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    <title>DSpace Coleção: Resumo em anais de congresso (CENARGEN)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/297</link>
    <description>Resumo em anais de congresso (CENARGEN)</description>
    <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 05:09:02 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-06-04T05:09:02Z</dc:date>
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      <title>Introdução de parentes silvestres do gênero Phaseolus no Brasil.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187178</link>
      <description>Título: Introdução de parentes silvestres do gênero Phaseolus no Brasil.
Autoria: WETZEL, M. M. V. S.; GONZAGA, V.
Conteúdo: Desde 7.000 a 10.000 anos atras, o homem coletava as sementes das plantas silvestres e as plantavam para o seu sustento. Assim, a evolução do homem se deu em conjunto com o desenvolvimento da agricultura. Os milhares de anos de cultivo de uma espécie, levou à seleção, redução de sua base genética e ao aumento da sua dependência ao homem. Neste processo de domesticação, que visava atender os interesses imediatos, foram perdidos muitos genes, que ainda podem ser resgatados nas espécies silvestres ou nas populações locais (cultivos primitivos). A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em conjunto com a Embrapa Arroz e Feijão tem a missão de assegurar a diversidade genética que atenda a demanda de uma agricultura intensiva e moderna com a obtenção de variedades de feijão, resistentes a pragas, doenças e altamente produtivas. Com este objetivo, foram introduzidos os parentes silvestres do gênero Phaseolus de diversas instituições, que são: Phaseolus acutifolius, P. acutifolius var. acutifolius, P. acutifolius var. latifolius, P. acutifolius var. tenuifolius, P. angustissimus, P. coccineus, P. coccineus subsp. polyanthus, P. coccineus subsp. coccineus, P. coccineus var. albiflorus, P. coccineus var. bicolor, P. coccineus var. rubronanus, P. filiformis, P. glabellus, P. grayanus, P. hintonii, P. leptostachyus P. leptostachyus var. leptostachyus, P. lunatus var. lunatus, P. lunatus var. silvester, P. maculatus, P. marechalii, P. micranthus, P. microcarpus, P. polyanthus, P. oligospermus, P. parvulus, P. pauciflorus, P. pedicellatus, P. pluriflorus, P. polystachus var.polystachus, P. ritensis, P. vulgaris subsp. vulgaris var. nanus, P. vulgaris var. aborigineus, P. vulgaris subsp. vulgaris var. vulgaris, P. xanthotrichus var. xantotrichus. Estes parentes silvestres do Phaseolus estão conservados e disponíveis aos trabalhos de melhoramento do feijão comum.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 1999 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187178</guid>
      <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Recursos genéticos de feijão (Phaseolus vulgaris).</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187168</link>
      <description>Título: Recursos genéticos de feijão (Phaseolus vulgaris).
Autoria: WETZEL, M. M. V. S.; FAIAD, M. G. R.; FREIRE, M. S.
Conteúdo: O feijão é uma fonte importante e econômica de proteína na dieta dos povos de regiões tropicais e no Brasil. As atividades do manejo dos recursos genéticos, que visam a disponibilização do material genético para a criação de novas cultivares, dispõem as coleções de germoplasma em três tipos: a) Coleção de Trabalho – com variabilidade genética restrita; b) Coleção Ativa – com acessos para atender às exigências atuais do melhoramento; c) Coleção de Base – de ampla abrangência visando assegurar e atender os interesses futuros do melhoramento do feijão, no País. O Banco Ativo de Germoplasma de Feijão (BAG - Feijão) esta localizado na Embrapa Arroz e Feijão e é responsável pela manutenção das Coleções de Trabalho e a Ativa, conservadas a curto e médio prazo. O BAG – Feijão, com cerca de 10.000 acessos, tem como atribuição os trabalhos de caraterização e avaliação, o aumento da variabilidade genética através da introdução e de expedições de coleta, a multiplicação e/ou a regeneração dos acessos da coleção de base, a documentação e atender a demanda do produto. A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia mantém a Coleção de Base de Germoplasma de Feijão armazenada a longo prazo em câmaras a -20°C e esta constituída de 7.500 acessos. Também, a Coleção de Base mantém outras espécies de Phaseolus, tais como: Phaseolus coccineus, P. acutifolius, P. acutifolius var. acutifolius, P. acutifolius var.latifolius e a Coleção de Lamprech. Em 1985, a EMBRAPA considerando a importância desta cultura e visando assegurar uma variabilidade ampla dos recursos genéticos de feijão, assinou um Acordo de Transferencia de Material (ATM) com o Centro Internacional de Agricultura Tropical-CIAT, localizado em Cali, Colombia, para armazenar uma duplicata da coleção internacional de Phaseolus, constituída de 42.000 acessos. Atualmente, 3.400 acessos já estão no Brasil.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 1999 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187168</guid>
      <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Fungos exóticos interceptados pela quarentena de pós–entrada.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187162</link>
      <description>Título: Fungos exóticos interceptados pela quarentena de pós–entrada.
Autoria: URBEN, A. F.; MENDES, M. A. S.; OLIVEIRA, A. S. de
Conteúdo: O intercâmbio de materiais vegetais deve ser realizado de forma segura, para que não ocorra a introdução de pragas exóticas, assim como a disseminação de raças ou espécies já existentes. A realização de quarentena de pré e pós-entrada são procedimentos que minimizam este risco. A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia tem realizado desde 1976 quarentena de pós-entrada em todo germoplasma vegetal introduzido para a pesquisa do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (SNPA) e em materiais vegetais solicitados pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento. As análises para detecção de fungos fitopatogênicos incluem métodos de incubação, por meio do plaqueamento em papel de filtro e em meio de cultura, lavagem de sementes, sedimentação e observação do precipitado em microscópio óptico, exame direto em microscópio estereoscópio e óptico e técnicas moleculares, quando necessário. Durante os anos de 1994 a 1998 foram analisados 58.695 acessos de germoplasma importados de diversos países, tendo sido detectados 24 espécies/gêneros de fungos exóticos, sendo os mais importantes: Tilletia indica, Tilletia controversa em trigo, procedentes do México, Argentina e Alemanha, respectivamente; Colletotrichum capsici em pimentão, da China; Cytospora sp. em Pinus spp., dos Estados Unidos; Bipolaris euphorbiae em Pennisetum sp, da França; e Sordaria fumicola em gramínea da Austrália. Estes procedimentos evitaram a introdução de fungos patogênicos não estabelecidos no país, justificando a necessidade de se realizar cuidadosa análise em todo germoplasma introduzido no Brasil.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 1999 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187162</guid>
      <dc:date>1999-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A coleta e conservação de sementes da região semi-árida do nordeste brasileiro.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187167</link>
      <description>Título: A coleta e conservação de sementes da região semi-árida do nordeste brasileiro.
Autoria: WAY, M. J.; SILVA, G. P. da
Conteúdo: Desde 1983 o Banco de Sementes do Royal Botanic Gardens, Kew (RBG, Kew) vem trabalhando com o Centro Nacional de Pesquisa de Recursos Genéticos e Biotecnologia (CENARGEN), da EMBRAPA na coleta, pesquisa e conservação de sementes de espécies potencialmente úteis, e não domesticadas, na região semi-árida do Nordeste Brasileiro. Cinco expedições conjuntas entre 1983 a 1996 resultaram em mais de 300 coleções de sementes com suas respectivas duplicatas depositadas no herbário do RBG Kew e na CENARGEN. Até o momento a maioria das sementes estudadas nessa região mostraram-se tolerantes à dessecação, ou seja, são as sementes que puderam ser desidratadas até que atingissem o equilíbrio higroscópico em um ambiente com 10% umidade relativa, e conservadas a -20ºC, sem perderem a viabilidade. Ficou confirmada, através de trabalhos recentes, a tolerância à dessecação das coletas de sementes de Kielmeyera sp. (Guttiferae) e Magonia pubescens (Sapindaceae). Bancos de sementes oferecem uma técnica eficaz e promissora para a conservação do germoplasma de plantas da região semi-árida brasileira a longo prazo. Um novo projeto (‘Millenium Seed Bank Project’) iniciado por RBG Kew propõe promover a conservação de sementes de 10% da flora mundial até o ano 2010, principalmente das terras secas, atuando em atividades conjuntas com institutos locais em pesquisa científica, treinamento e expedições de campo.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 1999 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187167</guid>
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