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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Agroindústria Tropical (CNPAT)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/3</link>
    <description>Embrapa Agroindústria Tropical (CNPAT)</description>
    <pubDate>Tue, 21 Apr 2026 19:36:26 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-21T19:36:26Z</dc:date>
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      <title>Caracterização de isolados de colletotrichum spp. em diferentes órgãos do cajueiro-anão e manejo biológico com lipopeptídeos de Bacillus sp.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186224</link>
      <description>Título: Caracterização de isolados de colletotrichum spp. em diferentes órgãos do cajueiro-anão e manejo biológico com lipopeptídeos de Bacillus sp.
Autoria: NASCIMENTO, E. O.
Conteúdo: O cajueiro-anão (Anacardium occidentale) desempenha importante papel na agricultura do Nordeste brasileiro. Entretanto, os cajucultores enfrentam desafios como doenças, que reduzem a produtividade. A antracnose, causada por fungos do gênero Colletotrichum, afeta ramos, folhas, pseudofrutos e castanhas. Assim, este trabalho teve como objetivos identificar isolados de Colletotrichum spp. associados ao cajueiro por estudos filogenéticos e morfológicos, caracterizando a influência da temperatura no crescimento micelial, germinação de conídios e severidade em discos de folha; além de analisar in vitro a eficácia de lipopeptídeos (LPs) no crescimento micelial e na inibição da germinação de conídios de C. siamense e C. theobromicola. No primeiro capítulo, isolados de Colletotrichum spp. obtidos de folhas, ramos, castanhas e pseudofrutos coletados em pomares do Ceará foram identificados por caracterização morfológica e molecular (CAJ3 – pseudofruto, CAJ5 – castanha, CAJ6 – ramo e LF200 – folha) usando os primers ITS, GAPDH, ACT e TUB2. Investigou-se o efeito de diferentes temperaturas (16, 20, 24, 28 e 32 °C) no crescimento micelial, germinação de conídios e severidade do ataque em discos foliares de cajueiro. Pela abordagem Bayesiana, verificou-se que os isolados pertencem às espécies Colletotrichum theobromicola (LF200) e Colletotrichum siamense (CAJ3, CAJ5 e CAJ6). A modelagem por função Beta estimou as temperaturas ótimas para crescimento micelial: 28,65 °C para CAJ3, 26,93 °C para CAJ5, 28,37 °C para CAJ6 e 28,96 °C para LF200. Na avaliação de 12 horas, a faixa mais favorável para germinação foi de 27,17 °C a 31,71 °C; após 24 horas, a maior germinação ocorreu entre 25,91 °C e 29,57 °C. Os isolados de C. siamense (CAJ5 e CAJ6) apresentaram maior severidade nas temperaturas de 28 e 32 °C e 24 e 28 °C, respectivamente. O isolado LF200 (C. theobromicola) apresentou maior severidade a 28 °C. No segundo capítulo, os isolados de C. siamense (CAJ3) e C. theobromicola (LF200) foram testados em diferentes concentrações (250, 500, 750, 1.000 e 1.500 ppm) de LPs produzidos pela cepa Bacillus sp. LPPC259. Observou-se forte inibição nas maiores concentrações (1.000 e 1.250 ppm), com redução do crescimento micelial superior a 35%. No teste de germinação de conídios, concentrações acima de 1.250 ppm promoveram inibição de 50% na germinação do isolado LF200 (C. theobromicola) nas avaliações de 12 e 24 h. Já C. siamense apresentou menor sensibilidade, com maior inibição (40%) na concentração de 1.750 ppm após 24 h. Os resultados demonstraram que os isolados obtidos no Ceará pertencem às espécies C. siamense e C. theobromicola. A temperatura exerce papel fundamental no crescimento micelial, germinação de conídios e severidade da doença, com faixa ótima entre 27 e 29 °C, compatível com as condições climáticas do Nordeste brasileiro. Nesse contexto, os lipopeptídeos produzidos por Bacillus sp. apresentam potencial como ferramenta alternativa no manejo da antracnose, tanto no campo quanto no pós-colheita.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186224</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Bioinsumo a base de neem indiano e cravo-da-índia como alternativa de controle da antracnose do cajueiro-anão.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186172</link>
      <description>Título: Bioinsumo a base de neem indiano e cravo-da-índia como alternativa de controle da antracnose do cajueiro-anão.
Autoria: BORBA, R. N. de S.
Conteúdo: O cajueiro (Anacardium occidentale, L.) é uma planta frutífera amplamente disseminada no nordeste brasileiro, apresentando-se como de suma importância para a socioeconomia local. No que diz respeito as doenças do cajueiro, a antracnose causada por várias espécies do gênero Colletotrichum ssp. se configura uma das doenças fúngicas com maior importância do cultivar, com maior incidência em regiões litorâneas e nos sertões de altitude. O controle da doença sobre o cultiva já é muito bem determinada com o emprego de agentes fungicidas químicos sintéticos, podas de limpeza e técnicas fitossanitárias. Contudo, o presente trabalho teve como objetivo entender como se comporta (in vitro e in vivo) o agente causal da antracnose em cajueiro frente uma formulação antifúngico natural patenteada a base de extrato entanólico de raiz de neem indiano e óleo essencial de cravo-da-índia. Para os ensaios in vitro foi utilizada a) metodologia de crescimento micelial em meio de cultura e b) a quantificação da germinação de conídio em 24h utilizando diferentes concentrações da formulação variando de 200-2000 mg.L -1 para ambos os ensaios. Para a estudo in vivo foi usada a metodologia de disco de folha, onde a formulação foi aplicada sobre o disco em diferentes concentrações (1200-2000 mg.L -1 ) e diferentes espações de tempo (0, 3 e 7 dias) entre a aplicação da formulação e a inoculação do patógeno. De acordo com os dados coletados para o estudo in vitro foi observado que as concentrações de 200, 400 e 600 mg.L -1 , não influenciaram significativamente a inibição do crescimento micelial, já nas concentrações mais elevadas 1200, 1400, 1600, 1800 e 2000 mg.L -1 , observou-se atrasos no crescimento micelial medidos nos 3, 4, 4, 7 e 8 dias, respectivamente. Nas duas doses mais elevadas (1800 e 2000 mg.L -1 ) o efeito residual da formulação tem maior poder de inibir o crescimento micelial por muito mais tempo, onde a concentração de 2000 mg.L -1 inibiu o crescimento fúngico cerca de 85,82%. A aplicação da formulação potencializou a formação do tubo germinativo dos conídios em todas as concentrações testadas, contudo não foi possível observar formação de apressório nos tubos germinados. De acordo com resultados do ensaio in vivo em disco de folha foi possível observar que todas as concentrações aplicadas no dia 0 não apresentaram potencial em inibir a ação do fungo sobre o tecido foliar em comparação com o dia 7, onde a severidade se mostrou estatisticamente menor. Com isso, a formulação natural é uma alternativa para o controle da antracnose.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186172</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Salinirifamycins A−E: Rifamycin S Derivatives from the Brazilian Marine Actinomycete Salinispora arenicola.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186207</link>
      <description>Título: Salinirifamycins A−E: Rifamycin S Derivatives from the Brazilian Marine Actinomycete Salinispora arenicola.
Autoria: SILVA, A. B. da; PINTO, F. C. L.; SILVEIRA, E. R.; PAULO, T. de F.; WILKE, D. V.; FERREIRA, E. G.; COSTA-LOTUFO; CANUTO, K. M.; MARINHO FILHO, J. D. B.; BARROS, A. B.; NUZZO, G.; FONTANA, A.; MONTEIRO, R. K. V.
Conteúdo: Five new rifamycin derivatives, named salinirifamy- cins A−E (1−5), were isolated from a Brazilian marine Salinispora arenicola (BRA-213) strain extract. The structures of the new rifamycins were elucidated using a combination of NMR, IR, UV, and MS spectroscopic techniques, quantum-chemical calculations (DFT-calculated 13 C NMR chemical shifts and DP4+ probability analysis), and comparison of experimental and calculated electronic circular dichroism (ECD) spectra. Compounds 1, 2, and 4 displayed antibacterial activity against Staphylococcus aureus and Enterococcus faecalis with MIC values ranging from 2.0 to 125.0 μg/ mL, whereas 5 exhibited an MIC of 0.02 μg/mL to S. aureus, similar to the positive control rifampicin (MIC 0.03 μg/mL).</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186207</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Micropropagation as an alternative to vegetative propagation in Anthurium plowmanii Croat.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186202</link>
      <description>Título: Micropropagation as an alternative to vegetative propagation in Anthurium plowmanii Croat.
Autoria: SILVEIRA, M. V. de S.; SCHNEIDER, F.; SILVA, W. M. S. da; CAMPOS, A. S.; CARVALHO, A. C. P. P. de
Conteúdo: In the flower and ornamental plant sector, species of genus Anthurium stand out, particularly Anthurium plowmanii, known for its lush, wavy, bright green leaves, which create an eye- catching and harmonious display, making it ideal for the foliage market. The species is mainly propagated from seeds, a lengthy process, requiring time for the seedling to reach the commercial stage, and resulting in non-uniform plants that differ from the parents. In this respect, tissue culture is seen as an efficient alternative in the large-scale production of uniform plantlets of high genetic and phytosanitary quality. The aim of this study was to evaluate the in-vitro propagation of A. plowmanii from nodal segments in Pierik culture medium with different concentrations of cytokinin. The experimental design was completely randomised, and included six BAP concentrations (0, 1.11, 2.22, 3.33, 4.44 and 5.55 µM) in five replications, each replication comprising 10 test tubes containing one nodal segment. After 60 days of in-vitro culture, the nodal segment explants were evaluated for the number of shoots and roots, height, fresh and dry matter, number of leaves and length of the longest root. The results show that for shoot formation in A. plowmanii, BAP must be added to the culture medium at a concentration of 3.33 µM. Furthermore, increasing the BAP concentration resulted in a greater number of leaves and an increase in the fresh and dry matter of the explant. No setor de flores e plantas ornamentais, as espécies do gênero Anthurium se destacam, especialmente Anthurium plowmanii, conhecida por suas folhas exuberantes, onduladas e de um verde brilhante, que formam um limbo vistoso e harmonioso, sendo ideal para comercialização no segmento de folhagens. A propagação dessa espécie se dá principalmente a partir das sementes, processo que demanda muito tempo para que a muda atinja o estágio de comercialização, além de resultar em plantas desuniformes, diferentes das matrizes. Assim, a cultura de tecidos surge como uma alternativa eficiente para a produção em larga escala de mudas uniformes, com alta qualidade genética e fitossanitária. Sendo assim, objetivou-se avaliar a propagação in vitro de A. plowmanii a partir de segmentos nodais, em diferentes concentrações de citocinina no meio de cultivo Pierik. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com seis concentrações de BAP: 0; 1,11; 2,22; 3,33; 4,44 e 5,55 µM, em cinco repetições, sendo cada repetição constituída por 10 tubos de ensaio, contendo um segmento nodal. Aos 60 dias de cultivo in vitro, os explantes de segmentos nodais foram avaliados quanto ao número de brotos e raízes, altura e massas fresca e seca, número de folhas e comprimento da maior raiz. Os resultados indicam que para formação de brotações em A. plowmanii é necessária a adição de BAP ao meio de cultivo sob a concentração de 3,33 µM. Além disso, o aumento da concentração de BAP resultou também no maior número de folhas e de massas fresca e seca do explante.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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