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    <title>DSpace Coleção: Tese/dissertação (CPACP)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/24145</link>
    <description>Tese/dissertação (CPACP)</description>
    <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 02:52:19 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-22T02:52:19Z</dc:date>
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      <title>A multifuncionalidade da agricultura urbana e a sua integração no ecossistema urbano da ilha de São Luís.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1077483</link>
      <description>Título: A multifuncionalidade da agricultura urbana e a sua integração no ecossistema urbano da ilha de São Luís.
Autoria: GOMES, J. F. B.
Conteúdo: O aumento contínuo da população urbana traz graves problemas urbanos nas cidades, como: abastecimento alimentar, em especial da camada social vulnerável. A agricultura urbana apresenta grande potencial de melhoria da vida das populações marginalizadas, e sua relação da cidade com o meio ambiente. Objetivou-se conhecer a agricultura urbana praticada em São Luís na sua caracterização socioespacial. Realizou-se pesquisa do tipo quantitativa e qualitativa para compreender a agricultura praticada em seus espaços, e os atores no atual modelo de planejamento urbano do município. O percurso metodológico consistiu na realização de pesquisa bibliográfica, pesquisa de campo e análise qualitativa e quantitativa dos dados. Para o estudo das categorias analíticas, com suporte teórico de Mougeot e Smit, na agricultura urbana. Lefevbre e Harvey, para as relações entre cidade e campo; Ascher, Maricato e Burnett, para o planejamento urbano. Constatou-se que a produção de hortícolas no município de São Luís é insuficiente para abastecimento interno, considerando a produção do estado do Maranhão, e o alto número de importação de produtos de outros estados. Evidenciou-se a falta de discussões e ações dos diversos atores na formação de políticas públicas visando o desenvolvimento da agricultura urbana. Além disso, também se observou o processo de fragmentação urbana no município de São Luís. A agricultura urbana é viável para incrementar a produção interna de alimentos no município, aproveita espaços ociosos, contribui para a segurança alimentar e conserva os recursos naturais.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1077483</guid>
      <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Gestão comunitária de recursos comuns: o estudo de caso sobre a Extração de Sarnambi, no Município da Raposa-MA.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1060482</link>
      <description>Título: Gestão comunitária de recursos comuns: o estudo de caso sobre a Extração de Sarnambi, no Município da Raposa-MA.
Autoria: MELO, A. A.
Conteúdo: Garret Hardin ao publicar o artigo The Tragedy of the Commons, em 1968, na Revista Science, provocou uma série de reações ao redor do mundo, em diversas áreas do conhecimento. Apesar da discussão não ser totalmente inovadora, foram seus argumentos que incitaram defensores e críticos a manterem o assunto em forte debate até os dias de hoje. A questão da utilização de recursos comuns foi debatida por Hardin a partir da perspectiva da impossibilidade de uma Gestão Comunitária desses recursos, pois para ele haveriam apenas duas soluções para o problema: a estatização ou a privatização dos Recursos. Vários críticos, posteriormente, debateram o assunto e propuseram outras soluções. Dentre eles, a que adquiriu mais destaque, foi a economista Elinor Ostrom, com a publicação do livro Governing The Commons, em 1990. A partir desses autores, o presente estudo toma por base a análise das variáveis descritoras da extração de sarnambi no Município da Raposa-MA, utilizando a definição de Ação Coletiva, tratada por Ostrom, como condição imprescindível para a ocorrência de uma Gestão Comunitária de Recursos. Dessa forma, o problema central que ora se apresenta, é analisar se as ações conjuntas das marisqueiras do município da Raposa podem ser caracterizadas como Ações Coletivas. O que, por consequência, leva ao objetivo de compreender se tais Ações influenciam positivamente na manutenção da atividade de extração de sarnambi. Para tanto, a base metodológica utilizada foi a definida pela economista Ostrom, pois a autora define os métodos de análise dessas ações conjuntas, em combinação com a Análise Trade-Off e o framework de análise de Sistemas Sócio-Ecológicos.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1060482</guid>
      <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O mercado de amêndoas de babaçu no Estado do Maranhão.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1034566</link>
      <description>Título: O mercado de amêndoas de babaçu no Estado do Maranhão.
Autoria: GOUVEIA, V. M.
Conteúdo: As amêndoas de babaçu representam um expressivo recurso do extrativismo vegetal no Brasil, no Maranhão o maio estado produtor, a atividade é essencial para as populações rurais. O presente estudo tem por objetivos: (i) Construir a dinâmica espaço-temporal da produção de amêndoas de babaçu; (ii) Estimar o comportamento da produção e preços das amêndoas de babaçu e tendência no mercado de óleos e (iii) Identificar os determinantes da oferta e da demanda de amêndoas de babaçu. Os resultados da Análise Hot Spot indicam tendências de concentração espaço-temporal das atividades de uso do solo no Maranhão. No extremo noroeste até o litoral ocidental aparece o cold spot para todas as categorias de uso do solo, sendo recoberto por APAs com a finalidade de proteger os ecossistemas lacustres. Somente para a produção de amêndoas de babaçu surge um segundo cold spot a partir de 1992 na confluência das regiões oeste, centro e sul do estado sugerindo a vulnerabilidade do extrativismo do babaçu em relação às outras categorias de utilização das terras. Entre os produtos estudados com relação a concorrência com as amêndoas de babaçu para o mercado de óleos, as culturas do coco e do dendê e a importação de óleo de palmiste apresentaram Taxa Geométrica de Crescimento (TGC) crescente para a produção e TGC decrescente para o preço. A TGC para a importação do óleo de palma e óleo de coco não foram significativas. A TGC para a produção e preços de amêndoas no Maranhão e para as exportações do óleo de babaçu não foram significativas, sugerindo que esse mercado apresenta uma certa estabilidade. No primeiro modelo da oferta com os dados disponíveis para o período de 1991-2012, os determinantes que se mostraram significativos e que mais contribuíram para explicar variações na quantidade ofertada de amêndoas de babaçu foram: o efetivo estadual de rebanhos bovinos; a variável dependente tomada com retardamento de um ano; a área plantada com lavouras temporárias; a tendência linear e o preço médio da amêndoa de babaçu. No segundo modelo com os dados disponíveis para o período de 1996-2012, os determinantes que se mostraram significativos e que mais contribuíram para explicar variações na quantidade ofertada de amêndoas de babaçu foram: o efetivo estadual de rebanhos bovinos; o preço médio da amêndoa de babaçu; a variável dependente tomada com retardamento de um ano; o custo da matéria-prima industrial para a indústria química no Maranhão e a tendência linear. Os determinantes que se mostraram significativos e que mais contribuíram para explicar variações na quantidade demandada de amêndoas de babaçu para o período de 1990-2012 foram: a variável dependente tomada com retardamento de um ano; preço médio da amêndoa de babaçu e o preço médio das importações de óleo de palma ou dendê. A oferta e a demanda apresentaram a elasticidade-preço inelástica tanto no curto quanto no longo prazo. A inelasticidade da oferta sugere a dificuldade do sistema extrativista em atender o aumento da demanda no prazo requerido pelos consumidores. A inelasticidade da demanda sob a ótica do consumidor ou da indústria oleoquímica indica que um aumento do preço da amêndoa causa o aumento da despesa total. Na ótica do produtor um aumento do preço ocasionaria apenas uma pequena redução da quantidade de mandada, assim, a receita total recebida apresentará elevação. Porém, como produtoras, as quebradeiras de coco reclamam sobre o baixo preço pago pelas amêndoas, portanto, não refletindo a teoria. Tal conjuntura insinua confirmar a problemática questão que envolve os outros agentes no elo produtivo da cadeia, os atravessadores para compra e transporte, com os quais é retida a grande parte da receita da comercialização das amêndoas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1034566</guid>
      <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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