-se que o CL, o AG, o GL e o HA isolados são suficientes para o controle eficaz (≥ 90%) de ELEIN em estádio reprodutivo.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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