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    <title>DSpace Coleção: Capítulo em livro científico (CPATSA)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/335</link>
    <description>Capítulo em livro científico (CPATSA)</description>
    <pubDate>Fri, 15 May 2026 05:38:06 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-15T05:38:06Z</dc:date>
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      <title>Pernambuco.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1178124</link>
      <description>Título: Pernambuco.
Autoria: SAMPAIO, Y.; LIMA, J. R. F. de
Conteúdo: A ocupação e o desenvolvimento do rural pernambucano podem ser resumidos em quatro movimentos principais. A ocupação inicial foi desencadeada com a instalação de engenhos voltados para a exportação de açúcar para a Europa ainda no século 16. Apesar de inúmeras tentativas de diversificação (Sampaio, 1999), atualmente a chamada Zona da Mata continua tendo na cana-de-açúcar transformada em açúcar e álcool a sua principal atividade agrícola. O segundo movimento concretizou-se com a expansão da pecuária pelo interior do estado, consolidando a ocupação do Agreste e do Sertão, o que ocorre a partir da metade do século 17. O terceiro movimento foi a diversificação agrícola do Agreste, a partir da expansão do algodão nos finais do século 18 e do fracionamento da terra em policultura diversificada. E o quarto movimento definiu-se pela instalação da agricultura irrigada, a partir de 1970, no submédio do Vale do São Francisco.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Fruteiras temperadas:sistema de produção em ambiente tropical.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1174955</link>
      <description>Título: Fruteiras temperadas:sistema de produção em ambiente tropical.
Autoria: LOPES, P. R. C.
Conteúdo: O cultivo de frutíferas de climas subtropical e temperado é uma atividade restrita às regiões Sul e Sudeste do Brasil, devido às limitações climáticas existentes para as outras regiões. Nas zonas de altitude da Região Nordeste (acima de mil metro), as culturas do caquizeiro, pessegueiro e marmeleiro foram exploradas experimentalmente pelo antigo Instituto de Pesquisa Agropecuária do Ministério da Agricultura, nos municípios de Itirucú e Maracás, no estado da Bahia. Nos referidos municípios, o caquizeiro ainda é cultivado por pequenos agricultores em escala comercial. Mais recentemente, no município de Ibicoara, no estado da Bahia, a 1,2 mil metros de altitude, algumas empresas começaram a cultivar a macieira e a ameixeira em escala comercial com bons resultados. Em Petrolina, PE, a Embrapa Semiárido, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf ), iniciou atividades de pesquisa com a pereira, a macieira e o caquizeiro, no intuito de encontrar alternativas de cultivo para as áreas irrigadas. Os experimentos foram instalados no campo experimental da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Semiárido, Petrolina, PE) e em áreas de produtores, no município de Petrolina, PE, localizada na coordenada geográfica 9º09'S, 40º22'O, a uma altitude de 365,5 m. Segundo Köeppen, o clima da região é classificado como tipo Bswh (região semiárida muito quente). A temperatura média anual é de 26,7 oC, mínima de 20,8 oC e máxima podendo atingir até mais de 40 oC. A precipitação média anual é de 407 mm e a umidade relativa do ar média é de 60,7%. As pesquisas foram iniciadas em 2007 e os resultados obtidos até o momento são muito animadores, devido à produtividade e qualidade dos frutos. Com base nos resultados obtidos, muitos produtores já estão cultivando em escala comercial.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Melão e melancia: cultivares, sistema de produção e mercado.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1174968</link>
      <description>Título: Melão e melancia: cultivares, sistema de produção e mercado.
Autoria: YURI, J. E.
Conteúdo: O melão (Cucumis melo L.) e a melancia [(Citrullus lanatus (Thunb.) Matsum &amp; Nakai] pertencem à família das Cucurbitáceas, sendo espécies muito cultivadas e apreciadas mundialmente. Ambos apresentam grande importância socioeconômica no Brasil devido às suas características de ciclo relativamente curto, com elevadas produções por área, demandando o emprego de grande número de mão de obra e gerando renda para os produtores, que em sua grande maioria, são agricultores familiares. No Brasil, no ano de 2020, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram produzidas aproximadamente 614 mil toneladas de frutos de melão em uma área próxima de 24 mil hectares, com uma média de produtividade de 25,7 t/ha. Nesse mesmo ano, a produção de melancia foi da ordem de 2,18 milhões de toneladas de frutos colhidos em uma área de 98 mil hectares, proporcionando uma produtividade média de 22,2 t/ha. O estado do Rio Grande do Norte se destacou como o maior produtor, tanto de melão como de melancia. Apesar de serem da mesma família, cada uma apresenta sua particularidade. O melão tem o cultivo basicamente concentrado na região Nordeste do país, sendo produzido tanto por pequenos agricultores familiares, assim como por grandes empresas agrícolas, que produzem milhares de hectares por ano. Para o cultivo de melão, atualmente, uma série de tecnologias de produção foram inseridas, tais como novos híbridos, entre as quais podem ser citadas as cultivares BRS Anton e BRS Araguaia, novos sistemas de cultivo, com utilização de filmes plásticos para cobertura de solo, aplicação de manta para o controle de pragas, uso de irrigação localizada e fertirrigação, com aplicação de fertilizantes e agroquímicos via água de irrigação, controle de polinização, colheita e pós‑colheita.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1174968</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O papel dos biodigestores na agropecuária para mitigação das mudanças climáticas: uma análise dos benefícios ambientais.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1155537</link>
      <description>Título: O papel dos biodigestores na agropecuária para mitigação das mudanças climáticas: uma análise dos benefícios ambientais.
Autoria: MENEZES, F. G. de; MOREIRA, M. B.; SILVA, A. F.; PACHECO, C. S. G. R.
Conteúdo: Este trabalho apresenta uma revisão narrativa sobre o papel dos biodigestores na mitigação das mudanças climáticas, com enfoque nos benefícios ambientais e na redução de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). A agropecuária é responsável por uma parcela significativa das emissões de GEE, especialmente de metano. O uso de biodigestores, que realizam a digestão anaeróbica de biomassas, incluindo resíduos orgânicos e dejetos animais, desempenha um papel importante na redução das emissões destes gases. A revisão foi realizada com base em estudos científicos relevantes, que analisaram o potencial de mitigação das emissões de gases de efeito estufa em sistemas de produção de biogás. A revisão destaca os benefícios dos biodigestores na gestão de resíduos orgânicos, na produção de biogás como substituto de combustíveis fósseis e na redução das emissões de GEE, ressaltando a importância de políticas públicas e incentivos para promover a adoção dessa tecnologia. A revisão busca fornecer uma visão abrangente desses benefícios e análise crítica dos resultados revela desafios a serem enfrentados, como a viabilidade econômica e o ambiente regulatório favorável. Recomenda-se a realização de mais estudos para preencher lacunas de conhecimento e promover a implementação efetiva dos biodigestores como uma solução sustentável na mitigação das mudanças climáticas.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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