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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Agroindústria Tropical (CNPAT)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/3</link>
    <description>Embrapa Agroindústria Tropical (CNPAT)</description>
    <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 22:59:58 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-14T22:59:58Z</dc:date>
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      <title>Framework TEEC: inteligência decisória para o escalonamento Sustentável de tecnologias alimentícias.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188250</link>
      <description>Título: Framework TEEC: inteligência decisória para o escalonamento Sustentável de tecnologias alimentícias.
Autoria: RODRIGUES, M. J.
Conteúdo: O desenvolvimento de tecnologias emergentes no setor agroalimentar exige ferramentas de avaliação que transcendam análises isoladas e determinísticas. Embora a literatura reporte abordagens combinadas de viabilidade econômica e impactos ambientais, persiste uma lacuna quanto à integração simultânea e harmonizada de métricas de circularidade material sob condições de incerteza, especialmente em níveis iniciais de maturação tecnológica (TRL 4-5). Este trabalho propõe, de forma inédita, o desenvolvimento e a validação do Framework TEEC (Técnico-Econômico, Ambiental e de Circularidade), uma ferramenta de inteligência decisória preditiva que unifica de maneira estocástica e multicritério a Análise Técnico-Econômica (TEA), a Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) ex-ante e o Índice de Fluxo Linear (LFI). O diferencial metodológico reside na construção de consistência de inventário entre os fluxos de massa e energia e na blindagem contra volatilidades de mercado e de processo, por meio da integração da Simulação de Monte Carlo com o método Analytic Hierarchy Process (AHP). A validação do framework ocorreu por meio de dois estudos de caso aplicados ao setor agroalimentar. No primeiro estudo, avaliou-se a produção industrial de Fibra de Caju Desidratada (FCD) a partir do bagaço do caju. Após a modelagem de sensibilidade e escala (capacidade ideal de 6 toneladas/batelada), o método AHP apontou o Cenário 3 (secagem em estufa operada integralmente por matriz solar fotovoltaica) como a rota ótima. Em comparação com a rota de referência, o cenário promissor reduziu o Preço Mínimo de Venda (PMV) em 3,45% (de US$ 12,17 para US$ 11,75 kg⁻¹), mitigou as emissões de Mudanças Climáticas em 45,79% e diminuiu o Uso de Recursos Fósseis em 40,93%. No âmbito da circularidade, o Índice de Fluxo Linear (LFI) do cenário promissor permaneceu em 83,27%, apresentando 0% de melhoria (resultado idêntico ao da rota de referência). Essa estabilidade evidenciou uma importante constatação do modelo: estratégias focadas estritamente na descarbonização da matriz energética alteram as fontes de eletricidade e calor, mas não modificam a massa de materiais que flui linearmente no sistema. No segundo estudo de caso, avaliou-se a extração de Corante Vermelho-Púrpura a partir da pitaya em lotes de 1.000 kg/batelada. O método AHP selecionou o Cenário 2 (valorização e aproveitamento integral da polpa, cascas e mucilagem do fruto) como o de melhor desempenho global. Este cenário apresentou um ganho expressivo de eficiência material em relação à rota de referência, reduzindo o PMV em 47,03% (de US$ 84,86 para US$ 44,95 kg⁻¹). No âmbito ambiental, promoveu reduções consistentes entre 63% e 68% em todas as seis categorias de impacto avaliadas. Adicionalmente, as estratégias de eco- design focadas na massa reduziram o Índice de Fluxo Linear (LFI) de 97,36% para 83,61% no cenário ótimo, o que representa uma melhoria relativa de 14,12% no índice de circularidade em relação à referência. Os resultados globais indicam que os pontos fortes do framework TEEC consistem em: (a) prover previsibilidade financeira e ambiental integrada nas fases iniciais de PD&amp;I; (b) revelar trade-offs ocultos por análises isoladas, como o aumento substancial no uso de recursos minerais decorrente da transição para energias renováveis; e (c) orientar o ecodesign de plantas industriais antes do investimento em ativos fixos. Conclui-se que o Framework TEEC inova ao fornecer uma metodologia robusta de engenharia de sistemas sustentáveis, mitigando riscos de investimento e orientando o desenho de cadeias alimentícias circulares antes do ganho de escala industrial.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188250</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Integração de fungicidas à refrigeração no controle de podridão pós-colheita em frutos de meloeiro.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187402</link>
      <description>Título: Integração de fungicidas à refrigeração no controle de podridão pós-colheita em frutos de meloeiro.
Autoria: TERAO, D.; OLIVEIRA, S. M. A. de; VIANA, F. M. P.; ROSSETTI, A. G.; SOUZA, C. C. M. de
Conteúdo: As podridões pós-colheita constituem fator de risco nas exportações. No entanto, o número de produtos registrados para o tratamento pós-colheita de frutos de melão (Cucumis melo) é reduzido. Objetivou-se neste trabalho avaliar a influência dos fungicidas thiabendazole, azoxystrobin e imazalil a 30, 10 e 400g i.a/100 l, no desenvolvimento de Fusarium pallidoroseum e estudar o efeito deles, combinados à refrigeração, no controle de podridão em melão. Thiabendazole e imazalil inibiram 100% do crescimento micelial e esporulação de F. pallidoroseum, enquanto o azoxystrobin 87,09% da esporulação. A refrigeração inibiu o desenvolvimento de lesões sobre os frutos tratados com os fungicidas e inoculados com 10(7) conídios/ml de F. pallidoroseum. No armazenamento à temperatura ambiente, até o 6º dia de armazenamento, os fungicidas mostraram-se efetivos, sendo que o azoxystrobin e thiabendazole controlaram, eficientemente, a severidade e tamanho de lesão até 12 e 16 dias de armazenamento, respectivamente. Sob refrigeração o melhor controle foi obtido em frutos tratados com thiabendazole e imazalil. Quando retirados da refrigeração, frutos tratados com fungicidas mantiveram os mesmos níveis de controle da doença até o 20º dia. Quanto à severidade, azoxystrobin e imazalil diferiram da testemunha, e para o tamanho da lesão apenas o azoxystrobin. No armazenamento refrigerado contínuo, o índice de doença manteve-se baixo até o final da avaliação (34 dias). Os fungicidas foram eficientes no controle da incidência e tamanho de lesão, destacando-se o thiabendazole e imazalil no controle da severidade, enquanto que no desenvolvimento de lesão espontânea no pedúnculo do fruto, o imazalil.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2006 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187402</guid>
      <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Efeito do óleo mineral e do detergente neutro na eficiência de controle da mosca-branca por betacyfluthrin, dimethoato methomyl no meloeiro.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187344</link>
      <description>Título: Efeito do óleo mineral e do detergente neutro na eficiência de controle da mosca-branca por betacyfluthrin, dimethoato methomyl no meloeiro.
Autoria: MEDEIROS, F. A. S. B.; BLEICHER, E.; MENEZES, J. B.
Conteúdo: Foram realizados dois experimentos diferentes com o objetivo de avaliar o efeito de óleo mineral (experimento 1) e detergente neutro (experimento 2) na eficiência de controle da mosca-branca (Bemisia tabaci RAÇA B – Hemiptera-Homoptera: Aleyrodidae) no meloeiro (Cucurbitaceae, Cucumis melo L.- Variedade Amarelo, usando o híbrido AF 646). O delineamento experimental utilizado para cada experimento foi o de blocos casualizados com sete tratamentos e quatro repetições, onde cada parcela tinha 60 m². O óleo mineral e o detergente neutro quando associados aos inseticidas betacyfluthrin e dimethoato reduziram a população de ninfas de mosca-branca, aumentando a eficiência de controle dos inseticidas, apesar da eficiência ainda ter sido baixa (menor que 70%). O methomyl apresentou as mais baixas eficiências de controle, principalmente no experimento 2, além de não ter sido auxiliado nem pelo detergente neutro, nem pelo óleo mineral. O óleo mineral e o detergente neutro na concentração de 0,5% não causaram fitotoxidade às plantas de melão. No experimento 1 (com óleo mineral), o tratamento que se mostrou mais eficiente foi com o uso do inseticida betacyfluthrin associado ao óleo mineral, apresentando eficiência de controle de 68,57%. No experimento 2 (com detergente neutro) foi mais eficiente o uso do inseticida dimethoato com detergente neutro, apresentando eficiência de controle de 64,09%.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2001 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187344</guid>
      <dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Pegada de carbono do caju em diferentes sistemas de cultivo: métodos de quantificação de gases de efeito estufa e projeções.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186746</link>
      <description>Título: Pegada de carbono do caju em diferentes sistemas de cultivo: métodos de quantificação de gases de efeito estufa e projeções.
Autoria: SALES, J. R. da S.
Conteúdo: RESUMO Diante da crise climática, as cadeias de suprimento de alimentos estão cada vez mais buscando a aplicação de práticas sustentáveis de produção, a exemplo, temos os estudos voltados para o setor de frutíferas. A cajucultura desempenha uma importante contribuição socioeconômica para a agricultura no Brasil, especialmente para a região Nordeste. Desta forma, objetivou-se avaliar, comparar e integrar abordagens metodológicas para a estimativa da pegada de carbono na cajucultura brasileira, considerando tanto inventários de ciclo de vida baseados em equações empíricas quanto a dinâmica do carbono na biomassa e no solo ao longo da vida útil dos pomares. Inicialmente, foram avaliados diferentes métodos de quantificação de GEE em um sistema convencional de produção de caju. As metodologias Nemecek-Calc, WFLDB, IPCC- Calc, BR-Calc e Agri-footprint foram comparadas conforme as normas ISO 14067. Os resultados evidenciaram variações de até 24,5% entre os métodos, sendo o N₂O o principal contribuinte das emissões. Com base em critérios de clareza metodológica, robustez científica e adequação aos dados regionais, os métodos WFLDB, IPCC-Calc e BR-Calc apresentaram melhor desempenho. Em uma segunda etapa, a pegada de carbono foi integrada à quantificação do carbono estocado na biomassa e à modelagem do carbono orgânico do solo (COS) ao longo do ciclo produtivo do cajueiro, considerando uma vida útil de 25 anos. Foram avaliados cinco sistemas de produção, em áreas experimentais e comerciais, incluindo sistemas monocultivo e consorciados. A biomassa foi quantificada por meio de equações alométricas específicas, e o COS (0–20 cm) foi estimado utilizando o modelo RothC. Os resultados demonstraram maior acúmulo de carbono na biomassa e no solo em sistemas diversificados, refletindo menores valores de pegada de carbono em comparação aos sistemas convencionais. Conclui-se que a escolha metodológica e o sistema de manejo influenciam significativamente os resultados da pegada de carbono na cajucultura, evidenciando o potencial de sistemas produtivos diversificados como estratégia de mitigação das mudanças climáticas e apoio à sustentabilidade do setor.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186746</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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